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[LEILÃO] Safety Cards

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Embraer vai remotorizar jatos e evita briga com Boeing e Airbus

Embraer E-Jets

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#61 RICARDO MOTTI

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Postado 08 de dezembro de 2011 - 15:02

Fonte: Folha.com


Embraer leva remotorização de jatos ao conselho no fim de 2012



DA REUTERS, EM SÃO PAULO




A Embraer levará o projeto de remotorização de seus jatos regionais para aprovação pelo Conselho de Administração no final de 2012.


"Nosso plano de negócios deve ser aprovado no final do ano que vem, ou seja, o 'go ahead' oficial sai somente no final de 2012", afirmou à Reuters o vice-presidente de Aviação Comercial da fabricante, Paulo Cesar de Souza e Silva, no final da quarta-feira.


Assim, possivelmente ficaria para 2013 o início efetivo das vendas da segunda geração de E-Jets, que além de motor devem receber nova asa --mesmo que antes disso a Embraer já negocie encomendas sem que haja um compromisso formal de compra e venda.


A Embraer, maior fabricante mundial de jatos regionais, avaliou extensamente qual seria seu próximo passo na aviação comercial. A atual família de E-Jets foi lançada no final de 1999 e teve suas entregas começando em 2004, com mais de mil encomendas firmes até agora.


Fora a remotorização, a outra opção que foi abortada pela fabricante brasileira era o desenvolvimento de uma aeronave nova para disputar o mercado de 130 a 160 assentos. Depois que Airbus e Boeing anunciaram que irão equipar com novos motores seus campeões de vendas nessa faixa, o A320 e o 737, respectivamente, a Embraer entendeu que não teria espaço nesse nicho.


O vice-presidente da Embraer evitou estimar os investimentos necessários para a remotorização dos E-Jets, afirmando ser cedo para isso. Há algumas semanas, o executivo tinha dito que seriam necessários cerca de US$ 2 bilhões.


"Temos que entender exatamente o que os clientes vão querer, se vamos remotorizar dois, três ou quatro modelos, se vamos mudar a asa. Está um pouco incipiente para falar em valor."


Os novos E-Jets terão economia de combustível de pelo menos 15% em relação aos atuais e devem incluir uma versão alongada do Embraer 195, ampliando sua capacidade do máximo de 122 para até 132 passageiros.


DESAFIOS


A expectativa é que a segunda geração dos E-Jets tenha suas primeiras entregas a clientes em 2018, conforme informado anteriormente pela Embraer.


Silva reconhece que será um desafio manter o patamar de entregas de pelo menos cem aviões comerciais por ano adiante, já que clientes poderão adiar a assinatura de contratos à espera dos jatos modernizados.


"É um desafio. Para isso temos uma estratégia de melhorar os E-Jets atuais, vamos investir para melhorar a performance dos E-Jets atuais, vamos desenvolver um novo interior, ou seja, vamos mantê-los bastante atualizados e competitivos para que esse risco seja minimizado."


Em 2012, a previsão é entregar "um pouco mais" aeronaves comerciais do que em 2011 --ano em que a meta de 102 unidades será superada "talvez em dois ou três aviões", de acordo com o vice-presidente da Embraer.


Segundo ele, a crise de dívida soberana europeia tem reduzido a oferta de empréstimos para financiar aeronaves.


"Havia bancos na Europa que financiavam aviões e navios que não estão mais no mercado por causa da crise, bancos franceses, alemães e ingleses. Isso é motivo de muita preocupação", declarou. "As fabricantes todas de aviões vão depender mais de financiamento oficial, via agências de crédito à exportação", acrescentou.


Para o próximo ano, contudo, a Embraer está em situação confortável nessa frente, assegurou Silva, adiantando que cerca de 70% das entregas de aviões programadas pela fabricante em 2012 estão com o financiamento equacionado.


#62 LipeGIG

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Postado 09 de dezembro de 2011 - 01:37

Ainda acho uma decisão equivocada. Mas com a situação atual da Europa... tudo é possível.

#63 RICARDO MOTTI

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Postado 11 de abril de 2012 - 17:34

Atualizando o tópico ...

Embraer CEO: Boeing pact is a technology first step


The new aviation pact signed between Boeing and Embraer will be a first step in exploring technological synergies and potential cross benefits, Embraer president and CEO Frederico Curado said Tuesday.


Curado and Boeing Commercial Airplanes president and CEO Jim Albaugh signed the memorandum of understanding (MOU) in Washington, DC during the annual meeting of the US-Brazil CEO Forum (ATW Daily News, April 10).


Speaking at a press briefing Tuesday, Curado said the two companies shared similar philosophies regarding aircraft cockpit design and technological development. Both companies, for example, invest heavily in advancing safety and on the man/machine interface.


“[The agreement] is just a recognition that both players are in the same areas and there could be some cross benefits through work sharing, learning and so forth. It’s a non-exclusive agreement, so it does not affect our relationships with each other or anyone else. It’s how to best leverage our efforts in research and development and it’s really a first step,” Curado said.


Curado added there was no specific agenda at this stage. “Let’s see where it takes us. It may lead to the creation of a new technology, but there are no specific goals,” he said.


Embraer signed an MOU with Airbus and Boeing in March to collaborate on aviation biofuels development (ATW Daily News, March 23).


Separately, Boeing is planning to open an aerospace technologies research center in Sao Paulo later this year, focused on researching biofuels, advanced ATM, advanced metals and bio-materials, and support and services technologies.


