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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Cumbica, 7 da manhã: “Um dia, isso aqui vai explodir...”


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#41 bearshare

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Postado 26 de outubro de 2011 - 11:38

View PostLipeGIG, em 25 de outubro de 2011 - 23:54 , disse:

E eles não são funcionários publicos indicados por partidos colocados no poder pelo povo ?

Veja se existe lei proibindo um candidato a governador derrotado de se tornar ministro e focar na sua atuação favorecimentos para que consiga no futuro um mandato de deputado ou senador ?

Veja se existe um projeto para acabar com essa história de indicação para tais cargos ?

Indicação deveria ser limitada a ministro e secretário executivo. Ponto final. O resto é carreira.
Aventureiro como "Diretor" de aeroporto... político que nem sabe administrar prédio ou escritório de partido político.... só no Brasil !


LipeGIG, apenas a título de esclarecimento; de acordo com a Wikipédia:

Quote

A expressão funcionário público não é empregada na Constituição Federal de 1988, que preferiu empregar a designação "servidor público" e "agente público" para referir os trabalhadores do Estado. Agente Público é a designação mais abrangente: alcança os agente políticos, os servidores públicos e os particulares em atuação colaboradora. Os servidores públicos são referidos como categoria de agentes públicos: são os agentes permanentes, profissionais, a serviço da Administração Pública.
...
O Código Penal brasileiro assim define o funcionário ou servidor público: "Art. 327 - Considera-se funcionário ou servidor público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego, serventia ou função pública. § 1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública."
...

http://pt.wikipedia....io_p%C3%BAblico

Em resumo, de acordo com o Código Penal, vc. está certo ao se referir aos funcionários públicos; de acordo com a Constituição, vc. está errado. Agora, na prática, no dia a dia, digamos assim, não se considera como funcionários públicos, por exemplo, os diretores nomeados politicamente para as estatais. Considera-se como... políticos.

Vá entender...

Um abraço!

#42 LV-LEO

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Postado 26 de outubro de 2011 - 12:23

View Postbenitorbp, em 26 de outubro de 2011 - 10:27 , disse:


:joinha: :joinha: :joinha:



Existem vários funcionários públicos que defendem a reduçao do peso do estado, mas ainda são a minoria!
Aliais a primeira reforma administrativa (FHC) foi inteira feita por funcionários públicos, pena (no meu conceito!) que ficou pela metade!
Concursos públicos são necessários em diversas áreas e via de regra, faltam funcionários públicos.
A maquina pública no Brasil não é inchada por concursos em áreas operacionais e sim por indicações nas esferas políticas.
Lamentavelmente, no Brasil, os cargos públicos viraram instrumentos de governabilidade, o Estado é fatiado para garantir a base de sustentação do governo! Embora em todo mundo exista influência política nas indicações (do menor ao maior cargo) no Brasil esta prática transformou-se em odioso jogo de interesses!

Abraços


Corretíssimo. Acrescento um exemplo de como as generalizações são perigosas:

Meu amigo é concursado da Anatel e, em parceria com um colega, desenvolveu uma solução de TI que agilizaria a tramitação dos processos na Agência e evitaria a eventual contratação de uma empresa para fazer a mesma coisa. Levou a ideia ao superior (ocupante de cargo em comissão; indicação política, portanto) que prometeu "avaliar". Segundo meu amigo, o envelope pardo repousa na mesma pilha onde foi deixado e ele simplesmente desanimou de tomar qualquer atitude pró-ativa em favor do serviço público. Diz que o que se espera deles é trabalho puramente mecânico e que não atrapalhem as ações políticas da e dentro da autarquia.

Isso poderia ser resolvido se existisse um órgão de "Inovação na Gestão Pública", para onde qualquer servidor graduado ou não poderia enviar ideias, sugestões e proposições, para que fossem implantadas de cima para baixo, sem depender do superior imediato daquele servidor. Mas pergunta se alguém tem interesse nisso?

Um outro exemplo fiquei sabendo numa lista de discussões, onde o sujeito afirma que na divisão do Ministério onde trabalha, há 10% de servidores concursados e todo o restante é formado por terceirizados e indicados políticos. Antes houvesse mais concursos públicos para preencher 50% desses cargos 'partidários'. Já estaria de bom tamanho e a qualidade certamente melhoraria.

