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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Leilão de aeroportos ficará para o fim do primeiro trimestre


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#21 mr_loner

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Postado 07 de dezembro de 2011 - 17:41

Nossa, quase 4 bi por GRU...

#22 Nos-767

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Postado 07 de dezembro de 2011 - 17:57

View Postmr_loner, em 07 de dezembro de 2011 - 17:41 , disse:

Nossa, quase 4 bi por GRU...


por parte dele, você quis dizer...

pra mim a bravata vai no limiar do insuportável.... é sentar e... olhar pro vazio...

#23 benitorbp

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Postado 07 de dezembro de 2011 - 18:56

View PostA345_Leadership, em 07 de dezembro de 2011 - 17:11 , disse:

Benito, não tenho muita certeza (preciso ver o arquivo :P ), mas privatização da Infraero e tornar cívil o controle aéreo enfrentou forte oposição dos militares. Tinha uns linhas duras que achavam melhor a Embraer nas mãos estatais e reclamaram quando venderam 20% dela para um consórcio francês.


Claro que existia pressão dos militares (existe até hoje!) da mesma forma como houve pressão de diversos segmentos em quase todas as outras privatizações (A Embratel por exemplo, foi alvo de pressão dos militares por conta da banda "x").
Mas era um momento da contrução de uma nova forma de atuação estatal definindo o modelo de regulação que seria a base do estado administrativo moderno (por isso chamam de reforma administrativa)!
A desestatização era essencial para a retomada do controle administrativo do estado, que por sua vez era o pilar de sustentação da estabilidade econômica, pois dentro deste novo contexto o estado tinha deixado de ser a solução (Crises dos anos 80) para virar um problema, privatizar naquela época, não era uma escolha e sim uma necessidade! Pode-se questionar pontualmente uma ou outra privatização, mas não o modelo desestatizando adotado!
Em praticamente todos os outros segmentos importantes da econômia, o modelo regulador foi implantado, houve redução drástica da atuação do Estado e buscou-se a implantação de um modelo gradual de substituição do modelo de investimento estatal pelo privado, em alguns deu certo, em outros muito errado, mas a estruturação do modelo estava correta!
A exceção foi aviação! O estado-problema, continuou por lá esquecido (independente de quem estava no poder), pois atendia aos interesses de todos os envolvidos num primeiro momento, com toda a sua estrutura viciada dos anos 80, mas era óbvio que seria apenas questão de tempo!
O tempo cobrou seu preço!

A falta de um modelo a ser seguido, que antes era apenas um problema de conjectura, hoje é um problema estrutural de solução infinitamente mais díficil.
A outorga vai ser feita na bacia das almas o que deixa o estado refem do interesse privado, que por óbvio vai buscar condições mais vantajosas.
O TCU aumentar o valor das outorgas não é um problema, ele teoricamente existe para isso, o problema é jogar lá embaixo o valor da outorga para as concessões ficarem mas atrativas porquê o estado não tem escolha.
Problema é termos chegado em um estágio, em que a Infraero precisa continuar existindo como gestora de serviços aeroportuários, pois aeroportos como GRU e CGH não podem ser totalmente privatizados.
Problema é quando uma FRAPORT da vida faz um discurso dizendo que VCP só é interessante se não tiver concorrência privada e o Governo Federal é praticamente obrigado a ceder, pois precisa garantir investimentos para suportar o aumento de demanda da TMASP.
Enfim o problema da falta de um modelo a ser seguido é buscar soluções sem um referencial e os ultimos 30 anos vão cobrar um preço bem salgado e acho que não da para debitar na conta dos militares!

Abraços!





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