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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

NAe ‘São Paulo’ completa 11 anos


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#1 transvasp

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Postado 17 de novembro de 2011 - 22:52




NAe ‘São Paulo’ completa 11 anos







Imagem postada
O Navio Aeródromo São Paulo (A 12), ex-Foch (R 99) e ex-Richelieu, é o quarto navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado e a cidade de São Paulo.
Após mais de um ano de negociações, em agosto de 2000 foi assinado um acordo entre o Brasil e a França quanto a compra do PA Foch.
O contrato de compra do Foch foi estimado em 300 milhões de francos (12 milhões de dólares), incluídos nesse total os custos dos trabalhos no Arsenal de Brest e o término da retirada dos isolamentos de amianto existentes no navio, que já vinham sendo realizados a três anos.
Em 4 setembro de 2000, o Foch iniciou em Toulon o processo de adaptação para transferência a Marinha do Brasil, tendo incluídos em sua tripulação, a partir dessa data, os primeiros marinheiros brasileiros iniciando assim o processo de familiarização com o navio, chegando a receber 50 oficiais e 250 praças a bordo.
Em 15 de novembro de 2000 foi realizada em Brest a cerimônia de transferência e incorporação a Marinha do Brasil do Navio Aeródromo São Paulo, em cerimônia presidida pelo CEMA, Almirante-de-Esquadra José Alberto Accioly Fragelli, e contou com a presença do CMG (MN) Bertrand Aubriot, comandante do Foch, e do Almirante-de-Esquadra Jean-Louis Battet, Major General de la Marine Française.
Nesta ocasião, assumiu o 1º comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Antônio Alberto Marinho Nigro e o seu atual Comandante é o Capitão-de-Mar-e-Guerra José Renato de Oliveira.

Fonte: Blog naval


#2 transvasp

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Postado 18 de novembro de 2011 - 11:44

NAe ‘São Paulo’ virá a Santos no próximo fim de semana

Lyne Santos

Depois de nove anos, retornará ao Porto de Santos a maior embarcação da armada brasileira. Na próxima sexta-feira, chegará ao cais santista o navio aeródromo (porta-aviões) São Paulo, o único do País. Ele atracará no Cais da Marinha, entre os armazéns 27 e 29 do complexo, onde poderá ser visitado pelo público.

Esta será a terceira escala do São Paulo em Santos. A primeira foi em 28 de abril de 2001, quando o navio passou da Diretoria Geral de Material da Marinha para o Comando de Operações Navais, iniciando efetivamente suas operações pela Marinha do Brasil. A cerimônia de incorporação à Armada teve, inclusive, a presença do então presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

Na ocasião, o São Paulo tinha acabado de ser adquirido da França por US$ 12 milhões. O navio, que ganhou o prefixo A-12, foi comprado para substituir o Minas Gerais, o A-11. A letra refere-se à sua função (aeródromo ou porta-aviões).
Nessa cerimônia no Porto de Santos, o navio foi palco de um importante capítulo na história do complexo marítimo. Foi na visita à embarcação que Fernando Henrique anunciou o início do processo de regionalização do Porto(encerrado, sem sucesso, no final do ano seguinte, no fim de seu governo).

Na época, a grandiosidade e as peculiaridades do São Paulo chamaram a atenção do público,que formou filas quilométricas para conhecê-lo. Mais de 33,5 mil pessoas visitaram o porta-aviões em dois dias, um recorde nacional. Após 2001, ele ainda esteve mais uma vez na Cidade, em 16 de setembro de 2002.

A expectativa agora, após nove anos, é que os visitantes da Cidade e região lotem novamente o cais da Capitania dos Portos. O porta-aviões estará aberto à visitação nos próximos sábado e domingo, sempredas 13às 18horas.Segundo a Autoridade Marítima, serão formados diferentes grupos, que poderão passear pelo navio por uma hora, acompanhados por um guia. As áreas que poderão ser visitadas não foram informadas.

Sediado no Rio de Janeiro, o São Paulo virá a Santos depois de realizar exercícios de manobras militares.

