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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Uruguaia Pluna aumenta frota e número de voos para o Brasil ( na proa CGR, CXJ e LDB)

pluna ldb cxj cgr

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#1 Ennes

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Postado 04 de novembro de 2011 - 09:58

Brasil Econômico – 04/11


País deve responder por metade do faturamento da companhia aérea em três anos

Michele Loureiro - mloureiro@brasileconomico.com.br

A companhia aérea uruguaia Pluna se prepara para anunciar a criação de seis novas rotas de
voos ligando a capital Montevidéu a cidades brasileiras. Pelo menos três destinos já estão
certos: Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul e
Londrina, no Paraná. Segundo o diretor comercial da companhia no Brasil, Gonzalo Mazzaferro,
a estratégia da Pluna é investir em cidades populosas, com boa infraestrutura aeroportuária mas
que estão fora das rotas internacionais. Até 2007, quando a extinta Va-rig detinha 49% da
companhia uruguaia, a Pluna operava apenas dois estinos no Brasil: São Paulo e Rio de
Janeiro.
Para dar conta da demanda, a Pluna, que hoje opera com 12 aeronaves, vai receber, ainda
neste ano, um GRJ 900 da fabricante canadense Bombardier. O modelo tem capacidade para
88 passageiros. Mazzaferro não revela números mas confirma que outras aeronaves já estão a
caminho. Tamanha movimentação se explica pelo peso do Brasil na receita da empresa. Há
quatro anos, o país respondia por 18% do faturamento da Pluna. Hoje, esse índice é de 40 % e
a expectativa é de que chega à metade da receita da aérea dentro dos próximos três anos. A
Pluna deve encerrar 2011 com faturamento de US$ 179 milhões.
O número de passageiros transportados pela companhia no Brasil cresceu 83% entre janeiro e
setembro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010. O volume de vendas de
passagens registrou alta de 162% no mesmo intervalo.
Os bons resultados, entretanto, não conseguem ocultar a fragilidade da empresa quando o
assunto é o câmbio. Segundo Mazzaferro, a companhia sentiu as turbulências da elevação do
dólar no rnês de setembro. "Tivemos um recuo de vendas imediato de 15% no mês", disse o
executivo, que garantiu que a operação está normalizada.
Apesar de focar no Brasil como principal fonte de receita, a Pluna também expande suas ati-vidades em outros países e acaba
de obter concessão para voos domésticos no Chile.
Parcerias
Além disso, na última semana a a empresa fechou urn acordo de codeshare com a America Airlines para voos partindo de
Montevidéu, no Uruguai, com destino a Miami, nos Estados Unidos. A companhia também tem parceria comercial com a Ibéria,
para voos de Montevidéu com destino a Espanha.
No Brasil, a atuaçâo conjunta é realizada com a Tam Linhas Aéreas

#2 A345_Leadership

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Postado 04 de novembro de 2011 - 10:21

LDB já tinha sido ventilada há um tempo, mas é novidade CGR e principalmente CXJ. Acredito que a empresa emprega o CRJ-200 certo? Pois será que há demanda para o CRJ-900? Já CGR vai ser um sucesso. Não reclamando das nacionais mas já reclamando, se houvesse um planejamento da Tam sobre a Paraguaya, poderia usar E-Jets ou ATR em CGR-ASU-BUE, pois sabemos que o destino final dos paxs da Pluna provenientes do BR é a capital portenha.

#3 PedroCNF

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Postado 04 de novembro de 2011 - 10:29

A Pluna e mais uma que da um tapa na cara das nacionais...

#4 leo_cnf

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Postado 04 de novembro de 2011 - 10:33

pelo vista a pluna tem conseguido um crescimento sustentável, com uma frota moderna, um serviço eficiente e tarifas boas.
é um modelo a ser seguido.

eu, por exemplo, fiz duas viagens com eles.
cnf/mvd/cnf em junho e aep/mvd/poa em outubro.

estou bastante satisfeito

#5 MD-11

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Postado 04 de novembro de 2011 - 10:39

Mas uma indo no mesmo caminho de TAP e COPA, tomando conta de tudo, já que não fazem nada!

LDB pra mim foi surpresa, será a 3ª cidade operada no PR, pois já temos CWB e IGU.

