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Data de Nascimento:15/09/1987
Postado 06 de outubro de 2011 - 10:14
PedroCNF, em 06 de outubro de 2011 - 09:04 , disse:
Nao estou comparando e nem é megalomania. Nao precisa ser grosseiro. A questao é que se todas as cidades vao multiplicar por 5 nenhuma estrutura vai aguentar, portanto para o Rio, o GIG e SDU nao seriam suficientes, para BH CNF e PLU tb nao para BSB precisaria de um outro aeroporto e por ai vai. Nao acho que isso vai acontecer.
Abs
É, rs, acho que o Brasil dele é só São Paulo .. aliás como o de muitos aqui nesse fórum. Só lá que vai crescer. Se o movimento de BH multiplicar por 5, nem o master plan de Confins totalmente executado suportaria o fluxo. Para PLU acho difícil qualquer projeto para mais de 10 milhões de pax/ano, devido a localização do sítio.
Mas vamos discutir o presente que já está um tanto complicado. Até 2015 vai passar é água debaixo das pontes.
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Data de Nascimento:18/09/1955
Postado 06 de outubro de 2011 - 11:00
Espero estar comentendo um ato falho:
Essa direção centralizadora, principalmente em relação à São Paulo, é preocupante. A capital paulista está saturada, em todos os sentidos, e não há condições técnicas de se fazer algo, sem se gastar um montante excessivo de dinheiro em projetos minimamentes controversos.
Há de se levar em conta ainda a situação econômica mundial, que se não alterar nos próximos 15 meses, invertendo os índices atuais, fatalmente afetará nossas projeções futuras. Corremos risco de ter uma Copa e uma Olimpiada esfaziadas, por motivos de estagnação ecônomica mundial. Havemos de considerar ainda que, o nosso país se ajustou à sua nova realidade, e para continuar nesse ritmo, teríamos de contar com a pujança dos paises norte-americanos e europeus.
Não devemos esquecer que, para voltar ao quadro anterior de grande atividade econômica, interrompido em 2008, esses paises, têm de recuperar os índices perdidos e trabalhar firmemente para retomar o crescimento parado desde então, coisa de no mínimo 10 anos, se tudo ocorrer como esperado.
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Postado 06 de outubro de 2011 - 20:24
Brasuca, em 06 de outubro de 2011 - 08:31 , disse:
Mas planejamento trabalha em cima de expectativa, não com bolas de cristal ou tarô. Se hoje CGH+GRU já movimentam mais de 40 milhões anuais, em 2030, vezes cinco, serão 200 milhões em SP. Onde acomodar isso?
Brasuca, de fato planejamento trabalha com expectativa. Mas o que eu contesto são estes números tão ufanistas. Imagine em 2030 teremos 500 milhões de paxs, seria uma maravilha. Imagina se a futura LATAM com 20% do share serão 200 milhões, ou a Gol ou até companhias com 1% do mercado e com 5 milhões. Seria um sonho, mas fico com um pé atrás diante de tanta expectativa. Espero queimar a língua. Só um exemplo de expectativas vs realidade, em 1990 o índice Nikkei da Bolsa de Tokyo atingiu 38 mil pontos e a maioria já anunciava que chegaria a 70 mil em dois anos, depois de 1990 o índice foi caindo até atingir os 8 mil pontos em 2008.
Historicamente, o tráfego dobra a cada década no Brasil, então é possível que chegue em 400-500 mil pontos, mas será que a atividade econômica até lá vai ficar firme para sustentar este tráfego? Será que não teremos uma saturação do mercado doméstico? Ou então o Brasil vai atrair tanto turista - tirando pontualmente 2014 e 2016.
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Postado 06 de outubro de 2011 - 22:25
Brasuca, em 06 de outubro de 2011 - 08:31 , disse:
Mas planejamento trabalha em cima de expectativa, não com bolas de cristal ou tarô. Se hoje CGH+GRU já movimentam mais de 40 milhões anuais, em 2030, vezes cinco, serão 200 milhões em SP. Onde acomodar isso?
O crescimento maior não ocorre nos grandes centros mas sim nos centros mal servidos pelo transporte aéreo.
CWB, POA, GYN cresceram quase 300% de 2003 a 2011, São Luís 500%, só para exemplificar.
CGH cresceu cerca de 50% e GRU 160%
E isso dificilmente vai se alterar pelo ciclo natural de crescimento e acomodação. Menos conexões, passageiros locais substituindo-os. Mais destinos em mercados secundários, incentiva-se a aviação.
Vide dados da Infraero.
O resto é expectativa, de fato.
Acomode o crescimento onde ele faz diferença, não temos voos Sul-Manaus por exemplo.
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Postado 07 de outubro de 2011 - 01:43
LipeGIG, em 05 de outubro de 2011 - 22:16 , disse:
Estou aqui Brasuca, e continuo achando que não precisa.
Basta gerenciar melhor o que existe, os investimentos e as obras.
Também acho, dá pra fazer muito mais com CGH, GRU, VCP e MAE.
Mas muito mais mesmo!!
CGH tem uma área de hangares que poderia ir ao chão e o terminal poderia ser extendido para o lado da Washginton Luis, GRU pode viver muito bem com duas pistas, mas para isso precisa de mais saídas rápidas, uma txwy entre a pistas 09L-27R - 09R-27L, dois eficientes terminais, APM entre esses mesmo terminais.
Marte pode ser muito bem utilizado para a aviação geral e executiva, existe tecnologia disponível para procedimentos por instrumentos.
VCP, a, nem precisa falar né? Mas aquela história de invasão nas redondezas do aeroporto já está avançando e muito.
Mas nosso plano é para 2041, até lá aperta ali e acolá.
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Postado 07 de outubro de 2011 - 11:08
Mills, em 05 de outubro de 2011 - 18:22 , disse:
Os 20 principais aeroportos do Brasil vão multiplicar por cinco o número de passageiros até 2030, aponta estudo do BNDES apresentado na última sexta-feira, pelo superintendente de infraestrutura do banco, Nelson Siffert.
De acordo com a projeção, em 2014 os aeroportos receberão 165 milhões de pessoas; em 2020 já serão 257 milhões, e em 2030, 530 milhões de passageiros.
Para atender a essa demanda crescente de forma veloz, o BNDES estima a necessidade de investimentos entre R$ 25 bilhões e R$ 34 bilhões.
Atualmente, a Infraero administra 67 aeroportos, na maior rede do mundo. Nesta sexta-feira, o governo federal anuncia o modelo de concessão para os aeroportos de Guarulhos, Viracopos (Campinas) e Brasília. A licitação será em 22 de dezembro.
O BNDES deve financiar os consórcios vencedores para a gestão dos aeroportos, com o teto de 70% .
De acordo com Siffert, aeroportos já em operação têm financiamento facilitado, tendo em vista o fluxo permanente de receita, em comparação com um aeroporto a ser construído.
Fonte: Correio do Estado
O Governo já tem a solução perfeita. Ele vai aumentar a taxa base juros e subir os impostos, dessa forma o mercado retrai e não precisa de infraestrutura.
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