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Filipinas de olho no Super Tucano

Filipinas Super Tucano OV-10 Bronco

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#1 jambock

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Posted 28 de March de 2012 - 00:34

Meus prezados:
Filipinas de olho no Super Tucano
Desde janeiro de 2011, demonstrando interesse pelo avião de ataque leve Embraer EMB-314 Super Tucano, o Ministério da Defesa das Filipinas pretende este ano definir o sucessor do OV-10 Bronco, hoje empregado em missões de contrainsurgência.
Utilizados contra a insurgência islâmica que atua prinicipalmente nas ilhas de Mindanao e Palawan desde a virada do milênio, a Pilipinas Hugbong Himpapawid (PHH - Força Aérea das Filipinas) vem sentindo considerável dificuldade para manter sua frota de OV-10 Bronco com aceitável índice de disponibilidade.
A PHH prevê a aquisição de um lote inicial de seis aeronaves de ataque leve.
Apesar de estar examinando o Ayres AT-802U e o Beech AT-6 Texan II como alternativas, fontes filipinas apontam o Super Tucano como claro favorito.
fonte: revista "Força Aérea" fev 2012

#2 transvasp

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Posted 25 de June de 2012 - 08:41

Governo das Filipinas pretende adquirir aeronaves T-50 da Coreia do Sul e Super Tucano do Brasil



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O governo filipino pretende adquirir aeronaves Super Tucano fabricadas pela Embraer. (Foto: Embraer)


O Departamento de Defesa Nacional (DND) das Filipinas disse na quinta-feira que está de olho em transações de governo para governo com a Coréia do Sul e com o Brasil para a aquisição de jatos de treinamento avançado T-50 e aeronaves turboélices de ataque leve Embraer EMB-314 Super Tucano.

Numa entrevista por telefone com jornalistas, o secretário de Defesa Voltaire Gazmin, disse que essas aeronaves são necessárias para proteger o espaço aéreo das Filipinas.

A Coreia do Sul fabrica o T-50, que é um treinador supersônico que também pode executar as tarefas de ataque leve. O Super Tucano foi projetado para missões de ataque leve, de contra-insurgência (COIN), apoio aéreo aproximado, e de reconhecimento aéreo.

As transações de Governo para Governo, ou G2G, são relações não-comerciais entre duas organizações, departamentos, e autoridades governamentais.

Gazmin fez a revelação em meio a críticas, de que o uso de operações G2G para a aquisição de equipamento militar é propenso à corrupção devido à falta de licitação.

Gazmin respondeu que as transações G2G irão eliminar os intermediários que se beneficiam de comissões, resultando em preços mais baixos de aquisição.

Além disso, Gazmin deu garantias de que no âmbito do programa de transparência da administração Aquino, “todos os contratos e processos estão disponíveis para ser avaliados pelo povo.” Ele disse que essa transparência está sendo observada na licitação para ativos semelhantes.

“Se você vai passar por um terceiro, haverá comissões e o preço será maior. Agora, de governo para governo (negócios), os intermediários são evitados e, ao mesmo tempo, funcionários do governo são responsáveis nas suas relações”, disse ele.

O DND também está visando adquirir navios e equipamentos de comunicação da Coreia do Sul, Itália, França, Grã-Bretanha ou do Brasil. Essas aquisições também pretendem ser realizadas por meio de transações G2G.

Fonte: GMA News – Tradução: Cavok

#3 jambock

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Posted 07 de October de 2016 - 10:13

Meus prezados
Super Tucano é o favorito em concorrência nas Filipinas
O Jane’s noticiou que a Força Aérea Filipina (PAF) vai novamente iniciar um processo para selecionar uma aeronave de apoio aéreo aproximado (CAS), que irá substituir seus OV-10 Bronco.
O esforço para encontrar uma nova aeronave tinha começado em 2014 e o serviço teve que repetir o processo algumas vezes com potenciais licitantes, mas nenhum conseguiu cumprir os requisitos.
O Super Tucano do Brasil é visto como um dos grandes favoritos para vencer a concorrência.
Fonte: site Poder Aéreo 6 OUT 2016



