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jambock

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  1. Meus prezados EUA aumenta tarifas punitivas sobre aviões da Airbus Os Estados Unidos anunciaram na sexta-feira à noite que aumentariam para 15% as tarifas alfandegárias impostas aos aviões da Airbus importados da Europa, mantendo inalterados os impostos que penalizam outros setores nos dois lados do Atlântico. Neste sábado, a fabricante europeia de aeronaves reagiu a uma decisão que "lamenta profundamente" e que "cria mais instabilidade para as companhias aéreas americanas, que já sofrem com a falta de aeronaves", principalmente em razão da proibição de voo que atinge o 737 MAX da sua concorrente Boeing. "Tomamos nota do anúncio dos Estados Unidos", disse uma porta-voz do ministério da Economia alemão, contactada pela AFP. "Nossa posição é clara: rejeitamos qualquer aumento unilateral nos impostos alfandegários, que são prejudiciais a todos, inclusive aos Estados Unidos". Os ministros europeus, que têm várias reuniões agendadas para segunda-feira em Bruxelas, podem aproveitar a oportunidade para expressar uma posição comum sobre o assunto. Desde outubro, em retaliação aos subsídios à fabricante europeia Airbus, o governo americano impõe tarifas alfandegárias punitivas de 25% sobre 7,5 bilhões de dólares em produtos importados (incluindo vinho, queijo, café e azeitona). Até agora, os aviões eram tributados em 10%. O novo aumento será válido a partir de 18 de março. Além do conflito entre a Airbus e a Boeing através de seus Estados, há importantes tensões comerciais entre Washington e Bruxelas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utiliza esses impostos como uma ferramenta de negociação. Após meses de guerra comercial com a China, com tarifas punitivas recíprocas, ele exclamou: "nossa estratégia valeu a pena!", depois que os dois países assinaram um acordo em meados de janeiro. Sua atenção agora está focada na Europa. Trump e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciaram no final de janeiro, após uma reunião em Davos (Suíça), seu desejo de relançar as discussões e concluir um acordo nas próximas semanas. Mas, no momento, as negociações não foram bem-sucedidas e as relações permanecem tensas, já que Trump voltou a ameaçar tributar as importações de carros europeus. Na segunda-feira, disse que era hora de negociar "muito a sério" um acordo comercial com a União Européia. Ele quer que os países membros da UE abram mais seus mercados aos produtos americanos, especialmente produtos agrícolas. Em outubro, após 15 anos de batalha legal, a Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou Washington a adotar sanções recordes, julgando que a fabricante aeronáutica europeia havia realmente se beneficiado de subsídios indevidos. Em um processo espelhado, espera-se que a OMC autorize a UE a impor taxas alfandegárias na primavera, como resposta a subsídios indevidos pagos pelo governo americano à Boeing. Fonte: Defesanet 18 fev 2020
  2. Meus prezados PNG Air será o cliente de lançamento do ATR 42-600S http://www.revistaflap.com.br/web/aviacao-civil/noticias/19122-png-air-sera-o-cliente-de-lancamento-do-modelo-atr-42-600s Fonte: revista FLAP É. As coisas estão ficando difíceis para o projeto do turbohélice da EMBRAER.
  3. Meus prezados FAB inaugura Centro Regional de Monitoração do CINDACTA IV Nova estrutura vai aumentar a qualidade do serviço de controle de tráfego aéreo e da defesa das fronteiras do país O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, inaugurou, na quinta-feira (30/01), o Centro Regional de Monitoração (CRM), do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), em Manaus (AM). O evento de inauguração contou com a presença do Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, de uma comitiva de militares bolivianos, entre outras autoridades. Segundo o Tenente-Brigadeiro Bermudez, a criação do CRM representa um marco na manutenção dos equipamentos, resultando em um aumento de qualidade tanto do serviço de controle de tráfego aéreo, quanto da defesa das fronteiras do país. “Esta implantação proporcionará benefícios diretos à confiabilidade do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, com a redução principalmente de custos de manutenção, incremento na segurança e na possibilidade de coleta de dados para projeções futuras. É, portanto, um grande marco para o Comando da Aeronáutica”, afirmou. O Tenente-Brigadeiro Domingues destacou a transição para um modelo mais moderno. “O CRM irá proporcionar a transição de um modelo antigo e dispendioso para a Força Aérea para um sistema direto e objetivo, onde vamos reduzir os custos. Ou seja, mudamos realmente e chegamos no futuro, por intermédio do Centro Regional de Monitoração”, declarou. O CRM funciona a partir de Telemetria e Gerenciamento Remoto dos Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA) e Estações de Apoio ao Controle do Espaço Aéreo. Fotos: Cabo A. Pardo / Ala 8 Fonte: Ten.Dantoniele, Ten.Cristiane, Asp.Flávia e Cap.Landenberger para Agência Força Aérea 3 fev 2020
