Coisa que relutaram em fazer, devido ao seu orgulho Texano e hoje pagam acima do quê era para ser feito anos antes.

American Airlines anuncia a demissão de 13.000 empregados
#21
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 13:13
Coisa que relutaram em fazer, devido ao seu orgulho Texano e hoje pagam acima do quê era para ser feito anos antes.
#22
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 13:42
#23
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 14:10
filipecalado, em 02 de fevereiro de 2012 - 13:42 , disse:
Corte deve ser principalmente rotas domesticas e Europa, creio que o mercado que a AA mais gosta de depois de Londres não deva sofrer tanto não.
AA e Am.Latina é mina de ouro.
#24
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 17:49
lichmann, em 02 de fevereiro de 2012 - 14:10 , disse:
AA e Am.Latina é mina de ouro.
Eu acho que é provável até upgrade de aeronave em algumas rotas para a América Latina, uma vez que sobrarão aviões após essa reestruturação, excetuando-se aqueles que serão devolvidos/paralisados, é claro. Por outro lado, antes de pensar em upgrade é preciso resolver a equação do outro tópico, sobre a atual queda de demanda entre Brasil e EUA...
Quem sabe um aumento da oferta por parte da AA para o Brasil recoloque os preços em patamares civilizados?
Editado por LV-LEO, 02 de fevereiro de 2012 - 17:50 .
#25
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 18:08
lichmann, em 02 de fevereiro de 2012 - 13:13 , disse:
Coisa que relutaram em fazer, devido ao seu orgulho Texano e hoje pagam acima do quê era para ser feito anos antes.
Se uma certa empresa Brasileira com a estrela na cauda tivesse feito isso lá por 2001/2002, quem sabe a história não teria sido diferente...
Mas Inês é morta...
Boa sorte a AA!
#26
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 18:55
Rafaelguimaraes, em 02 de fevereiro de 2012 - 18:08 , disse:
Se uma certa empresa Brasileira com a estrela na cauda tivesse feito isso lá por 2001/2002, quem sabe a história não teria sido diferente...
Mas Inês é morta...
Boa sorte a AA!
Aquela lá não tinha chance de sair do buraco. O problema dela continuaria existindo: sua administração (donos). Já a AA, bom, parece que a maior acionista tem apenas 9% da AMR Corp.
#27
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 21:53
x-varigvinny, em 02 de fevereiro de 2012 - 18:55 , disse:
Aquela lá não tinha chance de sair do buraco. O problema dela continuaria existindo: sua administração (donos). Já a AA, bom, parece que a maior acionista tem apenas 9% da AMR Corp.
Tinha, mas só até 2002. E é o que eu afirmo: da mesma forma que uma empresa precisa reduzir de tamanho para sobreviver, o problema da Varig foi não ter buscado o tamanho ideal para sua sobrevivência. As decisões erradas tomadas na década de 90 foram o motivo da quebra da empresa em 2006.
#28
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 22:04
#29
Postado 02 de fevereiro de 2012 - 23:58
#30
Postado 03 de fevereiro de 2012 - 08:48
x-varigvinny, em 02 de fevereiro de 2012 - 18:55 , disse:
Era o câncer da Varig a FRB-Par, depois que ela recuso na véspera a reestruturação promovida pelo BNDES, muitos perderam o pouco de credibilidade que holding tinha.
Sobre a AMR, se não mudou nada, o maior acionista (justamente com os 9%) é o FL Group que é a holding que controla a Icelandair. E veja só como o mercado de aviação fora do BR (e da AL) é desenvolvido: maioria das empresas aéreas tem vários donos e não chega a ser impositivo. A maior acionista da LH deve ter no máximo 10%, da Iberia também, a United recentemente era controlada por 55% pelos funcionários. Até Juan Trippe não era sócio majoritário da Pan Am, mas tinha algo como 40% nas décadas de 30/40 através do Aviation Corporation of Americas. Já aqui vemos tudo concentrado nas mãos de empresas familiares ou pseudo-familiares.
x-varigvinny, em 02 de fevereiro de 2012 - 18:55 , disse:
Era o câncer da Varig a FRB-Par, depois que ela recuso na véspera a reestruturação promovida pelo BNDES, muitos perderam o pouco de credibilidade que holding tinha.
Sobre a AMR, se não mudou nada, o maior acionista (justamente com os 9%) é o FL Group que é a holding que controla a Icelandair. E veja só como o mercado de aviação fora do BR (e da AL) é desenvolvido: maioria das empresas aéreas tem vários donos e não chega a ser impositivo. A maior acionista da LH deve ter no máximo 10%, da Iberia também, a United recentemente era controlada por 55% pelos funcionários. Até Juan Trippe não era sócio majoritário da Pan Am, mas tinha algo como 40% nas décadas de 30/40 através do Aviation Corporation of Americas. Já aqui vemos tudo concentrado nas mãos de empresas familiares ou pseudo-familiares.
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