#6 PR-GUA

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Postado 04 de novembro de 2011 - 18:10

Boa noite amigos do CR.

E em dezembro a Pluna lança o 2° voo diário para Curitiba.

Abraços.

#7 boulosandre

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Postado 04 de novembro de 2011 - 18:31

View PostPedroCNF, em 04 de novembro de 2011 - 10:29 , disse:

A Pluna e mais uma que da um tapa na cara das nacionais...


Guardadas as proporções, a PLU faz exatamente a mesma coisa que a TAP, a AA e a DL: aproveitando da localização dos seus hubs, liga varias cidades do Brasil a diversos pontos além de seus hubs, seja no Cone Sul, Europa e Am do Norte, respectivamente.

#8 dellatorre

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Postado 04 de novembro de 2011 - 19:30

View Postboulosandre, em 04 de novembro de 2011 - 18:31 , disse:


Guardadas as proporções, a PLU faz exatamente a mesma coisa que a TAP, a AA e a DL: aproveitando da localização dos seus hubs, liga varias cidades do Brasil a diversos pontos além de seus hubs, seja no Cone Sul, Europa e Am do Norte, respectivamente.


Pelo que eu sei a TAM tb faz o mesmo.

#9 Leonardo de Paula

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Postado 04 de novembro de 2011 - 22:11

TAP, AA, Pluna e Copa estão se dando bem!

#10 giuli

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Postado 05 de novembro de 2011 - 07:39

E como farão os vôos em LDB e CXJ se ambos não são internacionais?

#11 LipeGIG

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Postado 05 de novembro de 2011 - 12:00

Brilhante Pluna !
Descobriram que tem 15 cidades no Brasil com capacidade para voos de CRJ ao Uruguai ainda não atendidas.
Incrivel como cada vez mais somos "invadidos" pelas estrangeiras. Ao sul a Pluna, a oeste aos poucos Taca e Lan, do extremo norte temos a TAP , e na minha visão o supra sumo vai ser o dia que a Avianca se tocar que dá pra fazer de BOG um hub para vários mercados Brasileiros que hoje ainda são escravos de voos de horas para chegar a América do Norte.

View Postgiuli, em 05 de novembro de 2011 - 07:39 , disse:

E como farão os vôos em LDB e CXJ se ambos não são internacionais?


Os aeroportos devem ser internacionalizados. Lembre-se que é voo do Mercosul o que facilita as coisas. 60% voa com identidade.

#12 MMotta

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Postado 06 de novembro de 2011 - 01:10

View PostLipeGIG, em 05 de novembro de 2011 - 12:00 , disse:

Os aeroportos devem ser internacionalizados. Lembre-se que é voo do Mercosul o que facilita as coisas. 60% voa com identidade.


Falando nisso, (e abrindo um off-topic): Já repararam como de uns tempos para cá o brasil vem expondo mais a bandeira do mercosul sempre presente ao lado da bandeira nacional?
Antes, só se via a bandeira do Mercosul na frente do Itamaraty. Agora em todo lugar essa bandeira tá sendo colocada. Nos aeroportos, a infraero ta instalando mais um mastro para por a bandeira.


Sei que é uma besteira, mas acho que demonstra que finalmente essa união deslanchou de vez.

#13 LipeGIG

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Postado 06 de novembro de 2011 - 11:37

View PostMbgmotta, em 06 de novembro de 2011 - 01:10 , disse:


Falando nisso, (e abrindo um off-topic): Já repararam como de uns tempos para cá o brasil vem expondo mais a bandeira do mercosul sempre presente ao lado da bandeira nacional?
Antes, só se via a bandeira do Mercosul na frente do Itamaraty. Agora em todo lugar essa bandeira tá sendo colocada. Nos aeroportos, a infraero ta instalando mais um mastro para por a bandeira.


Sei que é uma besteira, mas acho que demonstra que finalmente essa união deslanchou de vez.


E é o tipo de união onde ganha o muito pequeno e o muito grande.
O Uruguai tem conseguido bons investimentos, o Brasil cresce como o principal do bloco... a Argentina patina...

