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  1. Past hour
  2. minhoca vai ter em qualquer movimento, mas fica a escolha. algum futuro ou o começo do sonho de Santiago.
  3. mas eu sei muito bem disso. sim, 1970. Mas nos contexto de negociação americana. A questão não é barganha. A mensagem eles já definiram. Quem não aceitar ganhar menos vai ter o salário menor entubado na LATAM ou via "ABSA". Se a opção de negociação é tomar na bunda ou tomar muito na bunda, quem arrega primeiro quando chegar? Quanto tempo Jerome e os açoitados por Santiago aguentam ao ver que não assustou a maioria? Sim, é arriscar perder o emprego ou arriscar perder qualquer salvação da sua carreira, se algo sobrar. Próximo passo vai ser eles forçarem todo mundo ser PJ e se você quiser ser que nem o chefe ##### do widebody, vai ter de pagar seu TR anualmente. Porque né, o prestador de serviço que lute para manter as carteiras válidas.
  4. Today
  5. Não só isso, mas para mim, um aeroporto sempre foi uma das últimas barreiras da civilização, um lugar onde por mais zoada que uma cidade seja, no aeroporto sempre é necessária certa ordem, hierarquia, procedimentos mais rígidos, não uma casa da mãe joana. Os baloeiros há tempos já testam os limites desta ordem estabelecida, pouco se lixando para a segurança aérea e para as vidas que eles põem em risco, até porque, se algum avião cair só vai morrer burguês mesmo, então azar. Este episódio no GIG foi nada menos que surreal, algo que deveria servir de divisor de águas. Mas parece que foi tratado apenas como mais um dia normal no Rio de Janeiro, e não se vê a devida energia em repudiar isso, parece que para não melindrar o pessoal do Morro do Dendê.
  6. Agora ficou mais claro , dinheiro novo na verdade 1,2bi, contando que vão reverter a decisão do juiz colombiano que proibiu a Colômbia de injetar 375 milhões pelo fato da empresa colombiana não estar mais pagando impostos e registro na Colômbia, correto? Embora a AVC estava em dificuldades já antes da pandemia , o valor parece bom, proporcional a Latam, que ,sendo maior , obteve 2,45 bi de financiamento
  7. Meus prezados LATAM prorroga transporte gratuito de profissionais de saúde até 31 de outubro Companhia já transportou sem custos 517 profissionais A LATAM prorrogou até o dia 31 de outubro o transporte gratuito a profissionais de saúde para atuar no combate à Covid-19, uma ação iniciada em 23 de março de 2020 e que já transportou sem custos 517 profissionais. A iniciativa permite que médicos, enfermeiros e demais especialistas envolvidos no combate à pandemia continuem contando com isenção total da tarifa aérea, pagando apenas a taxa de embarque. Para contar com esse benefício, os profissionais da saúde devem se apresentar nas lojas da LATAM, localizadas nos aeroportos, com até duas horas de antecedência aos voos para seguir ao seu destino, sem custos, pagando apenas a taxa de embarque. Aqueles que voarem ainda acumulam no programa Latam Pass mil pontos por cada trecho voado. Para voar, é indispensável a apresentação de: documento profissional validado pelo conselho regional competente; e carta emitida pela empresa ou instituição de saúde que comprove o motivo da viagem: o cuidado às pessoas enfermas ou com suspeita de contaminação pela Covid-19. Mais detalhes sobre a documentação podem ser acessados na página Passagens para Profissionais de Saúde envolvidos no combate ao coronavírus Fonte: Pedro Menezes para Mercado & Eventos 23 set 2020.