  4. Meus prezados CINDACTA IV controla o espaço aéreo de mais de 60% do território nacional Comandante Cléber Ribeiro Sediado em Manaus, o quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV) faz parte do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). O Centro tem como missão executar as atividades relacionadas à vigilância e ao controle da circulação aérea geral, bem como conduzir as aeronaves que promovem a manutenção da integridade e da soberania do espaço aéreo brasileiro, nas áreas sob sua responsabilidade na Região Amazônica. Para esse fim, conta com 1.700 militares e servidores civis, distribuídos em 26 Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA), além da própria sede, situada em Manaus. Dotado de pessoal altamente qualificado e de equipamentos tecnologicamente diferenciados, o CINDACTA IV cuida de, aproximadamente, 60% do espaço aéreo nacional, seja por meio de controle do tráfego aéreo comercial, seja no combate a ilícitos, utilizando aeronaves militares; ou mesmo na Busca e Salvamento (SAR), em terra, rios e mar, em apoio à Marinha do Brasil, por meio do SALVAERO-Amazônico. Para o Coronel Aviador Alexander Santopietro, Comandante do CINDACTA IV, “é um orgulho liderar uma unidade que contribui para a segurança do espaço aéreo brasileiro”. Santopietro ressalta que, quando conversa com pilotos comerciais, recebe constantes elogios pelo trabalho realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB). “É gratificante receber feedbacks positivos de usuários do sistema”, destacou. O comandante enfatizou, ainda, que a criação de uma sala técnica remota, destinada à realização de mais de 290.000 manutenções anuais programadas, possibilitou o incremento da capacidade de manutenção a distância e propiciou a redução de 80% nos gastos com manutenção preventiva e de 54% com homem-hora. Caso essas manutenções não fossem feitas, poderia haver prejuízos à segurança, desde o aumento da espera de aeronaves no ar até o fechamento de aeroportos, o que geraria transtornos, tanto para os passageiros como para as empresas. “É bom saber que, por detrás da voz que auxilia o piloto, existe um ou uma militar da FAB na orientação dos procedimentos”, ressaltou. O CINDACTA IV realiza atividades técnicas e operacionais de acordo com a tarefa desenvolvida. No tocante às atividades técnicas, desenvolve ações na área de Meteorologia Aeronáutica, Defesa Aeroespacial, Gerenciamento de Tráfego Aéreo, Telecomunicações Aeronáuticas e Informações Aeronáuticas, além de busca e salvamento. No Centro de Controle de Área Amazônico (ACCAz), por exemplo, que abrange os controles dos espaços aéreos de Porto Velho (RO), de Belém (PA), e de Manaus (AM) é realizado o acompanhamento de todos os voos para essas áreas e orientados os procedimentos de aproximações para pousos e pós decolagem. Já o setor que cuida de combate a ilícitos, monitora a área e conduz interrogatórios necessários nos casos de percepção de ingresso de aeronaves não identificadas, no espaço aéreo brasileiro. O Major Especialista Renato Wilson Souza Oliveira, que trabalha na área de controle aéreo há mais de vinte anos, disse que, para ele, “é um orgulho ajudar no desenvolvimento do país por meio da contribuição para a segurança do voo, e, com isso, propiciar que brasileiros e estrangeiros possam circular, por via aérea, para trabalhar e se divertir, com a certeza de que a missão da Força Aérea está sendo bem executada. O CINDACTA também atua na Busca e Salvamento, em terra, nos rios e no mar, em apoio à Marinha, e no controle aéreo de aeronaves militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea, quando atuam de forma integrada, em operações conjuntas, como aconteceu na Operação Verde Brasil, que combateu incêndios e ilícitos ambientais na Amazônia, no final de 2019. Fotos: Assessoria de Comunicação Social (Ascom) - Ministério da Defesa Fonte: Ministério da Defesa via CECOMSAER 17 fev 2020
