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jambock

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  • Birthday 10/13/1941

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  1. Meus prezados Excerto de uma notícia veiculada pela Agência Força Aérea O Aeroporto São Paulo Catarina, em São Roque (SP), corresponde ao primeiro aeroporto executivo do Brasil e inaugurou seu Serviço de Informação Voo, por meio da Rádio Catarina. Já em São Roque, às margens da Rodovia Castello Branco, o Aeroporto São Paulo Catarina é o primeiro aeroporto executivo do País, localizado a 14 minutos de helicóptero e 30 minutos de carro da capital estadual. O projeto para a implantação da Rádio Catarina tem como finalidade proporcionar avisos e informações úteis para a realização segura e eficiente dos voos, como explica o auxiliar de instrução, Terceiro Sargento de Comunicações Fernando Rodrigues de Souza. “Com a Rádio Catarina ocorrerá a prestação de Serviço de informação de Voo de aeródromo. Os usuários terão acesso às informações de tráfego aéreo, sobre as condições meteorológicas e informações consideradas importantes para a segurança da navegação aérea”, disse. Fonte: Agência Força Aérea via Defesanet 10 jul 2020
  2. Meus prezados Boletim Especial de Aeronavegabilidade (Special Airworthiness Bulletin) ATA: 28 – Sistema de Combustível. Assunto: Operação com combustível contaminado ou adulterado. BEA Nº 2020-08 Data: 09 de julho de 2020 Introdução: Este Boletim Especial de Aeronavegabilidade (BEA) tem por objetivo informar a todos os operadores e proprietários de aeronaves que operem com gasolina de aviação quanto aos riscos associados à operação utilizando combustível contaminado ou adulterado. Este documento possui recomendações de caráter informativo e não mandatórias, desta forma, até o presente momento não se justifica a emissão de uma Diretriz de Aeronavegabilidade de acordo com os requisitos do RBAC Nº 39. Fabricante: Diversos. Produto Aeronáutico Afetado: Aeronaves abastecidas com gasolina de aviação (AVGAS). Histórico: A ANAC recebeu a Denúncia encaminhada pela AOPA Brasil que diz respeito a possível contaminação da gasolina de aviação (AVGAS) distribuída no Brasil. A operação com combustível contaminado ou adulterado pode provocar a degradação acelerada de componentes do sistema de armazenamento e distribuição de combustível das aeronaves, e motores de aeronaves. Até o momento da emissão deste BEA, a ANAC não possui informações fáticas que possam confirmar a existência de tal contaminação, tampouco, se confirmada, que tenha agido como fator contribuinte em alguma ocorrência recente. No momento da emissão deste BEA, a ANAC está em contato com a ANP, investiga o caso relatado e avalia a necessidade de medidas tempestivas, que dependerão da constatação de que há, de fato, uma situação de contaminação do combustível, o tipo, a origem e o período da suposta contaminação, bem como, se seria esta a causa da degradação de componentes. Recomendações: A ANAC recomenda que os proprietários e operadores das aeronaves afetadas façam, antes de cada voo, tanto quanto possível, uma inspeção visual dos componentes do sistema de combustível da aeronave quanto a degradação ou vazamentos, e componentes de borracha quanto a indícios de ressecamento. Caso se verifique evidências, o proprietário ou operador deve procurar uma organização de manutenção de produto aeronáutico para que sejam tomadas as medidas preventivas ou corretivas adequadas. No sentido de determinar as técnicas de inspeção apropriadas, bem como as ações de manutenção corretiva adequadas, a ANAC recomenda que os proprietários e operadores entrem em contato com os fabricantes dos aviões e motores que operam. Se como resultado das inspeções realizadas for constatada a suspeita de contaminação no combustível, recomendamos que o combustível suspeito de estar contaminado seja adequadamente descartado. A ANAC recomenda também que as organizações de manutenção de produto aeronáutico, ao se depararem com situações como a aqui reportada, que encaminhem detalhamento através do sistema de dificuldade em serviço (SDR), de acordo com a seção 145.221 do RBAC 145, para que as ações de aeronavegabilidade continuada possam ser cumpridas. Para maiores informações contatar Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) Gerência Geral de Certificação de Produto Aeronáutico (GGCP) Rua Doutor Orlando Feirabend Filho, nº 230 Centro Empresarial Aquárius - Torre B - 14º ao 18º andares Parque Residencial Aquárius CEP 12246-190 - São José dos Campos - SP Telefone: (12) 3203-6600. E-mail: pac@anac.gov.br
