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  1. Yesterday
  2. GRU T3 teve custo de construção de R$3.7 bi (2012-2014 valores históricos em correção) e ficou pronto em -2 anos.
  3. A Aena Brasil informa que, em inspeção regular, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) requereu uma série de ações, principalmente relativas à revitalização da pintura de sinalização horizontal dos Aeroporto de Maceió e do Recife. Essa solicitação não afeta em nada a movimentação nem a segurança dos aeroportos, que seguem operando normalmente com todos os pousos e decolagens regulares. Também não foi registrada nenhuma queixa de companhias aéreas. A revitalização da pintura já foi começada pela Aena Brasil nos dois aeroportos, e os trabalhos devem ser concluídos na próxima semana, quando d
  4. https://www.itaspa.com/content/dam/itaspa/files/IT/volare/mondo-ita/comunicati-stampa/Comunicato_stampa_ITA_15_ottobre_2021_1015.pdf#
  5. Mas o problema do Brasil na minha opinião é justamente a legislação, e pela maneira que estou vendo a animação atual do congresso em progredir com reformas necessárias, vejo apenas ferrovias cargueiras aparecendo pelo país num futuro próximo, isso sendo otimista. Por outro lado, não vejo como um completo engano o Brasil priorizar a infraestrutura aeroportuária sobre a ferroviária. É minha opinião e posso estar enganado é claro, mas eu vejo o modal aéreo ser mais capaz de atenderplenamente a demanda nacional do que o ferroviário, com um custo de investimento muito menor. Isso só não se apl
  6. Também, a capacidade de CGH 3.235 emb + 3.645 desemb = 6.880 pax/hora x 16h x 6 (sab e dom é metade) x 52 semanas 365 dias = 34.3 milhões e já teve +22. 6880 / 32-33 = 215-208 pax foi calculada com A321 que nem opera coisas de Infraero 537 mov/dia x 6 x 52 = 167.544 mov x 150 pax = 25.1 milhões é + realista https://transparencia.infraero.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/DECLARAÇÃO-DE-CAPACIDADE-W21-SBSP.pdf
  7. Decisões do TCU impõem sequência de reveses a Ministério da Infraestrutura Decisões contrárias ameaçam planos do ministro Tarcísio Freitas antes de sua eventual saída em abril de 2022 Por Daniel Rittner, Valor — Brasília 13/10/2021 07h59 Atualizado há 3 dias O Ministério da Infraestrutura tem amargado uma sequência de reveses no Tribunal de Contas da União (TCU) que ameaçam ou atrasam projetos considerados prioritários para a pasta. Mesmo sendo temporária e passível de reversão, a maioria das decisões pode atrapalhar os planos do ministro Tarcísio Freitas, que corre contra o
  8. Pois é, falam que vão liberar inter em CGH, não li nada sobre ter que criar um setor/terminal pra processar pax inter...normalmente publicavam assim: Aeroporto de Porto Alegre – Salgado Filho 7.1. Para a Fase I-B do Contrato, com prazo máximo de duração de 26 (vinte e seis) meses a partir da Data de Eficácia do Contrato, a Concessionária deverá realizar os investimentos necessários para disponibilizar os sistemas permanentes, que possibilitem a prestação de serviço adequado aos Usuários, conforme abaixo: 7.1.1 Ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no ae
  9. Subiu no telhado novamente...o APM. https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2021/10/13/decisoes-do-tcu-impoem-sequencia-de-reveses-a-ministerio-da-infraestrutura.ghtml
  10. E como o Governo afirma então, categoricamente, que vão aumentar a quantidade de pontes? Pode não constar no PEA, mas devem colocar no edital definitivo, acredito.
  11. 7.46. Para a Fase II do Contrato, deverão ser realizados os investimentos de adequação da infraestrutura aeroportuária, em especial, em terminais de passageiros, pátios de aeronaves, sistema de pistas de pouso e decolagem, sistema de pistas de rolamento e vias de acesso, de forma a prover capacidade adequada para o atendimento da demanda de passageiros, veículos e aeronaves. Ou seja, só quando crescer a demanda.
