Jump to content

All Activity

This stream auto-updates     

  1. Past hour
  2. Mas como sócio minoritário eles podem expulsar a Airbus?
  3. Today
  4. Mais um problema surge no Boeing 737 MAX durante a nova certificação https://www.aeroflap.com.br/mais-um-problema-surge-no-737-max-durante-a-nova-certificacao/
  5. O A321neoXLR também cai como uma luva para o Hub da AD em REC. Por ser mais próximo da Europa, pode servir destinos como LHR, FRA, ZRH, CDG,, AMS e até IST. Para os EUA alcança sem penalidades IAH, IAD, BOS, NY e YYZ no Canadá.
  6. Meus prezados EXCLUSIVO: Marinha estuda compra de caças F/A-18 Hornet ‘por oportunidade’ Fotomontagem de um F/A-18 Hornet nas cores do Esquadrão VF-1 da Marinha do Brasil – Autoria: Marcfighters Por Roberto Lopes* O assunto emergiu na manhã da sexta-feira, 10, durante a cerimônia de troca de comando na Diretoria Geral do Material da Marinha (DGMM), que aconteceu no auditório do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro: o atual Comandante da Força, almirante de esquadra Ilques Barbosa Junior (que presidiu a solenidade), estaria propenso a (1) descontinuar os gastos com a revitalização das aeronaves A-4 do Esquadrão VF-1 Falcão, e (2) apressar o reequipamento da Aviação de Combate da Marinha por meio da compra “de oportunidade” de jatos bimotores multifunção americanos F/A-18 Hornet – aeronaves usadas, portanto. A manobra atenderia a diferentes estudos de viabilidade já concluídos no âmbito da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), acerca da necessidade urgente de reaparelhamento do braço aéreo da Marinha. Oficiais da DAerM e dos setores de Gestão e de Material da Força Naval acompanham, há vários anos, o processo de desmobilização dos F/A Hornets, modelos C e D, da Força Aérea do Kuwait, que serão substituídos por caças-bombardeiros Super Hornets e pelos (caros) interceptadores europeus Typhoon. Mas no caso da Marinha do Brasil (MB), a hipótese que parece mais próxima é a da incorporação de um pequeno lote de aeronaves Hornet – não menos de 12 – que se encontram estocadas depois de terem prestado bons serviços à Marinha dos Estados Unidos (USN). Esse tema da procedência divide opiniões no oficialato. “A alternativa mais barata em termos de aquisição são aeronaves F/A-18E/F Super Hornet que estarão disponíveis na USN a partir da segunda metade desta década”, explicou ao Poder Naval, sob a condição do anonimato, um oficial superior da Marinha que trabalha há mais de dez anos no reequipamento da sua corporação. “Resta saber como estarão estas aeronaves”. “Por outro lado”, continua ele, “se estão aventando a possibilidade de aquisição dos F/A-18 C/D Hornet, as aeronaves do Kuwait são bem menos voadas e não sofreram os rigores das operações embarcadas. Teriam uma vida residual muito maior. Foram produzidas depois das aeronaves da USN. Ademais, os Marines pegaram as melhores células para eles, a fim de repor suas aeronaves mais desgastadas. Assim, o que ficou disponível deve estar no osso. Não vejo a MB adquirindo estes aviões”. Colisão no ar – Neste momento, o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque – Esquadrão Falcão – possui, em seu inventário, seis aeronaves A-4KU Skyhawk, adquiridas em 1998 no bojo de um lote de 23 aparelhos – mas apenas duas podem ser consideradas operacionais, objetivando, prioritariamente, a qualificação de pilotos. No início do segundo semestre de 2016, durante um desses treinamentos, dois A-4 se chocaram no ar, defronte à costa de Saquarema (RJ), e um avião (monoplace) desapareceu sob as ondas, levando seu piloto. O outro está sendo reparado pela Embraer. Os demais caças da Marinha se encontram em diferentes estágios de revitalização/reparos que, basicamente, vêm “digitalizando” os aparelhos – ou seja, tirando os seus sensores da Era Analógica para introduzi-los na Era Digital. Um programa a cargo da Embraer e da Marinha com a assistência da indústria de Material de Defesa de Israel, de resultados fortemente contestados por diferentes autoridades navais, já que, mesmo os caças “modernizados” apresentam limitações evidentes para seu engajamento em combate (ataque a alvos de superfície). Nada disso, claro, aconteceria com os F/A-18 Hornets da Marinha americana. Inveja em terra – A solução que ganha corpo na Alta Administração Naval (Comandante + Almirantado) em geral, e no gabinete do almirante Ilques em particular, esbarra, contudo, em