boulosandre, em 05 de dezembro de 2011 - 19:30 , disse:
Nao entendi sua colocacao. Sei que o trafego Rio-Oslo tem crescido bastante e acredito, inclusive com a sua consultoria, que a Norwegian deve comecar a operar pro Rio antes da Copa. Nunca disse o contrario. O que disse eh que a TAM nao fara Brasil-Oslo porque antes disto, ela servira cidades como Lisboa ou Roma, ou quem sabe, se for para servir a Escandinavia, operara em CPH, o principal hub daquela regiao que pode atender nao so a Noruega, como a Finlandia (com a Nokia) e a Suecia, com lacos muito fortes com o Brasil, concentrados principalmente em SP, regiao metropolitana que abriga o maior numero de empresas Suecas fora do seu proprio pais, alem das empresas da propria Dinamarca (como a Nova Nordisk, a maior delas no BR).
Sobre os maiores mercados nas rotas pro Rio, da LH e EK nao tenho duvida que, pela importancia dos hubs FRA e DXB, estes voos terao enorme sucesso e serao os mais procurados para quem quer ir para Asia.
Sobre a KL, acredito que a Noruega tera um peso bem maior que as Filipinas, que pode ser mais numerosa ja que aquele pais exporta mao-de-obra barata para o mundo todo e para empresas de oil&gas no Rio (entre outras no resto do BR), mas estes raramente sao pax premium e que fazem varias viagens por ano (como os Noruegueses). Esta longe de ser das nacionalidades mais disputadas pelas cias, tanto eh que da Europa somente a KLM atende Manila.
80% do trafego das Filipinas é premium. São profissionais que viajam com tarifa full Y ou J ja que ficam muitas vezes até 6 meses no Rio. Os outros 20% são os que viajam com menor permanência.
Tem tráfego Rio-Oslo para um voo ontem, Boulos. Um voo novo geraria um incremento de 100% na demanda , especialmente turistica. Absurdo que os Noruegueses, ricos e sem os problemas que assolam o mundo (Noruega tem simplesmente o menor custo de CDS do mundo... a menor chance de Default/Moratória no mundo), viajam sem problemas Oslo-Bangkok diariamente e não lotariam um voo Oslo-Rio.
Bangkok não tem negócios como o Rio. Mas os ricos Noruegueses lotam classe executiva sem problemas.
São poucos (5 milhões), mas poderiam sem duvida fazer a diferença para a América do Sul.











