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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Viagem à Austrália e Nova Zelândia (parte 3): CHC-SYD com NZ - dos kiwis aos cangurus


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#1 DanielVS

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Postado 19 de dezembro de 2011 - 01:16

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Caros,

Em primeiro lugar, para quem não conhece, o kiwi do título do tópico não é aquela fruta verde e sim uma ave que só existe na Nova Zelândia, do tamanho de uma galinha, desajeitado, não voa e tem um bico fino e comprido. Os neozelandeses se autodenominam kiwis, em homenagem a esse animal em extinção. Esclarecimentos feitos, vamos lá:

Imagem postada

NZ 887 CHC-SYD
A320-232 (ZK-OJF)
04NOV2011
Horários estimados: 07:00/08:30
Horários reais (solo a solo): 07:15/08:23
Duração total: 3:08
Assento: 20A
Ocupação: >90%

Existem várias maneiras de se chegar a Sydney sem escalas partindo de Christchurch: com a Emirates, voando 77W; com a Jetstar e Air New Zealand, voando 320; e com a Qantas, voando 738.

Por questão de horário, a escolhida foi a Air New Zealand. Eu precisava sair bem cedo para poder aproveitar o dia em Sydney, já que a duração da minha viagem (18 dias) exigia aproveitar o máximo de tempo possível em cada destino.

No final das contas, fiquei contente por estar pela quarta vez entrando numa aeronave da NZ: depois de ter voado a ponte aérea Auckland-Wellington-Auckland, que liga a cidade mais importante à capital do país, e conhecido os trechos “regionais” com um ATR72 ROT-CHC-ZQN (vide parte 2), era hora de conferir como a NZ se sairia num vôo “internacional” (NZ-Austrália é internacional, mas "mais ou menos": os dois países são praticamente irmãos e ambos os países chamam esses vôos de “Transtasman flights”, ou seja, vôos através do Mar da Tasmânia, que separa os países). Assim eles diferenciam esses vôos daqueles de longa distância como Nova Zelândia-EUA ou NZ-Japão. Existem classes diferentes nos vôos Transtasman e nos vôos “de fato” internacionais.

Aliás, alguém aí sabe o que significa o logotipo da NZ? :uhm: Ondas no mar? Sopro do vento? :P Não... O símbolo representa o desabrochar do broto de uma samambaia, chamado koru. Esse broto simboliza nova vida, crescimento e renovação e, além disso, era usado na proa das canoas que os polinésios antigos utilizavam para cruzar o Pacífico.

Meu hotel ficava ao lado do aeroporto, o Sudima Christchurch Airport Hotel. Mobília antiga, colchões deformados, colchas que remetiam aos anos 70-80 :( . Atendimento péssimo :ranting_1: . A única coisa boa é a localização, dá para ir a pé ao aeroporto em 5-10 minutos.

No dia anterior à viagem, fui jantar no aeroporto e aproveitei para tirar algumas fotos:

Imagem postada

Torre
Imagem postada

Praça de alimentação do aeroporto
Imagem postada

Mostrador indicando meu vôo no dia seguinte:
Imagem postada

Acordei, peguei a caixinha com o café-da-manhã na recepção (o restaurante do hotel ainda não havia aberto) e fui ao aeroporto com a van do hotel, já que tinha malas (pelo menos esse serviço funciona bem).

Tentei fazer o check-in pelos totens de auto-atendimento mas tinha que escanear a página da foto do passaporte e por algum motivo não deu certo. :( O computador me mandou para a fila normal. Por sorte, só havia uma pessoa na minha frente e instantes depois uma simpática senhora me atendia. Pegou meu passaporte, digitou, olhou para a tela e franziu a testa... :huh: Pediu meu bilhete, mostrei, ela digitou e disse “Hum...”. :mellow: Franziu mais uma vez a testa, apertou a mesma tecla várias vezes, fez que não com a cabeça e decidiu chamar uma outra senhora (mais experiente, talvez) que veio ajudar. Fiquei me perguntando o que estava acontecendo com o meu check-in. :unsure: Finalmente, ela disse que a minha reserva continha apenas meu último sobrenome mas no sistema da NZ constava o sobrenome do meio e depois o último, e o computador não reconhecia que éramos a mesma pessoa. :anta: Disse a ela que eu estava achando estranho, uma vez que o que importava era o último sobrenome, e que no Brasil as pessoas costumam ter dois ou mais sobrenomes. Disse ainda que em toda a minha viagem até então eu não tinha tido nenhum problema parecido. Enfim, toda a minha explicação era inútil pois não ia mudar o sistema da NZ. Ela pediu um momento e desapareceu por uns 10 minutos. Enquanto isso, lembrei que, ainda no Brasil, eu tinha acessado a página da NZ e lá eles têm um formulário que vc pode preencher para facilitar os trâmites de saída (dados pessoais, número do passaporte, contatos etc). E eu tinha completado exatamente como estava no passaporte, ou seja, no “family name” estavam os meus dois sobrenomes, e não só o meu último. Até hoje não sei se foi esse o problema, mas acho que sim porque foi a única vez que eu tive problema no check-in (e também foi a única vez que preenchi tal formulário).