um problema que só o presidente Jair Bolsonaro teria autoridade , ou voz de comando, para resolver: o ciúmes da Força Aérea Brasileira (FAB). Isso porque, como a MB não possui um porta-aviões na ativa, os Hornets precisarão operar de terra – Base Aeronaval de São Pedro da Aldeia – e os miliares da FAB tem, muito cara, sua percepção de que jatos de combate decolando de pistas em terra são um ativo para ser manejado pelo Comando da Aeronáutica. Os mesmos rumores assoprados durante a cerimônia de posse do novo Diretor Geral do Material da Marinha, almirante de esquadra José Augusto Vieira da Cunha, informam que a importação de Hornets pela Marinha do Brasil não acarretaria o menor obstáculo de parte da US Navy ou do governo Donald Trump – com o qual a Administração Bolsonaro parece estar em bons termos. Maquete do Sea Gripen da MB na LAAD 2015 Incerteza sobre o futuro – Alguém poderá lembrar que a MB participa, em alguma medida, do desenvolvimento da versão naval do caça sueco Gripen, conhecido nos círculos industriais-militares como Sea Gripen. Mas esse é um assunto que não contribui para clarear as soluções, e sim para aumentar as incertezas. Em primeiro lugar porque o protótipo do Sea Gripen só poderá (em tese) decolar no fim da presente década. E em segundo lugar é preciso ter em mente: caso o governo brasileiro venha a ser convidado pela indústria de Defesa sueca a aportar recursos no desenvolvimento da aeronave, tudo fica muito complicado, devido à crônica falta de prioridade, no Ministério da Economia, para a aquisição de equipamentos militares. Isso já pôde ser sentido em alguns projetos conjuntos da FAB com a indústria de Defesa da África do Sul. O projeto do Sea Gripen pareceu ver luz no fim do túnel com a decisão da Marinha da Índia de comprar 57 aeronaves de caça para a sua Força Aeronaval. Mas a empresa indiana HAL reagiu, e vem forçando a Marinha daquele país a testar a versão naval do caça leve Tejas. * É jornalista graduado em Gestão e Planejamento de Defesa pelo Centro de Estudos de Defesa Hemisférica da Universidade de Defesa Nacional dos EUA. Especialista em diplomacia e assuntos militares da América do Sul. Autor de uma dezena de livros, entre eles “O código das profundezas”, sobre a atuação dos submarinos argentinos na Guerra das Malvinas e “As Garras do Cisne”, sobre os planos de reequipamento da Marinha do Brasil após a descoberta do Pré-Sal. Fonte: blog Poder Aéreo 15 jan 2020
  7. Meus prezados Turquia fabricará peças do F-35 ao longo de 2020, muito mais tempo do que o previsto F-35 da Turquia na cerimônia de entrega nos EUA em agosto de 2018 A Turquia continuará fabricando peças para o caça F-35 até 2020, pelo menos um ano e meio após a saída do país do programa Joint Strike Fighter, afirmou o principal comprador do Pentágono. Os líderes da defesa esperavam encontrar fontes americanas para todos os componentes fabricados na Turquia até março, mas decidiram permitir que a contratada principal Lockheed Martin e a fabricante de motores Pratt & Whitney honrassem as obrigações contratuais que manterão algumas peças chegando até o final do ano. “A maioria da nossa cadeia de suprimentos estará fora da Turquia em março de 2020”, disse terça-feira Ellen Lord, subsecretária de defesa para aquisição e manutenção, em um café da manhã do Defense Writers Group. Mas a Lockheed Martin e Pratt “têm contratos em vigor que talvez cumpram até o final do ano” que afetam “um punhado de sistemas”, disse ela. “Continuamos a gerenciar o programa para minimizar o impacto na produção.” As peças turcas são para seis componentes principais do avião, incluindo a fuselagem e o trem de pouso do jato, disse uma fonte do setor. As peças já estão pagas, disse a fonte. Partes do F-35 feitas na Turquia Partes estruturais do F-35 fornecidas pela Turquia. Foto: Northrop Grumman Fonte: Defense One via blog Poder Aéreo 17 jan 2020
