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J-20 chinês pode ser mais poderoso que o F-22 americano


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#1 transvasp

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Posted 17 de May de 2012 - 08:22

J-20 chinês pode ser mais poderoso que o F-22 americanoTA-FEIRA, MAIO 16, 2012



Posted Image


Novas informações de fontes ligadas ás forças armadas chinesas mostram que o país asiático está investindo pesado em uma aeronave de caça que possa ser superior aos dois principais aviões de batalha norte-americanos: F-22 e F-35. Trata-se do J-20, que esteve sendo desenvolvido secretamente por anos, mas começou a ter informações reveladas, desde o surgimento de vídeos como o postado acima.

O site ABC News revelou ter contato com fontes afirmando que J-20 possui capacidade para carregar muito mais munição e carga explosiva do que o F-22. Ao mesmo tempo, estima-se que ele seja superior ao F-35 em grande parte de suas especificações (velocidade, alcance, poder de fogo e capacidade de se esconder de radares).

O departamento de defesa dos Estados Unidos afirmou ao ABC News que a China está sendo monitorada para que seja possível compreender a modernização militar chinesa – e também as implicações disso para a região. Não há mais detalhes sobre as fontes das informações ou sobre os projetos das forças armadas da China.


Fonte: ABC News via Tecmundo - Via Noticias Sobre Aviação

#2 jambock

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Posted 01 de March de 2014 - 11:31

Meus prezados:
china.jpg

Caça chinês de quinta geração realiza primeiro voo bem sucedido
O jato chinês de quinta geração J-20 (Chengdu-20) de modificação P2011 fez seu primeiro voo bem sucedido, de acordo com a mídia local.
Durante todo o voo, o J-20 foi escoltado por caças J-10 (Chengdu-10).
O primeiro voo de teste do Chengdu-20 foi feito ainda em 2011, mas o protótipo criado pelos chineses "não chegou" então até ao nível de desempenho definido pelos desenvolvimentos promissores dos competidores – o caça russo de projeto T-50 e o norte-americano F-22.
Segundo a imprensa, a aeronave segue utilizando o motor russo de quarta geração AL-31FN.
Fonte: Portal VOZ DA RÚSSIA via CECOMSAER 28 fev 2014



#3 ppjr

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Posted 04 de March de 2014 - 17:42

Quem já dirigiu um Jac Motors sabe que este J20 vai ser o futuro caixão alado.


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#4 T-6D

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Posted 04 de March de 2014 - 22:20

Essa está parecendo aquela velha tatica de falar que os oponentes americanos estão com desempenho superior para justificar os gastos astronomicos de novas aeronaves .



#5 Abel_BSB

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Posted 05 de March de 2014 - 00:38

Os comunistas são especialistas em criar estatísticas falsas ... Portanto, enquanto um J20 não abater um F22 ou F35, não da para leva-los a sério. Por outro lado, copy paste em serie acaba ensinando alguma coisa. É esperar para ver.
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#6 transvasp

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Posted 31 de March de 2014 - 11:43

j20furtivo2-580x269.jpg

Novas fotos na internet mostram detalhes de mais um protótipo do caça chinês J-20, agora com mais detalhes em relação as suas características furtivas. A pintura da aeronave é parecida com a encontrada nos norte-americanos F-22 e F-35, provavelmente com capacidade de diminuir a assinatura infravermelha em algumas bandas de frequência. O canopi agora tem duas peças e recebeu uma cobertura metalizada.

Percebe-se também as bordas em formato de serra do radome e, atrás dele, pode ser vista a abertura de um sensor de imagem compatível com um alerta de aproximação de mísseis (MAWS). Abaixo do nariz está visível uma abertura semelhante à encontrado no F-35, podendo ser um sensor térmico de busca e rastreamento (IRST) ou um designador laser. Ao redor das entradas de ar estão visíveis aberturas de sensores com cobertura em grade, semelhantes à entrada de ar do motor do F-117, além de um provável sensor de alerta radar.

j20furtivo3-580x326.jpg

j20furtivo1-580x185.jpg

 

 

Fonte: http://www.aereo.jor...z-mais-furtivo/



#7 BlackAce

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Posted 31 de March de 2014 - 12:13

 

j20furtivo2-580x269.jpg

Novas fotos na internet mostram detalhes de mais um protótipo do caça chinês J-20, agora com mais detalhes em relação as suas características furtivas. A pintura da aeronave é parecida com a encontrada nos norte-americanos F-22 e F-35, provavelmente com capacidade de diminuir a assinatura infravermelha em algumas bandas de frequência. O canopi agora tem duas peças e recebeu uma cobertura metalizada.

