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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Passageiros e tripulantes ficam feridos voo REC-MIA AA 980 hj (em ingles)



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#1 Ptkass

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 01:10

Miami Herald agora a noite.




MIAMI INTERNATIONAL AIRPORT

Turbulence injures crew on flight to Miami from Brazil

[/left][/left][/left]
BY DIANA MOSKOVITZ

DMOSKOVITZ@MIAMIHERALD.COM


Six crew members were injured Sunday on an American Airlines flight from Brazil to Miami, an airport spokeswoman said.


The carrier’s Flight 980 apparently encountered turbulence on its way to Miami International Airport from the Recife Airport in Brazil, airport spokeswoman Maria Levrant said.


The flight landed at MIA shortly after 6:30 p.m. It had 136 passengers and nine crew members on board, an airline spokeswoman said.


Six crew members were injured due to the turbulence, Levrant said. Of the six, one was treated at the airport, she said, and five were taken to hospitals.


Of the five, one was transported to Metropolitan Hospital of Miami, she said, and the other four were taken to Jackson Memorial Hospital.

[/left]

#2 RFJET

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 01:10

Six crew members were injured Sunday on an American Airlines flight from Brazil to Miami, an airport spokeswoman said.

The carrier’s Flight 980 apparently encountered turbulence on its way to Miami International Airport from the Recife Airport in Brazil, airport spokeswoman Maria Levrant said.

The flight landed at MIA shortly after 6:30 p.m. It had 136 passengers and nine crew members on board, an airline spokeswoman said.

Six crew members were injured due to the turbulence, Levrant said. Of the six, one was treated at the airport, she said, and five were taken to hospitals.

Of the five, one was transported to Metropolitan Hospital of Miami, she said, and the other four were taken to Jackson Memorial Hospital.

#3 RFJET

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 01:13

Vi a entrevista na TV de alguns passageiros e eles disseram que o avião teve uma queda brusca...

#4 Ptkass

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 01:19

View PostRFJET, em 23 de janeiro de 2012 - 01:13 , disse:

Vi a entrevista na TV de alguns passageiros e eles disseram que o avião teve uma quera brusca...



Vi ainda ha pouco tb amigo,

como sempre nesses casos os passageiros que se feriram estavam sem cinto de seguranca. Parece que a tripulacao estava passando carrinho quando aconteceu. Segundo um dos entrevistados uma comissaria e um comissario bateram a cabeca no teto, cairam e, na comissaria, o carrinho parece que caiu nela ou algo assim. Tb segundo ele, muitos passageiros a frente dele que ele conseguiu ver bateram a cabeca no painel acima dos assentos.

Abs

#5 Eugênio

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 09:03

Famosa CAT?

Como ainda nunca peguei essa situação, para mim é como na música do Zeca Pagodinho...."nunca vi nem comi eu só ouço falar"

#6 Gucky

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 09:49

Um texto muito interessante, para quem quiser saber mais...

CAT - Clean Air Turbulence


Texto de Marcos Liotta

A partir dos anos 50, com o início das operações de jato em níveis de vôo nas altas altitudes, o encontro com uma CAT é reconhecido como problema operacional, pois com freqüência tal ocorrência dá-se inesperadamente e sem pistas visuais para advertir os pilotos do perigo iminente.

Em 1996, um comitê internacional para estudo de turbulência de ar claro definiu como toda a turbulência na área da atmosfera de interesse das operações aeroespaciais que estão fora ou adjacentes à atividade convectiva visível, incluindo a turbulência não observada em nuvens dentro ou adjacente à atividade convectiva visível. Com o passar do tempo, definições menos formais de CAT evoluíram e o Airman Information Manual (AIM) amplia a definição de CAT básica como turbulência encontrada em ar claro onde nenhuma nuvem está presente.

