Olá de novo gente, vamos agora para a parte dois desse Flight Report. Para quem não se lembra, acabei a primeira parte em solo baiano, curtindo um calor de 32º, historia que você pode ler aqui: http://forum.contato...brasil-parte-1/.
Pois bem, após desembarcar do baby bus as 13h49, tinha pela frente uma conexão relâmpago, pois o próximo vôo sairia as 14h25. Assim que desci do ônibus em Salvador, procurei o setor de embarque, e achei rapidamente. Foi um prazer estar em Salvador por alguns minutos, certamente quero voltar lá com calma, é uma cidade encantadora. Embarcaríamos agora no voo O6 6315, operado sem escalas entre Salvador e Guarulhos, com um Airbus A320, parte final da saga aérea.
Dessa vez, a eficiência da Avianca mais uma vez se sobressaiu. Enquanto eu olhava a banquinha de Acarajé e os preços exorbitantes das lanchonetes, o tempo ia passando e nada de chamada para o embarque, que se iniciou somente às 14h15, horário de Brasília. Mais uma vez deixei os apressadinhos embarcarem e fui um dos últimos a passar pelo portão de embarque e me acomodar no assento 23K, na parte traseira do Airbus A320. Dessa vez teria a companhia de uma simpática senhora e seu neto, que iam a Guarulhos para pegar um vôo para Orlando.
Que inveja, não podia nem falar que estava indo a Guarulhos para pegar o... Pássaro Marron. Enfim, ao embarcar no Airbus, deu para sentir o cheirinho de novo, até porque, o ar condicionado estava no máximo, formando uma espécie de “fumacinha” nas saídas de ar laterais. Que delicia o clima dentro do avião, eu, como bom curitibano, prefiro o frio, agora mesmo estou morrendo de calor enquanto escrevo.
Pois bem, sem mais delongas, vamos falar da experiência de voar no novíssimo Airbus A320. Quem me levaria a São Paulo seria o PR-AVR, o terceiro dos 4 A320 da Avianca, matriculado D-AXAP durante a fase de construção, com msn 4941, recebido em 30/11/2011, ou seja, tinha pouco mais de um mês de operação, estava em perfeitas condições. O aeroporto não estava lá muito cheio aquela hora, portanto, a vista pela janela era bem monótona, mas já era hora de deixar a ponte numero 3 e ganhar os céus.

Decolamos as 14h34, apenas 9 minutos após o estimado, e olhe que o embarque se iniciou 14h15, realmente rápido.
A gravidade foi vencida, e assim que decolamos, começamos um sobrevoo pelo oceano, antes de ganhar novamente as nuvens que teimavam em aparecer no meu caminho naquele dia.

Aqui podem ver como é a PTV da aeronave

Pois bem, vamos falar sobre o entretenimento a bordo, haviam muitas opções, porem poucas me agradaram, e o episodio de Os Simpsons que havia disponível, eu já assisti. Apesar de o catalogo de bordo, o mesmo do A318, mostrar cinco opções de filmes, elas estavam indisponíveis, então procurei o canal de musicas, que tinha muitas e agradáveis opções, montei minha própria seleção e fui o vôo todo ouvindo musica e curtindo o sistema de AirShow.
O simpático menu da tela, algumas funções ainda estão indisponíveis

Como disse, seguimos parte do vôo sobre o mar, e aqui nessa foto, não fossem as nuvens, vocês poderiam ver a cidade de Ilheus.

Ainda sobre o litoral baiano, foi servido o lanche, outro sanduiche, dessa vez com um cream cheese e peito de peru, mas com um sabor diferente do vôo do A318, que tinha abacaxi dentro. Bebidas foram as de sempre: Pepsi, Guaraná, água e sucos. Como podem ver, sou um pouco fã do Guaraná Antarctica, mas bem pouco

Confesso que o pitch do A320 não me agradou, com certeza foi o mais apertado dos três vôos, mas se comparado com alguns Airbus da TAM e Boeing da Gol e Webjet, isso aí tá ótimo. Nessa foto podem ver o apoio para pés abaixado, sinceramente, achei isso inútil, pois se apoiasse meus pés nele ficaria em uma posição desconfortável, mas para pessoas menores e principalmente crianças, acredito que seja útil.