  12. A Audiência Pública está agendada para o dia 27 de outubro, às 14h. Vendo o PEA, SDU e CGH não tem exigências de aumento de posições ou pontes, só adequação de pistas/twys, iluminação nas cabeceiras. BEL 7.14.2 Disponibilizar pátio de aeronaves para acomodar, de forma simultânea e independente, 15 (quinze) posições código “C” e 2 (duas) posições código “E”. MCP 7.17.2 Disponibilizar pátio de aeronaves para acomodar, de forma simultânea e independente, 3 (três) posições código “C”. CGR 7.23.2 Disponibilizar pátio de aeronaves para acomodar, de forma simultânea e i
  13. https://www.ppi.gov.br/roadshow7aeroportos Abertas as inscrições para o roadshow da 7ª rodada de Aeroportos, 25 e 26 de outubro
  14. REC set19 6.545 mov 711.453 pax Infraero set21 6.396 681.946 -4,1% AENA MCZ set19 1.380 mov 166.539 pax set21 1.577 183.670 +10,3%
  15. A ANAC emitiu uma portaria tornando publica a proibição de novas inclusões de voos nos aeroportos do Recife e de Maceió que passam a valer desde a noite de 15 de outubro... confira na integra a nota do despacho: Torna pública a aplicação de providências administrativas acautelatórias de proibição de aumento de frequência das operações aéreas ao Aeroporto Zumbi dos Palmares / Maceió (AL) – (SBMO) (código CIAD: AL0001). O GERENTE DE CERTIFICAÇÃO E SEGURANÇA OPERACIONAL, no uso das atribuições que lhe conferidas pelo item d), do inciso
  16. Quero acreditar que sim, mas pelo que li em um site italiano, eles participaram. Só não sei dizer da elaboração da livery ou da estratégia de branding dela. Talvez pessoalmente a pintura seja mais bonita. Há um significado, a Azzura, em alusão a Casa de Savoia, mas ficou muito pobre a bandeira da Alitalia, parece que está gratuito ali. Sem falar nas nacelles e na ausência de pintura nos winglets. Pecou muito nos detalhes.
  17. Não acho absurdo, mas acho desnecessário no momento. Operar em outro país tem custos altos e outros procedimentos. Se for tentar algo como EPA e saindo de bases não atendidas no Brasil, como IGU e NVT, quem sabe.
  18. Já tem know-how como superar isso desde a primeira linhas de TAV entre Tokyo e Osaka. Desapropriação não seria um problema, desde que tivesse uma legislação adequada e prioridade. Isso é verdade, não basta o trem chegar, mas como fazer os clientes irem até ele. A JR Tokai transformou a Estação Shinagawa em parada do shinkansen, apesar de ter aumentado alguns minutos o tempo para quem pegava na ponta, significou uma economia de uns 25-30 minutos para o público que fica na região de Minato.
  19. Para mim isso soa mais como oportunidade de estar nas mídias sociais do que qualquer outra coisa. Lógico que não deixa de ser desvaneio também. Mas acredito que é possível sim. Quando ela chegar ao 50º avião (algo em torno de 2030, dado o seu fiel cumprimento do plano de frota {sic}), ela com certeza terá capacidade de operar para BUE, se estiver viva até lá, lógico!
  20. Acho que aí ia depender muito da onde esse trem iria partir, SP por exemplo: se por exemplo saísse de Marte como pretendiam no projeto original, o pessoal da Berrini/JK, Paulista e adjacências (não sei a %, mas chuto ser mais de 40/50% do tráfego na ponte) iria continuar preferindo CGH.
  21. A "sorte" da aviação brasileira é que o Brasil dormiu no ponto por algumas décadas enquanto deveria estar investindo em infraestrutura ferroviária. Hoje, mesmo que a atenção tenha voltado a recair sobre o modal ferroviário, é muito difícil conseguir construir qualquer linha de trem de alta velocidade. O relevo não ajuda e o oceano de desapropriações que seriam necessárias hoje tornam esse modal uma realidade bem distante dos brasileiros.
  22. Se houvesse um trem capaz de fazer RJ-SP em 2:30-3h no máximo acredito que iria roubar mais da metade do tráfego da ponte aérea.
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