O tempo passava, o horário do meu vôo chegava e finalmente ela apareceu, toda sorrisos :ohyes: , dizendo que tudo tinha sido resolvido. Despachei as malas, tomei o café-da-manhã na caixinha do hotel, subi no andar de embarque e lembrei... das moedas. :rolleyes: Qualquer um que já saiu do país sabe que nenhuma casa de câmbio aceita moedas de outro país, só notas. Entrei na primeira loja que vi e comprei várias barrinhas de chocolate até completar o valor das moedas. Então corri para a imigração. Não havia ninguém, e logo estava na ala de embarque.

No meu portão, logo em frente, entrei na fila que já estava andando e já quase no final. Mal tive tempo de tirar essa foto:

Imagem postada

O avião era o ZK-OJF, com 8 anos voando nos céus da Oceania nas cores da NZ e da Freedom Air.

Recebido com sorrisos sinceros da tripulação :thumbsup: , dirigi-me ao meu assento, o 20A. Diferentemente dos demais assentos, no meu havia uma garrafa de água e fones de ouvido. Aí me lembrei da questão da reserva. A minha viagem tinha sido organizada através de uma agência de turismo que, por sua vez, reservou através de uma operadora. Essa operadora foi quem fez a reserva das passagens. Quando escolhi o assento 20A desse vôo, me disseram que eu não podia escolher esse, só os das fileiras 1 e 2. Fiquei fulo da vida, uma vez que olhar para a asa, os flapes, ailerons e spoilers são tudo para mim num voo. Descobri então que haviam feito uma reserva em classe superior, e que eu teria direito a sala VIP, maior espaço entre as poltronas etc. Obviamente, fiquei irritado porque eu não tinha solicitado tal classe muito menos pago a mais por isso. Falei que eu queria meu assento no 20A, conforme solicitado antes mesmo de fechar o pacote. No dia seguinte, acessei minha reserva e esse trecho havia simplesmente desaparecido. A operadora disse que o cara da NZ em Los Angeles (que cuidava das reservas da operadora) tinha ficado irritado com toda a situação e cancelado a reserva :facepalm: (?!?!?!). Encurtando a história, foi feita outra reserva, com o assento onde eu queria... Eu já tinha até esquecido de todo esse imbróglio e nem estava esperando maior conforto ou sala VIP quando embarquei.

Voltando de volta ao avião, então era essa a explicação do porquê da água e dos fones de ouvido: eu era o teimoso da classe “superior” que quis porque quis ficar lá no fundo. :P

Imagem postada

Ao nosso lado esquerdo, um B763 da Uzbekistan Airlines. Não sei o que fazia do outro lado do mundo, já que a cia não voa na Oceania.

Imagem postada
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Cabine de passageiros durante o embarque:
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No speech, a co-piloto disse que decolaríamos no sentido nordeste e curvaríamos à esquerda em direção a Sydney. Cruzaríamos a 34000-36000 pés e a duração prevista era de 3h01. Em Sydney, os ventos sopravam de sul/sudoeste.

O voo estava quase lotado, com uma ocupação superior a 90%.

