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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Governo diz que não há risco de fracasso em leilão de aeroporto no Rio Grande do Norte


Já existem 18 respostas neste tópico, contribua você também!

#1 Saulo Ubarana

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Postado 01 de agosto de 2011 - 23:22

Da Agência Estado, por Silvana Mautone:

O governo acredita que o leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande Norte, marcado para o próximo dia 22, não corre o risco de não ter interessados, a exemplo do que aconteceu com o leilão do Trem de Alta Velocidade (TAV), em julho. "Estamos bastante otimistas. Existem empresários que têm dado sinalização muito positiva de que vão participar. Acho que o setor aeroviário é um muito competitivo em nível internacional. Certamente haverá investidores interessados", afirmou hoje (01) o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt. Ele participou em São Paulo de um encontro com empresários na sede da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (ABDIB).

Com relação à posição da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que é contrária às privatizações no setor aéreo, Bittencourt disse que "tudo é uma questão de bom senso". Ele afirmou já ter se reunido com representantes da CUT e dos trabalhadores para dar esclarecimentos sobre o processo. "O País tem concessões em vários setores, como o elétrico, o ferroviário, o rodoviário, o de telecomunicações. O setor aeroportuário é mais um. E acho que (a privatização) é um mecanismo importante", afirmou.

O ministro defendeu a necessidade de recursos do setor privado para dar conta do crescimento da demanda nos aeroportos brasileiros. Ele citou como exemplo o desempenho no primeiro semestre deste ano, quando o fluxo de passageiros aumentou 19% no Brasil, enquanto na China foi de 7,8%. "Precisamos atender os usuários, precisamos investir para isso, precisamos de novas formas para investir mais rapidamente, precisamos de parceiros para colocar recursos para o investimento, precisamos de uma melhor gestão do setor", afirmou.

Na última sexta-feira, o ministro anunciou que a licitação para a concessão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília (DF) será realizada até o dia 22 de dezembro, de acordo com o cronograma do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) 2. Ainda segundo Bittencourt, a gestão dos aeroportos será entregue aos concessionários até fevereiro de 2012. O edital de concessão desses aeroportos será publicado em novembro.

#2 E175

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Postado 01 de agosto de 2011 - 23:34

Legal é que pra privatizar os outros, do TOP10, existem estudos secretos que provam que não são rentáveis. Esse aí é né.

#3 BlackAce

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Postado 10 de agosto de 2011 - 11:26

Agora danou-se tudo :thumbsdown_still: :thumbsdown_still: :facepalm: :facepalm:

Alemães desistem do aeroporto
<p class="box_data_interatividade">
Publicação: 10 de Agosto de 2011 às 00:00
tamanho do texto A+ A-





Glauber Gonçalves
Agência Estado

Rio - Às vésperas do leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, a operadora alemã Fraport, uma das principais interessadas no ciclo de privatizações previstas para o setor, afirma que não entrará na disputa. Regras pouco atraentes e cálculos de demanda superestimados são as justificativas da empresa, que opera o aeroporto de Lima, no Peru, para não participar do primeiro leilão do setor no País. "Estudamos o edital de Natal e achamos que a concessão é economicamente inviável. O retorno é tão baixo que não vale a pena. A Fraport não é o tipo de empresa que vai entrar numa concessão já sabendo que as regras não prestam", disse ao Grupo Estado o diretor de projetos da empresa, Felix von Berg.

emanuel amaralImagem postadaAbertura das propostas para privatização do Aeroporto de São Gonçalo está prevista para o dia 22

Embora fontes do governo digam que há grupos querendo participar da privatização, prevista para o dia 22 de agosto depois de um adiamento de um mês, o desinteresse da Fraport pelo aeroporto da Grande Natal acende a luz amarela. A decisão da companhia evoca lembranças do fracasso do leilão do projeto do trem de alta velocidade (TAV), ligando Campinas, São Paulo e Rio. Como não houve propostas, o governo teve de mudar as regras, no caso do trem-bala.

Para Von Berg, entre os principais problemas estão a forma como o edital define os aumentos de tarifa e a especificação de equipamentos caros e desnecessários. "A regulação econômica é uma grande confusão", afirma. Além disso, o diretor afirma que houve um "erro grave" no estudo de demanda feito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, a demanda de 2010, tomada como base, é metade do que foi estimado pela instituição. Esse cálculo é importante para os consórcios interessados, uma vez que os passageiros de voos internacionais são os que geram as maiores receitas aeronáuticas e comerciais dos terminais.