Nesse momento, estávamos estabilizados no FL360, com previsão de pouso em Guarulhos as 16h50. Aproveitei para avaliar o Safety Card, no mesmo padrão dos demais Airbus da empresa, e para curtir a paisagem que era composta por... adivinhem: nuvens ¬¬.
Agora já sobrevoávamos o EspiritU Santo, cruzando no FL380, mas outras vezes sobrevoamos também o Espirantu Santo. Erros de português pequenos, mas que deveriam ser corrigidos. Aproveitem para ver a rota percorrida entre SSA e GRU

Passamos pelo litoral fluminense e atingimos nosso ponto de descida próximo ao limite entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Continuei olhando as nuvens, quando iniciamos uma curva a esquerda, nem dei bola, coloquei meu óculos pois o sol estava no rosto agora e baixei a persiana até a metade. Passou mais algum tempo, concluímos a curva e iniciamos outra. Ai veio aquele pensamento genial: Acho que já vi essas nuvens antes. E estava certo, logo em seguida veio o speech da cabine de comando (não lembro das palavras exatas, mas foi isso): Senhoras e senhores, devido a chuva na Terminal de São Paulo, o aeroporto de Guarulhos está com acumulo de trafego, e estamos executando orbitas nesse momento até que possamos pousar. Pela sua atenção, obrigado.
Em meio a essas grandes formações, executamos três orbitas, que pareceram levar uma eternidade, e a senhora ao meu lado começou a ficar impaciente com medo de perder seu próximo voo.

Após as orbitas, a aproximação para a pista 09R de Guarulhos foi longa, também em meio as nuvens. É comandante, se o senhor queria economizar combustível no nosso vôo, se deu mal. Finalmente era hora de pousar, cabine preparada pelos comissários, esperei que eles se acomodassem e comecei a filmar o pouso, ocorrido as 17h38, 33 minutos após o estimado (17h05), mas isso não foi culpa da empresa.
Pousamos e passamos na frente dos widebodies estacionados, deu pra tirar essa foto do PT-MVV, e me bateu uma sensação estranha, uma boa lembrança da minha viagem no A330 da TAM e a péssima lembrança de como ela terminou, lembrança que não me deixou escrever um Report sobre esta viagem ainda.

Estava garoando em Guarulhos, e desembarcamos na área remota, e pior, só pela porta da frente, levei uma eternidade para sair da aeronave e chegar ao saguão. As 18h15 estava embarcado no ônibus da Passaro Marron que me levaria até o Metrô Tatuapé, e de lá fui para a Avenida Paulista saborear essa verdadeira iguaria paulistana, o Bauru! Recomendo a todos que experimentem o verdadeiro Bauru, do bar Ponto Chic, o meu favorito na capital Paulista.

Pois bem, assim terminou nossa magnifica aventura pela Avianca. Voar pela empresa foi um prazer, ainda mais experimentando um avião com menos de dois meses de uso, e além de tudo, voar por voar é uma das melhores coisas que existem, como já li o João Vitor Balduíno falando em um outro reporte. Do ponto de vista emocional, foi perfeito, o lado racional, vocês conferem nas considerações finais.
Infelizmente já era tarde, o tempo passa mais rápido quando se está em São Paulo, uma cidade que eu admiro muito e que sempre me faz bem, é sempre bom estar lá, a passeio claro. Estava na hora de embarcar na First Class do GTV de volta à Curitiba. Epa, pera aí, com certeza você está pensando: a Gol não tem Primeira Classe, e mesmo que tivesse, não colocaria num vôo para Curitiba né.
Ah gente, não é desse GTV que eu estou falando,