#4 jambock

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Posted 03 de January de 2017 - 00:49

Meus prezados
Blog asiático diz que EMB-314 Super Tucano é o favorito para vencer concorrência de aeronaves CAS nas Filipinas
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Super Tucano: carro-chefe de vendas da Embraer

 

O blog de assuntos militares indonésio Defense Studies – um dos mais conhecidos e acessados da Ásia – noticiou, nesta segunda-feira (02.01), que o turboélice de combate Super Tucano, da Embraer, é o modelo favorito para vencer a concorrência aberta pela Força Aérea das Filipinas visando a aquisição de seis aeronaves de apoio aéreo aproximado – Close Air Support (CAS).
De acordo com a informação, os Super Tucanos disputam a preferência dos filipinos com três outros modelos:
– o jato checo Aero Vodochody L-39 CAS (usado) de aviônica amplamente modificada pela conceituada empresa israelense Elbit Systems, já operativo na Real Força Aérea Tailandesa (35 unidades);
FifiL39israelenseLINDA.jpg
L-39 CAS modificado pela Elbit Systems

 

– o Beechcraft T-6 Texan II (foto abaixo); e o

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– KAI KA-1 (versão armada do famoso treinador Woongbi).
FifiL39israelenseKA-1.jpg

Entre todas as alternativas, a que parece mais ameaçadora ao avião da Embraer, não é – como ocorre normalmente em outros cenários de disputa – o T-6 Texan II, e sim o L-39 Elbit Systems, que possui uma capacidade de transportar bombas e foguetes consideravelmente maior que a do Super Tucano, e é oferecido com sistemas completamente computadorizados de gerência de armamentos e de navegação – apto, inclusive, a operar as chamadas smart weapons.
Definição – O cronograma para a definição do assunto organizado pelos chefes militares filipinos é o seguinte:
– 11 de janeiro de 2017 – conferência com os representantes das aeronaves oferecidas, para a solicitação de propostas finais;
– 27 de janeiro de 2017 – abertura dos envelopes com as propostas finais dos fabricantes dos aparelhos, que acontecerá em Camp Emilio Aguinado, na cidade de Quezon.
As aeronaves a serem importadas vão substituir um punhado de bimotores OV-10M e OV-10C Broncos (vistos abaixo), recebidos dos Estados Unidos e da Tailândia, e que pertencem ao Grupo de Operações Especiais de Apoio ao Combate Nº 770, sediado na Base Aérea Clark, em Angeles City – 84 km ao norte da capital Manila.
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As Filipinas lidam com um sério problema de terrorismo, e desde 2012 preparam a substituição dos Broncos – os do modelo C hoje preparados para lançar as bombas Paveway LGB. Quatro anos atrás a informação era de que a Aviação Militar Filipina reservara 115 milhões de dólares para fazer a substituição dos Broncos.
De acordo com o Defense Studies a verba disponível atualmente para a importação das seis aeronaves é de 4,9 bilhões de pesos Filipinos, o equivalente a 98,9 milhões de dólares – ou seja, o preço unitário do Super Tucano não poderá exceder os 16,5 milhões de dólares, o que parece um valor compatível com o que a Embraer vem pedindo por seu avião no mercado internacional.
AMX – É a segunda vez, em quase cinco anos, que a Força Aérea das Filipinas examina seriamente a possibilidade de comprar uma aeronave da Embraer.
A primeira foi em março de 2012, quando uma delegação do Departamento de Defesa Nacional das Filipinas viajou à Itália para conhecer o jato ítalo-brasileiro AMX. Nessa época o avião desfrutava de um conceito tão bom que os militares filipinos admitiam comprar exemplares do AMX dos estoques da Aviação Militar Italiana – ou, em outras palavras, aviões de segunda mão.
Em junho daquele ano surgiu a primeira notícia de que os filipinos poderiam estar interessados no EMB-314 Super Tucano da Embraer para o programa de Apoio Aéreo Aproximado. Mas a opção final do governo de Manila foi mesmo pelo jato sul-coreano KAI TA-50 Golden Eagle.
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 2 JAN 2017



#5 jambock

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Posted 18 de June de 2017 - 22:35