Von Berg, no entanto, é otimista quanto aos próximos aeroportos a entrar em leilão. Cumbica (Guarulhos) e Juscelino Kubitschek (Brasília), que o governo pretende conceder até o fim do ano, estão na mira da empresa. Viracopos (Campinas), porém, é outro caso difícil, na avaliação da Fraport. "Dos três, Viracopos é sem dúvida o mais difícil de ser concedido. Primeiro porque investidores gostam de uma boa visibilidade de como será o fluxo. Porém o número de passageiros vai depender muito de que capacidade Guarulhos terá no futuro", diz o executivo.

Além disso, boa parte da lucratividade do aeroporto se deve às altas tarifas cobradas pelo transporte de cargas. O receio é de que esses valores caiam com a competição que as privatizações devem gerar. A situação de Viracopos pode se complicar ainda mais caso vingue o projeto do Novo Aeroporto de São Paulo (Nasp), que a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa querem construir em regime privado em Caieiras, na Grande São Paulo. "Sabemos da ideia do Nasp e é claro que você vai colocar um prêmio de risco para isso. Nesse caso não seria o fim do mundo para Guarulhos, pois é um aeroporto já estabelecido. No caso de Viracopos, isso é bem preocupante", diz.

Para maximizar o valor de outorga dos aeroportos de São Paulo, avalia Von Berg, o governo deveria dar aos investidores a garantia de que nos primeiros dez anos de concessão não autorizaria outro aeroporto num raio de 100 quilômetros. No caso de Natal, a Anac estima que o vencedor do leilão teria de investir R$ 426 milhões na primeira etapa.

Posicionamento da Fraport surpreende presidente da Fiern

As declarações do diretor de projetos da Fraport ao Grupo Estado podem provocar um efeito dominó e influenciar empresas interessadas na concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na ótica de Flávio Azevedo, presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern). "Essa é uma notícia muito preocupante. Desde que saiu o edital, várias empresas visitaram as obras do aeroporto. Nenhuma delas, porém, colocou de forma tão contundente o desinteresse pela concessão nem apontou as causas para seu desinteresse uma a uma. O que as empresas reclamavam eram de regras pouco claras, um dos motivos que levaram ao adiamento do edital", afirmou logo após saber do anúncio.

O presidente da Fiern diz não ter ouvido de nenhuma das empresas que visitaram as obras ou procuraram a Federação que o aeroporto de São Gonçalo não era viável do ponto de vista econômico. Todas, segundo ele, entenderam que São Gonçalo do Amarante será a porta de entrada da América Latina. "Pode até ser inviável para grandes empresas como a Fraport, que administra o aeroporto de Frankfurt e é uma das maiores empresas de administração de aeroportos do mundo, mas não para empresas menores, que não tem a mesma capacidade de investimento".

Flávio relembra que representantes da Fraport e da Andrade Gutierrez estiveram na Fiern e demonstraram interesse em participar do leilão. "Eles disseram que estavam entrando com uma parceria. Inclusive no aeroporto de Lima, no Peru, a Fraport atua em parceria com a Andrade Gutierrez. Me estranha a empresa está dando uma notícia dessa. Ela poderia apenas não participar desta licitação, como qualquer empresa privada. Fico matutando, qual o interesse dessa empresa ao divulgar isso? Será que não faz parte de um processo de torpedeamento do processo aeroporto de São Gonçalo para priorizar os do Sul?", questiona Azevedo.

Fazendo referência ao termo usado pelo Grupo Estado, segundo o qual, o desinteresse da Fraport na concessão acende a luz amarela, Flávio completa que o comunicado da Fraport, às vésperas do leilão, agendado para 22 de agosto, "acende a luz amarela bem próxima da vermelha". Flávio Azevedo, que acompanha a construção do aeroporto desde o início, diz não saber se a operadora alemã apenas externou sua opinião ao ser perguntada sobre a concessão pelo Grupo Estado ou se participa de uma grande sabotagem. "Isso me cheira a sabotagem das empresas nacionais e estrangeiras ao aeroporto de Natal. Afinal, qual o interesse da empresa em dar um detalhamento desse? Tem alguma coisa por trás disso".