Percebe-se também as bordas em formato de serra do radome e, atrás dele, pode ser vista a abertura de um sensor de imagem compatível com um alerta de aproximação de mísseis (MAWS). Abaixo do nariz está visível uma abertura semelhante à encontrado no F-35, podendo ser um sensor térmico de busca e rastreamento (IRST) ou um designador laser. Ao redor das entradas de ar estão visíveis aberturas de sensores com cobertura em grade, semelhantes à entrada de ar do motor do F-117, além de um provável sensor de alerta radar.

j20furtivo3-580x326.jpg

j20furtivo1-580x185.jpg

 

 

Fonte: http://www.aereo.jor...z-mais-furtivo/

 

 

Com o patrocínio.

 

adesivo-bravox-ps3-pc-carro-moto-parede-

Alto falantes de grande desempenho.

 

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#8 transvasp

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Posted 31 de March de 2014 - 14:43

 

Com o patrocínio.

 

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Alto falantes de grande desempenho.

 

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#9 jambock

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Posted 18 de December de 2014 - 20:14

Meus prezados:

Governo chinês decide que aeronave furtiva J-20 não será exportada!

A decisão de Pequim foi recebida com surpresa nos meios especializados, haja vista, desde 2011, quando o Chengdu J-20 foi visto pela primeira vez, analistas ocidentais acreditavam que essa aeronave estaria disponível para exportação.

Com essa decisão, o objetivo da China é evitar que tecnologia sensível de 5ª geração presente em sua aeronave termine parando em mãos hostis.

Essa é a mesma linha de raciocínio adotada pelo Congresso dos EUA quando, em meados do ano 2000, foi proibida a exportação do caça stealth F-22.

A decisão chinesa também é vista com ironia pelo mercado, em parte pelo fato de existirem fortes indícios de que parte da tecnologia sensível presente no J-20 foi obtida ilegalmente, através de hackers chineses, e espionagem, provenientes do programa do F-35.

Apesar da surpresa com a proibição de exportação para o J-20, as coisas, efetivamente, começam a fazer mais sentido, uma vez que o parque aeroespacial chinês trabalha em uma segunda aeronave com características furtivas, o Shenyang J-31 (FC-31), que, ao contrário do primeiro, declaradamente destina-se ao mercado externo.

Voltando ao J-20, seu desenvolvimento está em estágio acelerado. Existem cinco protótipos em testes, construídos sucessivamente, de forma que cada um deles incorporta avanços tecnológicos em relação ao modelo imediatamente anterior. Estima-se que até o final de 2017, a aeronave já estará operacional na PLAAF (Força Aérea Chinesa).
Fonte: http://www.cavok.com.br/blog/?p=82114



#10 jambock

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Posted 04 de January de 2016 - 19:09

Meus prezados

China inicia produção do J-20, o "caça invisível"
Após série de protótipos, país chega a modelo pronto para entrar em produção

A Água Negra foi vista pela primeira vez na semana do Natal, um pouco distante na cidade onde nasceu, Chengdu, na região oeste da China. Era um dia de sol e frio, aproximadamente 13 graus. Uma aparição rápida, segundo o comando da aviação de Pequim, mas suficientemente longa para indicar aos analistas ocidentais que a Água - ou o novo caça chinês J-20 - está pronta para entrar em produção regular.

É uma máquina de guerra espetacular, desenvolvida em apenas cinco anos, a contar do voo do primeiro protótipo, em 2011. Um caça de 5° geração, invisível aos sistemas de detecção conhecidos - radar, feixe de laser, onda sônica - ao nível do modelo russo T-50 e com "grande possibilidade" de chegar ao padrão de sofisticação do F-22 Raptor, americano, muito avançado, de acordo com o relatório anual da Fundação Jamestown, de Washington, que analisa o balanço das relações militares dos EUA e demais potências.