No entanto, a definição mais abrangente de CAT é apresentada como a turbulência encontrada fora de nuvens convectivas e em alguns casos em ar claro na redondeza de temporais. Os relatórios do FAA apontam quase 60 acidentes com passageiros e tripulantes a cada ano devido a encontro com CAT e desde 1990 houve um total de 15 mortes atribuídas a encontros de turbulência em céu claro.

Já os relatórios de segurança de vôo nacionais registrados pelo CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) indicam que os acidentes aéreos provocados por encontro com CAT resultaram em ferimentos na cabeça, quebra de omoplata ou clavícula, braços, cortes e contusões variados, quebra de equipamentos e danos estruturais nas aeronaves, etc..

OCORRÊNCIAS DE ENCONTROS COM CAT

Entre as ocorrências com CAT encontra-se a que acometeu um Boeing 747 da United Airlines em vôo de Narita a Honolulu e sofreu um CAT em cima do oceano Pacífico, motivando a divulgação desta grande manchete, pois neste acidente, uma passageira morreu e 104 outros paxs foram feridos. As notícias dão como causa um violento golpe de turbulência, tendo sido informado que após a leitura do DFDR da aeronave pelo NTSB, foi constatado que o avião teve um encontro com CAT.

A leitura do DFDR indica que a aeronave perdeu aproximadamente apenas 100 pés de altitude no tempo de 1 segundo e que a força G para cima, para baixo e para os lados não provocou danos ou ameaça à integridade estrutural de avião. A grande repercussão deste incidente, ocorrido no FL310 (nível de vôo 310 – 31 mil pés), deve-se ao tipo da ocorrência, pois a aeronave subiu ligeiramente, foi atingida por um windshear, desceu para 30.900 pés a uma razão de 6000 pés por minuto, porém, o piloto-automático manteve-se acoplado. Segundo o depoimento dos passageiros “ o avião caiu por queda livre em baixo de nós ” e também “ o avião balançou, sacudiu e depois mergulhou ”.

Outra ocorrência envolveu um B-767 da Transbrasil em vôo de Orlando para São Paulo que pousou em Manaus com emergência declarada após sofrer um encontro com CAT em pleno Mar do Caribe e perder aproximadamente 9.000 pés do nível de vôo (leitura do Flight Recorder), resultando em ferimentos a um Comissário (quebrou a clavícula), a um passageiro (ferimento na cabeça e ombro esquerdo), em sustos e compreensível mal-estar de outros passageiros. No começo de 2005, um passageiro foi seriamente ferido quando um Boeing 757 encontrou turbulência durante um vôo de Atlanta para Orlando transportando 190 passageiros e 7 tripulantes. Durante a turbulência, uma cafeteira caiu sobre o colo de um passageiro resultando em queimaduras de 2º grau, e o comandante precisou desviar o vôo para levá-lo ao hospital mais próximo, atrasando a chegada em Orlando.

Embora seja bem improvável que os passageiros a bordo de um Cherokee ou Cessna 172 sofram ferimentos por queda de cafeteira em seus colos ou serem lançados ao teto enquanto voam, todos os Pilotos precisam entender os vários tipos da natureza da turbulência CAT e os padrões meteorológicos associados a esse fenômeno. Estes acidentes/incidentes deram ensejo às autoridades aeronáuticas para lembrarem aos passageiros de manterem os cintos de segurança afivelados, mesmo se o Cmte. desligar o aviso de afivelar cintos.

ORIGEM DE UMA CAT

Os estudos mais importantes da meteorologia internacional apontam que uma das áreas principais que dão origem à turbulência de céu claro (CAT) é a vizinhança de uma jet stream, conforme o padrão de onda atmosférica nas grandes altitudes, com velocidades de 50 nós ou maior.

Ainda, os estudos da meteorologia brasileira consideram a existência de uma jet stream subtropical brasileira, muito ativa durante os meses de inverno e com sua área central geralmente ao redor de 30.000 pés sendo apresentada melhor no mapa de 300 milibares de pressão constante.com o centro entre 35000 e 45000 pés.