Editado por LV-LEO, 26 de outubro de 2011 - 12:25 .


#43 Rafaelguimaraes

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Postado 26 de outubro de 2011 - 12:33

View Postbenitorbp, em 26 de outubro de 2011 - 10:27 , disse:


:joinha: :joinha: :joinha:



Existem vários funcionários públicos que defendem a reduçao do peso do estado, mas ainda são a minoria!
Aliais a primeira reforma administrativa (FHC) foi inteira feita por funcionários públicos, pena (no meu conceito!) que ficou pela metade!
Concursos públicos são necessários em diversas áreas e via de regra, faltam funcionários públicos.
A maquina pública no Brasil não é inchada por concursos em áreas operacionais e sim por indicações nas esferas políticas.
Lamentavelmente, no Brasil, os cargos públicos viraram instrumentos de governabilidade, o Estado é fatiado para garantir a base de sustentação do governo! Embora em todo mundo exista influência política nas indicações (do menor ao maior cargo) no Brasil esta prática transformou-se em odioso jogo de interesses!

Abraços


Só para comparar, No Reino Unido, Cameron nomeou, direta ou inderetamente, cerca de 500 funcionários para todos os gabinetes. Lulla em 8 anos inchou em mais de 30.000 a máquina federal, sendo a maioria de filiados ao PT e isso fez as receitas do partido engordarem enormemente!

Por quê eles são ricos e nós não? Por quê são desenvolvidos e nós não? Esse é apenas um dos inúmeros motivos. A voracidade da máquina pública não tem limites! Precisamos de MENOS Estado onde não precisa, para que este Estado tenha foco ONDE precisa.

GRU ainda não explodiu e nem vai explodir porque somos pacíficos, melhor dizendo, domesticados e a maioria ignóbil que frequenta os aeroportos acha que TODOS os problemas são culpa das empresas aéreas. Não há uma clara percepção da divisão das responsabilidade, que diluída, favorece o governo (escondido nos bastidores) e expõe as cias aéreas, que estão nas lojas, nos check-ins, nas salas de embarque e desembarque e afins, com a cara ao vento e à tapa.

Rafael

Editado por Rafaelguimaraes, 26 de outubro de 2011 - 12:35 .


#44 bearshare

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Postado 26 de outubro de 2011 - 12:33

View PostLV-LEO, em 26 de outubro de 2011 - 12:23 , disse:


Corretíssimo. Acrescento um exemplo de como as generalizações são perigosas:

Meu amigo é concursado da Anatel e, em parceria com um colega, desenvolveu uma solução de TI que agilizaria a tramitação dos processos na Agência e evitaria a eventual contratação de uma empresa para fazer a mesma coisa. Levou a ideia ao superior (ocupante de cargo em comissão; indicação política, portanto) que prometeu "avaliar". Segundo meu amigo, o envelope pardo repousa na mesma pilha onde foi deixado e ele simplesmente desanimou de tomar qualquer atitude pró-ativa em favor do serviço público. Diz que o que se espera deles é trabalho puramente mecânico e que não atrapalhem as ações políticas da e dentro da autarquia.

Isso poderia ser resolvido se existisse um órgão de "Inovação na Gestão Pública", para onde qualquer servidor graduado ou não poderia enviar ideias, sugestões e proposições, para que fossem implantadas de cima para baixo, sem depender do superior imediato daquele servidor. Mas pergunta se alguém tem interesse nisso?

Um outro exemplo fiquei sabendo numa lista de discussões, onde o sujeito afirma que na divisão do Ministério onde trabalha, há 10% de servidores concursados e todo o restante é formado por terceirizados e indicados políticos. Antes houvesse mais concursos públicos para preencher 50% desses cargos 'partidários'. Já estaria de bom tamanho e a qualidade certamente melhoraria.

As nomeações políticas para cargos de direção ou chefia em empresas estatais, certamente é um dos maiores problemas da máquina pública no Brasil. Acho que disto ninguém tem dúvidas. Porém, eu não acho que este é um problema exclusivo do Brasil.

Em relação a "atitudes pró-ativa" em favor do serviço público, não se pode generalizar, isto depende muito de vários fatores, sendo um deles a esfera da administração (federal, estadual ou municipal). Eu sou concursado (não federal) e onde eu trabalho, qualquer sugestão ou atitude que beneficie as finanças públicas, o bom serviço e atendimento ao público, é sempre bem-vinda, analisada e se for caso, colocada em prática.