Para ele, o anúncio da privatização dos aeroportos do Galeão, Cumbica, Cofins, Vira-copos, Juscelino Kubitschek pode ter feito a Fraport desistir do negócio no Rio Grande do Norte. "A essa altura, me preocupa que o mesmo ocorra com outras empresas. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ao divulgar a notícia da privatização pode ter nos criado um grande problema. Eles sequer pensaram que este anúncio, que poderia ter sido adiado por mais 60 dias, podia gerar este prejuízo para Natal. Desde da primeira hora alertei para isso". A Anac só se pronunciará amanhã.

Megalonanice do RN.

Sou daqui, mas sempre achei isto. O certo seria ter melhorado o Augusto Severo, com taxiways rápidas e ampilação do tp.

Até mesmo o movimento da bant tá fraco, pois o Pacau deu tchau. :adios:



#4 mr_loner

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Postado 10 de agosto de 2011 - 11:48

View PostBlackAce, em 10 de agosto de 2011 - 11:26 , disse:

Agora danou-se tudo :thumbsdown_still: :thumbsdown_still: :facepalm: :facepalm:

Alemães desistem do aeroporto
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Publicação: 10 de Agosto de 2011 às 00:00 tamanho do texto A+ A-






Glauber Gonçalves
Agência Estado

Rio - Às vésperas do leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, a operadora alemã Fraport, uma das principais interessadas no ciclo de privatizações previstas para o setor, afirma que não entrará na disputa. Regras pouco atraentes e cálculos de demanda superestimados são as justificativas da empresa, que opera o aeroporto de Lima, no Peru, para não participar do primeiro leilão do setor no País. "Estudamos o edital de Natal e achamos que a concessão é economicamente inviável. O retorno é tão baixo que não vale a pena. A Fraport não é o tipo de empresa que vai entrar numa concessão já sabendo que as regras não prestam", disse ao Grupo Estado o diretor de projetos da empresa, Felix von Berg.

emanuel amaralImagem postadaAbertura das propostas para privatização do Aeroporto de São Gonçalo está prevista para o dia 22

Embora fontes do governo digam que há grupos querendo participar da privatização, prevista para o dia 22 de agosto depois de um adiamento de um mês, o desinteresse da Fraport pelo aeroporto da Grande Natal acende a luz amarela. A decisão da companhia evoca lembranças do fracasso do leilão do projeto do trem de alta velocidade (TAV), ligando Campinas, São Paulo e Rio. Como não houve propostas, o governo teve de mudar as regras, no caso do trem-bala.

Para Von Berg, entre os principais problemas estão a forma como o edital define os aumentos de tarifa e a especificação de equipamentos caros e desnecessários. "A regulação econômica é uma grande confusão", afirma. Além disso, o diretor afirma que houve um "erro grave" no estudo de demanda feito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, a demanda de 2010, tomada como base, é metade do que foi estimado pela instituição. Esse cálculo é importante para os consórcios interessados, uma vez que os passageiros de voos internacionais são os que geram as maiores receitas aeronáuticas e comerciais dos terminais.

Von Berg, no entanto, é otimista quanto aos próximos aeroportos a entrar em leilão. Cumbica (Guarulhos) e Juscelino Kubitschek (Brasília), que o governo pretende conceder até o fim do ano, estão na mira da empresa. Viracopos (Campinas), porém, é outro caso difícil, na avaliação da Fraport. "Dos três, Viracopos é sem dúvida o mais difícil de ser concedido. Primeiro porque investidores gostam de uma boa visibilidade de como será o fluxo. Porém o número de passageiros vai depender muito de que capacidade Guarulhos terá no futuro", diz o executivo.

Além disso, boa parte da lucratividade do aeroporto se deve às altas tarifas cobradas pelo transporte de cargas. O receio é de que esses valores caiam com a competição que as privatizações devem gerar. A situação de Viracopos pode se complicar ainda mais caso vingue o projeto do Novo Aeroporto de São Paulo (Nasp), que a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa querem construir em regime privado em Caieiras, na Grande São Paulo. "Sabemos da ideia do Nasp e é claro que você vai colocar um prêmio de risco para isso. Nesse caso não seria o fim do mundo para Guarulhos, pois é um aeroporto já estabelecido. No caso de Viracopos, isso é bem preocupante", diz.