Meus prezados
Descuidada na apresentação de sua proposta técnica, americana Textron não contestará vitória da Embraer na disputa aberta pelas Filipinas para comprar 6 aviões CAS
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O bem conceituado A-29 Super Tucano (na foto com as cores da Força Aérea Colombiana)

Uma delegação militar das Filipinas visitará a sede da Embraer, em São José dos Campos (SP), nas próximas semanas, como forma de completar os procedimentos destinados a viabilizar a encomenda oficial de seis aeronaves EMB-314/A-29 Super Tucano.
Na quarta-feira da semana passada, após sete anos de muitas análises, a Força Aérea das Filipinas anunciou que a empresa brasileira era a única das três concorrentes originais ao fornecimento de um avião CAS (Close Air Support) no âmbito da Fase I (Apoio Aéreo Aproximado) do Programa de Modernização First Horizon dessa Aviação Militar, que cumprira todas as exigências estipuladas – especialmente na abertura dos envelopes referentes à documentação técnica (sobre desempenho e apoio logístico ao equipamento) e à proposta financeira.
Agora os chefes militares filipinos esperam que os A-29 do Brasil possam começar a ser entregues em 2019.
Eles vão substituir os velhos bimotores tipo Bronco OV-10 da Força Aérea das Filipinas (visto abaixo sendo empregado contra guerrilheiros filipinos).
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Oferta checa – Competiram com o Super Tucano o AT-6 Wolverine da empresa americana Textron Aviation/Beechcraft – variante especialmente bem artilhada do conhecido Beechcraft T-6 Texan II –, e o L-39NG, único jato (subsônico) da concorrência, apresentado pela empresa checa Aero Vodochody como um desenvolvimento do conhecido treinador L-39 Albatross.
Os checos chegaram a oferecer, além dos seis L-39NG artilhados, dois aparelhos de treinamento L-39 Albratoss modernizados para o padrão L-39NG.
A Textron também jogou pesado nas Filipinas. Há anos que a companhia pressiona os chefes militares filipinos a adotar sua aeronave.
Mas o Super Tucano reuniu as preferências dos pilotos filipinos, e também o mais completo dossiê sob o aspecto de produto de eficácia comprovada.
O avião da Embraer esteve nas Filipinas há pouco mais de um ano.
Levado à Base Aérea Danilo Atienza, de Cavite (foto a seguir), ele foi testado por nada menos do que 15 aviadores de combate filipinos, que foram assistidos por pilotos de teste da companhia brasileira.
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Segundo o blog filipino MaxDefense, especializado em assuntos militares, a predileção pelo Super Tucano era tão notória, que ao menos dois outros fabricantes de peso do mercado aeronáutico – a TAI, da Turquia, e a KAI, da Coreia do Sul – desistiram do certame aberto pelo Departamento de Defesa Nacional de Manila.
Os turcos ensaiaram oferecer a versão de combate do seu turboélice de treinamento Hürkus, e os sul-coreanos o KA-1 Woongbi, fabricado sob licença no Peru.
A Korea Aerospace Industries (KAI), mais elegante, desculpou-se dizendo que sua aeronave não atendia as especificações técnicas requeridas pelo cliente; a Turkish Aerospace Industries (TAI) alegou que não teve tempo (!) de preparar sua oferta para o Programa First Horizon.
Na fase final da concorrência, também a Aero Vodochody retirou-se da disputa.
Envelopes – Como ocorre em concorrências desse tipo, os filipinos exigiram dos finalistas dois envelopes: um referente ao componente de elegibilidade e qualificação técnica do produto, e outro relativo aos aspectos financeiros da proposta.
O envelope “técnico” deve conter respostas a todos os requisitos de documentação relacionados à empresa e ao equipamento, bem como suas capacidades como fornecedor. O “comercial”, os aspectos financeiros da oferta, incluindo o valor pedido para atender o projeto.
A abertura dos envelopes deu-se na seguinte ordem: primeiro o de “Elegibilidade e Componente Técnico”, depois o do “Componente Financeiro”.
Ambos os envelopes da Embraer foram aceitos sem nenhum problema.
Mas quando o envelope de “Elegibilidade e Componente Técnico” da Textron foi apresentado, descobriu-se que faltavam documentos importantes referentes à elegibilidade do AT-6 para as tarefas que ele precisaria cumprir.
Em função dessa proposta técnica “descuidada” (para se dizer o mínimo), a Textron foi imediatamente desqualificada. A abertura do envelope do “Componente Financeiro” sequer foi realizada (o que, segundo a apuração feita pelo MaxDefense, tornou impossível à Embraer ficar sabendo quais eram os preços da concorrência).
A partir daí criou-se a expectativa de que a Textron tentasse impugnar a vitória da empresa brasileira, o que acabou não acontecendo.
A companhia americana também tem direito a apresentar uma Moção de Reconsideração ao Departamento de Defesa Nacional filipino – o que, em tese, lhe daria oportunidade de revelar os valores pedidos pelo AT-6 guardados no envelope do “Componente Financeiro” –, mas nem isso parece suficiente para garantir aos americanos um mínimo de chances na concorrência.
Aliás, nos bastidores políticos de Manila o que se comenta é que a oferta da Embraer é quase 2 milhões de dólares mais barata que a da Textron.
Complemento – Nas Filipinas, a Fase II do Programa Horizon prevê a aquisição de mais 18 aeronaves CAS, o que permitiria a aposentadoria dos pequenos aviões SF-260 TP, de origem italiana.
Ainda no campo sempre movediço dos rumores, o que se comenta é que o polêmico presidente Rodrigo Duterte prefere as aeronaves turboélices – mais baratas de adquirir e de manter – a aviões a jato para as missões CAS.
Fonte:  Roberto Lopes para site Plano Brasil 16 JUN 2017