O projeto nasceu ambicioso, no final dos anos 90. Sabe-se pouco sobre ele. As espeficicações iniciais citam velocidade máxima na notável faixa dos 3 mil km/hora, com capacidade para manter durante longo período o deslocamento supersônico, a 2.400 km/h e altitude de 20 mil metros. O modelo visto há uma semana é o nono construído, e provavelmente a unidade de pré-série.

A aeronave incorpora várias soluções aerodinâmicas e revela que os sistemas de armas, cerca de sete toneladas de mísseis e bombas inteligentes, mais o canhão de 23mm, estão todos instalados em compartimentos internos. As câmaras se abrem no momento do lançamento, reduzindo o sinal eletrônico do jato.

Radares. Os recursos de furtividade parecem produzir bons resultados. Há três anos, protótipos decolam equipados com um dispositivo que emite um sinal expandido, destinado a revelar a presença e a posição do J-20. O projeto, entretanto, enfrenta problemas. A China não tem ainda o motor adequado ao caça e usa turbinas russas AL-31F.

Desde 1997, a indústria batalha no desenvolvimento de um conjunto próprio, de alta potência, o WS-15, que deve gerar até 18,5 toneladas de empuxo. A estimativa é de que a meta seja atingida em 2017.

Uma manobra intermediária pode estar em curso. Recentemente, os governos da China e da Rússia anunciaram negociações para o fornecimento de um lote de 24 a 36 caças Sukhoi-35S, os mais modernos do arsenal russo. Os aviões serão entregues com motores Saturno AL-41F15, de última geração. O contrato prevê acesso à tecnologia dos propulsores, o que pode acelerar o projeto local.

Nos EUA, o advento do caça chinês despertou atenção. O Pentágono, no Relatório Anual ao Congresso, define o J-20 como "eficiente plataforma de longo alcance". Para o analisa privado Loren Thompson, "o maior risco está na capacidade (do J-20) de atacar furtivamente objetivos em alta mar, a grande distância", referência às flotilhas navais lideradas pelos porta-aviões nucleares americanos.

Fonte: Roberto Muniz para o Estadão via CECOMSAER 4 JAN 2016


Edited by jambock, 04 de January de 2016 - 19:44 .


#11 transvasp

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Posted 06 de January de 2016 - 16:32

....."China inicia produção do J-20, o "caça invisível"....

 

Isso não existe !!!! :cool:  :cool: 



#12 NAT6

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Posted 13 de January de 2016 - 01:00

É sério que brasileiros estão tirando sarro da tecnologia e poderio bélico da China?! Kkkk. Claro... F-5 e A-4 da década de 70 é que são bons... Um desses JAC Motors acaba com a FAB e Marinha juntas e vcs se achando os espertões....

Cada uma.....

#13 transvasp

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Posted 13 de January de 2016 - 08:06

É sério que brasileiros estão tirando sarro da tecnologia e poderio bélico da China?! Kkkk. Claro... F-5 e A-4 da década de 70 é que são bons... Um desses JAC Motors acaba com a FAB e Marinha juntas e vcs se achando os espertões....

Cada uma.....

 

 

NAT6 

 

É evidente que não há como comparar nossa fraquíssima força aérea com a da China.

 

As críticas, e na maioria das vezes as brincadeira, estão relacionadas a alguns pontos que são desconhecidos por nós.

 

Projetos similares (muitas vezes cópias adquiridos sabe-se lá onde !!!)

 

Projetos comprados ao invés de desenvolvidos.

 

Falta de detalhes desses projetos.

 

O fato deles nunca terem entrado em ação.

 

O mais legal disso tudo.... A comparação "maldosa" dos caças com os produtos de R$ 1,99 vendidos na 25 de Março e outros pontos populares de nosso Brasilzão !!

 

É claro que todos sabem também das qualidades da China. Veja um exemplo !   

 

http://www.cbers.inpe.br/

 

Não leve ao pé da letra tudo que vc lê por aqui.