Histórico

O porta-aviões São Paulo operou ininterruptamente de 2001 até 2005, quando houve o rompimento de uma rede de vapor a bordo, atingindo onze tripulantes. Um deles morreu na hora. O navio chegou até a cancelar sua terceira vinda ao Porto de Santos, que aconteceria em maio de 2005.

O acidente levou a embarcação a ficar parada por dois anos para reparos. A princípio, a expectativa era que o São Paulo voltasse a navegar em 2007. Mas nesse ano, quando eram feitasasprovasdemar,foiconstatada uma avaria no eixo propulsor de boreste (lado direito) da embarcação. Passando por uma nova reforma, ela só conseguiu retornar à operação no ano passado.

Segundo a Marinha, o porta-aviões poderácontinuar em serviço até 2020, já que suas máquinas e seus equipamentos foram modernizados. Foram feitas melhorias nas praças de Máquinas e de Caldeiras e nas quatro unidades de resfriamento. Além disso, foram substituídos três motores de combustão, responsáveis por parte da geração de energia, e instalados grupos de osmose reversa, responsáveis pela produção de água doce.

Grandiosidade

O São Paulo leva 1.920 militares, sendo 1.274 praças, 64 oficiais e 582 aviadores, e conta com 1.850 cômodos. Sua autonomia é de até 30 dias em alto mar. Abordo,os tripulantes contam com instalações como UTI, salas de cirurgia, academia, sala de jogos, quatro cozinhas, padaria, açougue e refeitórios.

A operação mais importante de um navio-aeródromo é a decolagem das aeronaves. No São Paulo, essa ação acontece através do lançamento por catapultas a vapor. Em seu melhor adestramento, o navio é capaz de lançar dois aviões ao ar em um intervalo de dois minutos e meio. Ele pode transportar até 30 caças, mais sete aeronaves de asa fixa (aviões) e dois helicópteros. A embarcação perde somente para os aeródromos norte-americanos.

As dimensões do São Paulo também surpreendem: são 267 metros de comprimento (o equivalente a quase dois estádios e meio de futebol), 51,2 metros de largura e 62 metros de altura, da linha d’água até o topo do mastro, o equivalente a um prédio de 20 andares. Em 2001, quando esteve em Santos pela primeira vez (e quando ainda não se previa o atual boom imobiliário da Cidade),o navio era um dos pontos mais altos de Santos.

Sua velocidade máxima é de 32 nós (54 Km/h), permitindo que funcione em qualquer região, sem depender do vento.

FONTE: A Tribuna

Via Blog Naval

#3 MLN-SJP

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Postado 18 de novembro de 2011 - 12:31

Como anda nosso "Park Royal" atualmente? Nas ultimas vezes quer passei no RJ ele sempre estava no seu berço esplendido atracado...
Os A-4 tem voado?

MLN

#4 transvasp

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Postado 21 de novembro de 2011 - 10:54

#!

#5 transvasp

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Postado 22 de novembro de 2011 - 07:57

Relatório sigiloso da Defesa comprova sucateamento do setor militar no Paíst Terça-feira, Novembro 22, 2011





Documento sigiloso produzido pelos comandos militares sobre a situação da defesa nacional repassado ao Palácio do Planalto nos últimos dias mostra um sucateamento dos equipamentos das três Forças. Segundo os militares, os dados esvaziam as pretensões brasileiras de obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, além de inibir a participação do País em missões especiais da ONU.
Imagem postada

Aeronave A-4 Skyhawk (AF-1), da Marinha do Brasil

[/center]

De acordo com a planilha obtida pelo Estado, a Marinha, que em março mantinha em operação apenas dois de seus 23 jatos A-4, não tem hoje condições de fazer decolar um avião sequer do porta-aviões São Paulo.
Com boa parte do material nas mãos de mecânicos, a situação da Marinha se distancia do discurso oficial, cuja missão seria zelar pela área do pré-sal, apelidada de Amazônia Azul.

Imagem postada

[/center]
Segundo o balanço, que mostrou uma piora em relação ao último levantamento, realizado em março, a situação da flotilha também não é confortável. Apenas metade dos navios chamados de guerra está em operação. Das 100 embarcações, incluídas corvetas, fragatas e patrulhas, apenas 53 estão navegando. Dos cinco submarinos, apenas dois ainda operam. Das viaturas sobre lagartas (com esteiras), como as usadas pelos Fuzileiros Navais para subir os morros do Rio de Janeiro, apenas 28 das 74 estão em operação.