E sim desse

Considerações Finais:
Pois bem, após desembarcar do baby bus as 13h49, tinha pela frente uma conexão relâmpago, pois o próximo vôo sairia as 14h25. Assim que desci do ônibus em Salvador, procurei o setor de embarque, e achei rapidamente. Foi um prazer estar em Salvador por alguns minutos, certamente quero voltar lá com calma, é uma cidade encantadora. Embarcaríamos agora no voo O6 6315, operado sem escalas entre Salvador e Guarulhos, com um Airbus A320, parte final da saga aérea.
Dessa vez, a eficiência da Avianca mais uma vez se sobressaiu. Enquanto eu olhava a banquinha de Acarajé e os preços exorbitantes das lanchonetes, o tempo ia passando e nada de chamada para o embarque, que se iniciou somente às 14h15, horário de Brasília. Mais uma vez deixei os apressadinhos embarcarem e fui um dos últimos a passar pelo portão de embarque e me acomodar no assento 23K, na parte traseira do Airbus A320. Dessa vez teria a companhia de uma simpática senhora e seu neto, que iam a Guarulhos para pegar um vôo para Orlando.
Que inveja, não podia nem falar que estava indo a Guarulhos para pegar o... Pássaro Marron. Enfim, ao embarcar no Airbus, deu para sentir o cheirinho de novo, até porque, o ar condicionado estava no máximo, formando uma espécie de “fumacinha” nas saídas de ar laterais. Que delicia o clima dentro do avião, eu, como bom curitibano, prefiro o frio, agora mesmo estou morrendo de calor enquanto escrevo.
Pois bem, sem mais delongas, vamos falar da experiência de voar no novíssimo Airbus A320. Quem me levaria a São Paulo seria o PR-AVR, o terceiro dos 4 A320 da Avianca, matriculado D-AXAP durante a fase de construção, com msn 4941, recebido em 30/11/2011, ou seja, tinha pouco mais de um mês de operação, estava em perfeitas condições. O aeroporto não estava lá muito cheio aquela hora, portanto, a vista pela janela era bem monótona, mas já era hora de deixar a ponte numero 3 e ganhar os céus.

Decolamos as 14h34, apenas 9 minutos após o estimado, e olhe que o embarque se iniciou 14h15, realmente rápido.
A gravidade foi vencida, e assim que decolamos, começamos um sobrevoo pelo oceano, antes de ganhar novamente as nuvens que teimavam em aparecer no meu caminho naquele dia.

Aqui podem ver como é a PTV da aeronave

Pois bem, vamos falar sobre o entretenimento a bordo, haviam muitas opções, porem poucas me agradaram, e o episodio de Os Simpsons que havia disponível, eu já assisti. Apesar de o catalogo de bordo, o mesmo do A318, mostrar cinco opções de filmes, elas estavam indisponíveis, então procurei o canal de musicas, que tinha muitas e agradáveis opções, montei minha própria seleção e fui o vôo todo ouvindo musica e curtindo o sistema de AirShow.
O simpático menu da tela, algumas funções ainda estão indisponíveis

Como disse, seguimos parte do vôo sobre o mar, e aqui nessa foto, não fossem as nuvens, vocês poderiam ver a cidade de Ilheus.

Ainda sobre o litoral baiano, foi servido o lanche, outro sanduiche, dessa vez com um cream cheese e peito de peru, mas com um sabor diferente do vôo do A318, que tinha abacaxi dentro. Bebidas foram as de sempre: Pepsi, Guaraná, água e sucos. Como podem ver, sou um pouco fã do Guaraná Antarctica, mas bem pouco

Confesso que o pitch do A320 não me agradou, com certeza foi o mais apertado dos três vôos, mas se comparado com alguns Airbus da TAM e Boeing da Gol e Webjet, isso aí tá ótimo. Nessa foto podem ver o apoio para pés abaixado, sinceramente, achei isso inútil, pois se apoiasse meus pés nele ficaria em uma posição desconfortável, mas para pessoas menores e principalmente crianças, acredito que seja útil.

Nesse momento, estávamos estabilizados no FL360, com previsão de pouso em Guarulhos as 16h50. Aproveitei para avaliar o Safety Card, no mesmo padrão dos demais Airbus da empresa, e para curtir a paisagem que era composta por... adivinhem: nuvens ¬¬.
Agora já sobrevoávamos o EspiritU Santo, cruzando no FL380, mas outras vezes sobrevoamos também o Espirantu Santo. Erros de português pequenos, mas que deveriam ser corrigidos. Aproveitem para ver a rota percorrida entre SSA e GRU

Passamos pelo litoral fluminense e atingimos nosso ponto de descida próximo ao limite entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Continuei olhando as nuvens, quando iniciamos uma curva a esquerda, nem dei bola, coloquei meu óculos pois o sol estava no rosto agora e baixei a persiana até a metade. Passou mais algum tempo, concluímos a curva e iniciamos outra. Ai veio aquele pensamento genial: Acho que já vi essas nuvens antes. E estava certo, logo em seguida veio o speech da cabine de comando (não lembro das palavras exatas, mas foi isso): Senhoras e senhores, devido a chuva na Terminal de São Paulo, o aeroporto de Guarulhos está com acumulo de trafego, e estamos executando orbitas nesse momento até que possamos pousar. Pela sua atenção, obrigado.
Em meio a essas grandes formações, executamos três orbitas, que pareceram levar uma eternidade, e a senhora ao meu lado começou a ficar impaciente com medo de perder seu próximo voo.