#6 jambock

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Posted 18 de July de 2017 - 18:24

Meus prezados
Embraer se submete às ‘Inspeções de Pós-Qualificação’ que a habilitarão a vender seis (ou, quem sabe, mais) Super Tucanos nas Filipinas
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A-29 Super Tucano nas Filipinas, ano passado, para ser submetido a testes de voo

A companhia brasileira Embraer está sendo submetida às chamadas “Inspeções de Pós-Qualificação” estabelecidas pelo Departamento de Defesa Nacional das Filipinas. Vistorias que têm, como objetivo, atestar suas condições de atender a um contrato de fornecimento de aeronaves Super Tucano à Aviação Militar Filipina.
No primeiro semestre do ano a Embraer foi declarada a fabricante mais bem classificada no Projeto de Aquisição de Aeronaves de Apoio Aéreo” (Close Air Support Project) da Fase Horizon 1 do chamado Programa Revisto de Modernização da Força Aérea das Filipinas.
O Projeto prevê a compra de seis aeronaves que estarão incumbidas de substituir uma dezena de velhos aparelhos bimotores Rockwell OV-10 Bronco (foto abaixo, onde o rosto do piloto aparece coberto por motivo de segurança), de origem americana.
DadaBroncovistopelaproa.png
Precisamente por sua condição de “única licitante compatível” (com os requisitos da Força Aérea Filipina), a empresa do Brasil está obrigada a passar pelo crivo das “Inspeções de Pós-Qualificação”, apresentadas pelo governo de Manila como forma de “evitar atrasos adicionais ao projeto”.
O Projeto de Aquisição já enfrentou vários retardamentos nos últimos anos.
As “Inspeções” incluem uma vistoria em profundidade das instalações do fabricante, e o exame minucioso da aeronave oferecida – no caso, o A-29.
Somente depois dessas verificações é que o contrato com a Embraer será assinado. Os números em jogo são mantidos em segredo, mas especula-se que esse fornecimento – acompanhado de suprimentos, peças de reposição, documentação técnica e treinamento (de pilotos e mecânicos) – não tenha sido avaliado em menos de 120 milhões de dólares.
Segundo a coluna INSIDER pôde apurar, internamente a Embraer avalia até como bem positivo esse desejo dos militares asiáticos de conhecer suas instalações, porque especialistas da empresa calculam que, devido à atuação de diferentes grupos guerrilheiros na parte sul do território filipino, a Aviação Militar local teria condições de absorver não seis, mas, pelo menos, 18 turboélices com o perfil do Super Tucano.
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 17 JUL 2017