Para maximizar o valor de outorga dos aeroportos de São Paulo, avalia Von Berg, o governo deveria dar aos investidores a garantia de que nos primeiros dez anos de concessão não autorizaria outro aeroporto num raio de 100 quilômetros. No caso de Natal, a Anac estima que o vencedor do leilão teria de investir R$ 426 milhões na primeira etapa.

Posicionamento da Fraport surpreende presidente da Fiern

As declarações do diretor de projetos da Fraport ao Grupo Estado podem provocar um efeito dominó e influenciar empresas interessadas na concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na ótica de Flávio Azevedo, presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern). "Essa é uma notícia muito preocupante. Desde que saiu o edital, várias empresas visitaram as obras do aeroporto. Nenhuma delas, porém, colocou de forma tão contundente o desinteresse pela concessão nem apontou as causas para seu desinteresse uma a uma. O que as empresas reclamavam eram de regras pouco claras, um dos motivos que levaram ao adiamento do edital", afirmou logo após saber do anúncio.

O presidente da Fiern diz não ter ouvido de nenhuma das empresas que visitaram as obras ou procuraram a Federação que o aeroporto de São Gonçalo não era viável do ponto de vista econômico. Todas, segundo ele, entenderam que São Gonçalo do Amarante será a porta de entrada da América Latina. "Pode até ser inviável para grandes empresas como a Fraport, que administra o aeroporto de Frankfurt e é uma das maiores empresas de administração de aeroportos do mundo, mas não para empresas menores, que não tem a mesma capacidade de investimento".

Flávio relembra que representantes da Fraport e da Andrade Gutierrez estiveram na Fiern e demonstraram interesse em participar do leilão. "Eles disseram que estavam entrando com uma parceria. Inclusive no aeroporto de Lima, no Peru, a Fraport atua em parceria com a Andrade Gutierrez. Me estranha a empresa está dando uma notícia dessa. Ela poderia apenas não participar desta licitação, como qualquer empresa privada. Fico matutando, qual o interesse dessa empresa ao divulgar isso? Será que não faz parte de um processo de torpedeamento do processo aeroporto de São Gonçalo para priorizar os do Sul?", questiona Azevedo.

Fazendo referência ao termo usado pelo Grupo Estado, segundo o qual, o desinteresse da Fraport na concessão acende a luz amarela, Flávio completa que o comunicado da Fraport, às vésperas do leilão, agendado para 22 de agosto, "acende a luz amarela bem próxima da vermelha". Flávio Azevedo, que acompanha a construção do aeroporto desde o início, diz não saber se a operadora alemã apenas externou sua opinião ao ser perguntada sobre a concessão pelo Grupo Estado ou se participa de uma grande sabotagem. "Isso me cheira a sabotagem das empresas nacionais e estrangeiras ao aeroporto de Natal. Afinal, qual o interesse da empresa em dar um detalhamento desse? Tem alguma coisa por trás disso".

Para ele, o anúncio da privatização dos aeroportos do Galeão, Cumbica, Cofins, Vira-copos, Juscelino Kubitschek pode ter feito a Fraport desistir do negócio no Rio Grande do Norte. "A essa altura, me preocupa que o mesmo ocorra com outras empresas. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ao divulgar a notícia da privatização pode ter nos criado um grande problema. Eles sequer pensaram que este anúncio, que poderia ter sido adiado por mais 60 dias, podia gerar este prejuízo para Natal. Desde da primeira hora alertei para isso". A Anac só se pronunciará amanhã.

Megalonanice do RN.

Sou daqui, mas sempre achei isto. O certo seria ter melhorado o Augusto Severo, com taxiways rápidas e ampilação do tp.

Até mesmo o movimento da bant tá fraco, pois o Pacau deu tchau. :adios:




Não acho megalomanice de Natal, afinal o Edital pede um Aeroporto para 5 Milhões de Pax na primeira etapa... vocês acham que daqui a 5 ou 6 anos natal já não estará movimentando próximo a isso? E eu acho estratégico sim a posição do aeroporto no tocante a Cargas, afinal é muito mais interessante distribuir produtos das regiões N e NE para a Europa a partir de natal do que de VCP por exemplo.

O problema é que as empresas querem que o governo proporcionem lucros em escala para ela e de um dane-se para a população, mas n é essa a função do governo.