O Ministério da Defesa mantém os dados sob sigilo. A presidente Dilma Rousseff já foi informada das dificuldade que as Forças estão enfrentando e a expectativa, pelo menos da Aeronáutica, é de que a partir do ano que vem o governo retome as discussões em relação à compra dos novos 36 caças brasileiros já que os atuais deixam de voar em 2014.




Queixas. Já afinado com a caserna, o ministro da Defesa, Celso Amorim, que está há apenas três meses no cargo, queixou-se dos baixos investimentos do Brasil no setor e pediu apoio dos parlamentares para a modernização das Forças Armadas.


Segundo ele, proporcionalmente ao Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil é um dos países que menos investem em defesa entre os integrantes dos Brics, grupo que integra Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.




Imagem postada









O orçamento atual da defesa no País representa 1,39% do PIB, enquanto a Índia investe nesta área 2,8% de seu PIB, e a China, 2,2%.
Na Força Aérea Brasileira (FAB), a situação não é diferente. Dos 219 caças que a Força dispõe, há apenas 72 em operação, o que corresponde a 32%. Em março, eram 85 caças em funcionamento.

Dos 81 helicópteros que a Aeronáutica possui, apenas 22 estão voando, o que corresponde a 27% do total. Em março, eram 27 helicópteros em operação. No caso dos aviões de transporte de tropa, dos 174 que a FAB possui, 67 estão em operação, ou seja, 38%. Em março, 100 aviões deste tipo estavam voando. Aviões de instrução e treinamento caíram de 74 para 49 em funcionamento.

Reforço. Nos bastidores, os militares reclamam e pedem reforço orçamentário. Apontam que quase 90% dos aviões da FAB têm mais de 15 anos de uso, enquanto numa força operacional o recomendável é que, no máximo 50% das aeronaves podem ter mais do que 10 anos de uso. As nove baterias antiaéreas do País estão fora de uso.

O Exército também enfrenta problemas com seus helicópteros. Dos 78 que possui, exatamente a metade está parada. Em relação aos blindados, 40% deles estão parados.

A Força terrestre apresenta apenas um número grandioso: 5.318 viaturas sobre rodas. No entanto, essas são na maior parte carros oficiais para transporte de oficiais de alta patente, jipe e caminhões ultrapassados.


A situação é tão precária que todas as 23 aeronaves a jato da Marinha estão nas oficinas da Embraer. Mas só 12 sairão de lá para missões. As outras 11 serão "canibalizadas" para fornecer peças para aos "sobreviventes".

Fonte: estadão

Via: http://moraisvinna.b...a-comprova.html


#6 jambock

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Postado 22 de novembro de 2011 - 08:18

Prezado transvasp: tópico altamente esclarecedor. O brigadeiro Saito há horas vem reclamando da situação na FAB. Face essa situação de extrema penúria, fico imaginando o esfôrço da Marinha para enviar uma fragata ao Líbano.

#7 transvasp

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Postado 22 de novembro de 2011 - 10:28

View Postjambock, em 22 de novembro de 2011 - 08:18 , disse:

Prezado transvasp: tópico altamente esclarecedor. O brigadeiro Saito há horas vem reclamando da situação na FAB. Face essa situação de extrema penúria, fico imaginando o esfôrço da Marinha para enviar uma fragata ao Líbano.



É como já falei. Poderiam otimizar o pouco que tem.

Por que não vender o A-12 e utilizar o R$ para comprar helicopteros, colocar os A-4 para voar ?

#8 MLN-SJP

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Postado 22 de novembro de 2011 - 12:58

View Posttransvasp, em 22 de novembro de 2011 - 10:28 , disse:



É como já falei. Poderiam otimizar o pouco que tem.

Por que não vender o A-12 e utilizar o R$ para comprar helicopteros, colocar os A-4 para voar ?



O A-12 só sai do Brasil para ser sucata na India e /ou CHina....