  5. Meus prezados Academia da Força Aérea tem sua primeira mulher Instrutora de Voo na aeronave T-27 Tucano Tenente Juliana participa da formação da sua primeira turma no 1º Esquadrão de Instrução Aérea A Tenente Aviadora Juliana Santos de Souza tornou-se a primeira mulher a ser qualificada como Instrutora de Voo na aeronave T-27 Tucano, utilizada no treinamento primário dos cadetes aviadores do 4º ano da Academia da Força Aérea (AFA), localizada na cidade de Pirassununga (SP). As missões tiveram início no dia 3 de fevereiro, quando começou o curso no 1º Esquadrão de Instrução Aérea (1º EIA) para a Turma Chronos, que está no seu último ano no Ninho das Águias, como é conhecida a AFA. Pertencente à Aviação de Transporte, a Tenente Juliana também tem em seu currículo as aeronaves C-95 Bandeirante e C-97 Brasília pelo 4º Esquadrão de Transporte Aéreo - Esquadrão Carajá (4º ETA) e C-97 Brasília pelo Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte - Esquadrão Condor (1º/2º GT). Em 2019, retornou à AFA e tornou-se instrutora na aeronave T-25 Universal. A mudança do T-25 para o T-27 vai além de questões técnicas, como o aumento da velocidade e a atenção às referências, por exemplo. A didática da instrução assume uma nova dimensão, uma vez que no Tucano o instrutor não fica ao lado do Cadete, e sim atrás dele, sem qualquer contato visual, apenas pelo sistema de comunicação entre os tripulantes. “É necessário um cuidado especial ao descrever em palavras as ações para o Cadete, com o objetivo de que ele consiga visualizar o que deve ser feito e atingir o nível esperado em cada fase da instrução”, explica a Tenente Juliana. O voo no 1º EIA também contempla etapas diferentes daquelas já vistas pelos cadetes, como navegação, voo noturno e formatura com duas e quatro aeronaves. A missão do Instrutor de Voo apresenta-se como uma das mais nobres da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo ligações que remontam à criação do Ministério da Aeronáutica. “É muito gratificante poder participar da formação dos nossos jovens Cadetes e, ao final desse processo de quatro anos aqui na AFA, entregar para a FAB pilotos militares qualificados para a sequência operacional das suas carreiras. Espero continuar cumprindo bem esse meu papel de instrutora e, também, que eu inspire outras mulheres a buscar a carreira da aviação militar”, finaliza a Tenente Juliana. Carreira A AFA possui oportunidade de ingresso de mulheres nos quadros de Aviação e Intendência. O curso tem duração de quatro anos na cidade de Pirassununga. Demais informações e os documentos que balizam o certame estão disponíveis no site www.fab.mil/ingresso. Fotos: Tenente Inforzato / AFA Fonte: AFA, por Tenente Inforzato via CECOMSAER 18 fev 2020 Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme - Revisão: Major Monteiro
  6. Meus prezados Avião em manutenção e problemas na iluminação da pista, em Fernando de Noronha, atrasam transporte aeromédico de infartado para Recife/PE https://www.resgateaeromedico.com.br/aviao-em-manutencao-e-problemas-de-iluminacao-da-pista-atrasam-transporte-aeromedico-de-fernando-de-noronha-para-recife-pe/ Pergunta: a empresa signatária do contrato não vai ser multada?
  7. Meus prezados Preocupações com o Sistema AEW da Royal Navy (RN) por Luiz Padilha O sistema de alarme aéreo antecipado da Marinha Real (AEW), que sempre foi baseado em aeronaves de asa rotativa, instalado nos helicópteros AW101Merlin da Esquadra, está enfrentando atrasos. O sistema de ponta, conhecido como Crowsnest, foi projetado para ser os “olhos e ouvidos” a detectarem qualquer ameaça se aproximando, com o conceito de que os helicópteros Merlin são projetados no eixo da ameaça e possibilitem monitorar a partir do céu em busca de ameaças. Helicóptero AEW AW101 Merlin Crowsnest da Royal Navy A Lockheed Martin, que lidera o projeto com a parceira da empresa de defesa Thales, insistiu que o sistema de alta tecnologia estará pronto a tempo da primeira missão do Porta-Aviões HMS Queen Elizabeth (R 08), do próximo ano. Os supostos atrasos surgiram após um teste do radar pouco antes do Natal. O ex-First Sea Lord Alan West disse: “Uma das lições aprendidas nas Malvinas é que precisamos de sistemas de alarme aéreo antecipado no ar”. Em 2017, o Escritório Nacional de Auditoria classificou o projeto como “âmbar”, o que significa que a entrega bem-sucedida “parecia viável”, mas que já existiam “problemas significativos”. Um porta-voz da Lockheed disse: “Estamos confiantes de que o helicóptero Merlin Mk2 com o Crowsnest estará disponível para participar da primeira avaliação operacional do HMS Queen Elizabeth. Fonte : World of Warships Magazine via site Defesa Aerea & Naval 17 fev 2020 Tradução e adaptação : Marcio Geneve
  8. Além disso, não haverão despesas de diárias de estacionamento? Pois estas aeronaves estão ocupando lugares em aeroportos já há algum tempo.
