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Queda do A-29 em Moody AFB resultou de uma falha abrupta do motor


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#1 jambock

jambock
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Posted 10 de March de 2018 - 16:29

Meus prezados
Em sequência a  http://forum.contato...ntes-se-ejetam/
A-29 Crash at Moody Was Result of Abrupt Engine Malfunction: Report
An Afghan A-29B Super Tucano attached to the Air Force’s training program crashed last year due to a sudden malfunction in the engine’s propulsion system, but the service remains puzzled over how best to characterize the abrupt mishap, according to a recent investigation report.
Simulating a "close-air attack" roughly 35 miles from Moody Air Force Base, Georgia, an Afghan student pilot and an American instructor pilot assigned to the 81st Fighter Squadron were flying in a two-aircraft formation on March 6, 2017, when the pilots noticed a significant reduction in propeller speed, the Air Education and Training Command investigation board report said.
The report, released Wednesday, noted the engine retained "some degree of thrust, but was incapable of sustaining level flight."
Earlier in the flight, the instructor pilot, sitting in the back seat, noticed a "fault" in the system, but continued the flight for the aircraft, call sign "Bronco 92," the report said.
About an hour later, as the student pilot began practicing the second sequence of close-air attack maneuvers, the power management system malfunctioned, and the instructor pilot immediately initiated "Compressor Stall" checklist protocols.
"Alright, looks like we got a compressor stall or something," the instructor pilot said over the radio transmission while talking with wingman Bronco 91.
The instructor pilot cycled the power management system between auto and manual a few times before placing it in manual for the rest of the flight.
This decision did not have any apparent effect on aircraft performance, the investigation found.
In the three minutes the instructor pilot attempted the switch and "continued to balance throttle inputs with engine limits seeking maximum performance from the aircraft," the plane still didn’t completely recover.
Bronco 91 called in the emergency for Bronco 92 to enter nearby Homerville Airport’s airspace. The instructor pilot diverted toward Homerville in an attempt for a straight-in landing nearby.
While the instructor pilot’s intent was fly straight to Homerville, "cockpit visibility restrictions from the back seat caused him to initially fly a northeasterly heading as he visually acquired Homerville in the right-hand side of his canopy," the finding said.
The report, authored by Accident Investigation Board president Col. Michael Snell, stated that this created an unnecessary delay.
"The initial heading flown to allow the [mishap instructor pilot] to visually acquire Homerville and the ensuing task saturation resulted in a longer ground track than intended," Snell wrote in his conclusion.
Both the instructor pilot and the student pilot ended up ejecting from the aircraft 300 feet from the ground a mile and half from the airport. Bronco 92 went down 5 minutes and 26 seconds after the propulsion system malfunctioned.
The instructor pilot sustained minor injuries. The loss of aircraft and subsequent damage to the property was estimated at $17.7 million, the Air Force said.
The service trains Afghan pilots on the attack plane at Moody. The training program, which began in 2015, will ultimately train 30 pilots and 90 maintainers through 2018 at the base, according to the Air Force. The Afghans have been using A-29s for close-air attack, air interdiction, escort and armed reconnaissance.
The report comes as the Air Force is planning its second round of flight tests for its "light attack" experiment, which will feature the Sierra Nevada/Embraer A-29 and Textron Aviation’s AT-6 Wolverine.
Fonte:  Oriana Pawlyk para WWW.MILITARY.COM via CECOMSAER 10 MAR 2018



#2 jambock

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Posted 24 de February de 2019 - 11:11

Meus prezados
USAF divulga relatório sobre queda de A-29 Super Tucano em 2018

Um Conselho de Investigação de Acidentes do Comando de Material Aéreo da USAF identificou a causa de um acidente com o A-29 Super Tucano que matou um piloto de caça da Marinha dos EUA no verão passado, durante uma avaliação em voo no Novo México.

O tenente da Marinha Christopher Short, um piloto experiente de caças F/A-18, pilotava um A-29 operando na Base Aérea de Holloman, Novo México, em 22 de junho de 2018, quando caiu logo após a liberação de uma bomba GBU-12 (guiada a laser de 500 libras) na Faixa de Bombardeio de Red River, parte da área de testes de mísseis de White Sands. O único outro membro da tripulação, um oficial de sistemas de armas da Força Aérea, conseguiu ejetar com ferimentos leves.
O Presidente da Diretoria de Investigação de Acidentes (AIB) identificou a causa do acidente como o sobre controle da aeronave, seguido por uma falha na aplicação de comandos de controle adequados de recuperação. Ao girar muito rapidamente em baixa velocidade após a liberação de uma bomba de prática, a aeronave entrou em um mergulho espiral descontrolado.
Além disso, a causa específica da morte do piloto do acidente foi a ejeção atrasada. Após tentativas frustradas de recuperar a aeronave, a ejeção foi iniciada abaixo da altitude mínima recomendada para o voo não controlado, evitando que o paraquedas inflasse totalmente.
A missão foi uma continuação de treinamento em apoio à Fase II do Experimento de Ataque Leve quando o avião decolou com duas GBU-12, foguetes e munição calibre .50. De acordo com o resumo executivo, a missão prosseguiu sem intercorrências até a primeira entrega de armas, uma GBU-12, liberada do ponto fixo no exterior do lado esquerdo. A tripulação do acidente planejou e tentou executar um giro de 180 graus à direita depois de liberar a arma.
O presidente do comitê também constatou, por preponderância das evidências, que a tentativa de manobra de 180 graus de virada, sem compensar a assimetria de liberação da arma em baixa velocidade, contribuiu substancialmente para o acidente.
A tripulação de dois homens estava entre 17 membros da tripulação de múltiplos serviços e comandos selecionados para participar da fase II d experimento, uma avaliação de capacidade de duas plataformas de ataque leve que não estão em desenvolvimento, o AT-6 e o A-29.
O general brigadeiro Kenneth Bibb Jr. serviu como Presidente do Conselho de Investigação de Acidentes. O objetivo principal do conselho era investigar a causa e os fatores contribuintes do acidente e fornecer um relatório público dos fatos e circunstâncias que cercam o incidente.
O relatório da AIB está disponível em www.afjag.af.mil/AIB-Reports/
Fonte: Fernando Valduga – site CAVOK via CECOMSAER 24 fev 2019



#3 jambock

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Posted 24 de February de 2019 - 13:07

Meus prezados
Qualquer aeronave de pequeno e médio porte sofre o efeito da assimetria de peso após lançar armas a partir de uma asa apenas. Essa assimetria é compensada através de comandos pre-determinados que devem ser executados pelo piloto. Esses procedimentos são desenvolvidos ainda nas campanhas de desenvolvimento e certificação da aeronave usando seus protótipos. Muito provavelmente, pesou o fato de o piloto ter pouquíssimas horas de voo no A-29.
Apesar do piloto ter 1.608 HV (1.043 só no F/A-18), tinha apenas 11 HV no A-29…
Fonte: Defesa Aérea & Naval



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Posted 05 de August de 2019 - 23:51

Meus prezados

Relatório sobre o acidente, com considerações finais.

http://www.airforcem..._New_Mexico.pdf