E como eu disse no outro tópico, Natal já é superavitário HOJE, com a administração porca na Infraero como tantos gostam de colocar, imagina na mão da iniciativa privada...e outro detalhe... eles acham ruim a regulação de valores nas taxas e especificações de melhorias técnicas na obra, ou seja, além de tudo querem controlar as taxas ao seu bel prazer e ainda dar um serviço básico do básico....ahan Cláudia senta lá!



#5 E175

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Postado 10 de agosto de 2011 - 12:03

Ah é .. é a Fraport que oferece um serviço básico com taxas aqui. Aliás se ela oferecesse o básico já seria um salto de qualidade (sem trocadilhos) em relação a Infraero. O trabalho que ela fez em Lima, onde ela nem opera sozinha, comprova a má intenção deles (não vou citar os aeroportos da Alemanha porque é covardia já).

E não ficarei surpreso se o vencedor dessa licitação coincidentemente for uma empresa envolvida com alguma figurão bem relacionado. Licitação direcionada é mato nesse país.

#6 PR-GGG

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Postado 10 de agosto de 2011 - 12:50

View Postmr_loner, em 10 de agosto de 2011 - 11:48 , disse:



afinal é muito mais interessante distribuir produtos das regiões N e NE para a Europa a partir de natal do que de VCP por exemplo.


Mas a maioria destes produtos ou é exportado dos aeroportos das capitais ou Petrolina, por exemplo.

#7 Carlos Augusto

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Postado 10 de agosto de 2011 - 14:09

Quando o Governo diz que "não há risco de fracasso" é porque há, sim, risco de fracasso.

#8 mr_loner

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Postado 10 de agosto de 2011 - 16:44

View PostE175, em 10 de agosto de 2011 - 12:03 , disse:

Ah é .. é a Fraport que oferece um serviço básico com taxas aqui. Aliás se ela oferecesse o básico já seria um salto de qualidade (sem trocadilhos) em relação a Infraero. O trabalho que ela fez em Lima, onde ela nem opera sozinha, comprova a má intenção deles (não vou citar os aeroportos da Alemanha porque é covardia já).

E não ficarei surpreso se o vencedor dessa licitação coincidentemente for uma empresa envolvida com alguma figurão bem relacionado. Licitação direcionada é mato nesse país.


Se uma empresa reclama de um edital pois o mesmo promove uma regulação na cobrança de taxas e exige especificações técnica para atingir um padrão de qualidade o que vc quer que eu pense? Afinal de que adianta ter um aero administrado pela iniciativa privada com as taxas 2 ou 3x maiores que as cobradas hoje? e com isso encarecendo substancialmente as passagens?

Engraçado que um monte de gente aqui achava ''um absurdo'' a Infraero ter só 21 aeroportos superavitários, que se fosse a iniciativa privada todos seriam superavitários e agora vem uma empresa e diz um aeroporto que já é superavitário com a Infraero vai ser deficitário se passar para administração dela....

EU queria apenas entender, não me entra na cabeça como um Aeroporto como Natal só se tornaria interessante se a empresa pudesse meter a faca ou construir algo sem seguir os parametros mínimos exigidos pela ANAC ( que sinceramente, não deve ser nada de absurdo financeiramente falando)

#9 PedroCNF

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Postado 10 de agosto de 2011 - 17:01

Amigo vc nao entendeu. O que ela disse e que se GRU for privatizado e se construir um novo aeroporto em SP, VCP corre o serio risco de ficar deficitario devido a competição nova que surgiria pra ele.
Simples.

Entendeu ?

Abs

#10 mr_loner

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Postado 10 de agosto de 2011 - 18:02

View PostPedroCNF, em 10 de agosto de 2011 - 17:01 , disse:

Amigo vc nao entendeu. O que ela disse e que se GRU for privatizado e se construir um novo aeroporto em SP, VCP corre o serio risco de ficar deficitario devido a competição nova que surgiria pra ele.
Simples.

Entendeu ?

Abs


Pedro é lógico que entendi.

Mas essa seria a lógica de pensamento para o projeto de VCP como sendo o maior terminal da américa do sul, e esse primeiro edital não exige isso da empresa, exige apenas a primeira fase que coloca a segunda pista e a primeira etapa do terminal novo para 9 milhões de pax, coisa que VCP consegue tranquilamente com os pax da RMC antes mesmo desse terminal estar pronto, e é lógico que, se concretizar a expectativa dos aeros da RMSP dar conta da própria demanda, o projeto pode ir crescendo como um aeroporto para atender as necessidades do público do interior, nunca um edital exigiria que fosse construído o megaterminal para 60 milhões de pax ano com concorsese etc etc ...