#9 transvasp

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Postado 22 de novembro de 2011 - 13:27

View PostMLN-SJP, em 22 de novembro de 2011 - 12:58 , disse:



O A-12 só sai do Brasil para ser sucata na India e /ou CHina....



Que viraria sucata em caso de venda isso eu sei. Só não sei se a China ou India comprariam.

Um grande abraço.

#10 MLN-SJP

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Postado 23 de novembro de 2011 - 13:31

View Posttransvasp, em 22 de novembro de 2011 - 13:27 , disse:



Que viraria sucata em caso de venda isso eu sei. Só não sei se a China ou India comprariam.

Um grande abraço.



É que lá estão os maiores estaleiros de sucata do mundo...O Minas Gerais acabou na ìndia não?

#11 transvasp

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Postado 24 de janeiro de 2012 - 11:14

NAe ‘São Paulo’ – Amélia e Brigitte em ação!






Imagem postada
A Marinha do Brasil, desde a época da operação do NAeL Minas Gerais, utilizava o procedimento de lançamento de cargas-teste por meio das catapultas, para atualização e homologação dos chamados “Boletins de Lançamento”.

Tal documento consiste numa grande tabela onde constam as correspondências entre o peso de decolagem das aeronaves a serem lançadas, a velocidade final alcançada na trilha da catapulta e a pressão de vapor aplicada na catapulta, por ocasião do respectivo lançamento.

A carga-teste, na forma de um carrinho, era carinhosamente chamado de ‘Amélia’ pela tripulação do navio. Com a chegada do NAe São Paulo, a MB, que já contava com a ‘Amélia’ do saudoso ‘Mingão’, ganhou dois novos personagens para testes: as ‘Brigittes’! A MB passou assim, a ter mais opções para poder simular as cargas com esses 3 “personagens” .
Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada

Tais carrinhos permitem a colocação, em partes, de blocos metálicos em seu interior, permitindo a regulagem do seu peso, simulando,assim, as diversas configurações de lançamento das aeronaves. O NAe São Paulo, com suas duas catapultas a vapor Mitchell-Brown BS-5 de 52 metros, é capaz de lançar aeronaves com peso entre 15-20 toneladas, a 110 nós. Uma está instalada a vante (20 ton), e a outra no convés em ângulo (15 ton). O NAe São Paulo, após realizar manutenção nas catapultas, precisa testá-las para certificar-se de que tudo está 100% com os sistemas, bem como atualizar o Boletim de Lançamento”, citado anteriormente, antes de se fazer ao mar para operar com as aeronaves do VF-1. É nessa hora que a ‘Amélia’ e as ‘Brigittes’ entram em ação.
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Cabe uma observação sobre a diferença de capacidade entre as catapultas. Ambas são iguais e podem operar com carga máxima de 20 ton, porém, por uma questão estrutural nas chapas que compõe o seu trilho de lançamento, a catapulta lateral só opera com 15 ton.

Muito se fala que as catapultas poderiam operar com 10% a mais de carga, mas muitos se esquecem que se a MB optar por este tipo de uso, o número de disparos/lançamentos diminuirá de forma muito significativa, o que acarretará em paradas precoces para retrofit das mesmas.

O numero de lançamentos após um retrofit gira em torno de 3.000 disparos com o uso dentro dos parâmetros normais.
Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada

Vários disparos são efetuados antes de se atrelar os carros à catapulta. O som é igual ao de um canhão e o navio todo estremece.

Cabe ao Oficial da Catapulta disparar os carros de testes de carga e checar a cada disparo a velocidade que os mesmos irão alcançar, tudo coordenado pelo Chefe do Departamento de Aviação.

Com a dilatação que ocorre no trilho da catapulta, a cada disparo a velocidade aumenta e quando atinge a velocidade desejada, a mesma está apta a lançar o carro com uma carga que ficará entre 7 ton e 10 ton.

Após cair na água, um mergulhador rapidamente prende cabos no carro e o mesmo é içado para o cais, onde será levado para o convôo do NAe São Paulo e preparado para mais um “mergulho”.
Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada

As fotos que estão neste artigo foram feitas em 2005 uma semana antes da saída para execução da VSA do NAe São Paulo.