  8. Meus prezados Iata pede por testes sistemáticos de Covid-19 antes do embarque; entenda A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) pediu, recentemente, o desenvolvimento e a implementação de testes de Covid-19 rápidos, escalonáveis e sistemáticos para todos os passageiros antes do embarque, como alternativa à quarentena para restabelecer a conectividade aérea global. A Iata trabalhará por meio da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e com as autoridades de saúde na implementação rápida dessa solução. Mais de meio ano se passou desde que a conectividade global foi paralisada depois que os países fecharam suas fronteiras para lutar contra a Covid-19. Ao todo, as viagens internacionais estão 92% abaixo dos níveis de 2019. Mesmo com a reabertura cautelosa das fronteiras de alguns países, a retomada tem sido limitada já que as medidas de quarentena inviabilizam as viagens e até mesmo impossibilitam planejamentos, visto que mudam constantemente. “A saída para restaurar a liberdade da mobilidade entre as fronteiras é o teste sistemático de Covid-19 de todos os viajantes antes do embarque. Assim, os governos terão a confiança necessária para abrir suas fronteiras sem modelos de risco complicados com mudanças constantes nas regras de viagens. O teste de todos os passageiros garante às pessoas a liberdade de viajar com confiança. E isso colocará milhões de pessoas de volta ao trabalho”, disse Alexandre de Juniac, CEO da Iata. O custo econômico da suspensão da conectividade global coloca o investimento em uma solução de teste para abertura de fronteiras como uma prioridade para os governos. Atualmente, as receitas perdidas devem ultrapassar US$ 400 bilhões, com estimativa de perda líquida recorde acima de US$ 80 bilhões em 2020, em um cenário de recuperação mais otimista do que de fato ocorreu. Por isso, cada vez mais, a abertura de fronteiras tem sido prioridade para os governos. “A segurança é a prioridade principal da aviação. Somos a forma mais segura de transporte porque trabalhamos juntos como um setor com governos na implementação de padrões globais. Com o custo econômico associado ao fechamento de fronteiras aumentando diariamente e o registro de uma segunda onda de infecções, o setor da aviação deve recorrer a essa capacidade para se unir aos governos e provedores de testes para encontrar uma solução de teste rápido, preciso, de baixo custo, fácil de usar e escalonável, que permitirá ao mundo se reconectar e se recuperar com segurança”, afirmou de Juniac. Opinião pública A pesquisa de opinião pública da Iata revelou forte apoio aos testes de Covid-19 no processo de viagem. Cerca de 65% dos viajantes pesquisados concordaram que a quarentena não deve ser exigida se o teste de uma pessoa der negativo para a doença. Além disso, 84% das pessoas concordam que todos os viajantes devem fazer o teste; e 88% disseram estar dispostos a fazer o teste como parte do processo de viagem. Além da abertura de fronteiras, as pesquisas de opinião pública também indicaram que os testes ajudarão a reconstruir a confiança dos passageiros na aviação. Os entrevistados identificaram a implementação de teste de Covid-19 para todos os passageiros como uma medida eficaz para que se sintam seguros, perdendo apenas para o uso da máscara. Aspectos Práticos A Iata pede o desenvolvimento de um teste que atenda aos critérios de rapidez, precisão, baixo custo e facilidade de uso, que possa ser administrado sistematicamente sob a autoridade dos governos, de acordo com os padrões internacionais acordados. A organização busca essa medida por meio da OACI, que lidera os esforços para desenvolver e implementar padrões globais para a operação segura de serviços aéreos internacionais em meio à pandemia da Covid-19. A Iata não vê o teste de Covid-19 como um elemento permanente na experiência de viagens aéreas, mas como um ítem necessário no médio prazo para que o transporte aéreo se restabeleça. “Muitos veem o desenvolvimento de uma vacina como a solução da pandemia. Certamente será um passo importante, mas mesmo depois que uma vacina eficaz for reconhecida globalmente, o processo de produção e distribuição provavelmente levará muitos meses. Os testes serão uma solução provisória muito necessária”, complementou Juniac. Fonte: Redação M&E 23 set 2020
  9. Meus prezados Projeto de lei prevê uso de aviação agrícola no combate a incêndio florestal https://www.pilotopolicial.com.br/projeto-de-lei-preve-uso-de-aviacao-agricola-no-combate-incendio-florestal/ E eu que pensava ser suficiente encher de água o tanque de pesticida do avião. Só! Aliás, como tem sido feito no Pantanal.
  10. França também, com contra as "emissões de poluição": https://airwaysmag.com/industry/iata-french-aviation-tax-would-fail-to-curb-emissions/
  11. El Al planeja retorno das operações regulares: https://airwaysmag.com/airlines/ly-to-restart-passenger-cargo-flights/
  12. 23-Sep-2020 11:50 PM Ao abrigo do Decreto Presidencial nº 229/20 de 08 de Setembro, a TAAG Linhas Aéreas de Angola SA, leva ao conhecimento dos seus estimados clientes e público em geral que reiniciará os voos de carreira regulares nas rotas Internacionais a partir do dia 22/09/2020, Terça-Feira, para Lisboa e São Paulo, conforme indicamos abaixo em horas locais: /// Lisboa (Três Frequências semanais às Terças, Quintas e Domingos) /// Luanda- Lisboa com partida prevista (11H30) e regresso Lisboa-Luanda (21H00) /// São Paulo (Duas frequências mensais à Sexta-Feira) /// Luanda-São Paulo, com partida prevista (11H30) e regresso, São Paulo-Luanda (18H20) /// Para mais informações, por favor contacte o nosso Call Center (923 19 00 00), balcões de atendimento TAAG ou Agências de viagens. This press release was sourced from TAAG on 22-Sep-2020. https://centreforaviation.com/members/direct-news/reincio-de-voos-de-carreira-regulares-nas-rotas-internacionais-538493
  13. O juiz não tem outra escolha, senão aplicar obrigatorimente a lei bananêsa ao caso concreto e soltá-los, se for o caso. Reflexo da legislação penal bananêsa, editada por legisladores bananêses, eleitos pelo voto direto dos eleitores de Banânia. Sim, serão soltos para continuar atentando contra a segurança do espaço aéreo. Quiçá, a narrativa possa mudar, se na próxima ocorrência de colisão com essas porcarias que esses imbecís soltam, as vítimas não tiverem a mesma sorte que o MZC.