E outra estão esquecendo que mesmo hoje, que VCP atende quase que exclusivamente o Interior ( creio que são muitos poucos os pax de SP que utilizam VCP com frequencia) ele já é o 3º aeroporto mais superavitário da rede infraero por causa da carga. Aí podem perguntar: Mas esse aeroporto novo em Caieras poderia '' roubar carga'' de VCP! Bem para isso o novo aeroporto teria que ser mais atrativo financeiramente falando, trocando em miudos, mais barato. O problema e que o pessoal já falou aqui que esse local é extremamente sucetível a nevoeiros ( pior que GRU na opinião de alguns) apresenta uma topografia complexa (vão gastar uma nota pra corrigir isso) e creio que por estar onde estar, ainda vai ser mais sucetível a impostos e taxas. Como um aero desses vai conseguir competir com preços em relação a VCP com todos esses ''agravantes'' sem tomar um baita prejuízo?

Fora que a região de Campinas tem polo próprio de produção, tem suas próprias fábricas e etc etc , o que eu quero dizer que é claro que se o projeto : VCP como o maior aero da america do sul seria o ideal para a empresas, mas ele já é uma opção extremamente interessante mesmo sendo o ''aeroporto do interior de são paulo''.

O problema é que as empresas n querem vir ganhar ''normal'' elas querem ganhar rios de dinheiro como outras infraestruturas que se pagam 3 ou 4 vezes depois que são privatizadas (ex: ponte Rio - Niteroi paga toda sua manutenção em 3 meses e meio de cobrança de pedágio o resto é lucro), mas aí é o Governo quem coloca, EU acho que deve prevalecer o interesse da população, é claro que para isso as empresas terão que lucrar menos.

#11 mr_loner

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Postado 10 de agosto de 2011 - 18:16

Novo aeroporto de Natal: investimento de R$ 375 mi

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou nesta quinta-feira edital da licitação da concessão do primeiro aeroporto federal, em São Gonçalo do Amarante (RN). De acordo com estudos do órgão, o vencedor da concorrência que vai construir o novo terminal de passageiros e administrar todo o aeroporto por 25 anos, vai gastar R$ 375 milhões de investimento inicial no terminal.

A previsão é que o terminal de passageiros tenha 39,5 mil metros quadrados e depois seja ampliado para 69 mil metros quadrados próximo ao fim da concessão. A pista e o pátio já estão em obras feitas pelo governo, com custos que já chegaram a R$ 250 milhões.

Outra previsão do edital é que o aeroporto tenha um movimento de 2,9 milhões de passageiros em 2014, terminando em 2038 com 11,4 milhões. Já o número de aviões em 2014 seria de 27 mil saltando para 98 mil em 2038. Outra previsão do estudo é que as receitas em 2013 fossem de R$ 22 milhões/ano, chegando a R$ 48 milhões em 2014 e saltando para R$ 216 milhões em 2038.

Pelo edital, vence quem oferecer o maior preço pela outorga, cujo valor mínimo é de R$ 51,7 milhões por todo o período da concessão. A previsão é que as propostas sejam entregues em 12 de julho, na Bovespa. A abertura das propostas acontecerá uma semana depois. O contrato deverá ser assinado no fim de outubro, pela previsão da ANAC.

O vencedor tem prazo de três anos para fazer o aeroporto, o que significa que ele pode ser entregue até setembro de 2014 se o contrato for assinado em outubro de 2011, portanto fora do prazo para uso na Copa do Mundo, da qual Natal é uma das sedes. A ANAC acredita que o concessionário fará a obra em dois anos.

Bem partindo do ponto que em 2005 NAT operava com 1 milhão de pax e que em 2010 fechou com 2,3 milhões ou seja o numero de pax dobrou em 5 anos, contanto o prazo da concessão mesmo que a demanda demorasse 8 anos para dobrar ( e não os 5 anos ) ainda sim o aeroporto atingiria os 11 milhões previstos ao final da concessão.

A pista e o pátio estão prontos, vão erguer só o terminal. Ainda assim acham que vão tomar prejuízo? A meu na boa, vai assaltar o Peru, espero que ela não ganhe nenhuma concessão aqui no BR.