  9. Meus prezados Os Mi-35 da FAB podem estar a Caminho de Benghazi Publicação francesa Intelligence Online dá nota que os helicópteros AH-12 (Mi-35) podem estar sendo vendidos para a Líbia em uma operação triangular com os Emirados Árabes Unidos Helicópteros Ah-2 Segundo a publicação francesa Intelligence Online, em informe datado, de 12FEV2020, está em negociação uma operação triangular para que as forças do General Khalifa Haftar (Libyan National Army), recebam um número não especificado dos helicópteros russos Mi-35 (AH-2 Sabre), operados pela Força Aérea Brasileira. 10 helicóteros de ataque AH-2 Sabre (MI-35) do Esquadrão Poti (2º/8º GAV), em 2015 A nota fala nos mais antigos, provavelmente pode ser os seis primeiros Mi-35, que vieram dos estoques da Federação Russa. As aeronaves foram recebidas para equilibrar a balança comercial entre os dois países, amplamente favorável ao Brasil pela exportação de commodities agrícolas. Foram recebidos em linhas gerais dois lotes de 6 helicópteros cada e são operados pelo Esquadrão Poti (2º/8º GAV), baseado em Porto Velho, Rondônia, pela nova denominação ALA6. A operação seria conduzida pela Corporação russa Rosoboronexport e financiada de forma generosa pelos Emirados Árabes. O general rebelde tem adquirido grande lote de material militar na sua luta contra o rival Governo de Trípoli. Recentemente foi adquirida uma frota de drones chineses CH-4 da Força Aérea da Jordânia. A negociação pode ser de interesse da FAB em se ver livre do Mi-35 que sofrem com um apoio logístico deficiente por parte da Rússia. E um custo operacional muito alto. Para os líbios e russos o interesse é que a parte de manutenimento da FAB é excelente o que possibilitaria coloca-los em capacidade operacional em curto espaço de tempo. Porém, mesmo com uma disponibilidade operacional baixa, devido a crônica falta de peças, eles são os únicos helicópteros de ataque do Inventário Militar do Brasil. Além da complexidade da concretização do negócio, visto as relações internacionais e comerciais envolvidas (Observar que os motores dos Mi-35 da FAB são produzidos pela Motor Simch da Ucrânia). A perda de uma plataforma como o Mi-35 (mesmo com a incerteza da disponibilidade), pode bloquear a negociação. O governo brasileiro formalizou, em 13FEV2020, com a publicação no Diário Oficial, Acordo de Parceria Estratégica com os Emirados Árabes Unidos (ver BR-EAU - Brasil e Emirados Árabes Unidos firmam acordo de parceria estratégica Link). Este acordo prevê em vários artigos a possibilidade legal de abrigar uma negociação como esta anunciada pela publicação francesa. A alternativa de os helicópteros Mi-35, que forem repassados para o LNA serem substituídos na FAB, por mais modernos, financiados pelos Emirados / Rússia é incerto nas atuais condições geopolíticas em especial da América Latina. Nota DefesaNet Na FAB os AH-2 Sabre realizam missões inéditas, graças a sua grande velocidade conseguem realizar interceptações de aeronave a baixa altura. Fonte: Intelligence Online (fr) via Redação Defesanet 15 fev 2020
  10. Meus prezados ‘Onde os Viggens vieram para morrer’ Para descartar todos os caças Viggen aposentados, de uma maneira ambiental e economicamente aceitável, uma linha especial de desmantelamento foi criada em 1993 pelo Försvarsmatens Återvinningscentral (Centro de Recuperação de Defesa da Suécia). A linha de desmantelamento estava inicialmente localizada na F10 Ängelholm, mas quando essa ala foi fechada em 2002, mudou-se para Halmstad. O objetivo do desmantelamento era reutilizar o maior número possível de peças dos Viggens aposentados no restante dos Viggens ativos, gerando economia de manutenção. A linha de desmontagem podia receber quatro Viggens de cada vez e, geralmente, durava de quatro a seis semanas por célula de aeronave. Até 350 peças eram removidas de cada estrutura de aeronave e cerca de 80% de todos os aparelhos eletrônicos podiam ser reutilizados nos Viggens operacionais. Exemplos de peças reutilizáveis incluíam motor, motor de partida, trem de pouso, aviônicos, canopy etc. Depois do desmantelamento, as estruturas vazias eram transportadas para um cortador de metal em Halmstad (Stena Metall ou Gotthard Nilsson). A maior parte do metal foi reutilizada na produção de latas de cerveja e refrigerante. Halmstad era o lugar “onde os Viggens vieram para morrer”. Não era incomum ver vários Viggens alinhados em Halmstad, esperando a sua vez de serem desmantelados, uma visão que rapidamente ficou conhecida como “corredor da morte”. Cerca de 200 Viggens foram desmantelados. Fonte/Fotos: Saab 37 Viggen, The Ultimate portfolio – Nordic Airpower via blog Poder Aéreo 1 fev 2020