 

Um forte abraço e divirta-se 


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#14 jambock

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Posted 24 de July de 2016 - 14:44

Meus prezados

Novo exemplar de produção do caça J-20 chinês

http://www.cavok.com...ca-j-20-chines/


Edited by jambock, 24 de July de 2016 - 14:45 .


#15 jambock

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Posted 09 de August de 2017 - 02:20

Meus prezados
O que os pilotos chineses pensam sobre os seus J-20
Tela-capturada-do-v%C3%ADdeo-dos-J-20-qu
Tela capturada do vídeo dos J-20 que voaram no desfile dos 90 anos do Exército de Libertação Popular — PLA

Pela segunda vez desde o seu primeiro voo há seis anos e meio, o J-20, a última geração de aviões de combate chineses, ficou oficialmente em frente ao grande público no domingo, 30 de julho, desfilando no Centro de Treinamento de Zhurihe por ocasião do 90º aniversário da fundação do Exército de Libertação Popular da China (PLA).
Três aeronaves, pintadas em dois tons digitalizados, voaram pelos céus da Mongólia interior em frente ao presidente chinês XI Jinping e os 12 mil soldados que participaram do desfile militar.
Além das imagens feitas por outras aeronaves, as câmeras instaladas dentro do cockpit do J-20 também enviaram imagens tanto interessantes quanto inéditas.
De acordo com o comentarista do desfile transmitido ao vivo a milhões de telespectadores chineses, o J-20 é “uma aeronave de combate supersônica furtiva de 4ª geração*, capaz de enganar radares (inimigos) e realizar manobras em muito baixas altitudes e destruir inimigos antes mesmo que eles o vejam.”
https://youtu.be/aQnOKcFqkPQ
Uma definição oficial que destaca duas das características de aeronaves desse tipo — muito baixa observabilidade e alta manobrabilidade — e também a principal tática do J-20, ou seja, usar sua furtividade para lançar um ataque além do alcance de detecção de aeronaves inimigas.
Mas se esses comentários pareceram algo banais, embora oficiais, os elementos dados por dois pilotos do J-20 que foram entrevistados nos permitirão entender mais este avião previamente mantido em segredo.
“Sua manobrabilidade é muito melhorada em comparação com a aeronave da geração anterior, pode-se dizer que é ágil como um coelho”, disse ZHANG Hao (张昊), piloto de J-20 em fase avançada de treinamento, “seu desempenho no regime subsônico não é ruim, e uma vez no regime supersônico, ele entra em seu reino”.
“Graças aos muitos sensores de bordo da aeronave e à fusão avançada de dados, o nível de automação do J-20 é muito alto”, acrescenta ZHANG, “o campo de batalha tornou-se cada vez mais transparente para nós”.
https://youtu.be/X2Wy4gWyLqI
O jovem piloto ZHANG, Tang Hai Ning (汤海宁), diz que os pilotos de J-20 de hoje são capazes de voar em três tipos diferentes de aviões de combate de nova geração.
Hoje, o esquadrão de J-20 também está equipado com outros modelos de caças, como o novo bombardeiro J-16 e o avião de combate J-10C. Esta mistura promove o “brainstorming” dos pilotos, o que torna possível ajustar as táticas de combate aéreo entre si.
Quando TANG fala sobre o J-20 voando nas condições climáticas um pouco peculiares na Mongólia interior, lê-se através de suas palavras que a aeronave é sensível e muito receptiva, forçando os pilotos a manobrar até mais do que o normal.
Além desses testemunhos diretos de pilotos de caça, a reportagem televisiva do desfile também revelou vários detalhes interessantes.
Capacete-TK-31-1024x683.jpg
Capacete TK-31

 

O primeiro diz respeito ao capacete utilizado pelos pilotos J-20, que é diferente daqueles atualmente em serviço em outros aviões chineses.
Na verdade, o capacete de proteção leve TK-31 desenvolvido pela subsidiária ALI do fabricante de aviões chinês AVIC, já foi exposto na última exposição de aviação de Zhuhai.
Sabendo que este capacete também é usado por pilotos estudantes que voam em novas aeronaves de treinamento avançado chinesas, como JL-9 e JL-10, é provável que o TK-31 seja apenas o capacete de treinamento do J-20 e não do tipo HMDS, uma tecnologia já amplamente utilizada nos aviões de combate J-10x e J-11x, por exemplo.
Além dos capacetes dos pilotos, também notou-se que os J-20 voando em Zhurihe, o maior centro de treinamento integrado na Ásia com seus 1.066 quilômetros quadrados de área e localizado a 200 km da fronteira da Mongólia, estavam sempre equipados com lentes Lüneberg, projetadas para aumentar significativamente a seção reta radar do avião.
J-20-com-lentes-de-Luneberg-1024x581.jpg
J-20 com lentes de Lüneberg para aumentar a seção reta radar