#45 benitorbp

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Postado 26 de outubro de 2011 - 18:08

View PostLV-LEO, em 26 de outubro de 2011 - 12:23 , disse:


Corretíssimo. Acrescento um exemplo de como as generalizações são perigosas:

Meu amigo é concursado da Anatel e, em parceria com um colega, desenvolveu uma solução de TI que agilizaria a tramitação dos processos na Agência e evitaria a eventual contratação de uma empresa para fazer a mesma coisa. Levou a ideia ao superior (ocupante de cargo em comissão; indicação política, portanto) que prometeu "avaliar". Segundo meu amigo, o envelope pardo repousa na mesma pilha onde foi deixado e ele simplesmente desanimou de tomar qualquer atitude pró-ativa em favor do serviço público. Diz que o que se espera deles é trabalho puramente mecânico e que não atrapalhem as ações políticas da e dentro da autarquia.

Isso poderia ser resolvido se existisse um órgão de "Inovação na Gestão Pública", para onde qualquer servidor graduado ou não poderia enviar ideias, sugestões e proposições, para que fossem implantadas de cima para baixo, sem depender do superior imediato daquele servidor. Mas pergunta se alguém tem interesse nisso?

Um outro exemplo fiquei sabendo numa lista de discussões, onde o sujeito afirma que na divisão do Ministério onde trabalha, há 10% de servidores concursados e todo o restante é formado por terceirizados e indicados políticos. Antes houvesse mais concursos públicos para preencher 50% desses cargos 'partidários'. Já estaria de bom tamanho e a qualidade certamente melhoraria.


Infelizmente casos assim acontecem diariamente em nossas repartições públicas, a iniciativa de um concursado recem-chegado esbarra nos impedimentos de ordem extra-institucional dos que ocupam cargos "políticos".
Não é regra, mas esta longe de ser exceção, por óbvio que qualquer órgão público vai ter forte influência política, não dá para negar isso, o que é lamentável é que no Brasil este tipo de influência parece estar acima da própria funcionabilidade do órgão, uma coisa é fazer política em um órgão eficiênte (ex: Banco Central), outra coisa é fazer de um órgão mero instrumento de política, e relegar sua função institucional a segundo plano.
Veja 50% dos cargos em comissão pela constituição deveriam ser preenchidos por funcionários de carreira.
Ai o que faz o governante, infla o órgão para acomodar todas as indicações políticas, distribuindo cargos de confiança em locais chaves para os apadrinhados políticos, e criando na mesma proporção cargos de confiança "técnicos" para os funcionários de carreira.
Colocam o cara que não entende nada para comandar e o que entende do riscado para não fazer nada em desvio de função.
Na pior das hipóteses deveria ser o contrário.

View PostRafaelguimaraes, em 26 de outubro de 2011 - 12:33 , disse:


Só para comparar, No Reino Unido, Cameron nomeou, direta ou inderetamente, cerca de 500 funcionários para todos os gabinetes. Lulla em 8 anos inchou em mais de 30.000 a máquina federal, sendo a maioria de filiados ao PT e isso fez as receitas do partido engordarem enormemente!

Por quê eles são ricos e nós não? Por quê são desenvolvidos e nós não? Esse é apenas um dos inúmeros motivos. A voracidade da máquina pública não tem limites! Precisamos de MENOS Estado onde não precisa, para que este Estado tenha foco ONDE precisa.

GRU ainda não explodiu e nem vai explodir porque somos pacíficos, melhor dizendo, domesticados e a maioria ignóbil que frequenta os aeroportos acha que TODOS os problemas são culpa das empresas aéreas. Não há uma clara percepção da divisão das responsabilidade, que diluída, favorece o governo (escondido nos bastidores) e expõe as cias aéreas, que estão nas lojas, nos check-ins, nas salas de embarque e desembarque e afins, com a cara ao vento e à tapa.

