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Argentina: entre Mirage F1 usado, novo Master M-346 e o KAI FA-50


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#1 jambock

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Posted 18 de August de 2016 - 22:57

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Argentina: entre Mirage F1 usado e novo Master M-346
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A Força Aérea Argentina não terá aviões de combate após 2018, pois os três caças A-4AR FightingHawk que permanecem operacionais serão desativados, de acordo com fontes do Ministério da Defesa argentino. No final de 2015, a administração cessante de Cristina Fernandez testemunhou o desmantelamento definitivo das poucas unidades operacionais do Mirage III de procedência francesa.
Com esta situação, o governo de Mauricio Macri está considerando opções, que incluem novos aviões italianos e até mesmo um esquadrão de Mirage F1 usados da França a serem fornecidos em condições muito generosas por Paris.
Um dos aviões cogitados é o Aermacchi M-346 Master da Itália, mas é considerado muito caro: US$ 30 milhões cada, mais um programa completamente novo de treinamento e ferramental.
M-346FT-foto-Leonardo-Finmeccanica.jpg
Aermacchi M-346 Master

No mês passado, foi anunciado que a Argentina iria comprar 24 aviões de treinamento 24 T-6C Texas do fabricante americano Beechcraft, mas que poderiam ser usados para o controle das fronteiras e na luta contra o tráfico de drogas. Os aviões foram oferecidos pelo presidente Obama quando ele visitou a Argentina em março passado, e a operação supostamente envolve US$ 240 milhões.
No entanto, em ambos os casos as fontes da Força Aérea Argentina mencionam o fato de o T-6C Texan não ser muito mais avançado em comparação com o Pucará de fabricação argentina, e similarmente o Aermacchi M-346 em comparação com o IA-63 Pampa III, da fábrica de Córdoba.
Pampa-III.jpg
IA-63 Pampa III

Com efeito, as fontes da Força Aérea acreditam que a compra de tal aeronave iria condenar a Fábrica Argentina de Aviões (FAdeA), em Córdoba, que foi reaberta com grandes expectativas, mas poucos resultados, pela administração Cristina Fernandez, e que Macri aparentemente prometeu relançamento.
A disputa permitiu o ressurgimento de uma proposta da França para fornecer um esquadrão de caças Mirage F1, a um custo unitário de US$ 23 milhões, mas totalmente equipado e cinco anos de apoio logístico. Além da capacidade de combate comprovada dessas aeronaves, os pilotos argentinos e infraestruturas de apoio foram usados pelas aeronaves francesas que chegaram pela primeira vez no país no início dos anos setenta, e desempenharam um papel importante no conflito do Atlântico Sul. Além disso, os Mirage III desmantelados poderiam fornecer algumas peças de reposição e mais mecânicos treinados e pessoal de terra.
O presidente francês François Hollande também visitou seu par argentino no início deste ano e eles se encontraram novamente em Paris, e, aparentemente, apesar origens políticas diferentes, a química é boa, então fontes da Defesa em Buenos Aires anteciparam que poderia haver alguns anúncios ainda este ano, depois que os dois líderes novamente compartilhem tempo na cúpula do G20 na China.
Fonte: Mercosur via site Poder Aéreo 18 de agosto de 2016



#2 jambock

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Posted 29 de October de 2016 - 22:19

Meus prezados
Pilotos argentinos provam o jato M-346A na Itália

Imagem-1-M-346A-Argentina-696x387.jpg
(Imagem: Ministério da Defesa da Itália)
Uma delegação da Força Aérea Argentina (FAA), liderada pelo comodoro Carlos Fabian Celloto, visitou a Base Aérea de Galatina, localizada ao sul da cidade de Lecce, Itália, sede do 212º Grupo de Voo da 61ª Ala, unidade onde operam os novos jatos de treinamento LIFT M-346A fabricados pela Alenia-Aermacchi.
Recepcionados pelo comandante da 61ª Ala, coronel Luigi Casali, a delegação assistiu a uma apresentação sobre as principais atividades da unidade, incluindo o programa de instrução empregado para formar pilotos militares italianos e estrangeiros nos níveis de excelência internacionalmente reconhecidos.
Após a reunião inicial, a delegação visitou as principais instalações dedicadas à instrução, entre elas, os simuladores dos jatos de treinamento MB339 A e CD, aeronaves operadas pelos 212º e 213º Grupos de Voo.
Os militares argentinos conheceram as instalações dedicadas à instrução básica de solo computadorizada (GBTS – Ground-Based Training System), que faz parte do sistema de treinamento dos M-346A da Força Aérea da Itália. O comandante do 212º Grupo de Voo, coronel Mauro M., explicou as características e funcionalidades do simulador de missão completa (FMS – Full Mission Simulator) do M-346A utilizado para treinar pilotos nos procedimentos de voo normais e de emergência, sistema que pode ser “linkado” com a aeronave em voo através de comunicações por enlace de dados (datalink).
Imagem-3-M-346A-Argentina.jpg (Imagem: Ministério da Defesa da Itália)
No decorrer da estadia do grupo argentino na Base Aérea de Galatina, pilotos da FAA, entre eles o capitão Carlos Sebastián, puderam voar no M-346A, experimentando a aeronave figurando entre as demonstrações capacidades ar-ar e ar-solo do jato.
Durante as demonstrações, a equipe argentina pode constatar o elevado nível de integração do sistema de treinamento via datalink, tendo sido possível “voar em formação” com um dos pilotos sentado no FMS e outro a bordo de um M-346A.
Fonte: Ivan Plavetz para Tecnologia e Defesa 20 OUT 2016