Uma agradável surpresa para quem voa NZ é o filme que mostra as tradicionais instruções de segurança a bordo. Enquanto na imensa maioria das companhias aéreas é aquela coisa monótona, na NZ não é. Aliás, nada na NZ é monótono e tudo parece estar sempre se inovando. Como havia acabado de terminar a Copa do Mundo de rúgbi na Nova Zelândia (o equivalente à Copa do Mundo no Brasil), as instruções de segurança foram refeitas com base no evento, e utilizando os jogadores de rúgbi e comissários/pilotos como atores. Por exemplo, ao invés de simplesmente dizerem “guardem seus pertences nos compartimentos superiores” e mostrarem um bonequinho guardando, o filme mostrava uma senhora com seus 80 e poucos anos tentando guardar um pôster de... um cara todo sarado de shorts. Aí vêm dois comissários e a levantam, um de cada lado, e ela consegue guardar. Para o item “despressurização”, uma comissária passa do lado de um jogador de rúgbi e fica tão “emocionada”, digamos, que acaba ficando sem ar, aí a máscara cai e ela a coloca da maneira correta. Quem quiser ver está no youtube:


Push-back, acionamento dos motores, flaps baixados para decolagem.
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Iniciamos então o táxi para a pista 02. Dessa vez não dava para decolar da interseção como o ATR72 em que eu estava poucos dias antes...

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Fomos até a cabeceira, alinhamos...
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Alguns instantes depois, começávamos a corrida.
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Decolados!
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Durante a subida tivemos turbulência de leve a moderada, curvamos à esquerda e logo a planície de Canterbury dava lugar aos alpes neozelandeses... cobertos de nuvens!

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Minutos depois, entre as nuvens foi possível avistar a costa oeste da Nova Zelândia, sempre assolada pelo tempestuoso Mar da Tasmânia e pelos ventos úmidos que trazem tanta chuva à região (6.000 mm de chuva por ano). Dei adeus a esse pequeno país fascinante :adios: .

Então agora era água e mais água por todos os lados. Hora de conferir o sistema de entretenimento, ou AVOD. Como muitos de vcs já sabem, AVOD para mim se resume unica e exclusivamente ao Air Show, ou seja, o mapa com o avião e os dados de voo.
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A Austrália ainda estava às escuras quando decolamos da Nova Zelândia.
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As informações de voo incluíam número Mach e a proa, que normalmente não aparecem na maioria dos Air Shows.
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Nunca tinha visto a apresentação dos dados como num painel da cabine... Mas bem que seria melhor se fosse em pés e nós!

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Aqui uma paisagem teórica de como os pilotos estariam enxergando lá fora (totalmente fora da realidade, mas é só para passar o tempo mesmo).
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Eu nunca tinha visto Air Show parecido, até ler o FR do Canteras (Qatar EZE-GRU).

Para ler, havia a revista Kia Ora (que significa “olá!” em maori). Não achei nada demais: cheia de propagandas e visualmente poluída, assim como a enorme maioria das revistas de avião atualmente. :closedeyes:
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Destinos da Air New Zealand, em azul claro.
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O serviço de bordo foi então servido: frutas, um tipo de mingau de aveia e musli (que estava ótimo!), além de um gostoso muffin e das tradicionais bebidas (refrigerante, sucos etc). Dependendo da classe que vc voa, o serviço é pago. Ouvi dizer que a NZ está implantando nos aviões um sistema que permite a vc solicitar bebidas através da tela individual. Interessante, né?

Imagem postada

Mas o que encanta de fato voar Air New Zealand é o atendimento a bordo. Era meu quarto voo e, pela quarta vez, encontrei comissários que sorriam não só para os passageiros, mas também entre eles mesmos. Inclusive, num dos vôos ponte-aérea que fiz alguns dias antes, a impressão que se tinha é que os comissários eram amigos de longa data, e pareciam estar se divertindo ao trabalhar :) . É essa alegria, esse prazer que mostram ao trabalhar que contagiam e até emocionam. E lembro mais uma vez aos caros leitores que não foi um ou dois voos que por acaso acabei tendo a sorte de encontrar comissários de bom humor. Foram quatro pernas e TODOS os comissários dos quatro vôos trabalhavam assim. Essa homogeneidade de atendimento é talvez até mais importante que um ótimo atendimento num voo e péssimo no outro (como é comum em várias cias). Vale também ressaltar que as comissárias da NZ não eram todas mocinhas não, sempre tinha uma ou outra de mais idade, cuja vontade de trabalhar dava de 10 a 0 em muitas moças de outras companhias. (Por isso detesto o termo pejorativo “aerovelha”... Idade não tem nada a ver com qualidade de atendimento! :) ).