Rafael


Basicamente a frase que eu destaquei no seu comentário é a essencia de um Estado moderno!
Por isso que lamentei a reforma administrativa pela metade, no plano original só seriam servidores públicos os agentes de Estado com poder de polícia (Policias, Fiscais, etc) todo o resto seria no máximo empregado publico (CLT que poderia ser mandado embora em certos casos) em carreiras únicas para os setores meio da área federal.
Veja no mundo inteiro inclusive na Inglaterra muitas das funções públicas são escolhidas políticamente.
Só que existe uma distribuição linear, conforme aspectos técnicos políticos, com a participação ainda que indireta dos envolvidos (ex: o gerente do aeroporto é indicado político, mas escolhido pela comunidade aeroportuária, claro que com alguma influência política).
O problema brasileiro é que existe uma distribuição verticalizada (centralizada no cargo executivo) que virou moeda de troca para garantir a governabilidade.


View Postbearshare, em 26 de outubro de 2011 - 12:33 , disse:

As nomeações políticas para cargos de direção ou chefia em empresas estatais, certamente é um dos maiores problemas da máquina pública no Brasil. Acho que disto ninguém tem dúvidas. Porém, eu não acho que este é um problema exclusivo do Brasil.

Em relação a "atitudes pró-ativa" em favor do serviço público, não se pode generalizar, isto depende muito de vários fatores, sendo um deles a esfera da administração (federal, estadual ou municipal). Eu sou concursado (não federal) e onde eu trabalho, qualquer sugestão ou atitude que beneficie as finanças públicas, o bom serviço e atendimento ao público, é sempre bem-vinda, analisada e se for caso, colocada em prática.


De fato não é um problema exclusivo do Brasil mas em outros páises mais desenvolvidos existe um pouco mais de coerência e transparência neste processo! Claro há exceções dos dois lado, como você disse, mas países que escancaram suas indicações políticas e tornam este processo público e por isso sofrem maior pressão da sociedade, acabam diminuindo a probabilidade de erro, ou ao menos um criam uma política mais clara para a sua população interessada!

Abraços!

#46 spitfire

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Postado 27 de outubro de 2011 - 13:27

View Postbearshare, em 25 de outubro de 2011 - 22:16 , disse:

Acho que alguém está por fora da realidade do Brasil. Já faz tempo que a classe C viaja de avião, até mesmo Gol e TAM estão colocando pontos de venda em tudo o que é lugar, com a intenção de atrair a classe C.


nobre, entendido do q falou, mas o assunto central do topico é sobre o problema de lotação de gru e nao a quantidade da classe C q esteja voando hoje. pra mim, ela vem crescendo desde o ano de 95 com o cambio a par, mas variando ao longos dos anos! acompanhando a realidade do brazil, em quase todos os se aspectos, desde mtos anos atrás, mas enfim...
naquela postagem, eu me referi as pessoas ali da classe A, B e C influentes e q nos meios que vivemos tem o poder de influencia diretos ou indiretos, mas nao sabem se organizar para mobilizar algo. mobilização é algo de C pra Z.
o mais interessante (senao preocupante) é q de C pra baixo, o poder se da pela uniao de todos. de C pra cima, uma pessoa ou duas, com uma canetada ja resolve meia duzia de coisas!
@bs

#47 spitfire

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Postado 27 de outubro de 2011 - 13:34

View Postbearshare, em 25 de outubro de 2011 - 23:47 , disse:

É que isto me lembrou o caso de um brasileiro que conheço, que mora parte do ano nos EUA e parte do ano no Brasil, mas vota lá nos EUA (nos Democratas, é claro, como convém a um latino). Este cara, apesar de não votar no Brasil há muito tempo, vive tocando o pau no governo atual daqui. Um dia eu disse a ele que quem não vota aqui não tem o direito de reclamar; que não há coerência em votar nos Democratas nos EUA e tacar o pau no PT aqui. Nunca mais ele falou de política brasileira...


érr.. acho q vc o assustou com sua posição, pois, se ele vota la e nao aqui é direito dele, ok, mas direito dele criticar onde ele veio, como no caso do boulosandre, pois ate msm os estrangeiros nao nos critica tb?
e cá pra nos, a gente o faz e, com ctz, com mais frequencia e veemencia!
portanto, la fora eles nos criticam tb e tem o direito de faze-lo. nos, de abaixar cabeça da vergonha e levanta-la para melhorar. simples

#48 PedroCNF

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Postado 27 de outubro de 2011 - 13:38

Nao consegui entender uma linha do que foi escrito.