  11. Meus prezados F-16 israelenses praticam ‘dogfight’ com Rafales franceses Exercícios no sul de Israel simularam combate três a três, com pilotos israelenses nos F-16 e os Dassault Rafale do porta-aviões francês na costa israelense Por Judah Ari Gross Pilotos de caça franceses treinaram ao lado da Força Aérea Israelense esta semana como parte de um exercício conjunto focado no combate ar-ar, disseram os militares em um exercício que permitiu aos pilotos praticar a coordenação com forças estrangeiras – e seu inglês. O exercício foi realizado na segunda e terça-feira nos céus do sul de Israel. O exercício contou com “dogfights” três a três , com um grupo de pilotos – o “time vermelho” – encarregado de realizar um ataque aéreo, enquanto o segundo grupo – o “time azul” – tentou impedi-los, um dos pilotos israelenses participantes disse ao The Times of Israel. Três caças franceses Dassault Rafale participaram do exercício, voando para o sul de Israel a partir do porta-aviões Charles de Gaulle na costa. Os pilotos israelenses, do 107º Esquadrão Aéreo, voaram jatos F-16I a partir da base aérea de Ovda, ao norte de Eilat. Esse tipo de exercício conjunto, com os multinacionais de maior porte, permite aos pilotos israelenses a oportunidade de aprender táticas e técnicas de outras forças aéreas e aprender a trabalhar em conjunto com pilotos e aeronaves desconhecidas, algo que eles poderão fazer operacionalmente no futuro. Em um nível mais estratégico, esses exercícios também permitem que Israel mantenha fortes laços militares com países de todo o mundo, independentemente de tensões diplomáticas ou políticas. Em alguns casos, os pilotos israelenses até participaram de exercícios ao lado de países que não reconhecem formalmente o Estado de Israel, como o Paquistão e os Emirados Árabes Unidos. Para forçar ainda mais os dois países a trabalharem juntos, em vez de cada país se enfrentar, as duas equipes incluíram pilotos israelenses e franceses. “Isso nos permitiu voar com eles e contra eles, tentando todas as opções”, disse Cpt. “Ayin”, que por razões de segurança só pode ser identificado por seu posto e pela primeira letra hebraica de seu nome. Isso também forçou os pilotos participantes a se comunicarem em um idioma comum: o inglês. Ayin disse que isso às vezes é difícil para os pilotos israelenses, que estão menos acostumados a trabalhar em inglês do que seus colegas franceses, que o fazem mais regularmente como parte de seu treinamento e operações na OTAN. F-16I e Rafales “Você não pode ficar parado pensando em como traduzir uma palavra por cinco, sete segundos, porque depois de cinco, sete segundos a situação mudou”, disse Ayin, falando por telefone. Para se preparar para o exercício, Ayin e seus colegas pilotos praticaram as frases e os termos em inglês que eles esperavam precisar. “Algo como 70% da comunicação é algo que você sabe que terá que dizer, como ‘estou disparando um míssil'”, disse ele. “Então, examinamos os termos, palavra por palavra, sob diferentes situações. Dessa forma, fica mais fluente.” Diferentemente da maioria dos exercícios internacionais da Força Aérea, os pilotos franceses que participaram do exercício desta semana não ficaram em Israel, mas voltaram ao seu porta-aviões no final do treinamento de cada dia. Segundo Ayin, isso representava um desafio logístico no exercício, pois os aviadores franceses tinham que seguir um cronograma rigoroso devido às restrições de voar de e para um porta-aviões. “Eles tinham horários muito mais específicos – um avião tinha que decolar em um determinado horário e retornar em um determinado horário”, disse ele. “Conseguimos ser muito mais flexíveis, mas também exigia de nós muito mais flexibilidade”. Além disso, como a equipe francesa nunca pousou em terra firme, os pilotos israelenses e franceses nunca se encontraram pessoalmente antes do exercício, apesar de falarem por telefone, disse Ayin. Porta-aviões Charles de Gaulle Ele disse que isso acrescentou uma dimensão de mistério ao treinamento. “Você não sabe quem voa melhor, quem voa pior ou o que eles farão”, disse ele. “Você entra no exercício completamente neutro, com quem está no seu time e contra quem está lutando”. Entrar em um exercício com uma “lousa limpa” significa que os pilotos tinham que assumir que os do outro país eram de alto nível, disse Ayin. “Você não pode assumir que a pessoa é mediana, ou ele vai derrubá-lo”, disse ele. Na quarta-feira, os pilotos israelenses foram levados de helicóptero para o porta-aviões Charles de Gaulle. “Foi a primeira vez que vi uma coisa gigante como essa. Foi fascinante e enriquecedor”, disse Ayin. Ele descreveu o exercício como tendo sido bem-sucedido em geral, com cada lado aprendendo com o outro. “Agora estamos pensando em como fazer um exercício mais desafiador”, disse Ayin. Fonte: The Times of Israel via blog Poder Aéreo 15 fev 2020
