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[MALHA LATAM BR] Cancelamento dos GIG-MIA e MCO a partir de S19


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#21 boulosandre

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Posted 22 de December de 2018 - 13:45

Eu ja falei sob este cancelamento em outro threat. No caso da LA, envia todo para GRU. Com Azul via VCP, pela GOL via BSB e FOR, Copa via PTY e Avianca via BOG. Direto via AA. Somente aguardando a informacao do cancelamento dos voos GIG-MVD-GIG e GIG-EZE-GIG e manter voos para os main hubs: GRU, SCL e LIM. Quem sabe a GOL se é esperta coloca um segundo voo noturno desde BSB para MIA e MCO ou a DELTA assumir os voos para MCO e JFK

 

Concordo com você. Para o MIA-GIG, vislumbro a AA tornando a segunda frequência "year-round" assim que a situacao econômica melhorar mais e a DL ofertando MCO sazonal. JFK deve se tornar "year-round" por uma ou por outra a médio prazo ou mesmo antes disso. 



#22 LipeGIG

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Posted 22 de December de 2018 - 14:52

O passageiro do Rio é tido como importante pela Latam - por isso ela vai se manter forte na ponte aérea.

 

O que a Latam desvencilhou de sua imagem foi usar o Rio como ponto de conexão. GIG era um mini hub concorrente de GRU (quem lembra da epoca com TAM 2x B763/A332 LHR, FRA, CDG, MIA, MCO e JFK ?). A Latam mudou isso e a partir do momento que agregou o 77W percebeu que precisava de economia de escala - e lá se foram os LHR, FRA e CDG.

 

Depois ela percebeu que pra rodar MCO 2x precisava desligar também o GIG-MCO, e o fez.

 

Depois resolveu fazer o mesmo com o GIG-JFK e trocou o noturno/noturno do MIA por 1 aeronave somente.

 

Dos 12 wides que chegou a concentrar no GIG retorna agora para um exclusivo GRU-GIG-GRU para carregar passageiros. Normal para quem está apostando tanto em montar GRU como seu hub central para Europa e Africa. 

E pra mim a queda do GIG esse ano é justamente a perda de passageiros em conexão.

 

O GIG precisa do que sempre precisou - uma cia local.


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#23 Antonio (CENI)

Antonio (CENI)
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Posted 22 de December de 2018 - 16:08

Visão de palpiteiro... Tava na hora da Delta chegar junto com esse JFK!  



#24 FCRO

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Posted 22 de December de 2018 - 17:04

Concordo com você. Para o MIA-GIG, vislumbro a AA tornando a segunda frequência "year-round" assim que a situacao econômica melhorar mais e a DL ofertando MCO sazonal. JFK deve se tornar "year-round" por uma ou por outra a médio prazo ou mesmo antes disso.

Se a delta saiu do gru-mco, não faz sentido nenhum ela entrar no gig-mco
Passageiros da skyteam serao enviados para orlando através da Gol, pra mim essa estratégia já ficou bem clara

Edited by FCRO, 22 de December de 2018 - 17:04 .


#25 boulosandre

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Posted 22 de December de 2018 - 17:08

Se a delta saiu do gru-mco, não faz sentido nenhum ela entrar no gig-mco
Passageiros da skyteam serao enviados para orlando através da Gol, pra mim essa estratégia já ficou bem clara

 

No cenário atual. Caso o Brasil volte a crescer consistentemente e o cambio recue, vejo a DL voltando na rota de GRU e podendo ate iniciar o GIG sazonalmente.



#26 thgsr08

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Posted 22 de December de 2018 - 17:28

DL sinalizou que não é definitivo esse cancelamento GRU-MCO. Creio que realmente seja pra fomentar esse(s) voo(s) novo(s) da G3 até estabilizar e talvez no futuro retornar com um serviço Premium, algo que a G3 não oferece. 


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#27 LipeGIG

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Posted 22 de December de 2018 - 17:31

A Delta saiu do GRU-MCO por conta da entrada da Gol.

 

A própria Gol pode muito bem sinalizar um GIG-FOR-MCO para fechar o espaço deixado pela Latam.

Veremos as reações em breve, mas eu duvido que a Delta tente algo diferente de um JFK-GIG.

 

E agora também a bola está com a Rio Galeão - ela pode muito bem explorar a liberdade de fazer voos além dos EUA ou Além do Rio para a Africa em busca da "conectividade perdida" - que seus executivos saiam da zona de conforto usual.


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#28 Leto

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Posted 22 de December de 2018 - 18:45

O que eu acho engraçado são empresas estrangeiras terem voos dedicados para GRU e GIG e a LATAM, nacional, não conseguir fazê-lo.


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#29 boulosandre

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Posted 22 de December de 2018 - 23:36

O que eu acho engraçado são empresas estrangeiras terem voos dedicados para GRU e GIG e a LATAM, nacional, não conseguir fazê-lo.


Não todas as estrangeiras que operam no Brasil têm voos dedicados às duas cidades, muitas possuem só para GRU. As que possuem têm ofertas distintas também a cada cidade, e as conectam (e até outras cidades no Brasil como a UX, AF, KL, AA, CM, TP...) aos seus hubs em seus respectivos países.