#12 PedroCNF

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Postado 10 de agosto de 2011 - 18:41

A diferenca entre a sua analise e da Fraport, e que vc trabalha com suposicoes e eles nao.
Quem garante que o governo mantera as regras do jogo para as outras concessoes ??
Se fosse tao lucrativo como vc acha pq eles nao iam querer participar ??
Vamos aguardar o leilao e depois faremos uma analise.
Nao se esqueca do episodio trem bala.
Ah e aTam ja disse hoje que tb nao tem interesse no aeroporto.

Abs

#13 E175

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Postado 10 de agosto de 2011 - 21:06

Pra princípio de conversa não estamos falando do aeroporto de Natal, que hoje é o Augusto Severo. Esse novo mal saiu do papel e eu duvido que o valor estimado pela ANAC seja de fato 375 milhões. Nesse país só se faz porcaria quando o assunto é aeroporto e o governo está se borrando de medo de não ter nenhum interessado nessa concorrência. O próprio alarde que o governo fez em cima já demonstra que é um negócio discutível. Essa conversa de vocação pra hub, interesse de companhia aérea, pra mim é tudo balela. É a demanda de Natal, pronto e acabou. Sobre ser economicamente inviável na visão da Fraport eu acho mais preocupante ainda. Quer dizer que o negócio está tão mal conduzido que se tornou inviável, pior ainda se tiver todo o potencial que o governo federal tenta alardear. Concordo com o Pedro, devemos esperar o leilão, mas isso tudo está cheirando muito mal. Pra mim tem caroço nesse angu e se tiver é só o princípio de um problema bem maior.

#14 chico

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Postado 10 de agosto de 2011 - 21:14

View PostPedroCNF, em 10 de agosto de 2011 - 18:41 , disse:

Quem garante que o governo mantera as regras do jogo para as outras concessoes ??


Perdão, mas não entendi o que as regras das outras concessões tem a ver com a concessão do aeroporto de Natal - para quem ficar com ele, o que interessa é torná-lo lucrativo ao máximo, para que o valor investido retorne o mais rápido possível e ainda gere um retorno superior à uma aplicação financeira...só isso...

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Se fosse tao lucrativo como vc acha pq eles nao iam querer participar ??


Na minha opinião, eles querem pegar um "filé de alcatra" (GRU, VCP, BSB, CNF, GIG, etc) e não um "bifezinho com osso"...(apesar de eu achar que Natal pode ser uma ótima oportunidade, como explicarei depois)...

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Nao se esqueca do episodio trem bala.


Tem bastante diferença né - o leilão do trem-bala era pra construir e operá-lo, num investimento de mais de R$ 30 Bilhões, e a demanda é incerta. O aeroporto de Natal representa um investimento MUITO menor (até porque a Infraero já bancou grande parte dos investimentos - pista e pátios), e o movimento do aeroporto atual será transferido imediatamente após o novo ficar pronto e operacional. Ou seja, demanda garantida no 1° dia de funcionamento, e sem concorrência com outros modais de transporte...

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Ah e aTam ja disse hoje que tb nao tem interesse no aeroporto.


Bom, o Edital diz (se não me engano) que uma companhia aérea não poderá ter mais de 10% do capital do novo aeroporto, visando evitar a exclusividade de alguma companhia. Então, a TAM sozinha não pode pegar esse aeroporto de jeito nenhum...

E, de qualquer forma, onde vc viu essa informação / notícia? (só por curiosidade).
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Quanto ao aeroporto em si, considerando sua posição geográfica e seu potencial turístico, vejo como uma bela oportunidade para criarmos um hub entre as Américas e o oeste da África - sim, o mercado é bem restrito hoje, mas como será em 25-30 anos?

Lembrando que não existe nenhuma companhia forte no oeste da África (ao contrário do Leste, onde temos a Kenya e a Ethiopian, e no sul, com a South African) e a logística lá é precária - portanto, o transporte de mercadorias por avião é fundamental...e grande parte dos vôos poderiam ser operados com aeronaves narrow (A320, A319, A321), o que facilita (e barateia) de sobremaneira uma eventual "tentativa" de se montar um hub...e poderiam ser maravilhosamente complementados com alguns 767 ex-LAN voando para a Europa e EUA, ou outros destinos mais distantes...

