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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Airlines given permission to fly over North Pole for the first time..


Já existem 25 respostas neste tópico, contribua você também!

#1 Sydy

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 16:40

Prezados,

Notícia interessante!


Long-haul flight times reduced by up to 50%.

'Whole new world opened up,' says Branson.

By RAY MASSEY and ARTHUR MARTIN

Last updated at 1:20 AM on 26th December 2011
Comments (210)
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Many long-haul flight times will be dramatically reduced as planes are allowed to take a short cut over the North Pole.

Changes in aviation rules, which apply to twin-engine jets such as a Boeing 777, will mean passengers can reach exotic destinations without making a stop.

During the flights passengers will be treated to stunning views of the Arctic.

Shorter flights: A British Airways Boeing 777 which will be able to take a 'short cut' over the North pole.

The decision to allow the flights, dubbed Santa’s short cut, is likely to cut flight prices, open up new destinations and reduce emissions.
Until now, regulators have insisted the jets must always be within three hours of a suitable place to land.

More...
Christmas reveller mowed down and killed in front of his wife after hit and run driver jumps red light.
Balmy Christmas Day! Britain will be milder than Barcelona and Athens on December 25 with temperatures of up to 14C.

This is because the failure of one engine on such a plane is potentially far more serious than for one with three or four.

However, due to safety improvements the jets can now be five-and-a-half hours from a suitable landing spot. Travellers boarding flights from London will be able to fly non-stop to Fiji in 18 hours.

Previously, they faced a 24-hour journey via Los Angeles or Seoul.

FLIGHTS FROM LONDON
Fiji (10,000 miles) - current time via Los Angles or Seoul: 24 hours.
New time: 18 hours non-stop using 'polar express' short cut.
Tahiti (9,600 miles) via Los Angeles: 23 hours.
New time: 17 hours.

Honolulu (7,300 miles) via Los Angeles: 18 hours.
New time: 13 hours.

Anchorage (4,500 miles) via Seattle: 16 hours.

New time: 8 hours's short cut' - over the North Pole to destinations such as Hawaii, Alaska or French Polynesia.

The changes mean that other routes which have not been flown before can be used.

This will reduce the flight time to Anchorage in Alaska from 16 hours to eight because pilots will no longer have to fly via Seattle.

As a result, Boeing 777 and 787 ‘Dreamliner’ jets will be able to fly almost anywhere in the world.

Sir Richard Branson, president of Virgin Atlantic, said of the ruling by the U.S. Federal Aviation Administration: ‘This development really does open up a whole new world.

‘Apart from the stunning destinations on arrival, the Arctic scenery will be just amazing.

'Our new fleet of 787s could well be flying to Honolulu or even Fiji one day.’
As well as the North Pole, many trans-Pacific journeys have hitherto been out-of-bounds for twin-engine planes.

Jets with more than two engines have been allowed to fly over the North Pole for some years.

The first airline to take advantage of the ‘extended operations’ option for twin engines is Air New Zealand which earlier this month flew from Los Angeles to Auckland.

Chief pilot Captain David Morgan said: ‘What this means is that the aeroplane is able to fly a straighter route between pairs of cities, and that’s good for the environment.



Frozen: An aerial view of the Arctic which passenger carriers will now be able to fly over to exotic destinations.

‘Less fuel is burned and less carbon dioxide is emitted into the atmosphere. It’s also good for customers because flights are potentially shorter.’
But not everyone in aviation is happy with the changes.

While it is generally accepted that dual engine failure is extremely unlikely, some safety experts expressed concern about cabin conditions during a diversion.

One safety manager, who wished to remain anonymous, said: ‘It’s all very well being able to make a safe landing, but passengers are likely to be distraught and extremely cold after a five-hour diversion to an airstrip in the Arctic.’
A spokesman for the British Airline Pilots’ Association said: ‘Our members are confident that the safety case for equipment redundancy, pilot training and passenger welfare will be fully satisfied.’

Planes flew over the North Pole during the Cold War in the 1950s to avoid Communist Bloc airspace.

Fonte: http://www.dailymail...l#ixzz1hhQpddN4

Abcs,

Sydy

#2 fil

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 17:07

Um novo horizonte se abrindo!! Interessante...

#3 william

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 17:38

E porque nao era permitido antes ??

#4 C010T3

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 18:37

Adoro histórias mal contadas.

#5 philoclimber

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 19:02

eles dizem que as emissões poluentes serão reduzidas...essa area assim como no sul é super sensível à degradação ambiental..naõ creio que a redução de poluentes em comparação com os voos que não passam por lá, mas tem o mesmo destino, seja significativa para não prejudicar o derretimento de gelo e a poluição acumulada nestas regiões..

#6 Lvcivs

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 19:37

O que não podia era fazer estas rotas com bimotores!

Só isso!

#7 Micron

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 19:40

Colegas, desculpem se interpretei mal a matéria mas meu amigo que voa na Emirates já bloqueia o Polo Norte a muito tempo, tenho até video!!! O que mudou??