Não se vê a BA voando long-haul de fora de Londres, ou a AF de fora de Paris, a LH de fora de FRA e MUC, a IB de fora de MAD. A TP tem pouquíssimos voos a partir do OPO e a AZ a partir de MXP, sendo LIS e FCO seus hubs internacionais. Os EUA são um mundo à parte e cada cia possui mais de um hub, mas mesmo assim, cada um ou dois focados em regiões distintas do globo.
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#30 Alex_GIG

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Posted 23 de December de 2018 - 07:07

E agora também a bola está com a Rio Galeão - ela pode muito bem explorar a liberdade de fazer voos além dos EUA ou Além do Rio para a Africa em busca da "conectividade perdida" - que seus executivos saiam da zona de conforto usual.


Se os executivos da Rio-Galeão estiverem em uma zona de conforto, o aeroporto está perdido! A redução da malha é gritante e só não vê quem não quer: daqui a pouco só se sai do Rio via SDU. É um absurdo que ainda se diga que as taxas que o GIG cobra sejam altas.
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#31 rogger

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Posted 23 de December de 2018 - 08:03

Se os executivos da Rio-Galeão estiverem em uma zona de conforto, o aeroporto está perdido! A redução da malha é gritante e só não vê quem não quer: daqui a pouco só se sai do Rio via SDU. É um absurdo que ainda se diga que as taxas que o GIG cobra sejam altas.

  Em  2019 já vai completar 1/5 do período de concessão,na época do leilão o movimento oscila em 17,3 milhões/ano,de lá pra cá

   o movimento sõ retrocedeu e esse ano deve ficar em 15,2 milhões,extremamente ocioso para sua capacidade atual de 37 mi,

  se os diretores da Riogaleão nao sairem da zona de conforto para buscarem soluções rápidas irá continuar perdendo voos.Meu

palpite se a demanda não reagir ano que vem,o movimento deve ficar abaixo dos 15 milhões,haja vista a perda de 3 voos internacionais e a redução de frequências que a Gol tem feito na baixa temporada em algumas rotas.


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#32 TheJoker

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Posted 23 de December de 2018 - 10:31

A única solução pro GIG é uma nova empresa doméstica que tenha o aeroporto como base/hub, e mesmo assim não acho que consiga ser maior do que AD em VCP.

O GIG, e aliás todos os outros, são pro longuíssimo prazo (daqui uns 10-15 anos), quando GRU atingir 60-70 milhões, e começarem a sair as conexões.


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#33 TheJoker

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Posted 23 de December de 2018 - 11:28

Dando um chute, com os percentuais de crescimento até out18:

 

GRU                         12M18 (proj)

Doméstico (18,2%)   28.108   x 20% conexão = 5.622

Inter (6,4%)               13.161   x 20% conexão Am. Latina = 2.632

                                                x 23%               dom/inter    = 3.027

Total                          41.269

 

O&D RMSP  +/- 30 milhões. Se isso crescer a 5% a.a., leva 15 anos pra saturar GRU.

 

41.269 x (1,05 ^8 anos) = 60.793   Ainda vai levar uns 8 anos pra GRU começar a perder movimento de conexões.



#34 BLUE - SBKP -

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Posted 23 de December de 2018 - 15:27

Dando um chute, com os percentuais de crescimento até out18:

 

GRU                         12M18 (proj)

Doméstico (18,2%)   28.108   x 20% conexão = 5.622

Inter (6,4%)               13.161   x 20% conexão Am. Latina = 2.632

                                                x 23%               dom/inter    = 3.027

Total                          41.269

 

O&D RMSP  +/- 30 milhões. Se isso crescer a 5% a.a., leva 15 anos pra saturar GRU.

 

41.269 x (1,05 ^8 anos) = 60.793   Ainda vai levar uns 8 anos pra GRU começar a perder movimento de conexões.

 

 

Sera que vai parar em 60kk?  Nao contaria com isso.

VCP e CNF devem assumir maior relevancia na cnx futuramente.

 

Os 767 da LA que vao ser retirados de operacao em 2019 podem estar relacionados a reducao malha do 767. Se nao estou enganado vao sair 3 a 5 avioes em 2019. 

 

Como A359 e 777 e muito aviao pro GIG e os demais 767 estao alocados em GRU, sem folga, ja resolveram passar a faca.



#35 Delmo

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Posted 23 de December de 2018 - 15:36

Fiz conexão doméstico-internacional no GIG em novembro e achei hipercomplicado: tudo muito longe, pouquíssima sinalização, poucas esteiras horizontais, aeroporto às moscas (em horário de pico), apenas UM (!!!!) raio-x funcionando do doméstico pro intl, quase perdi voo.

Seria interessante a Latam transformar a Latam Argentina e Colômbia em Low Cost/Low Fare, e criar a LC-LF brasileira baseada no GIG.

#36 TheJoker

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Posted 23 de December de 2018 - 15:37

 

 

Sera que vai parar em 60kk?  Nao contaria com isso.