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Posted 29 de July de 2017 - 12:34

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Exportação de Super Tucanos para as Filipinas pode ser quadruplicada (tudo depende dele…)
Dependendo da forma como avance a entrega do primeiro lote de seis aeronaves EMB-314 Super Tucano à Aviação Militar Filipina, e, sobretudo, de como isso seja comunicado ao (polêmico) presidente Rodrigo Duterte, essa exportação para o país asiático pode ser quadruplicada.
Segundo a coluna INSIDER pôde apurar, a Embraer, fabricante do A-29 Super Tucano, já foi informada, extraoficialmente, de que o Programa de Modernização da Força Aérea das Filipinas prevê a substituição não apenas dos bimotores de reconhecimento e ataque ao solo OV-10 Bronco, de fabricação americana, mas também a dos turboélices SF-260TP, de origem italiana.
Isso quer dizer que todo o material do 16º e do 17º Esquadrões de Ataque da 15ª Ala Aérea, sediada na Base Aérea Danilo Atienza, de Sangley Point, Cavite, na periferia da capital Manila, será renovado. Uma perspectiva mais do que animadora para a companhia brasileira.
A Embraer aguarda para ainda este ano a assinatura do contrato de fornecimento dos primeiros seis aviões, dentro da Fase Horizon 1 do Programa de Modernização. Os Super Tucanos precisarão ser entregues no país asiático em 2019.
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As 18 aeronaves restantes serão adquiridas no âmbito da Fase Horizon 2 do mesmo projeto, mas precisarão, antes, das bênçãos do mercurial Duterte, que, ao menos a princípio, foi convencido de que os turboélices, por suas características de desempenho, são mais efetivos no combate aos grupos extremistas Maute e Abu Sayyaf (ligado à Al Qaeda), que infestam a parte meridional do território filipino.
Em conversas privadas com os seus chefes militares e até em pronunciamentos públicos, o presidente já declarou: acredita que os turboélices são mais baratos e mais fáceis de manter e operar do que os aviões a jato.
Nada disso quer dizer que a concorrência está conformada com a possível perda da encomenda de aeronaves anti-guerrilha.
Em Manila, o lobby do caça sino-paquistanês JF-17 Thunder (muito mais barato que o FA-50 sul-coreanos já importado por Duterte), insiste na tese de que a aquisição desses jatos abriria um importante canal de cooperação entre a Administração Filipina e o governo de Pequim.
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 29 JUL 2017



#8 jambock

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Posted 30 de November de 2017 - 14:04

Meus prezados

Força Aérea das Filipinas faz pedido de seis A-29 Super Tucano da Embraer

A Embraer anunciou um pedido de seis aviões de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano para a Força Aérea das Filipinas (PAF, na sigla em inglês). Após um abrangente processo de licitação pública, que contou com a participação de vários fabricantes de todo o mundo, cumprindo os mais rigorosos processos de avaliação, o Super Tucano foi selecionado como parte do plano de modernização da PAF. A aeronave será utilizada em missões de apoio aéreo tático, ataque leve, vigilância, intercepção e contra-insurgência. As entregas começarão em 2019.

“Estamos orgulhosos de sermos selecionados pela Força Aérea das Filipinas, nosso segundo operador na região da Ásia-Pacífico, e pela confiança expressada por nossos clientes”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “O Super Tucano é o melhor avião de ataque leve do mercado e estamos confiantes de que ele realizará com excelência as missões para as quais foi selecionado.”
O A-29 Super Tucano é um avião turboélice robusto, versátil e poderoso, capaz de realizar uma ampla gama de missões, mesmo operando a partir de pistas não preparadas. Até o momento, o Super Tucano já foi selecionado por 14 forças aéreas em todo o mundo. Uma vez que a entrega dessas aeronaves esteja concluída, elas serão operadas e mantidas pelo 15º Esquadrão de Ataque, o usuário final dentro da PAF.

Fonte: G1 via CECOMSAER 30 nov 2017


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