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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Violação de bagagens e furtos aumentam no aeroporto de Brasília

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#1 jambock

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Postado 02 de janeiro de 2012 - 18:51

Meus prezados:
Violação de bagagens e furtos aumentam no aeroporto de Brasília

A violação de bagagens e furtos, especialmente as de passageiros que retornam à Brasília, de viagens ao exterior, figuram entre as principais queixas recebidas no posto de atendimento do Juizado Especial de Pequenas Causas do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.

Servidores do juizado informaram que a cada dez bagagens desses passageiros pelo menos três são violadas.
Segundo os servidores, o aumento em cerca de 30% no número de ocorrências desse tipo, desde o início do ano, tem causado preocupação. Para evitar essas ocorrências, a recomendação é que os clientes não coloquem, nas malas, as compras feitas no exterior, especialmente equipamentos eletrônicos como filmadoras, computadores e máquinas fotográficas.

Os plantonistas do tribunal alertam, também, para a necessidade das pessoas sempre guardarem as notas fiscais de compras feitas no exterior. Isso facilita a devolução dos valores dos bens furtados das bagagens pelas companhias aéreas.
Os servidores do TJDF dizem que são comuns as reclamações de passageiros que têm suas malas violadas, mas não têm mais as notas fiscais dos produtos comprados lá fora. Eles alertam que, quando isso acontece, cria uma dificuldade ao juizado especial para a abertura de processo, uma vez que fica a palavra do passageiro contra a da companhia aérea.

Outras reclamações frequentes, especialmente no fim de ano, são o extravio de bagagens, também com maior frequência nos voos internacionais; o overbooking, venda de passagens acima da capacidade suportada nos aviões; e, mais recentemente, o roubo, pela internet, de milhas acumuladas pelos clientes das empresas de aviação.
No último dia do ano, o Aeroporto de Brasília manteve o fluxo normal de embarques de passageiros, como ocorreu praticamente em toda semana. Funcionários das principais companhias aéreas que operam no aeroporto informaram que o maior volume de atendimento se concentra nos horários que vão das 7h30 às 10h e das 17h às 20h.

Na dúvida, passageiros que embarcaram no sábado para diversas capitais compraram suas passagens com bastante antecedência. “Eu comprei a passagem da minha mãe há três meses para me precaver e escolhi o dia 31 por estar mais barata”, disse Sérgio Bruno Aguiar. As pessoas ouvidas pela Agência Brasil mostraram-se surpresas pela facilidade tanto na realização do check-in quanto no despacho das bagagens.
fonte: Correio do Brasil 2 jan 2012

#2 philoclimber

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Postado 02 de janeiro de 2012 - 20:00

vem cá...os deputados e senadores não receberam aumento esse ano que passou, não?? rsrsrs........

Editado por philoclimber, 02 de janeiro de 2012 - 20:00 .


#3 jambock

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Postado 01 de março de 2012 - 15:39

Meus prezados:

Malas filmadas em aeroportos



SEGURANÇA Para evitar furto de bagagem, 13 terminais do País terão que filmar trajeto das malas desde a retirada do avião até as esteiras.



SÃO PAULO – Em meio à onda de furtos de malas em aeroportos do País, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) quer mostrar ao passageiro o que passa por trás das esteiras.

Enquanto espera a bagagem, ele acompanha em uma tela imagens de câmeras de segurança que mostram funcionários manuseando e colocando as malas dos carrinhos nas esteiras.
Ainda neste ano, os 13 aeroportos que servirão às cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 terão o sistema, que começou a ser testado em Brasília e no Galeão, no Rio de Janeiro, há 15 dias.
Reclamações sobre bagagens furtadas, extraviadas ou danificadas são frequentes. Só no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), mais de 1.300 casos de furtos foram registrados em 2011. Em Brasília, esse tipo de crime cresceu quase 30% em relação a 2010.

Para a Infraero, câmeras podem inibir a ação dos ladrões pelo menos na fase final de devolução da bagagem – a entrega na esteira. “Há um questionamento do passageiro em relação ao que ocorre com a mala depois de sair do avião. Quando funcionários que manuseiam carrinhos sabem que há monitoramento, já se sentem inibidos”, diz o superintendente do Galeão, Emmanoeth Vieira de Sá.

A responsabilidade do transporte da bagagem é das empresas áreas ou de terceirizadas - que, vigiadas por câmeras, “vão se sentir mais constrangidas em manusear de qualquer forma” as malas, segundo Vieira de Sá. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) registrou 5.200 manifestações de passageiros sobre problemas com bagagem entre janeiro de 2011 e janeiro deste ano, desde malas novas que chegam quebradas até extravios, sobretudo em voos internacionais.