VCP e CNF devem assumir maior relevancia na cnx futuramente.

 

Os 767 da LA que vao ser retirados de operacao em 2019 podem estar relacionados a reducao malha do 767. Se nao estou enganado vao sair 3 a 5 avioes em 2019. 

 

Como A359 e 777 e muito aviao pro GIG e os demais 767 estao alocados em GRU, sem folga, ja resolveram passar a faca.

 

Nessa primeira concessão não deve passar de 60 milhões até porque não vão investir em um terminal doméstico novo e amplo, que é o que precisa.



#37 TheJoker

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Posted 23 de December de 2018 - 15:41

Fiz conexão doméstico-internacional no GIG em novembro e achei hipercomplicado: tudo muito longe, pouquíssima sinalização, poucas esteiras horizontais, aeroporto às moscas (em horário de pico), apenas UM (!!!!) raio-x funcionando do doméstico pro intl, quase perdi voo.

Seria interessante a Latam transformar a Latam Argentina e Colômbia em Low Cost/Low Fare, e criar a LC-LF brasileira baseada no GIG.

 

Mas a JJ já é LC, G3 idem, 220 assentos num 321 é o que? só falta os 320 com 180 assentos, se com as tarifas atuais ela não dá lucro imagina baixando.



#38 Delmo

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Posted 23 de December de 2018 - 15:59

 
Mas a JJ já é LC, G3 idem, 220 assentos num 321 é o que? só falta os 320 com 180 assentos, se com as tarifas atuais ela não dá lucro imagina baixando.


Ai, ai..

Deu pra entender que eu me referia a LC-LF, estilo Norwegian, Level, Joon, Condor, Rouge, Edelweiss, né non?

Abracinho rs

#39 F-BVFA

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Posted 23 de December de 2018 - 16:29

A solicitação para o GIG sempre foi o nascimento de um player local. E isso não é de hoje. E cada vez mais me parece mais improvável que isso ocorra.
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#40 TheJoker

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Posted 23 de December de 2018 - 16:44

O comunicado da Latam na íntegra:

O Grupo Latam Airlines está constantemente atento a todas as oportunidades de rotas sustentáveis e segue fortalecendo a sua rede de destinos internacionais para seguir como o grupo de companhias aéreas que mais conecta a América do Sul e a sua região com outras partes do mundo.

Neste sentido, a companhia acaba de promover alterações em suas operações no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

A partir de 16 de fevereiro de 2019, a rota Rio de Janeiro/Galeão-Orlando terá redução de 5 para 4 frequências semanais, enquanto a rota Rio de Janeiro/Galeão-Miami terá redução de 7 para 4 frequências semanais. Já a partir de 1º de abril de 2019, ambas as rotas estarão canceladas.

A companhia já está em contato com os passageiros de voos impactados por essas alterações, para que possam reprogramar as suas viagens sem custos. Todos os clientes da Latam interessados em viagens entre o Rio de Janeiro e as cidades de Orlando e Miami seguem contando com opções de voos com escalas em São Paulo/Guarulhos.

Para mais informações e reprogramação de voos, os clientes também podem entrar em contato com a companhia por meio da Central de Vendas, Informações, Fidelidade e Serviços (4002-5700 para capitais / 0300-570-5700 para demais cidades) ou ainda procurar qualquer loja da Latam. 

O Grupo Latam Airlines manterá suas outras operações regulares no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A companhia está sempre atenta às necessidades dos seus clientes para iniciar, ampliar ou adequar as suas operações, e avalia constantemente os seus voos conforme a demanda de cada região.

Desta forma, a Latam segue servindo o Rio de Janeiro e operando voos diretos a partir do Galeão para 4 destinos no exterior (Santiago, Buenos Aires/Ezeiza, Lima e Montevidéu), além de operações sem escalas entre a capital fluminense e outras 12 cidades brasileiras.

Recentemente, o Grupo Latam anunciou novas operações internacionais temporárias do verão 2019 a partir do Brasil. É o caso das rotas Rio de Janeiro-Montevidéu, Rio de Janeiro-Buenos Aires e Rio de Janeiro-Santiago, que serão reforçadas com operações adicionais entre janeiro e março de 2019. 

O Grupo Latam Airlines está constantemente atento a todas as oportunidades de rotas sustentáveis e segue fortalecendo a sua rede de destinos internacionais para seguir como o grupo de companhias aéreas que mais conecta a América do Sul e a sua região com outras partes do mundo.

Em 2018, o Grupo Latam Airlines começou a operar 27 novas rotas internacionais em diversos mercados e estreou destinos como Roma (Itália), Lisboa (Portugal) Pisco (Peru), San José (Costa Rica), Las Vegas e Boston (EUA), e Tel Aviv (Israel). 

Para 2019, já estão confirmadas rotas inéditas como Porto Alegre-Santiago (será inaugurada em janeiro) e novos destinos como Munique (Alemanha) a partir de junho e Montego Bay (Jamaica) a partir de julho.

 

 

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/latam-cancela-voos-do-rio-para-miami-e-orlando-na-florida_161240.html