#14 giuli

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Postado 06 de novembro de 2011 - 14:21

View PostLipeGIG, em 05 de novembro de 2011 - 12:00 , disse:

Brilhante Pluna !
Descobriram que tem 15 cidades no Brasil com capacidade para voos de CRJ ao Uruguai ainda não atendidas.
Incrivel como cada vez mais somos "invadidos" pelas estrangeiras. Ao sul a Pluna, a oeste aos poucos Taca e Lan, do extremo norte temos a TAP , e na minha visão o supra sumo vai ser o dia que a Avianca se tocar que dá pra fazer de BOG um hub para vários mercados Brasileiros que hoje ainda são escravos de voos de horas para chegar a América do Norte.



Os aeroportos devem ser internacionalizados. Lembre-se que é voo do Mercosul o que facilita as coisas. 60% voa com identidade.


Londrina tudo bem ,mas quem conhece o aeroporto atual de CXJ sabe que aquilo la não tem a mínima condição nem espaço para ter uma ala internacional. Nem bar/café operacional existe no aeroporto...Uma vergonha para uma cidade rica como Caxias. Não quero ser pessimista, mas duvido muito dessa possibilidade em CXJ. Talves daqui uns 10 anos no aeroporto de Vila Oliva...

#15 ab2010

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Postado 07 de novembro de 2011 - 11:27

View PostLipeGIG, em 06 de novembro de 2011 - 11:37 , disse:

E é o tipo de união onde ganha o muito pequeno e o muito grande.
O Uruguai tem conseguido bons investimentos, o Brasil cresce como o principal do bloco... a Argentina patina...

Concordo com relação aos pequenos, mas cada um com suas peculiaridades:

- Uruguai: situado exatamente entre os dois gigantes (Brasil e Argentina) e tentando se desvinciliar um pouco da Argentina, da qual tem relação muito forte (inclusive com a óbvia proximidade de Buenos Aires), notadamente após a crise argentina da década passada (que teve reflexos negativos muito profundos no Uruguai), além das "escaramuças" menores, como o caso das "papeleras".

Comparativamente ao Paraguai, tem nível educacional e de desenvolvimento mais adequados (por vezes, os melhores da América do Sul, após o Chile) e saída para o mar. Uma característica positiva, digamos assim, é a pequena população (3,4 milhões para 176.215km2, concentrados em Montevideo e arredores, como o Depto. de Canelones), que confere menor grau de complexidade comparativa para administrar o país - em contraponto, exatamente por ser "pequeno", muitas vezes não se pode valer dos benefícios de escala (maior), como os "gigantes hermanos" o fazem, principalmente Brasil.

Sabiamente, tem tentado mostrar-se "independente dos dois gigantes" e, ao mesmo tempo, valer-se de tê-los em seus arredores.

- Paraguai - este país carrega algumas características, como: o peso real e histórico da Guerra do Paraguai (1864-1870); o peso das ditaduras (José Gaspar Rodríguez de Francia logo após a independência e Alfredo Stroessner, no período 1954-1989); certa desorganização institucional (acarretando, em relação especificamente ao Brasil, em problemas conhecidos associados a contrabando e, mais recentemente, a instabilidade jurídica a brasileiros que moram lá, nas áreas de fronteiras - os "brasiguaios"; bem, tem ainda as tais mil e uma potenciais mulheres e seus filhos, do atual presidente e ex-bispo :rofl:, que fazem as delícias de qualquer dramalhão bananeiro :hypocrite:); posição privilegiada, geográfica e de recursos, que o confere como grande gerador de energia (notadamente hidrelétrica, mas também com potencial de expansão para biomassa/biocombustíveis) e possuidor de valiosos recursos hídricos (rios como Paraná e Paraguai, além do Pilcomayo, e o aquífero transfronteiriço Guarani), ainda mais se considerarmos seu baixo consumo interno (de energia e água), colocando-o como fornecedor destes recursos.