Após as orbitas, a aproximação para a pista 09R de Guarulhos foi longa, também em meio as nuvens. É comandante, se o senhor queria economizar combustível no nosso vôo, se deu mal. Finalmente era hora de pousar, cabine preparada pelos comissários, esperei que eles se acomodassem e comecei a filmar o pouso, ocorrido as 17h38, 33 minutos após o estimado (17h05), mas isso não foi culpa da empresa.
Pousamos e passamos na frente dos widebodies estacionados, deu pra tirar essa foto do PT-MVV, e me bateu uma sensação estranha, uma boa lembrança da minha viagem no A330 da TAM e a péssima lembrança de como ela terminou, lembrança que não me deixou escrever um Report sobre esta viagem ainda.

Estava garoando em Guarulhos, e desembarcamos na área remota, e pior, só pela porta da frente, levei uma eternidade para sair da aeronave e chegar ao saguão. As 18h15 estava embarcado no ônibus da Passaro Marron que me levaria até o Metrô Tatuapé, e de lá fui para a Avenida Paulista saborear essa verdadeira iguaria paulistana, o Bauru! Recomendo a todos que experimentem o verdadeiro Bauru, do bar Ponto Chic, o meu favorito na capital Paulista.

Pois bem, assim terminou nossa magnifica aventura pela Avianca. Voar pela empresa foi um prazer, ainda mais experimentando um avião com menos de dois meses de uso, e além de tudo, voar por voar é uma das melhores coisas que existem, como já li o João Vitor Balduíno falando em um outro reporte. Do ponto de vista emocional, foi perfeito, o lado racional, vocês conferem nas considerações finais.
Infelizmente já era tarde, o tempo passa mais rápido quando se está em São Paulo, uma cidade que eu admiro muito e que sempre me faz bem, é sempre bom estar lá, a passeio claro. Estava na hora de embarcar na First Class do GTV de volta à Curitiba. Epa, pera aí, com certeza você está pensando: a Gol não tem Primeira Classe, e mesmo que tivesse, não colocaria num vôo para Curitiba né.
Ah gente, não é desse GTV que eu estou falando,

E sim desse

Considerações Finais:
- Reserva: 10 – Feita rapidamente pelo simples, porém pratico site da Avianca;
- Check-in: 7,0 – Feito pela internet rapidamente, mas um problema no site me fez perder bastante tempo na hora de imprimir os cartões de embarque;
- Embarque: 7,7 – Os três embarques foram ágeis, porem um pouco desorganizados e iniciados tardiamente;
- Conforto: 8,8 – 10 para o F100, 8,5 para o A318 e 8 para o A320, o conforto está anos-luz a frente de Gol e TAM, só a Azul rivaliza
- Entretenimento: 7 – No F100, só uma revista, no A318 só áudio, no A320 apesar de bem apresentado, a programação AVOD deixou a desejar em alguns aspectos
- Serviço de Bordo: 8 – Sanduiches bons para o padrão aeronáutico, e quando comparado com os amendoins e bolachinhas que se come por aí, ficam melhores ainda, as bebidas podiam ser Coca Cola, mas fazer o que.
- Tripulação: 6 – Como diria um renomado escritor de Flight Report, a tripulação foi apenas correta, nenhum ponto contra e nenhum a favor
- Pontualidade: 9 – Atrasos dentro do estimado nas partidas e chegadas adiantadas, o atraso em Guarulhos não foi por culpa da empresa
- Desembarque: 5 – As três vezes pela remota, não é legal descer na pista com um calor de 32º como em Salvador ou com chuva e escada descoberta como em Guarulhos
- Nota final: 7,61 – Foram vôos agradáveis, e a partir de agora, quando houver opção, vou de Avianca, apesar da presença tímida em Curitiba.