Quando veio me servir, a simpática comissária de uma “certa idade” perguntou de onde eu era, e após eu responder ela disse, em português :o , que não falava português. Disse que falava, além do inglês, francês e um pouco de espanhol. A comissária poderia ter se limitado a dizer em inglês que não falava português, mas mostrou gentileza e simpatia ao tentar pronunciar algumas palavras. E não, não era porque eu era da classe tal, porque ela tentava ser simpática com todos os demais passageiros à medida que ia servindo as bebidas.

Imagem postada

A essa altura do campeonato já havíamos deixado o espaço aéreo da Auckland Oceanic e ingressado na FIR Brisbane. Seguíamos um Boeing 767-300 da companhia que fazia a rota Auckland-Sydney, no voo NZ101. A controladora já informava tanto o NZ101 quanto o nosso voo que havia previsão de espera sobre o fixo SHARK, que o nosso horário de pouso previsto era para as 08:23 LT e que a redução de velocidade estava autorizada. Nesse instante, às 07:35LT, senti a aeronave desacelerar e, no meu assento sem saber o que se passava, pensei que tínhamos começado a descer.

Na verdade, a descida só começou cerca de 15 minutos depois, quando a controladora pediu para descermos ao FL310. Depois, fomos vetorados com curvas para a esquerda na proa 310 e depois 270, descemos para o FL270 e outras curvas para a esquerda nas proas 240 e 210.

Trajetória do voo
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Aí veio o speech da co-piloto: estávamos cruzando 26.000 pés, Sydney nos aguardava com 17°C com uma brisa soprando do oeste e nuvens com base a 10.000 pés. Estimava pouso às 08:23 e chegada no portão às 08:30. Explicou que após o pouso levaríamos cerca de 10 minutos para chegar ao portão por causa da pista que o controle nos havia atribuído para pousar, mais distante do terminal.

A cerca de meia hora para o pouso, a controladora pediu: “NZ887, programe cruzar MARLN aos :07 com 250 nós”. Dois minutos depois, estávamos autorizados a descer a 10.000 pés com altímetro em 1018.

Como solicitado, cruzamos MARLN aos 07 minutos da hora e prosseguimos na chegada MARLN 8, cruzamos WHALE e, logo antes de PRAWN, curvamos à esquerda para sermos vetorados para a final.

A título de curiosidade: como vocês devem ter percebido, vários fixos nessa chegada pelo mar têm nomes alusivos a criaturas de mar aberto: SHARK (tubarão), MARLN (marlin ou peixe-espada) e, mais à frente na chegada MARLN 8, mais dois seres marítimos: WHALE (baleia) e PRAWN (camarão).

Imagem postada

Já ouvindo o controle de aproximação, fomos autorizados para 8.000 pés e o controlador avisou: pista 34R, aproximação visual independente com circuito pela direita. (Sydney tem duas pistas paralelas, as 16/34, que tem 1000m de distância entre elas e permite operações simultâneas).

Após sermos vetorados para a final, a tripulação chamou a torre, mas ela estava ocupada com outros tráfegos.

Imagem postada

Nova tentativa, dessa vez a resposta: “NZ887, bom dia, continue aproximação, vento calmo do oeste”. A torre autorizou uma aeronave a decolar e aí voltou para nós: “NZ 887, vento na cabeceira de 250 graus, 5 nós, pista 34R, livre pouso”.

Imagem postada

Pouso suave na 34R, um A330 da QF iniciava a rolagem da 34L.
Imagem postada

Olhei o relógio, como sempre faço, e que horas eram? 08:23!!! Lembram-se quando eu ainda estávamos nivelados em cruzeiro e o centro Brisbane havia estimado nossa chegada (considerando a redução de velocidade e eventuais vetorações/órbitas) aos 23 minutos? Incrível, não é?

“NZ887, continue táxi em direção à L, chame solo em 126.5”.

Aguardamos para cruzar a 34L, onde pousava um 744 da Singapore Air Cargo (voo 7292).
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Taxiamos via A, Y e H, até o portão 56.

