Vôo CNF – BSB (meu primeiro vôo na Avianca)
Data: 26/07/2011
Avianca
Aeronave: Fokker 100 – PR-OAJ
Assento: 14A
Check-in: rápido e sem filas. Recebi os cartões de embarque CNF – BSB e BSB – JDO
Embarque: Como esperado, CNF no início da manhã continua o caos. Fila grande para o raio-X, no primeiro nível – acesso à remota.
Entretenimento: apenas a revista da Avianca e o safety card...:-) Na falta do que fazer – deixei meu livro na pasta do notebook, fui ler a revista, aproveitando para desenferrujar o inglês. Boas colunas de Alexandre Amorim, dentre outros.
Decolagem: em respeito aos horários, nosso embarque está encerrado, informa a chefe de cabine. Pontualmente às 09:20 as portas foram fechadas. Decolagem tranquila e seguimos rumo ao Aeroporto Juscelino Kubitschek.
Serviço de bordo: refrigerantes, sucos, café e água. Optei por suco. Para comer, uma pequena empada de frango e queijo, servida quente, e um saquinho de amendoins. Simples, mas melhor que biscoito de água e sal. Ainda pedi um cafezinho depois, que me foi atendido rapidamente.
Aliás, o atendimento e o sorriso das comissárias de bordo é algo que me impressionou. Muita paciência e dedicação, especialmente com alguns bebês sentados com os pais mais à minha frente.
Chegada: a chefe de cabine informa que passageiros em conexão para JDO deveriam ficar na aeronave. Logo depois vem a correção, pedindo para desembarcar e acompanhar o pessoal de conexão da Avianca. Rapidamente desembarcamos e fomos levados ao terminal de BSB. Descemos até o nível da remota e logo o “balaio” da Infraero veio nos buscar para a segunda perna, BSB – JDO, a bordo do PR-OAT, objeto da segunda parte.
Vôo BSB – JDO
Data: 26/07/2011
Avianca
Aeronave: Fokker 100 – PR-OAT
Assento: 1A e, posteriormente, 16D
Como no primeiro vôo, a chefe de cabine informa que em respeito aos horários, o embarque estava encerrado, pontualmente. O check-in em CNF me colocou na 1A, mas como dois colegas de trabalho estavam na fila 16, resolvi me juntar a eles, na 16D. Além disso, na 2F tinha uma criança chorando muito e eu tinha ainda que aproveitar as 2 horas de vôo para estudar a apresentação que eu faria em JDO.
Como já tinha lido toda a revista da Avianca, me distraí com minha apresentação e depois com meu livro (Em frente! - sobre a recuperação da Starbucks).
O vôo foi batendo lata, sendo assim, a cada chamada do comandante para visualizar as belezas do Brasil (Rio São Francisco, Barragem de Sobradinho, etc.), eu fui trocando de lugar por alguns momentos para apreciar melhor a paisagem.
O atendimento de bordo foi excelente – simples, porém eficiente, com opções de bebida já citadas – dessa vez fiquei com a água e o guaraná – além de um sanduíche de presunto e queijo, servido quente.
Aproveitei para usar o banheiro, esticar as pernas e tirar a roupa de frio, já que em JDO a expectativa era de 32 graus, contra os 18 que havia passado no início da manhã em CNF.
Uma segunda passada do serviço de bordo e aceitei um café para acordar.
Por volta de 14 horas estávamos descendo em JDO, para 3 dias de treinamento, fruto de um contrato da minha empresa com o Governo do Ceará.
Uma pena apenas eu ter chegado tarde e ter perdido nas 2 semanas anteriores a Expo-Crato e a festa de Centenário de Padre Cícero.
Na volta, objeto de outro FR, na conexão em BSB, pude conhecer a cabine do Fokker 100, oportunidade gentilmente cedida pela tripulação, enquanto a aeronave era reabastecida e limpa. Fiquei parecendo pinto no lixo de tanta felicidade.
Bom, pessoal. Sei que faltaram as fotos. Ainda vou aprimorar minha habilidade em fazer FR, mas como era minha primeira oportunidade com a Avianca, depois de estar sempre voando com Gol e TAM, não podia perder a oportunidade.
A Avianca, se depender do atendimento que recebi, ganhou outro cliente.