  12. Meus prezados Marcelo admite participação da Índia na produção de aeronaves KC-390 O chefe de Estado, que se encontra em visita de Estado à Índia, teve um encontro com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que considerou ter sido "muitíssimo positivo" e "muito útil". O Presidente da República* anunciou esta sexta-feira, em Nova Deli, que a Índia poderá juntar-se ao contrato de produção de aeronaves KC-390 e disse que empresários indianos lhe transmitiram vontade de investir em Portugal. O chefe de Estado, que se encontra em visita de Estado à Índia, falava no Museu Nacional, em Nova Deli, após ter tido um encontro com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que considerou ter sido “muitíssimo positivo” e “muito útil”, com a assinatura de “vários acordos”. Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, na agenda deste encontro estavam “objetivos muito concretos, objetivos em termos económicos, e aí significando a abertura aqui no mercado da Índia a empresas portuguesas, sobretudo de infraestruturas, construção, tecnologia mais avançada, telecomunicações, águas”. “Depois, também colaboração, cooperação no domínio da Defesa, porventura no domínio concreto, a três, com o Brasil, no caso, de um contrato já celebrado para o fornecimento do KC-390, e da eventual junção da Índia em termos de produção naquilo que é um encontro entre Portugal e o Brasil”, acrescentou. Relativamente ao setor das águas, afirmou que se espera “que o acordo de Goa se multiplique por vários outros pontos do país”, adiantou, referindo-se ao contrato que será assinado no sábado, na sua presença, entre o grupo Águas de Portugal e o Departamento de Obras Públicas do estado de Goa. O Presidente da República referiu que “também foi estudada a intervenção em países de língua oficial portuguesa, em que há ligações da Índia já antigas — é o caso de Moçambique, por exemplo”. Por outro lado, revelou que também teve um “ou outro encontro empresarial, mais discretos” – um deles foi com o grupo industrial Tata – durante o dia de hoje, dos quais disse que “já resultou uma vontade de investir em Portugal”. Fonte: ECO News via site Defesa Brasil 15 fev 2020 * Presidente da República de Portugal Obs.: faço votos de que a Índia, ao fabricar peças para o C-390, se interesse em adquiri-lo. Apesar de operar com Boeing C-17 Globemaster III: Lockheed C-130J, que seria o principal concorrente do C-390: e Antonov An-32.
  13. Meus prezados França e Alemanha dão sinal verde ao FCAS Concepção do FCAS TOULOUSE – A França e a Alemanha assinaram contratos há muito aguardados para a fase inicial “decisiva” do demonstrador do Sistema Aéreo de Combate Futuro Franco-Alemão-Espanhol (FCAS). Os contratos, no valor total de 155 milhões de euros (US$ 168 milhões) e igualmente financiados por Paris e Berlim, foram anunciados no final de 12 de fevereiro, enquanto a Airbus se preparava para anunciar seus resultados financeiros em 2019. O financiamento paga pelos primeiros 18 meses de trabalho – Fase 1A – para desenvolver os demonstradores e amadurecer novas tecnologias, e apoiará o trabalho dos primos Dassault e Airbus, bem como de seus parceiros MTU Aero Engines, MBDA, Safran e Thales. A adjudicação do contrato para o programa de demonstração era esperada no verão passado no Paris Air Show, mas foi adiado pela necessidade de obter aprovação do Parlamento alemão; também não foi cumprido o prazo de janeiro acordado pelo presidente francês Emmanuel Macron e pela chanceler alemã Angela Merkel em outubro passado. Esse prazo seguiu os avisos da indústria de que o programa precisava progredir ou correr o risco de perder impulso. O programa espera entregar um demonstrador de tecnologia de caça para testes de voo já em 2026, com a Dassault atuando como principal contratada e a Airbus como principal parceiro. Também entregará aeronaves de transporte remoto – sistemas de aeronaves não tripuladas que operarão ao lado do caça como um ala leal ou fornecerão guerra eletrônica ou capacidade de vigilância. A Airbus liderará o desenvolvimento da transporte remoto, com a MBDA como principal parceiro. A Airbus também liderará o desenvolvimento da chamada rede de combate em nuvem que conecta o FCAS a outras