Imagem postada
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Lá no fundo, o 767-300 da NZ que chegava de Auckland e que esteve à nossa frente durante a viagem.
Imagem postada

Calçado no box 56, exatos dez minutos depois do pouso, exatamente como a co-piloto havia previsto!
Imagem postada

Trajetória do táxi
Imagem postada

Enfim, estava na terra dos cangurus, coalas e muitos dos animais mais letais do planeta! :ohyes:

A Air New Zealand foi certamente a empresa que mais me impressionou com seu ótimo serviço de todas que eu já voei até hoje. Ela está com 4 estrelas no Skytrax, empresa que avalia aeroportos e empresas aéreas. Já voei internacional com BA, LH, AF, SA e NH, todas também com 4 estrelas, mas achei a NZ sem dúvida superior: tudo parece ser feito sem esforço, e tudo flui sem estresse. Atendimento de primeira e consistente em todos os voos. Em resumo, o atendimento da NZ reflete o atendimento que os turistas recebem no país que a empresa representa: serviço muito simpático, "caliente", informal e sem as neuras e paranoias que encontramos do outro lado da linha do Equador. Provam que tudo isso é possível sem deixar de lado o profissionalismo e a seriedade que a aviação exige. :rev:

Espero que tenham gostado! :thumbsup:
No próximo FR, o canguru voador (Qantas)!

Editado por DanielVS, 19 de dezembro de 2011 - 01:18 .


#2 DanielVS

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Postado 19 de dezembro de 2011 - 01:22

O vídeo do Youtube ao qual me referi no FR é esse:


#3 Lucas Gabardo

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Postado 19 de dezembro de 2011 - 16:46

Show! No aguardo do próximo :joinha:

Abraço

#4 João Vítor Balduino

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Postado 19 de dezembro de 2011 - 19:49

Muito legal!!

Esses aeroportos australianos e neozelandeses deixam nós, brasileiros, com inveja... Organizados, bonitos, limpos...

Gostei demais da Air New Zealand!

Abraço!

#5 kerindehilario

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Postado 20 de dezembro de 2011 - 10:51

Boaaaaaaaaaaa!

Esperamos o próximo ! :joinha:

#6 Marcos Felipe Jabulani

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Postado 20 de dezembro de 2011 - 22:07

Impressionante!!!!

Muito bom mesmo.

Espero pelos próximos voos

Abs

#7 lichmann

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Postado 21 de dezembro de 2011 - 03:26

Espetacular Daniel, sem palavras cara.

A Oceania é um lugar a ser visitado.

#8 gabriel P

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Postado 21 de dezembro de 2011 - 18:15

Muito bom Daniel!! Voei OPO-GIG com a TAP semana passada e o vídeo também era "diferente"... :joinha:

#9 DanielVS

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Postado 21 de dezembro de 2011 - 19:02

View PostLucas Gabardo, em 19 de dezembro de 2011 - 16:46 , disse:

Show! No aguardo do próximo :joinha:

View Postkerindehilario, em 20 de dezembro de 2011 - 10:51 , disse:

Boaaaaaaaaaaa! Esperamos o próximo ! :joinha:

View PostMarcos Felipe Jabulani, em 20 de dezembro de 2011 - 22:07 , disse:

Impressionante!!!! Muito bom mesmo.Espero pelos próximos voos

Obrigado pelos comentários! :thumbsup:

View PostJoão Vítor Balduino, em 19 de dezembro de 2011 - 19:49 , disse:

Muito legal!! Gostei demais da Air New Zealand! Abraço!

A NZ realmente é fantástica! Valeu!

View Postlichmann, em 21 de dezembro de 2011 - 03:26 , disse:

Espetacular Daniel, sem palavras cara.
A Oceania é um lugar a ser visitado.

Com certeza, apesar de looonge vale a pena sim!

View Postgabriel P, em 21 de dezembro de 2011 - 18:15 , disse:

Muito bom Daniel!! Voei OPO-GIG com a TAP semana passada e o vídeo também era "diferente"... :joinha:

Vai fazer FR? Espero que sim!

#10 Renan - SAO

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Postado 22 de dezembro de 2011 - 12:13

Muito bom FR, Daniel!

Aguardamos os próximos.

Valeu! :joinha:

#11 gabriel P

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Postado 23 de dezembro de 2011 - 01:32

View PostDanielVS, em 21 de dezembro de 2011 - 19:02 , disse:


Vai fazer FR? Espero que sim!


Farei sim, não sou muito bom com FRs mas tirei algumas fotos.... rsrs Será mais um trip report.

#12 philoclimber

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Postado 13 de janeiro de 2012 - 02:09

putz daniel....que riqueza de detalhes..fantástico..me senti viajando contigo!!

#13 FCANTERAS

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Postado 13 de janeiro de 2012 - 04:03

Excelente!! Realmente o Air Show da Air New Zealand é igualzinho ao da Qatar





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