philoclimber, em 05 de outubro de 2011 - 16:23 , disse:
o problema é que o cidadão continuará pagando impostos e, mesmo assim, pagará à concessionária pelo serviço de conexão.

É sempre um risco e, como observei, o histórico no Brasil não ajuda... Por isso, precisa debater, esclarecer e convencer; depois, se for o caso, aplicar.
LipeGIG, em 05 de outubro de 2011 - 19:27 , disse:
A taxa é válida e deveria ter sido criada HA ANOS atrás.
Esta é uma das desvantagens das conexões, que foram criadas pelas cias aéreas e simplesmente sufocam a estrutura da Infraero.

O princípio da ideia é razoável. Concordo.

A questão é como fazê-lo e para onde vai o valor arrecadado.
ab2010, em 05 de outubro de 2011 - 22:55 , disse:
E se vão mesmo colocar esta taxa, mais correto seria fazê-lo para mais aeroportos pelo Brasil; ou então, se vão propor essa taxa agora só para GRU, CGH e BSB, devido às concessões propostas para dez./2011 (...). Também não sejamos ingênuos que vai ser isso que vai “resolver” a situação de lotação de GRU, BSB ou CGH (...)
Correção (perdão)... É GRU, VCP e BSB.
mr_loner, em 05 de outubro de 2011 - 23:08 , disse:
O que as pessoas não estão entendendo (ou estão fingindo não entender) é que essa taxa NÃO irá para o governo (nem mesmo indiretamente através da Infraero pois os aeroportos da rede não sofrerão essas medidas).
O engraçado é que o povo fala que o modelo de concessão é pouco atrativo e que as empresas não vão encarar, mas quando criam algo que o torna mais atrativo as mesmas as pessoas vem reclamar gratuitamente.
Por mais que existam corruptos, mensalão, cabides de emprego e todos os tipos de falcatruas afins, nada disso se relaciona com o tópico em questão, e apesar das reclamações serem justas, seriam muito mais úteis em um forum de política ou mesmo em uma campanha de conscientização política junto ao seu ambiente de trabalho, a sua comunidade ou em seu circulo de familia e amigos. De fato é muito, mas muito desgastante entrar em todos os tópicos e, no lugar de discutirmos aviação, ficarmos rodando em circulos nos mesmos temas políticos.
Colega,
Isso tudo depende...
Primeiramente, não sei a quem você se referiu, mas talvez fosse mais adequado enviar MP a quem gostaria de falar diretamente.

Vamos de novo apertar MODE ataques entre colegas? Espero que não.
Taxas e impostos podem ter correlação ou sobreposição sim. Não precisa ir muito longe para ver como o sistema no Brasil é complexo; se hoje a carga oficial é elevada e é mais difícil convencer o contribuinte a pagar mais ou novos tributos, proliferam taxas e mais taxas. Uma questão adicional (e importante) é ver se não há duplicidade de cobranças (e/ou de finalidade) entre tributos e taxas, entre taxas e taxas e até entre tributos e tributos; fora os efeitos em cascata. Esta discussão está longe de ser esgotada, afinal, não somos "gado" para aceitar tudo sem saber para quê, como e para onde vai. Parece razoável.
Mais uma coisa (sugestão, OK?

): não precisa se incomodar tanto com os outros. Isso aqui é um ambiente de fórum e certamente vai ter opiniões divergentes; se não gosta, bola pra frente e ignore. E mais: se você se incomoda se alguém "só reclama", quer o quê? Que este se cale? Não estaria aí tolhindo o direito pleno do outro se manifestar? Menos, menos, ou pode parecer "patrulhamento".
E175, em 05 de outubro de 2011 - 23:11 , disse:
Bom, pelo que eu entendi as concessionárias vão remunerar o governo através de porcentagem de arrecadação (ou lucro). Sendo assim indiretamente esse dinheiro vai sim pro governo.
Como se vê, ainda não está claro... Tem algum documento oficial explicando isso, que deixe claro? Ou quem é especialista, poderia se manifestar? Ou de fato ainda não está claro, pois é confuso mesmo?
LipeGIG, em 05 de outubro de 2011 - 23:19 , disse:
Evidente que o custo de uma conexão é menor que o custo de um embarque, mas o passageiro em conexão usa banheiro, joga lixo na lixeira, pode pisar no molhado e sujar um piso, pode demandar atendimento médico, usa internet, gasta energia recarregando dispositivo, e por vezes consegue sentar deixando o passageiro local de pé.

Concordo. Fora os pontos que você colocou, dependendo do tipo e da complexidade da conexão (p.e., terminais diferentes, ou terminal com finger para posição remota; ou se o tempo em solo de conexão for muito grande), além dos custos envolvidos (do aeroporto, da cia. aérea), pode contribuir para piorar a situação de saturação (não estou aqui pregando contra
hub, diga-se, aliás, deixei isso bem claro; apenas observando a realidade). De novo: a questão é como fazê-lo e para onde vai o valor arrecadado.
Leandrinho, em 05 de outubro de 2011 - 23:32 , disse:
Continua com a Goiabinha e com a Coca-Cola

Abs!
Editado por ab2010, 05 de outubro de 2011 - 23:57 .