 

Esta é uma medida de segurança, para evitar que a assinatura do radar J-20 seja medida por um terceiro nesta localização muito remota na China, ou uma medida por necessidade, já que o controle de tráfego aéreo não pode detectar a aeronave a uma distância maior?
O último detalhe diz respeito ao campo de visão do piloto do J-20. Como uma aeronave de configuração delta com canards, como o J-10, a primeira comparação não rigorosa mostra que o piloto de J-20 tem um melhor campo de visão para a parte traseira lateral do que o J-10. Isto é devido aos canards que são instalados no mesmo plano que a asa, em forma diédrica ligeiramente positiva para preservar a vantagem aerodinâmica de tal configuração.
Embora o combate WVR (Within Visual Range — Dentro de Alcance Visual) não pareça ser a estratégia preferível do J-20, a visibilidade ainda contribui para a consciência situacional do piloto, e, portanto, a capacidade de sobrevivência como um todo.
(*) A 4ª geração na classificação chinesa equivale à 5ª geração dos EUA e Rússia.
Fonte: East Pendulum / Por Henri Kenhmann Tradução e adaptação do Poder Aéreo / COLABOROU: Almir Ricardo 8 AGO 2017



#16 jambock

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Posted 27 de September de 2017 - 21:25

Meus prezados
J-20 um verdadeiro marco tecnológico e estratégico para a China
J20.jpg

 