#64 chico

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Postado 11 de abril de 2012 - 20:33

View PostFireman Sam, em 01 de dezembro de 2011 - 21:20 , disse:

Para mim a grande questão é a capacidade da Embraer de desenvolver ao mesmo tempo diversos projectos, desenvolver vários jactos executivos, o KC-390 e uma nova família de aviões comerciais e o possível novo aeronave de combate para a FAB.


Concordo plenamente - devemos relembrar que a Embraer já está comprometida com:

- os jatos executivos Legacy 450 e 500 (creio que iniciarão as entregas até o final do ano que vem, ou início de 2014 no mais tardar);
- KC-390: maior / mais pesado jato já construído pela Embraer, e que só deve começar a ser entregue em 2016 ou 2017;

Então creio que a remotorização é o melhor no curto/médio prazo...

Agora, lá em 2016, 2017 ela já deve ter uma boa quantidade de engenheiros "livres" (especialmente do KC-390)...o que impediria ela de lançar um novo jato (maior) para competir com os A320 e 737, com início de entregas em 2023 mais ou menos?

Creio que como a Airbus e a Boeing vão ter "introduzido recentemente" (entre 2016 e 2020) os novos modelos NEO e MAX, não vão querer lançar um novo modelo logo depois, e provavelmente estarão ocupadas com novos projetos dos widebodies - versões 800 e 1000 do A350, um A380-900, talvez um A330neo...e a Boeing com novas versões do 787, um 777 remotorizado e maior...

Sei lá, penso que a oportunidade ainda existirá no futuro. E a Embraer terá muito mais experiência com aviões mais pesados, materiais compostos, Alumínio-Lítio, motores de nova geração...quem sabe...

Editado por chico, 11 de abril de 2012 - 20:36 .


#65 nilsonsfj

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Postado 11 de abril de 2012 - 22:43

Lembrando que a Embraer está abrindo um novo escritório de Engenharia aqui em Belo Horizonte - já inclusive contrataram diversos engenheiros por aqui e a perspectiva e que contratem pelo menos mais algumas dezenas nos próximos anos.

#66 Oxcart

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Postado 11 de abril de 2012 - 22:53

Eu também acho que a decisão da Embraer foi acertada, pelo menos para esse momento. Quem sabe ela não planeja usar todo o conhecimento e experiência adquiridos no desenvolvimento do KC390 e dos novos sistemas para os Legacy 450 e 500 para mais lá na frente desenvolver um novo jato comercial maior e mais avançado que os atuais E-jets? Seria uma estratégia bastante razoável e bem "pé no chão", sem muito risco e com boas chances de sucesso.

#67 RICARDO MOTTI

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Postado 11 de abril de 2012 - 23:40

View PostOxcart, em 11 de abril de 2012 - 22:53 , disse:

Eu também acho que a decisão da Embraer foi acertada, pelo menos para esse momento. Quem sabe ela não planeja usar todo o conhecimento e experiência adquiridos no desenvolvimento do KC390 e dos novos sistemas para os Legacy 450 e 500 para mais lá na frente desenvolver um novo jato comercial maior e mais avançado que os atuais E-jets? Seria uma estratégia bastante razoável e bem "pé no chão", sem muito risco e com boas chances de sucesso.


Em verdade o acordo Boeing - Embraer deixou nas entrelinhas os limites em capacidade-tamanho das aeronaves, sendo o teto para a Embraer ( e consequentemente a base da Boeing ) o Boeing 737-700.

Fonte: Flightblogger ...

Each is the largest commercial aircraft manufacturer in the two most populous countries in the Americas, yet they have no real track record of collaboration on anything despite almost no overlapping market segments. Embraer, meanwhile, is searching for new ways to expand its phenomenal growth spurt over the last two decades, but has already conceded the over-130-seat market to Airbus and Boeing. At some point, Embraer may decide it needs to partner with Boeing or Airbus to continue its growth, or it can try to keep expanding within its already defined pocket of commercial and military aircraft. For Embraer, perhaps an MoU signed in the shadow of the White House may tip the scales of history slightly towards Boeing.

#68 Landing

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Postado 12 de abril de 2012 - 17:38

View PostOxcart, em 11 de abril de 2012 - 22:53 , disse:

Eu também acho que a decisão da Embraer foi acertada, pelo menos para esse momento. Quem sabe ela não planeja usar todo o conhecimento e experiência adquiridos no desenvolvimento do KC390 e dos novos sistemas para os Legacy 450 e 500 para mais lá na frente desenvolver um novo jato comercial maior e mais avançado que os atuais E-jets? Seria uma estratégia bastante razoável e bem "pé no chão", sem muito risco e com boas chances de sucesso.

certamente os avanços nos novos Legacys ja devem figurar no E-Jet EV.
O fly by wire deve ser ampliado, e a avionica derrepente pode ser a mesma (que também esta no KC-390), se bem que isso geraria um problema no tipe rating.
Vamos ver se a honeywell aprensenta alguma soluçao para o Epic!

Editado por Landing, 12 de abril de 2012 - 17:41 .


#69 MarcosFarias

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Postado 12 de abril de 2012 - 17:51

Quando voei e-jet achei ele muito mais silencioso que o 738.

#70 E195-SDU

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Postado 12 de abril de 2012 - 19:27

Temos é que segurar a mão de obra qualificada que todo ano deixa o Brasil. Para tantos projetos ousados, acho que a equipe de engenharia deveria crescer mais.

#71 bysax1

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Postado 12 de abril de 2012 - 20:45

Pelo que entendi então, a Embraer não tem em mente no momento criar um avião maior que o E195, apenas remotoriza-lo? Penso no caso da Azul que já indicou a necessidade de ter um avião maior em alguns anos e se diz aguardando o posicionamento da Embraer.





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