Se o operador fechasse uma parceria com a TAM-LAN para criarem um novo hub lá, e este ser desenvolvido aos poucos, creio que poderia sim se tornar um importante aeroporto até 2020 (no máximo), com transporte de passageiros e carga (onde a LAN é forte) - claro que nunca chegará ao nível de GRU, GIG ou mesmo BSB e CNF, mas quem sabe poderia ser até o principal aeroporto do Nordeste...

Ou seja, a oportunidade está aí, cabe ao pessoal aproveitá-la e desenvolvê-la...

#15 PedroCNF

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Postado 10 de agosto de 2011 - 21:28

As regras podem influenciar e muito. Imagina se depois eles resolvem conceder o Galeao e Confins em condicoes totalmente distintas e desfavoraveis a quem levou VCP por ex. Eles precisam saber xom quem vao concorrer e em que condicoes.


Nao existe file disso ou daquilo. O que existe e lucro e ponto. Se da dinheiro quem nao quer ??

Qto ao trem bala, tem diferenca no valor, agora e obvio que enquanto uma Fraport conseguiria sozinha bancar o investimento de Natal, o trem bala seria feito via consorcios onde cada um entra com uma parte. A grande semelhanca, sao as lambancas do governo e falta de metodologia nas concessoes.

Exatamente. Nao pode passar de 10%. e nem assim a Tam quiz.

A fonte, foi a Agencia Estado, na palavra do Sr Marco Antonio Bologna. Amanha posto aqui pra vc se vc precisar de provas pra crer nisso.





#16 PedroCNF

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Postado 10 de agosto de 2011 - 21:31

So pra esclarecer, a questao nao e a viabilidade de aeroporto a ou b.
O ponto e a falta de planejamento do governo ao tratar de um assunto tao importante.


#17 mr_loner

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Postado 10 de agosto de 2011 - 22:49

View PostE175, em 10 de agosto de 2011 - 21:06 , disse:

Pra princípio de conversa não estamos falando do aeroporto de Natal, que hoje é o Augusto Severo. Esse novo mal saiu do papel e eu duvido que o valor estimado pela ANAC seja de fato 375 milhões. Nesse país só se faz porcaria quando o assunto é aeroporto e o governo está se borrando de medo de não ter nenhum interessado nessa concorrência. O próprio alarde que o governo fez em cima já demonstra que é um negócio discutível. Essa conversa de vocação pra hub, interesse de companhia aérea, pra mim é tudo balela. É a demanda de Natal, pronto e acabou. Sobre ser economicamente inviável na visão da Fraport eu acho mais preocupante ainda. Quer dizer que o negócio está tão mal conduzido que se tornou inviável, pior ainda se tiver todo o potencial que o governo federal tenta alardear. Concordo com o Pedro, devemos esperar o leilão, mas isso tudo está cheirando muito mal. Pra mim tem caroço nesse angu e se tiver é só o princípio de um problema bem maior.


Olha, eu n disse que é muito lucrativo, certamente ele n seria muito, mas daí a ser deficitário são outros 500...

Eu acho que é simples, as empresas privadas que estão entrando no ramo da Infraestrutura estão acostumada a ter lucros exorbitantes, então se é pra lucrar normalmente não tem graça, se é pra ganhar 25, 30%, não vale, tem que ser de 100% pra cima..... em cima do nosso lombo...

#18 LipeGIG

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Postado 11 de agosto de 2011 - 08:08

Não se preocupem, quando o governo diz que não ha risco de fracasso, é que com certeza eles sabem que vai ter um enganador, digo ganhador....

Um projeto como esse tinha que ser feito via PPP. Concessão pura e simples funciona quando o item já existe e opera e necessita só de investimentos. Para projetos iniciantes, tem que ser PPP.

#19 BlackAce

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Postado 11 de agosto de 2011 - 12:13

Todo mundo ignorou o meu comentário final. Natal tem três pistas de pouso, e opera simultaneamente duas. O aerporto tem a maior área do Brasil, vejam pelo Google earth que espaço pra ampliar não falta, mas ainda sim insistiram em um novo terminal, que já teve o seu projeto bastante modificado (ia ter duas pistas de 4000mts). A Bant não tem 50% do movimento que justifique ter a posse total do espaço.
O aeroporto de são Gonga tah com a pista e taxis prontos, mas continuo achando que a demanda foi superestimada, e que transformar num hub internacional relevante, vai demorar muito tempo.

Agora tem que tocar o barco, pois a maré já subiu.





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