#3 jambock

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Posted 01 de May de 2017 - 11:31

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Argentina avalia M-346 como potencial jato de combate
CSX55152-AermacchiM346-Italy-Farnborough

A Força Aérea Argentina (Fuerza Aérea Argentina – FAA) avaliou o jato de treinamento avançado e caça leve Aermacchi M-346 como uma potencial nova plataforma de primeira linha.
Pilotos da FAA voaram a aeronave na Itália, em 12 e 13 de Outubro, informou o Ministério da Defesa italiano (MoD) em 19 de outubro. A delegação da FAA foi recebida pelo 61° Stormo (Ala) da Força Aérea Italiana em Lecce.
Em um artigo publicado em seu site, o Ministério da Defesa italiano observou que a FAA estava especialmente interessada em testar as capacidades ar-ar e ar-superfície do M-346. Embora classificado principalmente como uma plataforma de treinamento a jato, o M-346 tem uma capacidade ofensiva secundária.
https://youtu.be/Iknf69p16ps
Equipado com nove pontos duros (quatro em cada asa e um ventral para um pod de canhão opcional), o M-346 pode transportar uma variedade de munições “burras” e “inteligentes”, tais como bombas não guiadas Mk82/83/84 e bombas guiadas GBU-12/16 e Opher Mk 82. Ele também pode levar seis dispensadores anti-pista Durandal, quatro pods de foguetes BRD-4 ou LAU-7/LAU-5002/LAU-32, quatro mísseis AIM-9 Sidewinder ou Diehl IRIS-T AAMs, quatro mísseis ar-superfície AGM-65 Maverick, ou quatro mísseis anti-blindados Brimstone. O pod de reconhecimento Rafael RecceLite também foi integrado, e enquanto nenhum radar foi ainda instalado, a empresa-mãe Leonardo da Alenia Aermacchi disse que isso pode ser feito a pedido de um cliente.
A avaliação italiana ocorreu depois de uma visita semelhante à Coreia do Sul em setembro, quando a FAA testou o Korean Aerospace Industries (KAI) FA-50 Golden Eagle. A FAA está à procura de um novo tipo de caça após a aposentadoria dos Dassault Mirage III e Mirage 5 no final de 2015, e o “groundeamento” posterior da frota de Douglas A-4R Fightinghawk. A FAA busca adquirir entre 10 e 12 novas aeronaves para ter capacidade de combate crível.
Fonte: Jane’s



#4 jambock

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Posted 02 de July de 2017 - 16:16

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Macri tenta barganhar com Paris o preço de 6 caças navais Super Etendard tipo SEM (modernizados)
Enquanto acena para a indústria naval francesa com a possibilidade de encomendar quatro navios-patrulha tipo OPV-90 (classe L’Adroit) – que jamais foram vendidos a Marinha alguma fora da França –, o governo Mauricio Macri está tentando reduzir de 13,69 milhões para 10 milhões de dólares o preço de seis caças navais tipo Super Etendard da versão SEM (Super Etendard Modernisés).
Tendo aposentado os seus últimos Etendards no ano passado, a Marinha da França mantém 8 exemplares do jato (foto abaixo) em estoque – cinco deles prontos para operar. Os demais precisariam de ajustes técnicos para serem devolvidos ao voo, mas os argentinos estariam interessados em apenas seis unidades.
Barganha2Etendardssobreomar.jpg
Os caças SEM são muito mais modernos que os Super Etendards comprados no fim de 1979 pelo governo de Buenos Aires.
Parte dessa flotilha* vinha sendo mantida em operação regular, até que, em 2011, interrompeu suas missões rotineiras, de adestramento, por falta de peças de reposição, deficiências do equipamento embarcado e falta de orçamento para a manutenção adequada.
Os caças que a França oferece aos argentinos são aeronaves de outro patamar operacional.
Eles têm mais autonomia, melhorias importantes em sua capacidade de autodefesa e facilidades para transportar pods de reconhecimento e bombas guiadas a laser e GPS.
Além de se empenhar nessa negociação, Mauricio Macri prometeu aos seus chefes navais a aquisição de ao menos um bimotor Airbus C-295 configurado para a vigilância marítima.
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 30 JUN 2017
* Tratando-se de aeronaves (apesar de navais), creio que o termo esquadrão é o mais adequado.