  8. Meus prezados Motor do caça Gripen E terá manutenção feita na Suécia Devido a uma situação de segurança deteriorada na Suécia, a decisão foi alterada para que o motor do caça Gripen E seja reparado em Trollhättan, em vez de nos EUA. – Isso deve manter em níveis mais altos de prontidão e é um passo para reter o conhecimento na Suécia, mas também obter uma solução econômica a longo prazo. Isso também significa que podemos construir peças de reposição e componentes na Suécia e lidar com isso dentro do país”, diz Göran Mårtensson, diretor geral da Administração de Materiais de Defesa da Suécia, FMV. Desde 2013, quando ficou claro que a Suécia compraria o Gripen E, concluiu-se que a manutenção do motor seria realizada pela General Electric nos EUA. Mas os motores do Gripen C/D de hoje são revisados em Trollhättan pela empresa GKN, um trabalho que funcionou bem e disponibilizou o conhecimento e as peças de reposição localmente. E agora as empresas envolvidas, incluindo a Saab, concordam que a manutenção, serviço e reparos continuarão a ocorrer na Suécia e não no outro lado do Atlântico, e as Forças Armadas ordenaram o arranjo da FMV. Um dos críticos da mudança para os Estados Unidos é o político de defesa liberal Allan Widman e ele está feliz agora. – No caso de maior preparação ou ataque armado, com manutenção do motor feita do outro lado do Atlântico teria sido uma solução inoperante. Isso levou muito tempo, mas acho que chegou em bom termo, diz Allan Widman. Uma vantagem é que, de acordo com as análises das Forças de Defesa Suecas, os atuais Gripen C/D devem agora ser usados até a década de 2030, e então o trabalho nos motores pode ser coordenado. Essa solução também economiza dinheiro, utilizando investimentos já feitos em tecnologia e conhecimento, de acordo com a FMV. Stefan Oscarsson, chefe de assuntos militares da GKN, está satisfeito. “Isso significa muito para nós a longo prazo como empresa e como capacidade de defesa para a Suécia”, diz ele. Vista em corte do Motor GE F414 que equipa o Gripen E Fonte: Sveriges Radio via blog Poder Aéreo 17 jan 2020
  9. Tinha saído uma notícia que a Delta desejava ir logo para o T3.
  10. Meus prezados Bombardier pode abandonar parceria com a Airbus após recorde de queda nas previsões de lucros https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2018/07/Airbus-A220-300-new-member-of-the-airbus-single-aisle-family-landing-019.jpg Airbus A220-300 A Bombardier Inc. alertou que pode abandonar sua joint venture na construção da aeronave A220 com a Airbus e considerará vender ainda mais ativos para quitar dívidas, renovando as preocupações dos investidores com a capacidade do fabricante de Montreal de se manter à tona enquanto o relógio se esgota na estratégia de recuperação de cinco anos. O preço das ações da fabricante de aviões e trens caiu mais de 30% nesta quinta-feira, depois de reduzir pela segunda vez suas previsões financeiras para 2019 em menos de um ano, devido principalmente a marcos perdidos, entregas atrasadas e custos extras de produção para vários projetos ferroviários desafiadores. Até o fechamento, as ações da Bombardier caíram quase 32%, para US$ 1,22 na Bolsa de Toronto. O anúncio “extremamente decepcionante” surpreendeu os analistas, dada a insistência anterior dos executivos de que a empresa havia superado o período de dificuldades. “Este é um revés significativo após o anúncio da administração depois do terceiro trimestre de que o pior para a Bombardier Transportation tinha ficado para trás”, observou o analista de BMO Fadi Chamoun aos clientes. A Bombardier já abandonou a maior parte de seus ativos de aviação comercial desde que o presidente-executivo Alain Bellemare iniciou seu plano de recuperação em 2015, concentrando-se nas divisões mais lucrativas de trens e jatos executivos, em uma tentativa de construir uma empresa mais enxuta e estável financeiramente. Agora está pensando se deve dar um passo adiante e abandonar sua parceria com a Airbus, mesmo que a Bombardier tenha investido cerca de US$ 6 bilhões no programa e se comprometido com ele por aproximadamente mais cinco anos. Ela espera uma redução significativa no empreendimento da Airbus depois que uma revisão do plano de negócios indicou que o programa A220 levará mais tempo para se equilibrar, ganhar menos dinheiro ao longo de sua vida útil e exigir mais investimentos iniciais da Bombardier que está sem dinheiro. Em 2017, a Bombardier cedeu o controle de seu programa C-Series, que consome muito dinheiro, à Airbus, que renomeou o jato de A220 sob uma joint venture de 50,01% da Airbus, 31% da Bombardier e 19% da província do Investissement Québec. Fonte: Financial Post via blog Poder Aéreo 17 jan 2020
  11. Yesterday