#8 philoclimber

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 19:44

View PostC010T3, em 26 de dezembro de 2011 - 18:37 , disse:

Adoro histórias mal contadas.


po esclarece aí pra nós coiote..

#9 A345_Leadership

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 19:52

Essa regra é válida apenas para aeronaves bimotoras, ou seja aumentaram o tempo do ETOPS. Os "twinjets" vão fazer as mesmas rotas que os MD 11, A340, A380 e B747 fazem atualmente.

#10 Sydy

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Postado 26 de dezembro de 2011 - 19:54

Prezados,
A explicação é simples. Basicamente não tinha um "suitable AirPort" para o cálculo do etops. Agora o etops foi pra 330min no triplo 7,

Por causa disso, agora dã pra fazer transpolar dando bingo no polo.

A razão é essa.

Abraço,

Sydy

#11 Fernando Cima

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 00:23

View Postphiloclimber, em 26 de dezembro de 2011 - 19:44 , disse:


po esclarece aí pra nós coiote..


Não sou o Coiote, mas já fiz várias vezes SFO-DXB na Emirates (em T7) e passa pelo pólo.

Notícia de 2008:

http://www.fastcompa...st-green-flight

#12 ab2010

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 02:30

View Postphiloclimber, em 26 de dezembro de 2011 - 19:02 , disse:

eles dizem que as emissões poluentes serão reduzidas...essa area assim como no sul é super sensível à degradação ambiental..naõ creio que a redução de poluentes em comparação com os voos que não passam por lá, mas tem o mesmo destino, seja significativa para não prejudicar o derretimento de gelo e a poluição acumulada nestas regiões..


Todo local pode ser sensível à degradação ambiental. Os extremos sul/norte são locais com menos atividade e ocupação humana, não necessariamente mais sensíveis do ponto de vista ambiental. Outros locais, inclusive grandes aglomerações urbanas, podem ser áreas muito mais críticas, pelos recursos naturais / hídricos demandados, fora a pressão sobre biomas pretéritos remanescentes (como, por exemplo, a Mata Atlântica no Rio e em São Paulo); e determinados ambientes podem ser mais sensíveis a mudanças de fato, como corais (como alterações no pH da água, dissolução/saturação de CO2 etc.), Amazônia (solo pobre, dinâmica de ciclos biogeoquímicos atrelada à floresta, fenômenos climáticos, eventos críticos etc.), entre outros.

Se os voos tornarem-se menos longos, no cômputo geral, pode acontecer algo interessante: pelo menos no quesito emissão de CO2, que é um indicador usual, pode diminuir, o que é bom (mas precisa analisar também se não colocam mais voos, que podem anular este ganho). Já sobre os efeitos dos diversos poluentes na atmosfera (não só CO2), com mais voos passando lá (no polo norte e arredores), é mais difícil opinar, mas se houver aumento significativo, pode sim impactar negativamente os ambientes locais (mas aí precisaria verificar a dinâmica atmosférica e como ela se sai com estes novos voos). Tem ainda a questão da eficiência dos aviões em termos de emissões comparativas (77W, 77L etc. x 340, 744 etc.), que pode contribuir para melhorar a situação (ou pelo menos não piorar!), notadamente no cômputo geral (planeta). E tem ainda o fato que se certos trajetos serão mudados, as emissões em determinadas regiões podem diminuir (caso do citado voo London - Anchorage/Alasca x Seattle, por exemplo).

Já derretimento de gelo é assunto muito mais complexo, mas certamente muito além de depender exclusivamente destes eventuais novos voos. Que está ocorrendo derretimento, está (é só ver os registros de extensão/área e volume nas últimas décadas, tanto nas proximidades dos dois polos, quanto de muitos glaciares pelo mundo; mas isso não é uniforme, inclusive as capas de gelo sazonais, no inverno - vide inverno rigoroso em 2010, no hemisfério norte), mas ainda não está claro o que está acontecendo, em termos globais. O nível dos oceanos aumentou um pouquinho nas últimas décadas (mas há registros geológicos muito mais emblemáticos, de milhares/milhões de anos atrás, do que o que se fala para daqui 20-80 anos nos cálculos mais pessimistas, como do IPCC), mas nada do outro mundo, pelo menos por hora (ainda bem! E tomara que permaneça assim!). Atualmente ainda há uma inércia; eventualmente mais para frente fique mais visível (a oscilação). E o principal: ainda não está claro, nem é consenso na ciência, se os ditos gases-estufa podem de fato exercer a primazia total sobre tais mudanças (gerando aumento de temperatura e consequências globais irreversíveis em relação ao "equilíbrio" atual que conhecemos; e aumento de temperatura também pode significar mais energia e mais eventos críticos), ou se somar ou até, pelo contrário, serem anulados ou mesmo suplantados, por outras forças poderosas (calor interno da terra/magmatismo, atividade solar, corpos extraterrestres que caiam na Terra, ciclos geológicos, dinâmica dos oceanos etc.), eventualmente antagônicas. O homem é uma força poderosa, mas não a única.