Edited by jambock, 02 de July de 2017 - 17:37 .


#5 transvasp

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Posted 03 de July de 2017 - 17:03

Se eles tiverem dinheiro para comprar...

 

Eu ficaria com o 346.



#6 jambock

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Posted 14 de July de 2019 - 23:40

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O FA-50 da KAI fecha o negócio na Argentina ou não?
O jornal argentino Ambito expressou o que foi publicado pela LATAMilitary a respeito de um possível acordo para a compra do LIFT ( Força Aérea Argentina) para a Força Aérea Argentina no contexto da cúpula do G-20 em Osaka, Japão A Força Aérea e a KAI estão muito comprometidas com a assinatura do acordo, mas dentro do Ministério da Defesa, algumas vozes expressaram sua cautela e pediram para ouvir uma oferta também pelo segundo melhor candidato: O caça de ataque M-346 FA de Leonardo. É muito sensato ter e comparar opções, mas é esse o caso ou é outra agenda por trás de esperar por eles? A Força Aérea selecionou o FA-50 com base em uma análise muito minuciosa e a possibilidade de voar na aeronave, o que não era possível para o M-346FA, pois ainda está em fase de protótipo e ainda carece de muitas das características reais oferecidas a cliente potencial da aeronave. Além das limitações técnicas reais, foram expressas preocupações sobre a dependência que isso teria no fornecedor de motores, a Honeywell, que também é o fornecedor dos motores TFE-731 no Pampa III.
Fonte: LATAMilitary 28 jun 2019



#7 jambock

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Posted 20 de July de 2019 - 11:30

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KAI e fabricantes aeroespaciais argentinos pressionam por um pedaço do bolo LMF
Muito tem sido publicado recentemente sobre a provável compra argentina de Lead In Fighter Trainers, KAI FA-50. A mídia estatal sul-coreana, Maeli, citou declarações tanto da Korea Aerospace Industries (KAI) quanto de fontes do governo sul-coreano que pressionam para que esse acordo seja concluído. A paciência está se esgotando. Supostamente, os pedidos de uma contraproposta pelo consórcio Leonardo e seus aviões M-346 FA não foram considerados ou foram considerados inadequados. 8 aeronaves FA-50 com 2 delas gratuitas, incluindo um simulador de voo, peças de reposição, suporte técnico e treinamento por menos de 400 milhões de dólares.
Fonte: LATAMilitary 19 jul 2019
Trad. e adapt. por Jambock



#8 jambock

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Posted 23 de July de 2019 - 09:54

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KAI FA-50: Argentina perto de assinar contrato de compra de 12 jatos
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KAI FA-50

Uma fonte sênior da Força Aérea Argentina confirmou que o KAI FA-50 foi de fato selecionado como caça interino, com a aprovação do governo em breve.
Muito tem sido publicado recentemente sobre a provável compra argentina dos Lead-In Fighter Trainers KAI FA-50.
Seriam 12 aeronaves FA-50 com 2 delas gratuitas, incluindo um simulador de voo, peças de reposição, suporte técnico e treinamento por cerca de 500 milhões de dólares.
Esta é a proposta final feita pela Coreia do Sul, considerando os requisitos da Força Aérea Argentina e as possibilidades financeiras reais.
O jornal Ambito informou que 4 dessas aeronaves seriam montadas na Fábrica Argentina de Aviones (FAdeA), mas a informação não foi confirmada. A assinatura depende agora do ministro da Defesa Aguad.
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Nota do editor: Segundo o renomado jornalista argentino Santiago Rivas, a proposta prevê 12 aeronaves e não 8 como informamos anteriormente e a produção local na Argentina de algumas aeronaves não está incluída. O preço unitário poderá chegar a US$ 50 milhões.
Fonte: site Poder Aéreo 22 jul 2019



#9 jambock

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Posted 23 de July de 2019 - 16:12