Se o Paraguai tem, infelizmente, muitos pontos negativos em relação comparativa ao Uruguai (aí precisa trabalhá-los, para melhorar), tem outros positivos também que, se souber explorar melhor (e parece que está começando a fazê-lo), farão uma bela diferença, como exatamente a questão energética, a partir de duas características: uma interna, que é sua disponibilidade (real e potencial) de geração de energia (e os muito generosos 50% de Itaipu, inclusive) e outra, externa, que cai de bandeja vinda do Brasil, este um "campeão" :th_banghead: pelo seu caos jurídico-burocrático-fiscal-tributário ( :anta: :suicide_anim:). Isso faz com que a energia paraguaia tenha um custo muito mais barato que o Brasil (aliás, o Brasil, com uma matriz atual predominantemente hídrica e de obras de investimento em boa parte já pagas, deveria realmente reavaliar-se seriamente e perguntar-se por que :cutuca: tem um dos custos mais elevados do mundo - adivinhem se não tem aí o dedo do custo-Brasil, de certa ganância de alguns atores e das idiossincrasias típicas que "só tem no Brasil"?! :Brazil:). Neste sentido, se conseguir melhorar sua malha logística (além de seu arcabouço institucional), o Paraguai pode atrair indústrias, que certamente farão a diferença em sua economia.

- Argentina: costuma ter um certo "comportamento arredio" em relação ao comércio com o "hermano" Brasil e não parece que o Brasil seja o principal favorecido nas disputas (e a diplomacia brasileira frequentemente não age firmemente, pelo menos não o fazia até 2010, com a velocidade necessária a evitar estrago$$$ a empresas brasileiras). Ademais, a Argentina tem problemas internos que terão que ser enfrentados em breve, como inflação real (não a oficial, duvidosa). Não parece que seja pelo Mercosul que esteja em dificuldade e sim mais por problemas internos. Por outro lado, é realmente incrível que a Argentina esteja "em decadência desde a década de 1920" :hypocrite: e mesmo assim ainda tenha níveis (educacional, de desenvolvimento etc.) no mínimo comparáveis e mesmo hoje, alguns deles até superiores aos do Brasil (daí se nota o quanto o Brasil ainda é atrasado, inclusive - não precisa ir para uma Europa Ocidental para ver isso; aliás, ir ao Chile já é covardia também...). No limite, sempre haverá entre Brasil e Argentina uma relação típica de "jogo de futebol", de certa rivalidade. Se ambos conseguirem transcender isso, relegando ao futebol e a brincadeiras, tanto melhor para ambos, crescendo juntos e auxiliando-se mutuamente. :thumbsup:

O Brasil? Um gigante, assim visto inclusive pelos vizinhos. Felizmente, começou a mudar a história de falta de integração com vizinhos na década de 1980, começando por aqueles do Mercosul original (Argentina, Uruguai e Paraguai) - oficializado na década de 1990 -, além do Chile (este, de "outra liga" ;)) e, mais recentemente, os demais (Bolívia e indo ao norte, até a Venezuela). Com ou sem Mercosul, pelo seu tamanho (economia, população, extensão, recursos diversos etc.), tem a vantagem da escala a seu favor (inclusive mercado interno). Mas claro que tanto melhor, se for com mais relação com países vizinhos.

********

Voltando à Pluna, LDB já tinha ouvido falar (e também MGF), mas CGR e CXJ foram surpresas, principalmente CXJ (bela cidade a de Caxias do Sul, mas aquele aeroporto é bem limitado... :unsure:). De fato, com aviões menores, apropriados para o que se propõe a fazer em termos de expansão dos mercados brasileiros fora de Rio-SP, mostra-se com estratégia muito adequada e bem-vinda para muitas cidades que carecem de ligações diretas com Mercosul, ou na base de 1 escala (conexão, em MVD - aliás, um belo projeto de terminal), para se chegar aos principais destinos (Buenos Aires e Santiago). De fato, um tapa na cara nas brasileiras, que poderia ter, digamos, uma TRIP, uma Passaredo ou uma Azul também fazendo certas ligações diretas (e não só ao Mercosul, mas também a outros países, como Bolívia).

Aí fica a pergunta: quanto da não ação das brasileiras deve-se a falta de garra/apetite/ambição (no bom sentido), e quanto se deve aos travamentos típicos de Brasil? Claro que sempre há um quê de tudo, mas enquanto ignoram as desvantagens do Brasil, as estrangeiras deitam e rolam, pelas mais variadas portas, rotas e locais (TP, CM, TA, PU, AA etc.)...





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