FORMAÇÃO DE CAT NO BRASIL

A jet stream subtropical. no Brasil geralmente tem sua área de formação estendendo-se nos níveis de vôo mais altos da Argentina, Uruguai, R.G. do Sul, Santa Catarina, eventualmente o sul do Paraná, embora áreas de baixa pressão em outros pontos do país também apresentem as condições para a formação de CAT em áreas de forte transferência de calor horizontal de temperatura (advecção).

Outra área notabilizada por formar CAT é a confluência de 2 correntes de jet stream. Em algumas ocasiões, uma jet stream de frente polar proveniente da Argentina descerá e passará por baixo da jet stream subtropical brasileira continental e a confluência dessas duas jet streams freqüentemente resulta em forte turbulência.

DIMENSÕES, PREVISIBILIDADE E VELOCIDADES

A área turbulenta associada com jet stream comumente tem cerca de 100 a 300 milhas prolongando-se na direção do vento com 50 a 100 milhas de largura e 5.000 pés de altura. Mas, a ocorrência de uma CAT é difícil de se prever uma vez que a CAT é um fenômeno pontual em relação à sua dimensão e sua duração, pois estes valores podem persistir de 30 minutos até um dia inteiro, dificultando a previsão da CAT. Uma tesoura de vento (windshear) ocorre em todas as direções, mas por convenção é medida nos eixos horizontal e vertical, considerando-se a velocidade de uma CAT de intensidade moderada quando o vento tem variação de velocidade de ± 40 kts (nós) na direção horizontal e/ou ± 5 kts (nós) na direção vertical.

REGRAS GERAIS SOBRE CAT

Algumas regras gerais sobre CAT foram desenvolvidas pela ICAO desde 1969 e tem sido expandidas e melhoradas por outros órgãos aeronáuticos mundiais como o Depto de defesa americano, o NTSB, FAA, JAA, CENIPA, etc., que ajudam a identificar áreas de formação de CAT como, por exemplo, estar diretamente proporcional à velocidade do vento e a tesoura de vento provocada pela velocidade desse vento. Entre outras, tem-se a indicação de que não é a velocidade do vento que diretamente provoca a CAT, mas a diferença da velocidade do vento entre um ponto ao outro provocando a reviravolta da massa de ar incluindo-se, também, que as jet streams curvilíneas são mais prováveis de terem bordas turbulentas do que jet stream retilínea, especialmente jet stream com curva ao redor de uma depressão estreita de baixa pressão..

Uma CAT pode ser encontrada na windshear vertical, tendo sua intensidade definida em 01 nós/1000 pés. Se for maior do que 5 nós/1000 pés, é provável que existam condições para formação de turbulência. As jet stream mais fortes do que 110 kts na área central têm potencial para gerar significância turbulência próxima da tropopausa acima do centro, na frente da jet stream e no lado da baixa pressão do centro. Em áreas montanhosas, uma windshear e a correspondente CAT são mais intensas acima e para sotavento das montanhas. Portanto, quando a rota do vôo atravessar uma jet stream de onda montanhosa, é desejável voar com velocidade de penetração em turbulência e evitar o vôo em cima de áreas onde o relevo do terreno acaba abruptamente, mesmo não havendo nenhuma nuvem lenticular para identificar a condição.

BOLETINS METEOROLÓGICOS DA CAT

Os boletins meteorológicos primários para distribuição de informação de turbulências atmosféricas, tanto convectiva como a CAT são, entre outros, os SIGMETS convectivos e os AIRMETS. Os SIGMETS convectivos são emitidos em tempos programados (H+55), para CAT, tempestades, formação de gelo, erupção e cinzas vulcânicas e outros fenômenos correlatos, apresentando o código NONE quando não houver a presença destas condições acima. O SIGMET é irradiado nas freqüências do controle de tráfico aéreo e também nas freqüências do HIWAS (Hazardous Inflight Weather Advisory Service), contendo informações sobre a intensidade, extensão e localização de um fenômeno meteorológico específico de grande interesse para Pilotos e operadores em geral. Já os AIRMETS são emitidos para alerta de fenômenos meteorológicos significantes, mas de menor intensidade do que aqueles que geram um SIGMET, disponível para Pilotos através do serviço de meteorologia em rota.