  14. Eu creio que no Brasil tenha espaço para hubs regionais. Um exemplo seria em CWB com vôos de ATR pro interior dos 3 estados do sul e São Paulo.
  15. Vitória tem uma quantidade bão de voos saindo de SAO e RIO, além de CNF e SSA, então é só unir útil ao agradável. Eu não crio expectativas de ser o hub como muitos imaginam aqui, no máximo uma boa sincronização de horários. Mas fico torcendo que haja uma empresa que pense fora de SAO, BSB e até mesmo RIO e CNF. Pode ter voos saindo destes lugares, mas o fato de não ter a maior parte de seus vôos nestes aeroporto evita concorrência com as estabelecidas. Basta ver como a Azul se vende no mercado de capitais.
  16. IATA condena taxa de 35% sobre passagens aéreas internacionais da Argentina MURILO BASSETO 24 DE SETEMBRO DE 2020 Receba as notícias em seu celular, clique para acessar o canal AEROIN no Telegram e nosso perfil no Instagram. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) instou o governo argentino a reconsiderar com urgência o imposto adicional de 35% que incide sobre as passagens aéreas internacionais vendidas no país com efeito imediato. Airbus A330-200 da Aerolíneas Argentinas – Imagem: Venkat Mangudi / CC BY “Esta decisão não poderia ter vindo em pior hora”, disse Maria José Taveira, Gerente de Área Argentina, Paraguai e Uruguai da IATA. Devido à pandemia de COVID-19, a aviação na Argentina ficou paralisada por seis meses e agora que os serviços provavelmente serão retomados a partir de outubro. Taveira alerta que a imposição de mais impostos governamentais será contraproducente para reavivar a demanda e irá prejudicar as companhias aéreas na contribuição para a recuperação socioeconômica do país e de sua gente. Segundo a IATA, a Argentina já impõe impostos substanciais sobre as passagens aéreas internacionais vendidas no país: A suspensão da aviação por mais de seis meses no país já levou ao fechamento de uma companhia aérea nacional e de três internacionais que anunciaram que não voltarão ao mercado depois que os voos forem retomados. Isso terá um impacto significativo na conectividade aérea do país e a imposição do novo imposto diminuirá ainda mais a atratividade para companhias aéreas e turistas. A IATA prevê que a demanda no mercado argentino em 2020 cairá pelo menos 67% em relação a 2019. Com isso, as receitas geradas pelo mercado às companhias aéreas cairão US$ 3,26 bilhões, colocando em risco 19.820 empregos diretos e diminuindo a contribuição da aviação ao PIB do país em US$ 1,63 bilhão. A IATA declara que se opõe veementemente a qualquer forma de imposto ou taxa em que a receita resultante não seja reinvestida na indústria da aviação e tenha como objetivo meramente aumentar as receitas do governo geral. Segundo a Associação, a imposição do novo imposto contradiz diretamente as políticas tributárias aceitas publicadas pela Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência especializada das Nações Unidas. A este respeito, a Argentina, como nação signatária da Convenção sobre Aviação Civil Internacional (Convenção de Chicago) e Estado Contratante da ICAO, é obrigada a cumprir o seguinte: Artigo 15 da Convenção de Chicago: “Nenhuma taxa, quota ou outro encargo será cobrado por qualquer Estado signatário em relação exclusivamente ao direito de trânsito, entrada ou saída de seu território de uma aeronave de um Estado signatário, pessoas ou bens”. Políticas de Tributação no Domínio do Transporte Aéreo Internacional contidas no Documento 86321 da ICAO: “cada Estado signatário deve reduzir ao máximo possível e fazer planos para eliminar (…) todas as formas de tributação sobre a venda ou uso de transporte aéreo internacional, incluindo os impostos sobre as receitas brutas dos operadores e os impostos cobrados diretamente sobre os passageiros ou expedidores”. A IATA enviou oficialmente uma carta ao Governo argentino, apresentando as críticas e argumentos acima descritos. Você pode ler a carta na íntegra clicando aqui. Informações oficiais da IATA https://www.aeroin.net/iata-condena-taxa-35-passagens-aereas-argentina/
  17. O próprio G1 e todos os demais veículos que se recusam a aceitar noticiar como terrorismo um evento absurdo como este ocorrido no Galeão. O termo "herói" foi uma simples figura de linguagem da minha parte nesse caso, mas parte para a literalidade quando algum destes terroristas troca tiros com a polícia e morre no processo. Num instante o camarada vira "jovem, trabalhador, pai, estudante". E isso é só uma das milhares de facetas da bandidolatria escancarada que foi cultivada nas últimas décadas nesse país e que vivemos hoje, e uma das razões pelo qual o risco baloeiro vai continuar existindo para quem voar nos céus cariocas e paulistas até ocorrer uma tragédia de grandes proporções, que vai resultar em sansões pesadas à aviação brasileira. Mas essa é apenas a minha opinião, respeito a de quem acha que não há nada de anormal com a imprensa, legislação e justiça brasileira atualmente.