#49 spitfire

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Postado 27 de outubro de 2011 - 13:46

View PostLV-LEO, em 26 de outubro de 2011 - 12:23 , disse:


Corretíssimo. Acrescento um exemplo de como as generalizações são perigosas:

Meu amigo é concursado da Anatel e, em parceria com um colega, desenvolveu uma solução de TI que agilizaria a tramitação dos processos na Agência e evitaria a eventual contratação de uma empresa para fazer a mesma coisa. Levou a ideia ao superior (ocupante de cargo em comissão; indicação política, portanto) que prometeu "avaliar". Segundo meu amigo, o envelope pardo repousa na mesma pilha onde foi deixado e ele simplesmente desanimou de tomar qualquer atitude pró-ativa em favor do serviço público. Diz que o que se espera deles é trabalho puramente mecânico e que não atrapalhem as ações políticas da e dentro da autarquia.

Isso poderia ser resolvido se existisse um órgão de "Inovação na Gestão Pública", para onde qualquer servidor graduado ou não poderia enviar ideias, sugestões e proposições, para que fossem implantadas de cima para baixo, sem depender do superior imediato daquele servidor. Mas pergunta se alguém tem interesse nisso?

Um outro exemplo fiquei sabendo numa lista de discussões, onde o sujeito afirma que na divisão do Ministério onde trabalha, há 10% de servidores concursados e todo o restante é formado por terceirizados e indicados políticos. Antes houvesse mais concursos públicos para preencher 50% desses cargos 'partidários'. Já estaria de bom tamanho e a qualidade certamente melhoraria.


interessante seu comentario, pois ja trabalhei como terceirizado em orgao publico e, posso te afirma que, dentro de um organograma estatal, a base deste é constituida de pessoas que tem visao mais moderna da coisa, pos-graduados, "sensibilizados" com a atual visao da sociedade para com a coisa publica, ou seja, o engessamento parte da meta pra cima.
agora, quem vai querer mexer da base p/ cima?

#50 spitfire

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Postado 27 de outubro de 2011 - 13:57

View PostPedroCNF, em 27 de outubro de 2011 - 13:38 , disse:

Nao consegui entender uma linha do que foi escrito.


eu tb nao entendi algumas palavras, sorry

é.. o comentario dele o assustou com sua posição de ideias, pois, se ele vota la nos EUA e nao aqui é direito dele. ok td bem, mas é direito dele criticar de onde ele veio, como no caso do boulosandre criticou o governo brasileiro, pois ate msm os estrangeiros nao nos critica na impressa tb?
e cá pra nos, a gente faz muitas criticas e, com ctz, sao feitas com mais frequencia e veemencia!
portanto, la fora eles nos criticam tb e tem o direito de faze-lo.
nós, nos basta em abaixar cabeça da vergonha e levanta-la para melhorar a situação. ato simples


#51 RCWSKY

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Postado 29 de outubro de 2011 - 11:50

Veja algumas fotos das obras em Guarulhos:

http://www.flickr.co...157627186104281

#52 LipeGIG

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Postado 29 de outubro de 2011 - 13:56

Meu ponto é justamente parafraseado por alguns exemplos acima do que ocorre quando alguém sem a devida expertise se senta na cadeira de superintendente de aeroporto, diretor de agência reguladora, ministro de estado, diretor de estatal, ou afins.

Primeiro, não conhecem o negócio.
Segundo, não conhecem e não valorizam a experiência de cada profissional, dando vez a criação de puxa-saquismo
terceiro, colocam seus interesses pessoais de curto prazo acima das necessidades corporativas de longo prazo (sempre dá merd@)
quarto, não tem limites e pensam que precisam fazer tudo em 4 anos e não se interessam por nada que venha a produzir resultados no futuro
quinto, se acham superiores a tudo e a todos
sexto, em geral suas decisões equivocadas demandam dois anos de boas decisões técnicas para reversão... mas outro governo tem e manda um presente..... outro tecno-burocrata... e voltamos ao ciclo no primeiro item...

Aí vem o superitendente do GIG por exemplo no GLOBO de hoje dizer que assumiu em abril ... e notou a mesma coisa... e estamos em outubro e ninguém pergunta... "tá bom... o que você fez em 6 meses ? "





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