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Postado 30 de dezembro de 2011 - 22:53
LipeGIG, em 30 de dezembro de 2011 - 22:34 , disse:
rs
De jeito algum Thiago. Com a segunda maior petrolífera de capital nacional (majoritaria) acho que ele tem 50% do que precisa para fazer uma cia aérea de sucesso. Os outros 50% seriam o capital , que convenhamos, não é um problema para o Sr. Eike.
Com a LLX (logistica) e o modelo de negócios de integrar suas empresas, acho que uma empresa aérea se encaixaria bem no grupo.
Talvez essa empresa de handling seja o primeiro passo dessa empreitada, Lipe. Como você mesmo disse, o modelo adotado pelo grupo EBX procura integrar negócios de forma a capturar externalidades e, assim, alavancar empreendimentos de risco elevado.
Agora, o passo definitivo tem que ser dado logo, pois pode haver espaço para crescer no GIG, mas a empresa não poderá voar dali para lugar nenhum. De uma forma ou de outra ela terá que atender SAO, BSB, VCP, CNF, POA, CWB, SSA, entre outras. E em todos esses mercados, onde não há restrições absolutas à entrada de novos players (casos de GRU e CGH), elas já estão começando a se conformar há pelo menos um ano.
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Postado 30 de dezembro de 2011 - 23:08
thiago_SJK, em 30 de dezembro de 2011 - 22:53 , disse:
Talvez essa empresa de handling seja o primeiro passo dessa empreitada, Lipe. Como você mesmo disse, o modelo adotado pelo grupo EBX procura integrar negócios de forma a capturar externalidades e, assim, alavancar empreendimentos de risco elevado.
Agora, o passo definitivo tem que ser dado logo, pois pode haver espaço para crescer no GIG, mas a empresa não poderá voar dali para lugar nenhum. De uma forma ou de outra ela terá que atender SAO, BSB, VCP, CNF, POA, CWB, SSA, entre outras. E em todos esses mercados, onde não há restrições absolutas à entrada de novos players (casos de GRU e CGH), elas já estão começando a se conformar há pelo menos um ano.
Eu acho que o Neeleman foi o último dos moicanos nessa fase que estamos. Um investidor pra se lançar numa companhia aérea de porte, com crescimento rápido e consistente, vai ter que esperar alguns anos pela definição das concessões e das ampliações. Hoje é basicamente inviável ter garantias pra criar uma malha decente. Tem que entrar onde dá e da forma que dá, e isso não é exatamente um plano bem definido de negócio.
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Postado 30 de dezembro de 2011 - 23:15
Seria interessante a entrada dele, pelas vantagens que o Lipe e o Thiago citaram, mas acho que o passo que falta para entrar na aviação chama-se a ausência de uma regulamentação e de um ambiente propício para poder prosperar. E como citei em outro
tópico ele vai entrar com tudo.
Mas quem sabe não surja alguma empresa de táxi aéreo AeroX, uma vez que suas operações petrolíferas vão precisar de helicópteros. É negócio menos arriscado que a aviação de carreira.
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Postado 30 de dezembro de 2011 - 23:41
Acredito que o Mr. Eike Batista tem para conseguir abrir uma empresa digna.
A Azul conseguiu se virar sem Guarulhos ou Congonhas, porque ele nao conseguiria, sendo que ele tem um poder aquisitivo maior que do Mr. David
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Postado 31 de dezembro de 2011 - 03:04
Mário Dourado, em 30 de dezembro de 2011 - 23:41 , disse:
Acredito que o Mr. Eike Batista tem para conseguir abrir uma empresa digna.
A Azul conseguiu se virar sem Guarulhos ou Congonhas, porque ele nao conseguiria, sendo que ele tem um poder aquisitivo maior que do Mr. David
Mas uma coisa não tem nada haver com outra.
Não é ele que diz: "Ò vamos ter caviar agora, viu?"
e sim: "qual opção mais barata"?
"Pão com manteiga"
"assina aí"
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Postado 31 de dezembro de 2011 - 09:53
thiago_SJK, em 30 de dezembro de 2011 - 22:53 , disse:
Agora, o passo definitivo tem que ser dado logo, pois pode haver espaço para crescer no GIG, mas a empresa não poderá voar dali para lugar nenhum. De uma forma ou de outra ela terá que atender SAO, BSB, VCP, CNF, POA, CWB, SSA, entre outras. E em todos esses mercados, onde não há restrições absolutas à entrada de novos players (casos de GRU e CGH), elas já estão começando a se conformar há pelo menos um ano.
Bom, eu não acredito na entrada do Eike no mercado de aviação, porém voar para lugar nenhum pode ser uma condição hoje, mas com obras em curso, muitos aeroportos ganharão capacidade de atender mais voos, inclusive GRU. CGH é um caso à parte.
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