OS PERIGOS DE UM ENCONTRO COM CAT

Desde as primeiras aulas de vôo, os Pilotos recebem as instruções referentes aos perigos advindos do encontro com diversos tipos de turbulência, inclusive a turbulência em céu claro e todas as suas conseqüências. Portanto, se o Piloto encontrar ou souber da existência de uma CAT, deve emitir um PIREP (Pilot Report) que poderá salvar vidas em algum outro vôo na região e/ou torná-los mais seguros para a comunidade da aviação. Os Pilotos deveriam considerar cuidadosamente os perigos associados com vôos em áreas nas quais os boletins meteorológicos indicam a presença de uma CAT, inclusive turbulência montanhosa, devendo obter dados meteorológicos confiáveis por satélite sempre que possível e monitorar as comunicações via radio à escuta de reporte de outros Pilotos da existência de CAT na região sobrevoada. Devem sempre lembrar que fotos meteorológicas por satélite são úteis para identificar uma CAT normalmente na vizinhança de jet stream.associada com nuvens cirrus. As fotos por satélites apresentando padrão de nuvem tipo onda ou curvilínea são freqüentemente ligadas com a turbulência de onda montanhosa.

Em busca de níveis de segurança de vôo sempre melhores, já existem diversos aeródromos brasileiros que contam com o serviço de câmeras de vídeo em tempo real, apresentando as condições meteorológicas na área de operações de decolagens, pousos, aproximações e das formações do relevo na área desses aeródromos. Se o Piloto sofrer um encontro com CAT, deverá avaliar eventuais ferimentos nos passageiros, efetuar uma pesquisa de danos à estrutura da aeronave, restaurar o quanto possível as condições de vôo (nível planejado, direção, velocidade, etc.) ou declarar emergência pousando num aeródromo mais próximo. Na ocorrência de um encontro com CAT, os Pilotos também devem considerar um possível desacoplamento inadvertido do piloto automático, ou mudança inesperada do Automatic Mode, conforme as características técnicas do equipamento eletrônico instalado na aeronave.

E por último, o Piloto deve repassar os ensinamentos de segurança de vôo referentes aos graves acidentes aéreos causados pelo deslocamento da carga transportada advindos do encontro com uma CAT que, ao afetarem perigosamente o equilíbrio longitudinal da aeronave, chegam a provocar a perda de controle em vôo culminando com o choque da aeronave contra o solo.

Editado por Gucky, 23 de janeiro de 2012 - 09:50 .


#7 Mastercaptain

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 10:01

Pode não ter sido CAT. Um grande cumulo isolado e um ajuste mal feito do radar meteorologico também pode ser considerado.

#8 MD-11

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 11:13

Por esse e outros motivos que, quando estou na poltrona, sempre com cintos afivelados!

#9 Max_NG

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 12:19

Quem sou eu para dizer, mas pela imagem do satélite que esta no Avherald e dada a questão especifica destes vôos de 757 ao Brasil que sempre estão no "esbarro" o avião estava voando no meio de umas boas linhas de CB que sempre moram por ali essa época ... Quem voa de American sabe de uma pratica, ao meu ver, incorreta dos comissários que é fazer serviço de bordo e andar pelo avião com o aviso de cinto ligado...muitas vezes combinam com a cabine de comando para deixar o aviso ligado mesmo sem turbulência para que os pax nao fiquem zanzando pelos corredores..... O problema nessa pratica esta justamente aí... Deu no que deu, somente eles se machucaram, quem sabe nao resolvem mudar esse esquema ou levar mais a serio o aviso de cinto.... Só espero que nao tenham se machucado feio, turbulência nao é brincadeira, usem SEMPRE o cinto.... Abraços

#10 LV-LEO

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 12:20

Vai aparecer no Jornal Hoje...