Infelizmente, nesta saída ocorreu a ruptura de um dos tubos da rede de vapor auxiliar da catapulta de vante do navio, no momento em que a mesma tinha sua pressão aumentada, preparando-se para os lançamentos programados para aquele dia, com as aeronaves AF-1 do esquadrão VF-1.

Nesta oportunidade realizamos fotos bem interessantes dos testes com as ‘Brigittes’. Vejam abaixo:
Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada Imagem postada

O NAe São Paulo sofreu, após este infortúnio várias reformas e atualizações , incluindo o retrofit de sua catapulta lateral, executada pela RR.
A catapulta de vante irá queimar seus disparos até o fim, quando então a mesma também será retrofitada e a lateral cuidará de todos os lançamentos até que a de vante esteja apta novamente.

Fonte: Poder Naval[color=rgb(0,0,0)][/color][/left]

#12 Abel_BSB

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Postado 25 de janeiro de 2012 - 01:50

Em vez de modernizar os valentes Skyhawks, não seria melhor comprar e modernizar alguns sea Harrier que a Royal Navy desativou ? ... li que haviam algumas células com muita vida útil pela frente e que esses aviões estavam sendo vendidos a preço de banana.

#13 transvasp

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Postado 25 de janeiro de 2012 - 08:03

View PostAbel_BSB, em 25 de janeiro de 2012 - 01:50 , disse:

Em vez de modernizar os valentes Skyhawks, não seria melhor comprar e modernizar alguns sea Harrier que a Royal Navy desativou ? ... li que haviam algumas células com muita vida útil pela frente e que esses aviões estavam sendo vendidos a preço de banana.



Eu acharia demais, mas o custo de operação do bichinho é muito, muito alto.

Só para treinar pilotos e mecânicos........ hummmmm !!

Mas acho um dos aviões mais legais já contruidos.


Show !!!

Imagem postada

#14 jambock

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Postado 25 de janeiro de 2012 - 11:17

View PostAbel_BSB, em 25 de janeiro de 2012 - 01:50 , disse:

Em vez de modernizar os valentes Skyhawks, não seria melhor comprar e modernizar alguns sea Harrier que a Royal Navy desativou ? ... li que haviam algumas células com muita vida útil pela frente e que esses aviões estavam sendo vendidos a preço de banana.
Sonho dourado! Se na Royal Navy eles estão sendo descartados, nos US Marines eles são considerados imprescindíveis e lá continuarão a voar por um bom tempo ainda. Ah se a Marinha brasileira adquirisse uns dezesseis deles...

#15 transvasp

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Postado 25 de janeiro de 2012 - 16:42

http://www.naval.com.../#axzz1kV6k8VNK


Não estamos conseguindo manter (01)....

..... Quanto mais (02). :omg: :omg:

#16 Landing

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Postado 25 de janeiro de 2012 - 17:12

View Posttransvasp, em 24 de janeiro de 2012 - 11:14 , disse:

Imagem postada Imagem postada Imagem postada

é o outro navio tava perto né?

#17 jambock

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Postado 22 de fevereiro de 2012 - 11:29

Meus prezados:
E não é que o "São Paulo" voltou a pegar fogo, nesta madrugada?
Suspeita-se de um problema na rede elétrica.
Um marinheiro morreu e dois estão feridos.
fonte: Globonews 22 fev 2012 12:10horas.

#18 asm

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Postado 22 de fevereiro de 2012 - 13:30

Alguém devia estar pulando carnaval e esqueceu do seu trabalho!

#19 MLN-SJP

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Postado 22 de fevereiro de 2012 - 15:30

View Postasm, em 22 de fevereiro de 2012 - 13:30 , disse:

Alguém devia estar pulando carnaval e esqueceu do seu trabalho!

O submarino que afundou no porto tbm nao foi num carnaval?

#20 asm

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Postado 22 de fevereiro de 2012 - 18:17

View PostMLN-SJP, em 22 de fevereiro de 2012 - 15:30 , disse:

O submarino que afundou no porto tbm nao foi num carnaval?

O Tonelero conseguiram afundar na vespera do Natal. Tavam em festa tb.





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