plataformas, incluindo transportes remotos, outros caças, aviões-tanque e ativos de coleta de informações. O desenvolvimento de um motor de demonstração, provavelmente baseado no motor Safran M88 da Dassault Rafale, será liderado pela Safran com a MTU como principal parceiro. A Airbus diz que um ambiente de simulação também será desenvolvido em conjunto pela empresa para “garantir a consistência entre os demonstradores”. “O lançamento da fase de demonstração enfatiza a confiança política e a determinação das nações parceiras do FCAS e do setor associado de avançar e cooperar de maneira justa e equilibrada”, afirmou a empresa em comunicado. A Espanha e outros fornecedores do programa FCAS serão introduzidos na Fase 1B após a conclusão da Fase 1A, afirma a Airbus. Fonte: Aviation Week via blog Poder Aéreo 15 fev 2020
  14. Meus prezados Após 20 anos, a Força Aérea dos EUA está comprando o novo caça F-15 Eagle Fighter Um F-15E Strike Eagle na 332 Ala Expedicionária Aérea em 31 de dezembro de 2019 (foto da Força Aérea dos EUA por sargento Andrew Satran) Após quase vinte anos, a Força Aérea dos EUA está comprando um novo avião de caça F-15 Eagle. Na terça-feira, dois avisos de pré-solicitação publicados no centro de oportunidades de contratos do governo dos EUA anunciaram a intenção da Força Aérea de adquirir caças F-15EX fabricados pela Boeing e novos motores a jato General Electric F110 associados à nova aeronave. Este é o primeiro passo concreto para assinar novos pedidos e reativar as compras do F-15 nos EUA após um hiato de quase 20 anos. O último ano em que a Boeing produziu um caça F-15 para a Força Aérea foi em 2004, de acordo com o St. Louis Post-Dispatch. O Ato de Autorização de Defesa Nacional do ano fiscal de 2020, assinado pelo presidente Donald Trump em dezembro, forneceu à Força Aérea US $ 1,1 bilhão para adquirir até oito aeronaves F-15EX, incluindo dois protótipos, antes dos testes pelo Serviço. A inclusão da aeronave no orçamento de defesa do ano fiscal de 2020 não foi fácil: em setembro de 2018, a então secretária da Força Aérea Heather Wilson* em setembro declarou que a Força Aérea não tinha interesse em comprar o F-15EX de quarta geração em vez do de quinta JSF F-35. "Atualmente, somos 80% de aeronaves de quarta geração e 20% de quinta geração", disse Wilson à Defense News na época. “Em qualquer uma das lutas que nos pediram para planejar, mais aeronaves de quinta geração fazem uma enorme diferença, e pensamos que chegar a 50-50 significa não comprar novas aeronaves de quarta geração, significa continuar aumentando a quinta geração." Após a renúncia de Wilson em março de 2019, a Força Aérea reverteu o curso, propondo a compra de oito aeronaves F-15EX em vez da proposta original do Pentágono de uma dúzia como um "patch de curto prazo" para substituir o F-15C de quarta geração do Serviço. Frota sem gastos canibais para o F-35. "Estamos absolutamente convencidos de que o programa do F-35, o programa registrado, permanece absolutamente nos trilhos e não gastamos um centavo com o F-35", como disse o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, David Goldfein. Comitê de Serviços Armados do Senado, em abril do ano seguinte. O F-15 Eagle voou pela primeira vez na década de 1970 e, no final da década de 1970, alcançou status operacional com a Força Aérea dos EUA. No final da década de 1980, o caça ar-ar puro foi modificado para atingir alvos no chão, ganhando a descrição de vários papéis. A Força Aérea dos EUA comprou o último desses jatos F-15E em 2001, quando a Boeing poderia se gabar de que os jatos receberiam "monitores de cristal líquido de matriz ativa", ou monitores LCD, em vez de antiquados tubos de raios catódicos também encontrados em televisores grandes e quadrados. O fim das compras americanas do F-15 não significou o fim da linha para o Eagle. A Boeing continuou a desenvolver o avião, adicionando a mais recente tecnologia para clientes como Israel, Coréia do Sul, Catar e Arábia Saudita. Em 2018, a Boeing lançou uma nova versão, o F-15EX, não como substituto do F-35 Joint Strike Fighter, mas para operar ao lado dele. O F-15EX apresenta a mais recente tecnologia, integração já paga por clientes estrangeiros, além da capacidade de transportar 22 mísseis AIM-9X Sidewinder e AMRAAM de curto a médio alcance. A Air Force Magazine relata outras melhorias para incluir “um computador de missão substancialmente mais poderoso, novos monitores de cabine, um backbone digital e o Sistema de Sobrevivência de Aviso Ativo Passivo Eagle (EPAWSS) - sistema de guerra eletrônica e identificação de ameaças”. O