Em Brasília, as imagens das câmeras são mostradas em quatro monitores. Nesta semana, os testes seriam ampliados também para o desembarque internacional. “Nosso papel é tornar o processo transparente. Das empresas aéreas, cobramos que o manuseio e a entrega das malas sejam feitos com mais eficiência”, diz Antônio Sales, superintendente do Aeroporto de Brasília.

Por causa das queixas constantes e de eventuais investigações sobre malas furtadas dos aeroportos, as imagens das câmeras serão gravadas e podem ser usadas pelas companhias ou órgãos de segurança - Polícias Civil e Federal – quando necessário.
fonte: Jornal do Commercio, via CECOMSAER 1º mar 2012

#4 jambock

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Postado 14 de março de 2012 - 18:55

Meus prezados:
Quando a mala não aparece
A última mala passa na esteira do aeroporto – e não é a sua. Saiba por que ocorre o extravio de bagagem e como proceder quando isso ocorre

Após mais de 10 horas de voo, a professora Sônia Maria Sortica, 54 anos, cumpriu a primeira escala de sua viagem entre Estocolmo e Porto Alegre. Desceu em São Paulo, onde deveria apanhar as bagagens para a conexão. Cansou de esperar na esteira. As malas não vieram.
O transtorno ocorrido em fevereiro de 2011 é uma constante que todos os dias tira do sério passageiros em diferentes lugares do mundo. Seja por falha humana ou por problema mecânico, quem despacha uma mala sempre corre o risco de danos, furtos ou extravio.

É o começo de um calvário envolvendo usuário e companhia, responsável pela bagagem do despacho até a chegada do avião.

No caso de Sônia, foi um imbróglio que durou quase dois meses. Na Suécia, ela fez o check-in com duas bagagens. O combinado era apanhá-las na conexão de São Paulo, para um novo despacho, o que não aconteceu.

– A companhia nem registrou uma das malas no sistema – recorda.

Com o tíquete que comprovava a existência das malas, a professora tomou a atitude recomendada pelos órgãos de fiscalização: antes de deixar a área de desembarque, procurou a companhia. Fez o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB), pegou o novo voo e chegou a Porto Alegre.

O problema azedou a satisfação do retorno. Remédios, documentos, material de uma pós-graduação, roupas e lembranças estavam nas malas. Após ligações e protocolos em série, em março apareceu uma das bagagens. Faltava a outra. Cansada dos telefonemas, Sônia foi ao Salgado Filho, perguntou por uma mala perdida e, para sua surpresa, encontrou-a num depósito.

– Se eu não tivesse ido ao aeroporto, não devolveriam a mala – diz Sônia, que espera receber cerca de R$ 10 mil pela ação movida contra a companhia.

Como o fluxo das malas envolve muitas etapas braçais, o sistema fica exposto a falhas, aponta Marcelo Santini, assessor jurídico da Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo (Andep).
– Falta investimento. Seria interessante monitorar por câmeras os locais onde ficam as malas ou usar acompanhamento em tempo real – acredita.

Malas violadas são outro problema

Chegar no hotel, abrir as malas e ter uma surpresa desagradável é outro problema. A publicitária Roberta Freitas Jesien, 28 anos, já teve a mala violada. Em 2011, após morar três anos na Itália, retornou a Porto Alegre, partindo de Roma, com conexão em Guarulhos. Despachou três malas, pagou o adicional de bagagem, mas a mala extra não apareceu em São Paulo. Feita a reclamação, passaram-se 15 dias até uma nova surpresa. A mala apareceu, porém, aberta e com o cadeado violado.

– Faltavam lembranças minhas, e encontrei roupas de outras pessoas – recorda Roberta, que entrou na Justiça e teve de ser indenizada pela companhia.
Titular da delegacia do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Ricardo Guanaes Domingues expõe a dificuldade de combater os furtos em aeroportos.

– Como ocorrem furtos em todos os lugares, o problema é saber com certeza onde foi o problema – afirma.

O QUE FAZER

✔DESVIOS
Em fevereiro, o titular da delegacia do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Ricardo Guanaes Domingues, comandou a investigação que culminou
na prisão de uma quadrilha que desviava as malas dos voos internacionais para nacionais, tirando-as em seguida do aeroporto.
– Em geral, só viola uma mala quem tem acesso a ela. Pode ser alguém da companhia, do aeroporto – explica.
A design de interiores Ana Jaqueline Gall, 33 anos, fez a reclamação nos balcões em 2009, após uma viagem ao México.
Com o marido, ela partiu de Porto Alegre para Cancún, com escala em Guarulhos.