Ainda sobre gases-estufa, melhor também tomar cuidado com certos outros gases poderosos, como metano (Permafrost na Sibéria, por exemplo, que o diga)... E sobre poluentes, dos atmosféricos, há ainda SOx, NOx, F, partículas finas etc. O ideal, no caso da aviação, é investir em motores mais eficientes e evitar desperdícios - e de fato, a aviação tem uma contribuição importante a dar. Já não ter impacto ambiental negativo, impossível; mas dá para minimizá-los.

Voltando ao tópico: interessante a notícia! :adios: Vamos acompanhar o desenrolar - tomara que seja realmente bom! :joinha:

Editado por ab2010, 27 de dezembro de 2011 - 02:34 .


#13 crazu4

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 08:47

eu não entendi nada!...como que o passar pelo polo norte pode diminuir um voo de londres para o alaska? alguem pode fazer um mapa com a rota como era e como será? sou totalmente leigo e gostaria MUITO de entender como funciona.

#14 Sydy

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 09:50

View Postcrazu4, em 27 de dezembro de 2011 - 08:47 , disse:

eu não entendi nada!...como que o passar pelo polo norte pode diminuir um voo de londres para o alaska? alguem pode fazer um mapa com a rota como era e como será? sou totalmente leigo e gostaria MUITO de entender como funciona.


Oi Crazu,

Se vc tiver um Globo em casa fica fácil de entender. Pegue uma linha (de costura, fio...) e coloque de Londres a Anchorage. Vc vai ver que a linha passa ao norte da Groelândia, mas não exatamente no polo, mas passa bem ao norte e bem dentro do círculo Ártico (acima de 60o N)

Abraço,

Sydy

#15 crazu4

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 15:49

View PostSydy, em 27 de dezembro de 2011 - 09:50 , disse:

Oi Crazu,

Se vc tiver um Globo em casa fica fácil de entender. Pegue uma linha (de costura, fio...) e coloque de Londres a Anchorage. Vc vai ver que a linha passa ao norte da Groelândia, mas não exatamente no polo, mas passa bem ao norte e bem dentro do círculo Ártico (acima de 60o N)

Abraço,

Sydy


entendi. e por onde era antes? dava uma curva por baixo do polo?

#16 kari0ca

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 16:54

View Postcrazu4, em 27 de dezembro de 2011 - 15:49 , disse:


entendi. e por onde era antes? dava uma curva por baixo do polo?

Isso, porque se a aeronave fosse bi-motora, teria que estar a 180 min de uma alternativa (obrigava a que a rota fosse calculada pulando de alternativa em alternativa), como o ETOPS foi estendido para 330 min, deixou de ser necessário o tal contorno (nos b-motores).

#17 Lvcivs

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Postado 27 de dezembro de 2011 - 20:54

Se a Airbus não conseguir ETOPS 330 no A350, o bicho já nasce com sérias desvantagens, não acham?

A Boeing fez uma jogada de mestre. Sepultou os A345/6 com seus produtos mais rentáveis, 772LR e 773ER. E agora ameaça um avião que ainda nem foi montado.

#18 philoclimber

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Postado 28 de dezembro de 2011 - 00:26

obrigado pelas explicações ab2010, A345 e F. Cima. Queria saber outra coisa: este aumento no ETOPS foi baseado em quais garantias? Há pistas de pouso nas rotas usadas? E quanto a isso?

"While it is generally accepted that dual engine failure is extremely unlikely, some safety experts expressed concern about cabin conditions during a diversion".

Não entendi essa parte da notícia:

One safety manager, who wished to remain anonymous, said: ‘It’s all very well being able to make a safe landing, but passengers are likely to be distraught and extremely cold after a five-hour diversion to an airstrip in the Arctic.’
A spokesman for the British Airline Pilots’ Association said: ‘Our members are confident that the safety case for equipment redundancy, pilot training and passenger welfare will be fully satisfied.’


abraços.

#19 Landing

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Postado 28 de dezembro de 2011 - 00:32

View Postcrazu4, em 27 de dezembro de 2011 - 08:47 , disse:

eu não entendi nada!...como que o passar pelo polo norte pode diminuir um voo de londres para o alaska? alguem pode fazer um mapa com a rota como era e como será? sou totalmente leigo e gostaria MUITO de entender como funciona.

http://www.gcmap.com...0&EV=410&EU=kts

View PostLvcivs, em 27 de dezembro de 2011 - 20:54 , disse:

Se a Airbus não conseguir ETOPS 330 no A350, o bicho já nasce com sérias desvantagens, não acham?
A Boeing fez uma jogada de mestre. Sepultou os A345/6 com seus produtos mais rentáveis, 772LR e 773ER. E agora ameaça um avião que ainda nem foi montado.

Evidente que o A350 ja deve sair certificado com esse ETOPS.

#20 Landing

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Postado 28 de dezembro de 2011 - 00:34

View Postphiloclimber, em 28 de dezembro de 2011 - 00:26 , disse:

Queria saber outra coisa: este aumento no ETOPS foi baseado em quais garantias?

ha muita politica envolvida, mas o pilar dessa ampliação é o historico favoravel das operaçoes ETOPS.





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