#11 Hermann

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 12:56

View PostMD-11, em 23 de janeiro de 2012 - 11:13 , disse:

Por esse e outros motivos que, quando estou na poltrona, sempre com cintos afivelados!


O problema é que o seu, o meu, o nosso vizinho não está com o cinto afivelado.
Ai o FDP infeliz sobe, bate no teto e volta no seu colo. E vai explicar isso pro cretino...

Quem voa e não deixa o cinto afivelado deveria tomar porrada! hehehehehe ;-)

PS: Quem voa sem o cinto acha o que? Que na emergência estando sem cinto ele conseguirá "sair correndo mais rápido"?
PS2: Tenho notado que a tripulação está MUITO relapsa no quesito "pegar no pé do FDP sem cinto". Mesmo em situações de turbulência eu não percebi a tripulação "obrigando" o cretino a colocar o cinto. Se todos devem obedecer a tripulação, porque esta está sendo frouxa? :-(

#12 Elton Farias

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 13:07

Interessante foi o fato de que mesmo com os 6 comissários feridos, resolveram ir para MIami.. segundo uma passageiro o problema ocorreu com apenas 2:30 de voo... isto é, ainda tinha muito chão pela frente... meio arriscado né? Afinal, se houvesse alguma emergência, como é que fariam sem o auxílio dos tripulantes?

#13 Hermann

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 14:15

View PostElton Farias, em 23 de janeiro de 2012 - 13:07 , disse:

Interessante foi o fato de que mesmo com os 6 comissários feridos, resolveram ir para MIami.. segundo uma passageiro o problema ocorreu com apenas 2:30 de voo... isto é, ainda tinha muito chão pela frente... meio arriscado né? Afinal, se houvesse alguma emergência, como é que fariam sem o auxílio dos tripulantes?


Havia um médico a bordo, especialista em primeiros socorros. O tempo total de voo era de 8h30 faltando 6h (interessante... GRU-MIA são 8h25 com 777 @ 905 km/h, REC-MIA são 8h30 com 757 @ 850 km/h). Provavelmente o médico colaborou com a decisão do piloto de prosseguir para MIA.

Só acabou o serviço de bordo, já que não sobrou ninguém para atender os passageiros! :-(

#14 Gucky

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 14:50

Self Service, UAI... HAHAHAHAH

#15 Abel_BSB

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 15:59

Agora a versão brasileira para o incidente ... estejam preparados e com os saquinhos de emergência às mãos !!!! ... detalhe para o asterisco no final da reportagem

Brasileiro relata momentos de pânico a bordo de voo turbulento para Miami

Três funcionários ficaram feridos após serem arremessados contra o teto da aeronave

Do R7*
Imagem postada
Brasileiro radicado em Los Angeles, nos EUA, Gillas Correa relatou momentos de "pânico" a bordo do voo turbulento entre Recife e Miami


Um passageiro do voo 980 da American Airlines, que deixou feridos em uma viagem turbulenta entre Recife e Miami neste domingo (22), relatou aoR7 os momentos de “pandemônio total” na aeronave. Segundo o diretor de arte Gillas Correa, de 44 anos, o avião “literalmente despencou do céu”, jogando passageiros contra o teto e ferindo comissários de bordo que estavam de pé.


Três funcionários da American Airlines ficaram feridos no voo, segundo a companhia aérea, que informou que os comissários de bordo foram levados para hospitais de Miami, no sudeste dos Estados Unidos. Durante o trajeto, o avião passou por uma zona de grande turbulência que, segundo o passageiro, arremessou as pessoas contra o teto da aeronave.