  12. Meus prezados Rolls Royce, da Grã-Bretanha, desenvolverá motores para o jato britânico de sexta geração "Tempest" Uma maquete do Tempest -Créditos: Swadim Via Wikipedia em 16 de julho de 2018. O ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Gavin Williamson, apresentou um modelo do novo jato de combate proposto pelo país chamado Tempest no Farnborough Airshow. A Rolls Royce, da Grã-Bretanha, a segunda maior fabricante mundial de motores de aeronaves, anunciou que iniciou o desenvolvimento de motores para o programa de caças Tempest de sexta geração do país. A BAE Systems da Grã-Bretanha anunciou o desenvolvimento do caça Tempest em 2018, que deverá fornecer um substituto para o Eurofighter Typhoon e uma parte da frota do F-35B desde o início da década de 2030. O programa extremamente ambicioso é um dos muitos programas de caça de última geração atualmente em andamento, com o F-X americano, o Air Dominance Fighter e o Penetrating Counter Air Fighter, todos esperados para entrar em serviço antes dele e ver seus primeiros voos antes de 2030. A Rolls Royce já fabricou motores para vários caças britânicos, incluindo o Eurojet EJ200, que alimenta o Eurofighter e o Spey, usados nos F-4K Phantoms. A Rolls Royce teve alguma experiência no desenvolvimento de motores de alto desempenho para caças de quinta geração com o programa F136, realizado em conjunto com a General Electric da América, embora esse programa tenha sido cancelado em favor do Pratt e Whitney F135. A capacidade da Grã-Bretanha de desenvolver motores para um padrão de sexta geração permanece altamente questionável, com o Eurojet EJ200, que entrou em serviço em 2003, considerado várias décadas atrás - e com os EUA e a União Soviética, ambos tendo desenvolvido motores com capacidade semelhante décadas antes durante a Guerra Fria. Como um caça de sexta geração, o Tempest será, de muitas maneiras, um salto tão grande sobre algo como um Super Hornet F-18 quanto o Super Hornet sobre um caça impulsionado por objetos da Segunda Guerra Mundial. Embora tenha sido projetado para ser rápido e ágil, o Tempest também será projetado para ser furtivo e será tanto um sistema de comando e controle e uma plataforma dinâmica de sensores quanto um lutador. De fato, com seus sistemas de inteligência artificial e aprendizado profundo, o piloto atuará mais como diretor executivo do que como lutador de cães. O problema é que o Tempest será um animal com muita sede quando se trata de eletricidade, produzindo níveis sem precedentes de demanda de energia e cargas térmicas devido ao transporte de lasers e outras armas de energia, sensores avançados e aviônicos e tecnologias de enxame. Isso significa que os motores antigos fabricados principalmente para bombear o impulso não estão à altura do trabalho. É por isso que a Rolls-Royce passou os últimos cinco anos trabalhando no motor de próxima geração para o caça de próxima geração. Na sua essência, ele possui um gerador de partida elétrico totalmente embutido no núcleo de um motor de turbina a gás que começou a funcionar em 2014 como o programa demonstrador Embedded Electrical Starter Generator (E2SG) e adota uma nova abordagem para o design de caças que coloca muito mais ênfase no fornecimento de energia elétrica em grandes quantidades diretamente do motor. "O gerador de partida elétrico incorporado economizará espaço e fornecerá uma grande quantidade de energia elétrica necessária para futuros caças", diz Conrad Banks, engenheiro-chefe de futuros programas da Rolls-Royce. “Os motores de aeronaves existentes geram energia através de uma caixa de engrenagens embaixo do motor, que aciona um gerador. Além de adicionar peças móveis e complexidade, o espaço necessário fora da máquina para a caixa de engrenagens e o gerador aumenta a estrutura da aeronave, o que é indesejável em uma plataforma furtiva. ” A Grã-Bretanha procurou obter apoio para o programa Tempest, fundindo-o parcialmente com o programa japonês F-3, embora Tóquio tenha sofrido considerável pressão americana para fazer parceria com uma empresa americana para seu programa de caça de sexta geração, e não com a BAE Systems. Fonte: Fighter Jets World 17 jan 2020 Trad./adapt. jambock
  13. Meus prezados Aviação Naval: Diferenças entre US Navy e a Marinha do Brasil https://youtu.be/BlQ-AJ655c0?t=3
  14. Meus prezados Helicóptero H-725, Super Cougar, UH-15ª C-SAR* da Marinha do Brasil C-SAR = Busca, Salvamento e Resgate em Combate
  15. Esses Dash "adoram" dar problemas com o trem de pouso. Teve um ano que dois Q400 tiveram problemas com recolhimento no pouso. Um foi da SAS. O outro não lembro.