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Argentina escolhe o coreano KAI FA-50 para substituir sua velha frota de caça
Argentina-Selects-Korean-KAI-FA-50-to-Re
De acordo com o Relatório de Jane’s, a Força Aérea Argentina (Fuerza Aérea Argentina - FAA) selecionou a FA-50 Fighting Eagle, da Korean Aerospace Industries (KAI), como seu novo avião de caça interino.
A FAA tem uma necessidade premente de adquirir um novo tipo de caça para substituir as frotas Dassault Mirage III e Mirage 5 que foram retiradas no final de 2015, e a envelhecida frota Douglas A-4R Fightinghawk que está se mostrando cada vez mais difícil e cara de manter.
Uma fonte informada disse que o supersônico avião de combate leve e de ataque de dois lugares foi selecionado após uma avaliação em setembro de 2016.
A fonte disse que espera que o governo assine a aquisição planejada "em um futuro próximo", com entregas a serem iniciadas logo após.
A Argentina tem eleições presidenciais nacionais no final de outubro, e a fonte observou que estas podem prolongar ligeiramente o cronograma, mas que ele ainda espera que o acordo seja aprovado. A mídia nacional argentina informou um acordo antecipado para 10 aeronaves.
Uma delegação argentina visitou pela primeira vez a 16ª Ala de Caça da República da Coreia da Força Aérea (RoKAF) em Yecheon em 7 de setembro de 2016, quando um piloto da FAA testou uma variante de treinamento operacional TA-50 Golden Eagle da FA-50.
Outros tipos de aeronaves que a FAA supostamente considerou incluem o Kfir Israel Aerospace Industries (IAI), o Dassault Mirage F1, o Alenia M-346FT, o ALCA L-159 ALCA, o CAC FC-1 / PAC JF-17 Thunder, o Saab Gripen, o modelo inicial Eurofighter Typhoon e o Sukhoi Su-24 'Fencer' (embora se acredite que isso tenha sido uma farsa).
O KAI T-50 Golden Eagle é uma família de treinadores avançados supersônicos sul-coreanos e aviões de combate leve, desenvolvidos pela Korea Aerospace Industries (KAI) com a Lockheed Martin.
O T-50 é o primeiro avião supersônico nativo da Coreia do Sul e um dos poucos treinadores supersônicos do mundo. O desenvolvimento começou no final dos anos 90, e seu primeiro voo ocorreu em 2002.
A aeronave entrou em serviço ativo com a Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) em 2005.
Créditos da Imagem: Wikipedia
Fonte: site Fighter Jets World 23 jul 2019



#10 jambock

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Posted 25 de July de 2019 - 09:52

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Caças para a Argentina: KAI não recebeu notificação até o momento
A Korea Aerospace Industries (KAI) ainda não recebeu a notícia de que o seu FA-50 foi selecionado em um requerimento argentino para caças leves.
Uma pessoa familiarizada com o requisito disse que nenhuma confirmação foi recebida e que o acordo, se concluído, cobriria oito aeronaves.
Recentes relatos da mídia sugerem que o FA-50 foi selecionado, mas o número do requerimento é de 10 aeronaves.
Entende-se que o Leonardo M-346FA também está na disputa para substituir a frota de jatos McDonnell Douglas A-4AR Fightinghawk.
Se o FA-50 ganhasse o acordo, marcaria a primeira venda do tipo no Hemisfério Ocidental. Embora o T-50, no qual o FA-50 se baseia, tenha perdido a concorrência TX para substituir o Northrop T-38 da Força Aérea dos EUA, ele teve um notável sucesso de exportação e clientes no exterior incluem Indonésia, Iraque, Filipinas e Tailândia. A Força Aérea da República da Coreia também tem 145 exemplares.
Das 200 T-50 e variantes em serviço globalmente, 122 são usadas como formadores de pilotos de jatos avançados, 72 como jatos de ataque ao solo e seis para trabalhos experimentais de pesquisa.
Todos os membros da família T-50 são movidos pelo motor General Electric F404. O site da KAI indica que o FA-50 pode transportar uma variedade de munições guiadas com precisão.
Fonte: Flightglobal via site Poder Aéreo 24 jul 2019



#11 jambock

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Posted 09 de August de 2019 - 00:38

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O FA-50AR começa a tomar forma entre a Argentina e a Coréia do Sul
Semanas após as declarações mais recentes, funcionários do governo argentino e sul-coreano continuam as negociações para a compra de 10 aeronaves FA-50 Golden Eagle Lead em Fighter Trainer (LIFT), qualquer consideração que a M-346FA de Leonardo possa ter, agora desapareceu. Em meio à falta de informações oficiais mais detalhadas de qualquer uma das duas partes, alguns marcos foram divulgados e para confirmar que uma estrutura real está sendo acordada depois que o mais alto nível do governo argentino deu o "go". Representantes da Argentina e da Coréia do Sul concordam em formar uma joint venture para construir, desenvolver e apoiar o FA-50AR, presumivelmente entre a Fábrica Argentina de Aviones S.A. (FAdeA) e a Korea Aerospace Industries. O governo sul-coreano detém a maioria das ações da KAI. O estoque remanescente é completado pela Hanwha Techwin e pelo Blackrock Fund, baseado nos EUA, que também abriram recentemente uma filial em Buenos Aires.

Fonte: LATAMilitary 7 ago 2019

Trad./adapt. jambock