Em outubro de 2016, a Editora da Indústria da Aviação da China publicou abertamente ao público uma coleção de artigos assinadas por Gu Songfen e um de seus colegas da Academia Chinesa de Engenharia, o qual revela a estimativa do progresso e dos custos no desenvolvimento do caça chinês J-20 o trabalho replicado em diversos sites Chineses e Taiwaneses.
De acordo com os autores, os custos totais de pesquisa e desenvolvimento em 2002 referentes ao caça furtivo J-20, são estimados em US$ 5,62 bilhões, incluindo a fabricação, teste de 8 protótipos e pré-produção. A pesquisa e o desenvolvimento da fuselagem custaram US$ 3,02 bilhões, o motor, US$ 900 milhões, já os  equipamentos eletrônicos e armas, US$ 1,1 bilhões e US$ 500 milhões, respectivamente.
O preço de um único avião segundo eles, varia entre US$ 68 e US$ 75 milhões, um valor bem mais elevado que os US$ 35 milhões gastos num Su-27, porém, muito inferior ao dos F-22 e F-35, cujos programas de desenvolvimento custaram US $ 19,5 bilhões e US $ 60 bilhões, respectivamente.
Sobre as capacidades do caça Chinês, um  trabalho minucioso  descreve o cenário de operações do jato e relembra que a estratégia militar dos EUA se concentra em quebrar o anti-acesso e promover a negação área ao inimigo (A2 / AD). Isto porque os EUA consideram como a chave da sua segurança nacional a capacidade de subjulgar e posteriormente atacar o seu inimigo. Como resultado, os caças norte-americanos além de possuírem furtividade para o combate aéreo, devem ser capazes de penetrar às defesas aéreas inimigas e atacarem, permanecendo equipados com armas ar-terra.
Tal como o programa SU-57 Russo(T-50), o J-20 chinês teria sido desenvolvido para resistir ao ataque inimigo, de modo que ambos consideram o combate aéreo a capacidade chave para conquistar a supremacia aérea sobre outros caças furtivos. Ambos os caças são notadamente pouco furtivos em suas seções de ré, isto se deve ao perfil de combate os quais são desenhados, para o combate ar-ar e interdição, estes caças em sua gigantesca maioria de hipóteses, enfrentarão seus adversários em combates frontais a quando de suas incursões.
Nestas condições, as assinaturas RCS são tão reduzidas quanto a dos seus adversários e este deixa de ser um fator de inferioridade, ao contrário, agilidade e poder de radar são os fatores mais proeminentemente desejáveis, nese quesito o J-20 terá a maior antena de radar AESA já embarcada em uma aeronave de combate, cujos modos de varredura são cerca de 1,2 vezes superiores aos utilizados no atual F 22- raptor.
Se um J-20 e seu inimigo (F-22, F-35, Su 57) voam na velocidade Mach 2,0 em confronto hipoteticamente frontal, o caça terá apenas 2,3 minutos para o contato visual e encontro. Netas condições, ambos possuem acuidade suficiente para descobrir o inimigo furtivo à pelo menos 150 km de distância.
Ao disparar um míssil que atinge velocidades de Mach 4, ambos os pilotos dispõe de apenas 90 segundos para descobrir se seus mísseis atingiram o alvo e então terão apenas mais 48 segundos para lançarem um segundo ataque com mísseis.
Pode-se dizer que após este período, só lhes resta o combate em Dog Fight, e daí é inegável que o F-35 é inferior e se daria muito mal, porém os caças de maior desempenho como o F-22 e Su-57 que foram desenhados para maior capacidade de manobra, seriam inimigos mais difíceis, sendo provavelmente o SU-57 o maior adversário dado que foi projetado na mesma filosofia do J-20.
É por essa razão que a China está satisfeita com o seu J-20, apesar da elevada visibilidade de suas tubeiras  da seção traseira da aeronave e da falta de capacidade para penetrar na defesa aérea inimiga, o J-20 venceria facilmente os adversários em determinados cenários e em outros teria que lançar mão de outros fatores condicionais como o preparo de suas tripulações.
Se por um lado o relativo elevado RCS traseiro é um é um fator de inferioridade em relação ao F-22 e F-35, este é contrabalançado pela capacidade de combate aéreo em arena BVR e WVR. Fator este que inevitavelmente teve de ser  negligenciado nos caças americanos em prol da furtividade necessária para o ataque ao solo.
Ressalta-se que ambos os caças F-22 e F-35 nunca foram projetados para atacar a China, para tal os Estados Unidos focam esta capacidade nos Bombardeiros Atuais, B-2 e no projeto em desenvolvimento o B-21. Porém é presumível que para a escolta de bombardeiros furtivos em um eventual ataque, os Estados Unidos enviarão vagas de caças furtivos como suas escoltas e ai se desenha o cenário de confronto Ar-ar esperado para o J-20.
Porém, até agora aceitava-se na máxima de que, tal como o modelo russo, o J-20 chinês possuía um elevado RCS na seção traseira, entretanto isto parece não ser verdade. Relatórios recentes sobre os novos motores WS-10X (algumas vezes relatado como WS-15) apresentam redução tanto na emissão Infra Vermelho (IR) quanto na Seção cruzada de Radar ( Radar Cross Section-RCS), por outro lado, ainda não está claro se o desenho das tubeiras permanecerá tal e qual como visto nos protótipos, algumas fontes atestam que o vetor final possuirá um sistema de vetorização de fluxo capaz de reduzir a assinatura do Radar (RCS) e IR, por hora o que vemos é um escape e pós combustor bastante reflexivo ao RCS e IR.
Sobre o motor definitivo, num artigo de 09 de setembro do Science Popular afirma que um novo protótipo J-20 já está equipado com novo motor WS-10X o qual possui potência adicional em relação a versão anterior estimada entre 14 e 15 KN o qual permite que o J-20 realize supercruise sem o uso dos pós-combustores, reduzindo a assinatura IR e o gasto de combustível. O artigo destaca que a China tornou-se capaz de produzir motores aeronáuticos de vanguarda ao produzir a desejada superliga composta de Rênio Níquel (ReNi).
Ao ressaltar o atraso de décadas no desenvolvimento do WS-10 e de outros motores aeronáuticos devido ao estágio de controle de qualidade em relação a lâminas monocristalinas da turbina o artigo destaca, “esta etapa foi superada”. Os chineses atingiram há poucos anos o que todos imaginavam ser impossível para eles, a produção de um motor de alto desempenho comparável aos mais modernos ocidentais.  O domínio da superliga ReNi não apenas ajudará a China a construir motores de combate mas também, dos motores aeronáuticos civis.
Como então a China foi capaz de tal feito?
Obviamente é assim que perguntam-se os mais céticos relutantes em assumir a nova realidade mundial, a resposta pode ter sido dada pelo “Global Times” que em um artigo dedicado ao tema, afirma que os especialistas chineses não possuíam tal know how,  entretanto, esta tecnologia é plenamente dominada pelos Russos e pelos Ucranianos há décadas e, que as recentes cooperações e mesmo a contratação de cérebros vindos especialmente do segundo país, acelerou o desenvolvimento de tais tecnologia já aplicadas  por ambos os países e que agora mais recentemente, passaram a fazer parte do escopo de tecnologias estratégicas das quais a China torna-se plenamente independente.
Nos artigos publicados recentes, os chineses afirmam que o WS-10X possui temperatura de cerca de 1474 ºC que se confirmada, é a maior do mundo. Não é de admirar que este motor seja muito mais poderoso do que o AL-31F. Sua confiabilidade segundo os fabricantes chineses é equivalente à dos motores americanos, com um ciclo de vida de 900 horas a mais do que a do AL-31F russo.
Uma vez que a aeronave já foi atestada por especialistas ocidentais como sendo um vetor de RCS elegível de uma aeronave 5G, a resolução dos problemas com os motores (potência e supercruise) tornaram inevitavelmente o J-20 um verdadeiro e genuíno caça de 5ª Geração, dentro do prazo pelo qual os chineses estimaram para o seu desenvolvimento, para surpresa e perplexo dos seus mais ferrenhos opositores céticos.
Fonte: mil.news.sina.com.cn. e Tiananmens Tremendous Achievements via E.M.Pinto – site Plano Brasil 25 SET 2017.