F-35 Joint Strike Fighter, por outro lado, só pode transportar quatro mísseis AMRAAM em um compartimento interno de armas, resultado de sua necessidade de voar sem mísseis e outros equipamentos pendurados nas asas para preservar seu perfil furtivo anti-radar. O F-15 não possui baias internas, mas possui muitas prateleiras de mísseis. O F-35 e o F-15EX provavelmente voarão em pares, com o F-35 detectando silenciosamente caças inimigos, enquanto o F-15EX presta serviços de mísseis ar-ar. A Força Aérea está se preparando para comprar dois F-15EXs. Ela queria comprar oito caças como adiantamento a uma força de pelo menos 72, mas o Congresso se recusou a comprar os oito completos - pelo menos por enquanto. O Congresso concordou em financiar outros seis depois que o Serviço fornecer um relatório descrevendo como pretende comprar toda a frota. Fonte: Fighter Jets World 31 jan 2020 Trad./adapt. Jambock * Heather Wilson é a Secretária que, na concorrência em que o Super Tucano disputava disse: “A Força Aérea não está preocupada se a nova aeronave leve de ataque será mais vulnerável. A Secretária da Força Aérea Heather Wilson afirmou, na 3ª feira (13/2)” que não está preocupada se o desempenho da futura aeronave leve de ataque será mais vulnerável que o dos atuais caças a jato e do A-10 Thunderbolt II. “Não, absolutamente isto não me diz respeito” Wilson disse aos repórteres durante uma conferência de imprensa no Pentágono. Em outras palavras, se o Wolverine ou o Super Tucano tivessem que se ralar nas operações, tal fato a ela não diria respeito.
  15. Meus prezados Aqui está a hilariante razão pela qual o F-22 Raptor não pode ser hakeado O operador de reabastecimento aéreo realiza um reabastecimento em voo de um Raptor F-22 dos EUA (foto da Força Aérea dos EUA por Tech. Sgt. Kat Justen) O Lockheed Martin F-22 Raptor é um avião de caça tático furtivo de quinta geração, monoposto, bimotor e para qualquer clima, desenvolvido para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). Resultado do programa Advanced Tactical Fighter (ATF) da USAF, a aeronave foi projetada principalmente como um caça de superioridade aérea, mas também possui recursos de ataque ao solo, guerra eletrônica e inteligência de sinais. Em 1981, a Força Aérea dos EUA identificou um requisito para um caça tático avançado (ATF) para substituir o F-15 Eagle e o F-16 Fighting Falcon. Com o codinome "Senior Sky", este programa de caça de superioridade aérea foi influenciado por ameaças mundiais emergentes, incluindo novos desenvolvimentos nos sistemas de defesa aérea soviéticos e a proliferação da classe Su-27 "Flanker" - e MiG-29 "Fulcrum" de aviões de combate. O programa F-22 foi morto no auge das guerras no Iraque e no Afeganistão, em um esforço para remodelar as forças armadas dos EUA. A razão pela qual os hackers não conseguiram invadir os computadores do F-22 Raptor é que a tecnologia tem mais de 35 anos. Quando os caças de US $ 65 bilhões foram cortados do orçamento do Pentágono, havia muitas piadas em torno do caça, que os Estados Unidos haviam desenvolvido uma arma que nunca usaria em combate - afinal, até aquele momento, o F-22 não tinha. Não voou em uma missão de combate em nenhuma das duas guerras em que os EUA estavam lutando. O ex-secretário da Marinha John Lehman disse ao Wall Street Journal que, no mínimo, a tecnologia de computador do avião estava a salvo de hackers chineses. "Ninguém na China sabe como programar o software IBM '83 vintage que os executa", disse ele. Dez anos depois, o F-22 definitivamente realizou missões de combate sobre a Síria e a ascensão da China e da Rússia, e seus caças de quinta geração, parte da tecnologia roubada dos Estados Unidos, poderiam ter o Pentágono desejando ter mais Raptores. Em 2024, projeta-se que o financiamento comece para a atualização de meia-vida (MLU) do F-22, que deve incluir novos sensores e antenas, atualização de hardware, melhorias no cockpit e um sistema de exibição e controle montado no capacete. Outros aprimoramentos em desenvolvimento incluem a funcionalidade IRST para o Detector de Lançamento de Mísseis AN / AAR-56 (MLD) e um revestimento furtivo mais durável com base nos F-35. O F-22 foi projetado para uma vida útil de 8.000 horas de vôo, com um "programa de modernização de estruturas" de US $ 350 milhões. Estão sendo feitas investigações sobre atualizações para prolongar sua vida útil. A longo prazo, espera-se que o F-22 seja sucedido por um caça a jato da sexta geração. Fonte: Fighter Jets World 31 jan 2020 Trad./adapt. jambock
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