De acordo com Correa, os problemas começaram cerca de duas horas após o avião ter partido de Recife (por volta das 13h, pelo horário local). Segundo ele, o avião entrou em uma zona de turbulência que o fez “despencar mais de mil metros” em poucos instantes.

- Em minha opinião, isso foi uma barbeiragem do piloto. Eu acredito que o avião estava no piloto automático, ninguém estava prestando atenção, e de repente eles tentaram desviar [da zona de turbulência]. Houve uma turbulência violenta e o avião começou a embicar para baixo. Quando ele estabilizou, eu olhei para as informações do voo e o avião tinha descido mais de mil metros em relação à altura em que estava voando antes.

Segundo Correa, a turbulência foi tão forte que chegou a jogar passageiros contra o teto da aeronave.

- O povo todo foi parar no teto do avião. Quem tava com cinto, não bateu com a cabeça no teto, mas quem tava sem cinto, bateu a cabeça, bateu o corpo, bateu tudo... Tinha muita gente gritando, criança chorando, gente dizendo que ia morrer. Foi um pandemônio total.

Além disso, segundo o passageiro, um carrinho de comida de bordo pode ter ferido gravemente uma comissária durante a turbulência.

- Esse carrinho bateu no teto do avião, tanto que quebrou o teto e caiu em cima de uma das aeromoças. Ela voou, bateu no teto do avião, caiu no chão e o carrinho caiu em cima. O outro comissário voou, bateu no teto do avião, deu uma cambalhota e caiu no corredor.

Segundo Correa, um médico que estava a bordo e socorreu os funcionários disse que a aeromoça pode ter quebrado a pélvis ou um osso da coluna. Ele foi chamado até a cabine de piloto para discutir a possibilidade de um pouso de emergência, mas, junto do piloto, decidiu que não havia urgência e era melhor que o voo fosse direto para Miami.

Correa acrescentou que os comissários de bordo que não se feriram foram “extremamente cordiais, sempre muito atentos” e perguntando se alguém estava machucado. Os passageiros receberam a opção de ir até o hospital na chegada em Miami, mas segundo o brasileiro, a maioria decidiu continuar viagem normalmente.

* Colaborou Caio Proença, estagiário do R7



Fonte:http://noticias.r7.c...i-20120123.html

Editado por Abel_BSB, 23 de janeiro de 2012 - 16:01 .


#16 leowf

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 16:17

Peguei uma dessas uma vez num voo da Varig para JFK de 747. Pessoas batendo no teto, bins abrindo..... foi realmente um caos mas deu tudo certo no final!!
E engraçado que naquela época não saíam essas notícias sensacionalistas!!! Barbeiragem do piloto???

#17 Alex Vieira

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 16:21

Barbeiragem do piloto??????????? Valha-me Deus...

#18 CostaCampos

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 16:26

Vamos rezar para que os colegas tripulantes se recuperem rápido.

#19 MarcosFarias

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 16:27

Situação totalmente imprevisível. Mas eles sabiam que iam pegar uns CBs próximos.

Editado por MarcosFarias, 23 de janeiro de 2012 - 16:28 .


#20 leo_cnf

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Postado 23 de janeiro de 2012 - 16:30

View PostElton Farias, em 23 de janeiro de 2012 - 13:07 , disse:

Interessante foi o fato de que mesmo com os 6 comissários feridos, resolveram ir para MIami.. segundo uma passageiro o problema ocorreu com apenas 2:30 de voo... isto é, ainda tinha muito chão pela frente... meio arriscado né? Afinal, se houvesse alguma emergência, como é que fariam sem o auxílio dos tripulantes?


concordo com você, um pouso de emergência em algum lugar no caribe teria sido mais sensato.


quanto aos comentários do passageiro brasileiro, não o crucifiquem, ele não sabe o que fala.





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