  16. Uma vez fiz um voo LAS-EWR, fazendo cnx em MNP. Gente, nao se se alguem aqui já foi em Minneapolis, mas posso afirmar: que cidade linda! Muito verde aquela região e o aero é enorme! Foi LAS-MNP de MD-88 e MNP-EWR de CRJ-900, belos voos
  17. acabei encontrado aqui dash 8-300 da air canada jazz, na primeira semana de janeiro https://www.avweb.com/aviation-news/video-shows-wheel-falling-off-dash-8/
  18. Me deparei com esse gyf na internet e fiquei curioso Alguem teria mais informação sobre esse incidente
  19. Já voei Cincinnati-Miami direto pela Delta antes deles desmantelarem o hub que tinham em CVG
  20. https://www.youtube.com/watch?v=8mpD-wS85Vs
  21. Achei bacana, exceto pelo que usa degradê pois parece uniforme de futebol. E a gravate poderia ser laranja para todos.
  22. Delta will serve 11 airport from Miami by July 2020. (Image by Cirium) https://thepointsguy.com/news/delta-air-lines-miami-nonstops-4-new-routes/
  23. A prioridade da LTM/DL são conexões pra MCO e TPA.
  24. Delta bolsters Miami network to support industry-leading partnership with LATAM Elizabeth Wolf Jan 17, 2020 NEW SCHEDULE WILL KICK OFF WITH SPECIAL DEALS FOR CUSTOMERS Delta Air Lines will add 13 new daily nonstop flights to Miami International Airport (MIA) from hubs and top corporate travel destinations around the U.S., including new service from Orlando, Raleigh-Durham, Salt Lake City and Tampa. With this expanded network, Delta will offer 41 daily non-stop options between 10 U.S. airports and Miami, with all flights offering Delta’s award-winning First Class and Delta Comfort+ product, in addition to the carrier’s signature operational reliability and industry-leading service. Delta’s partnerships today extend its Miami reach across the globe to 12 international nonstop destinations, with LATAM offering 10 additional international destinations from Miami. “As our new industry-leading partnership with LATAM develops, this announcement broadens our footprint in south Florida to provide our customers with better connections between the U.S. and South America,” said S.V.P. Network Planning Joe Esposito. “With this expansion, we are now well positioned to provide superior service and a convenient network for customers connecting between our airlines as well as for travelers going to and from South Florida.” In addition to providing Delta’s Miami-based customers with more options throughout the airline’s network, Delta’s new flight schedule will be timed to maximize connectivity with LATAM. The two airlines are conveniently co-located at MIA, allowing swifter connecting times for customers. The new flights will be available for sale beginning Saturday, Jan. 18, 2020, and will begin operating by summer 2020. To celebrate, Delta will offer customers fare deals on flights to Miami. Check this page as the new routes become available for sale. Additional bag fees and terms apply. “By expanding service at MIA, Delta Air Lines is helping us meet the growing travel needs of our community,” said Miami-Dade County Mayor Carlos A. Gimenez. “These new flights ensure that Miami-Dade continues to build its reputation as not only a key destination for regional travelers, but also a critical gateway to the Americas and the rest of the world for international travelers.” “We congratulate Delta Air Lines on its new additional daily flights for MIA,” said Lester Sola, Director and CEO of the Miami-Dade Aviation Department, which oversees operations at Miami International Airport. “We are incredibly proud of their growth and very excited for the opportunity to provide our passengers with greater connectivity along with enhanced flight options. We look forward to continuing our excellent relationship with Delta to offer the best customer experience to our passengers.” DELTA, LATAM ARE BUILDING NO. 1 CARRIER CONNECTING NORTH AND