Data: 26/07/2011
Avianca
Aeronave: Fokker 100 – PR-OAJ
Assento: 14A
Check-in: rápido e sem filas. Recebi os cartões de embarque CNF – BSB e BSB – JDO
Embarque: Como esperado, CNF no início da manhã continua o caos. Fila grande para o raio-X, no primeiro nível – acesso à remota.
Entretenimento: apenas a revista da Avianca e o safety card...:-) Na falta do que fazer – deixei meu livro na pasta do notebook, fui ler a revista, aproveitando para desenferrujar o inglês. Boas colunas de Alexandre Amorim, dentre outros.
Decolagem: em respeito aos horários, nosso embarque está encerrado, informa a chefe de cabine. Pontualmente às 09:20 as portas foram fechadas. Decolagem tranquila e seguimos rumo ao Aeroporto Juscelino Kubitschek.
Serviço de bordo: refrigerantes, sucos, café e água. Optei por suco. Para comer, uma pequena empada de frango e queijo, servida quente, e um saquinho de amendoins. Simples, mas melhor que biscoito de água e sal. Ainda pedi um cafezinho depois, que me foi atendido rapidamente.
Aliás, o atendimento e o sorriso das comissárias de bordo é algo que me impressionou. Muita paciência e dedicação, especialmente com alguns bebês sentados com os pais mais à minha frente.
Chegada: a chefe de cabine informa que passageiros em conexão para JDO deveriam ficar na aeronave. Logo depois vem a correção, pedindo para desembarcar e acompanhar o pessoal de conexão da Avianca. Rapidamente desembarcamos e fomos levados ao terminal de BSB. Descemos até o nível da remota e logo o “balaio” da Infraero veio nos buscar para a segunda perna, BSB – JDO, a bordo do PR-OAT, objeto da segunda parte.
Vôo BSB – JDO
Data: 26/07/2011
Avianca
Aeronave: Fokker 100 – PR-OAT
Assento: 1A e, posteriormente, 16D
Como no primeiro vôo, a chefe de cabine informa que em respeito aos horários, o embarque estava encerrado, pontualmente. O check-in em CNF me colocou na 1A, mas como dois colegas de trabalho estavam na fila 16, resolvi me juntar a eles, na 16D. Além disso, na 2F tinha uma criança chorando muito e eu tinha ainda que aproveitar as 2 horas de vôo para estudar a apresentação que eu faria em JDO.
Como já tinha lido toda a revista da Avianca, me distraí com minha apresentação e depois com meu livro (Em frente! - sobre a recuperação da Starbucks).
O vôo foi batendo lata, sendo assim, a cada chamada do comandante para visualizar as belezas do Brasil (Rio São Francisco, Barragem de Sobradinho, etc.), eu fui trocando de lugar por alguns momentos para apreciar melhor a paisagem.
O atendimento de bordo foi excelente – simples, porém eficiente, com opções de bebida já citadas – dessa vez fiquei com a água e o guaraná – além de um sanduíche de presunto e queijo, servido quente.
Aproveitei para usar o banheiro, esticar as pernas e tirar a roupa de frio, já que em JDO a expectativa era de 32 graus, contra os 18 que havia passado no início da manhã em CNF.
Uma segunda passada do serviço de bordo e aceitei um café para acordar.
Por volta de 14 horas estávamos descendo em JDO, para 3 dias de treinamento, fruto de um contrato da minha empresa com o Governo do Ceará.
Uma pena apenas eu ter chegado tarde e ter perdido nas 2 semanas anteriores a Expo-Crato e a festa de Centenário de Padre Cícero.
Na volta, objeto de outro FR, na conexão em BSB, pude conhecer a cabine do Fokker 100, oportunidade gentilmente cedida pela tripulação, enquanto a aeronave era reabastecida e limpa. Fiquei parecendo pinto no lixo de tanta felicidade.
Bom, pessoal. Sei que faltaram as fotos. Ainda vou aprimorar minha habilidade em fazer FR, mas como era minha primeira oportunidade com a Avianca, depois de estar sempre voando com Gol e TAM, não podia perder a oportunidade.
A Avianca, se depender do atendimento que recebi, ganhou outro cliente.