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Posted 25 de March de 2018 - 12:13

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Força Aérea da Índia: caças chineses J-20 não são furtivos
J-20-new.jpg
J-20

O caça furtivo J-20 é uma aeronave multifuncional bimotor de muito longo alcance, que pode atingir velocidades superiores a 2.000 km/h
Conforme a informação dos desenvolvedores, a estrutura do avião facilita a dispersão das ondas de rádio, sendo para além disso coberto por materiais que absorvem as emissões de radar, o que, supostamente, dificulta a sua deteção a longas distâncias.
A Força Aérea da Índia afirmou que tem recursos para facilmente detectar os novos caças furtivos militares chineses J-20. A declaração chega em meio a diversas matérias na mídia indiana, segundo as quais a nova aeronave chinesa é capaz de iludir os radares.
O comandante da Força Aérea indiana, marechal B.S. Dhanoa, ao se endereçar aos jornalistas em Halwara na quinta-feira (23), disse que os sinais do J-20 podem ser facilmente interceptados pelos radares à distância de vários quilômetros. Ele também assinalou que a Força Aérea da Índia é melhor equipada e preparada para lidar com qualquer ameaça proveniente da China.
Em 9 de fevereiro deste ano, um comunicado oficial da Força Aérea do Exército Popular de Libertação da China informava que os caças J-20 passaram a equipar diversas unidades militares.
Anteriormente, a Força Aérea Indiana afirmou possuir bastantes recursos para enfrentar desafios em duas frentes — chinesa e paquistanesa, mas que, com as capacidades atuais, o custo da vitória poderia ser um pouco maior.
“Não há dúvida que é um desafio travar uma guerra em duas frentes com os recursos atuais que possuímos, mas não fugimos a nenhum desafio. O custo da vitória poderia ser um pouco maior, mas é para isso que estamos treinando e nos preparando”, disse o comandante da IAF perante o painel que apresentou um relatório em 13 de março no parlamento.
Atualmente, na Força Aérea Indiana há 31 esquadrões com 18-20 caças cada um, e, setembro de 2019, vai incorporar os caças Rafale, produzidos na França. Além disso, a Força Aérea deu a entender ao Ministério da Defesa que as compras dos sistemas de defesa antiaérea russos S-400 são uma prioridade.
Espera-se que a ministra da Defesa indiana, Nirmala Sitharaman, assine o contrato de compra dos sistemas S-400 do decorrer da futura visita a Moscou.
J-20-F-22-PAK-FA.jpg
J-20, F-22 e PAK FA (Su-57)
Fonte: sputniknews.com via site Poder Aéreo 24 MAR 2018