SOUTH AMERICA Delta’s increased service into MIA is part of the carrier’s developing partnership with LATAM, announced late last year. This strategic partnership would bring together the leading airlines in North and South America, offering significantly expanded travel options for customers with access to 435 destinations worldwide. Together, Delta and LATAM will create the most comprehensive combined carrier network throughout the Americas, carrying more passengers between North and South America than any other partnership. Customers will benefit from significantly expanded travel choices across the Americas and an industry-leading, increasingly seamless customer experience, including reciprocal loyalty program benefits. The enhanced cooperation is subject to governmental and regulatory approvals. Delta and LATAM recently announced plans to launch codeshare sales for select flights operated by certain LATAM affiliates in Colombia, Ecuador and Peru beginning in the first quarter of 2020, pending receipt of applicable government approvals. The schedule for Delta’s new MIA flights is as follows: Direction Departs Arrives Aircraft Type Service Begins Miami to Orlando 8:35 9:46 Embraer ERJ-175 5/4/2020 Noon 13:11 Embraer ERJ-175 5/4/2020 15:25 16:36 Embraer ERJ-175 5/4/2020 18:50 20:02 Embraer ERJ-175 5/4/2020 22:10 23:21 Embraer ERJ-175 5/4/2020 Orlando to Miami 6:40 7:47 Embraer ERJ-175 5/4/2020 10:20 11:28 Embraer ERJ-175 5/4/2020 13:45 14:53 Embraer ERJ-175 5/4/2020 17:10 18:18 Embraer ERJ-175 5/4/2020 20:35 21:43 Embraer ERJ-175 5/4/2020 Miami to Raleigh-Durham 9:45 11:57 Embraer ERJ-175 5/22/2020 20:30 22:49 Embraer ERJ-175 5/22/2020 Raleigh-Durham to Miami 6:45 9:03 Embraer ERJ-175 5/22/2020 17:15 19:35 Embraer ERJ-175 5/22/2020 Miami to Salt Lake City 9:45 12:51 Boeing 737-800 7/28/2020 Salt Lake City to Miami 13:45 20:27 Boeing 737-800 7/28/2020 Miami to Tampa 8:45 9:49 Embraer ERJ-175 5/4/2020 Noon 13:08 Embraer ERJ-175 5/4/2020 15:20 16:27 Embraer ERJ-175 5/4/2020 18:40 19:50 Embraer ERJ-175 5/4/2020 22:15 23:23 Embraer ERJ-175 5/4/2020 Tampa to Miami 6:45 7:54 Embraer ERJ-175 5/4/2020 10:20 11:27 Embraer ERJ-175 5/4/2020 13:40 14:46 Embraer ERJ-175 5/4/2020 17:00 18:09 Embraer ERJ-175 5/4/2020 20:25 21:36 Embraer ERJ-175 5/4/2020 A portion of travel for some itineraries may be on Delta Connection® carriers. https://news.delta.com/delta-bolsters-miami-network-support-industry-leading-partnership-latam Latam inaugura nova sala vip no aeroporto de Miami 17/01/2020 Por Beatrice Teizen A Latam acaba de inaugurar sua nova sala vip no Aeroporto Internacional de Miami, a Vip Latam. O novo lounge conta com lugares de assento ampliados, projetados para serem adequados para trabalho e descanso. O espaço também oferece aos passageiros frequentes uma seção de refeições com serviço completo, com opções de alimentos frescos, além de possuir banheiros espaçosos e modernos com duchas. "O Grupo Latam está comprometido em fornecer aos seus passageiros os melhores serviços e comodidades possíveis, onde quer que estejam no mundo. Queremos que os nossos clientes desfrutem deste serviço não apenas quando estiverem a bordo, mas desde o início até o final de sua jornada”, diz a vice-presidente da Latam Airlines, Paola Peñarete. https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2020/01/latam-inaugura-nova-sala-vip-no-aeroporto-de-miami_170505.html
  25. Acompanhar a saúde financeira cabe aos acionistas da atual Embraer e que serão remunerados por tal operação. Não tem motivos para o Estado Brasileiro interferir em algo do tipo. Como detalhe: grande parte desses acionistas são norte-americanos, ou seja, está tudo em casa e em ordem, creio eu.
  26. O 788 não , LTM 221 vs 247 ou AA 209 vs 234 = +12% DL e UA que operam 764 então é trocar 6 por meia dúzia.
  1. Load more activity
×
×
  • Create New...