Quando o casal observou a bagagem, já no hotel, percebeu que estava sem o lacre.
No interior, faltavam roupas, biquínis, relógios e brincos. A reclamação ficou para o retorno, feita nos guichês das companhias no México e em São Paulo. Acabou sendo indenizada.
– Agora, sempre que chego, abro a mala e confiro tudo ainda na sala de desembarque – ensina.
Bagagem danificada

✔ Se o RIB não for feito, é possível fazer um comunicado por escrito à companhia em até sete dias após o desembarque. A empresa aérea deve ressarcir o passageiro, que pode
discordar do valor.
Nesse caso, é possível exigir uma indenização por dano moral.
Em geral, os passageiros reclamam com base na legislação dos direitos do consumidor, o que não limita o valor da indenização, fixado pelo juiz.
Ao chegar no seu destino, retire a mala na esteira e revise o seu conteúdo ainda na sala de desembarque. Em caso de extravio, dano ou furto, você deve ficar no local e procurar a empresa aérea para preencher
o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). Confira as orientações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Andep, da Polícia Civil e da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav-RS):
Furto
✔ Procure a empresa aérea e comunique o fato por escrito. A empresa é responsável pela bagagem desde o momento em que ela é despachada até o seu recebimento pelo passageiro. Além disso, registre uma ocorrência na Polícia Civil. Os aeroportos costumam ter postos ou delegacias de polícia.
A empresa aérea geralmente é condenada a indenizar o passageiro quando é possível comprovar que o item estava na mala.
É prudente guardar recibos, cupons fiscais, faturas e cartão de crédito, fotografias etc. que ajudem a provar que o pertence estava na mala.
Nos casos de objetos de valor, faça a declaração durante o check-in. O passageiro também pode reclamar na Justiça, caso se sinta
prejudicado. Em geral, reclama-se com base na legislação dos direitos do consumidor, o que não limita o valor da indenização, fixado pelo juiz.
EXTRAVIO
✔ Se você não fizer o RIB, tem até 15 dias após a data do desembarque para comunicar a empresa por escrito.
No entanto, para fazer a reclamação é necessário apresentar o comprovante de despacho da bagagem.
A bagagem só pode permanecer extraviada por no máximo 30 dias.
Após esse prazo, a empresa deve indenizar o passageiro. Caso seja localizada, a bagagem precisa ser enviada ao endereço indicado
pelo cliente, na origem ou destino da sua viagem.
A empresa aérea deve ressarcir o passageiro, que pode discordar do valor. Nesse caso, é possível exigir uma indenização por dano moral.
Em geral, os passageiros reclamam com base na legislação dos direitos do consumidor, o que não limita o valor da indenização, fixado pelo juiz.
Reclame
✔ Caso a empresa aérea deixe de cumprir as obrigações, você deve fazer uma manifestação na Anac pelo site www.anac.gov.br/faleanac ou pelo 0800-725-4445.
A abertura de procedimento administrativo na Anac não prejudica nem impede o passageiro de buscar indenizações junto a órgãos de defesa do consumidor e ao Poder Judiciário. Como
agência reguladora, a Anac pode atuar administrativamente, ou seja, aplicar multas.

PREVINA
Ao regressar de uma viagem, retire das malas as etiquetas colocadas pela companhia.
Manter os registros de um voo anterior, somados aos do novo destino, deixa margem para confusão na hora de encaminhar as bagagens.
Evite levar nas malas despachadas bens valiosos, como jóias, eletroeletrôncos, documentos importantes e objetos frágeis.
Caso contrário, declare o valor dos ítens ainda no check-in. Basta solicitar o formulário à empresa aérea que se responsabilizará pelos pertences declarados, podendo cobrara uma taxa.
Identifique a bagagem para facilitar sua visualização na sala de desembarque. Use etiquetas com seu nome, telefone, enderêço, número e rota de voo.
Uso de cadeado e de proteção plástica nas malas ajudam a evitar que elas sejam violadas.
Vale lembrar que, mesmo com um cadeado, o ziper da mala pode ser aberto.
Se possível, coloque algumas peças de roupa na bagagem de mão. É uma segurança em caso de extravio. Em vuagens em família, distribua as roupas e pertences das pessoas entre as bagagens.
fonte: GUILHERME MAZUI para o jornal “Zero HOra” 13 mar 2012






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