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Posted 27 de June de 2018 - 10:34

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Caças J-20 aprimoram as capacidades de combate da Força Aérea Chinesa
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Caça J-20 da PLAAF

PEQUIM – Atualmente, existem apenas três tipos de caças furtivos de quinta geração no mundo: o F-22A Raptor dos EUA, o russo Su-57 PAK-FA e o chinês J-20.
O duro campo de batalha sírio tornou-se um campo de testes para a aeronave de quinta geração dos Estados Unidos e da Rússia. A Força Aérea dos EUA tenta manter sua superioridade aérea com caças F-22A, enquanto as Forças Aeroespaciais Russas fazem um teste abrangente de seus caças Su-57.
Embora o caça J-20 da China não tenha tido a oportunidade de ser testado no campo de batalha, ele vem acelerando o ritmo na formação de capacidades de combate e na realização de treinamento realista. Os caças furtivos J-20 promovem a construção chinesa do sistema de combate aéreo dos três aspectos a seguir:
Em primeiro lugar, lança o processo de atualização de caças chineses.
Apesar de 15 a 16 anos atrás do processo da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), a Força Aérea Chinesa (PLAAF – People’s Liberation Army Air Force) está equipada com os caças de quinta geração com as Forças Aeroespaciais Russas quase em sincronia.
Comparado com o caça furtivo monomotor F-35A de quinta geração que o Japão, a República da Coreia (ROK) e outros países vizinhos estão equipados, o caça furtivo bimotor J-20 da China desfruta de superioridade aérea e tem mais potência e capacidade abrangente de combate de domínio do ar e atacar alvos terrestres.

Em segundo lugar, atualiza a capacidade ofensiva defensiva integrada da PLAAF.
A maior vantagem das forças aéreas está na capacidade de combate de manobras de amplo espectro e velocidade.
A PLAAF começou a obter experiência dos caças de quarta geração após a introdução de caças Su-27 da Rússia e melhorou os caças J-11 e J-16 da China baseados no caça Su-27. Enquanto isso, a China projetou e desenvolveu os caças leves J-10, estabelecendo assim um sistema de combate aéreo defensivo integrado.
O comissionamento dos caças furtivos J-20 de quinta geração aumentará ainda mais a capacidade ofensiva e defensiva integrada da PLAAF. Em campanhas ofensivas aéreas (AOCs), o caça furtivo J-20 pode criar condições favoráveis para seus parceiros de combate, penetrando primeiro no sistema de defesa antiaérea do inimigo.
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Em terceiro lugar, melhora a capacidade de confronto do sistema de combate combinado ar-terra.
Como o equipamento padrão dos caças de quinta geração, o caça J-20 é equipado com um sofisticado e poderoso radar phased-array multifunção ativo com maior distância de detecção e capacidade mais poderosa.
De um modo geral, a distância de detecção dos caças de quinta geração é de duas a três vezes a dos caças de quarta geração, semelhante à dos aviões de alerta antecipado de médio porte.
Se o J-20 operar conjuntamente com os tipos melhorados de caças de quarta geração como J-10, J-11, J-16 e Su-30, o J-20 pode atuar como um avião de alerta aéreo antecipado. Também pode fornecer orientações de cobertura aérea e de alvos aéreos de médio e longo alcance para outros caças, a fim de melhorar a capacidade de combate aéreo de uma frota aérea mista.
Para as forças terrestres de defesa aérea, o J-20 pode ser um “testador” nos exercícios de confronto ar-solo para testar e aprimorar as capacidades das equipes de radar, equipes de mísseis terra-ar, tropas de artilharia antiaérea e guerra eletrônica na detecção, rastreamento e interceptação de caças furtivos, de modo a aumentar a capacidade de enfrentamento do sistema de combate conjunto ar-terra.
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Fonte: China Military Online via site Poder Aéreo 25 JUN 2018