  18. Analiso o seguinte: O pax que faz FOR/GIG tendo que fazer uma conexão em VIX. O cara já está a bordo 2h50min e terá que fazer uma conexão que irá aumentar o tempo da viagem em umas 03h. Devemos lembrar que VCP tá dentro de São Paulo e a AZUL disponibilizou ônibus para vários destinos. RIO e SAO são mercados diferentes onde o Brasil todo tem negócios a tratar, até o interior de SAO tem mais negócios com o resto do pais que VIX, assim penso. Agora, se a sede for em VIX onde todos os tributos serão lá com vantagens, ai sim, começam por lá e depois cria outro hub.
  19. Se a ITA realmente for instalar um hub em VIX, vejo isso como um aspecto muito positivo, não só para a cia e para o aeroporto, mas para o cenário da aviação comercial no Brasil como um todo. Finalmente, depois de décadas de consolidação e crises sucessivas no setor, parece que as empresas estão aprendendo a diversificar suas operações e olhar para mercados menores e não atendidos ao invés de brigar por uma pequena fatia do bolo gigante de SP - melhor um bolo pequeno quase inteiro do que uma fatiazinha de um bolo enorme. Estamos vendo, pela primeira vez, uma diversidade de hubs domésticos e internacionais no Brasil, algo semelhante ao que ocorre nos EUA - claro, em menor escala. Se há 10 anos tínhamos apenas dois hubs fortes, com as operações concentradas apenas em GRU e GIG, os únicos hubs de fato que haviam no país, além de BSB e CNF (na época do hub da Gol) bem incipientes, hoje vemos as conexões bem mais descentralizadas, com hubs mais robustos, além de GRU e GIG, em BSB, CNF, VCP e REC (e, quem sabe, no futuro, VIX), além de centros de conexões de menor porte em POA, FOR, CWB, e até mesmo CGB e BEL, que não são hubs mas provém conectividade às malhas aéreas das cias brasileiras. Lógico que, com isso, alguns terminais minguaram, como GIG, que mantém apenas a Gol, e perdemos muito nas ligações ponto a ponto, mas essa nova dinâmica possibilitou uma malha bem mais diversa e eficiente, com menos operações sobrepostas e uma maior variedade de bases abrigando uma só empresa, ao invés de uma só base abrigando diversas empresas. Ainda assim, tudo é muito incerto nesse cenário, nem sabemos se a ITA vai mesmo decolar. Sempre achei que seria mais uma que não nem sair do chão, mas as informações divulgadas ultimamente tem bastante coerência e a companhia parece ter um plano concreto, a despeito do passado da Itapemirim e da pouca credibilidade que a empresa possui no momento. Torço muito para que tenha sucesso, principalmente por ser uma esperança para os trabalhadores disponíveis no mercado, e espero que VIX realmente seja a base de operações da empresa, diversificando ainda mais a malha nacional.
  20. A United irá refinanciar a dívida! mas dentro da proposta da Avianca, mesmo não sendo dinheiro novo, o montante é considerado como parte do investimento. Esse artigo da Época (https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2020/09/epoca-negocios-avianca-pede-aprovacao-de-plano-de-financiamento-incluindo-emprestimo-conversivel.html) explica um pouquinho mais como será a estrutura de financiamento que a Avianca apresentou.
  21. Voltando ao tópico, alguma movimentação em Canela para o início das operações?
  22. Muito mesmo. Espero que a EK volte em 2021 com seus 380 para GRU, se não é o fim da baleia na Am do Sul, uma pena. E de quadrimotor, só teremos os 747 da LH em GRU e EZE
  23. Na verdade foram menos de 272, muitos não foram construídos dentro dos 272.
  24. Olá @diasfly, só por curiosidade mesmo: quais são os veículos de imprensa que tratam baloeiros como heróis? Sds
  25. Se tem uma espécie que me dá asco e escancara o nosso bananismo é baloeiro e trader de passarinho.
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