  3. Meus prezados Gasolina de aviação com indícios de adulteração danifica aviões de pequeno porte e causa preocupação na comunidade aeronáutica Por Mariana Barbosa Avião Cessna T206H Turbo Stationair | Cessna Nas últimas semanas, proprietários de aviões a pistão em todo o país têm reportado problemas com a gasolina de aviação, a AVGas. Conforme relatos de pilotos em redes sociais, o produto tem provocado vazamentos e corrosão no revestimento emborrachado dos tanques de combustível e nos aneis de vedação, o que pode levar a falhas na alimentação de motores. A suspeita é de que o AVGas esteja contaminado com solventes. Diante do aumento de casos, a Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves (AOPA) fez uma denúncia à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e está sugerindo aos pilotos que recolham amostras da gasolina e solicitem testes de qualidade ao representante do último ponto de abastecimento. A associação pede ainda aos pilotos que relatem os incidentes ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica. A Petrobras costumava produzir o AVgas na refinaria de Cubatão, mas começou a importar o produto em meados de 2018, quando a refinaria teve que parar para manutenção. A AOPA e toda a comunidade de proprietários de aviões a pistão vem reclamando desde o ano passado de problemas de abastecimento de AVGas e dos preços. Boa parte da frota a pistão do pais está parada ou com horas reduzidas pela falta do produto e por preços considerados abusivos. Procurada, a Petrobras informou estar ciente do problema e que vai colaborar e contribuir com a investigação das causas dos problemas. A estatal diz ainda não ser a única importadora do produto no Brasil. Já a Anac confirmou que recebeu a denúncia da AOPA Brasil. A agência emitiu nesta quinta um Boletim de Aeronavegabilidade aos operadores de aeronaves. A agência recomenda que, "caso exista histórico ou evidências de contaminação, os operadores busquem imediatamente uma oficina de manutenção aeronáutica credenciada para uma avaliação mais detalhada. Ao receber esse tipo de caso, as oficinas de manutenção aeronáutica devem reportar tempestivamente ao Sistema de Dificuldade em Serviço (SDR) da Anac". A Anac diz ainda que cabe à Agência Nacional de Petróleo (ANP) fiscalizar a distribuição, a qualidade da composição e demais atividades relacionadas ao combustível no Brasil e que caso seja identificado irregularidades, pode recorrer a medidas cautelares para garantir a segurança: "Com as informações recebidas da comunidade aeronáutica e com a avaliação feita pela ANP, a ANAC poderá avaliar potenciais impactos na aviação geral. Caso seja identificado, a ANAC atuará imediatamente em prol da segurança da aviação, podendo, inclusive, recorrer a medidas cautelares e emergenciais." Leia íntegra da nota da Petrobras: "A Petrobras tomou conhecimento do problema técnico identificado pelo segmento de aeronaves de pequeno porte. A companhia reforça que todos os produtos comercializados pela companhia atendem plenamente aos requisitos de qualidade exigidos pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), que seguem padrões internacionais, e se prontifica em colaborar e contribuir, em um trabalho conjunto com a Anac, Cenipa, ANP e distribuidoras de combustível, na investigação das causas dos problemas relatados. A Petrobras esclarece também que não é a única importadora de GAV. A reforma da planta produtora de GAV sofreu atraso devido à interrupção das obras causada pela pandemia da Covid-19. A produção deverá ser reiniciada em outubro de 2020." Abaixo uma foto de um tanque de combustível com o vazamento: Vazamento de gasolina em tanque de avião | Reprodução Fonte: O GLOBO 9 jul 2020
  4. Meus prezados Jato Embraer E190-E2 da Helvetic Airways quebra recorde de voo A companhia aérea regional suíça Helvetic Airways quebrou o recorde de voo de longa distância com seu Embraer E190-E2. A transportadora baseada em Kloten recebeu seu quinto exemplar e voou o novo jato de Natal-RN, na costa leste do Brasil, direto para Zurique, na Suíça, em 2 de julho. O narrow body, HB-AZE (c/n 19020038) foi transportado das instalações da Embraer no aeroporto de São José dos Campos, perto de São Paulo, para o aeroporto de Augusto Severo em Natal, antes de embarcar em seu voo recorde. A perna ininterrupta de nove horas e dez minutos percorreu uma distância de 4.658 milhas (7.488 km), números geralmente associados a aeronaves de longo alcance, e não a jatos de curto a médio curso. A companhia aérea diz que o voo foi operado em condições ótimas “que não se comparam às operações regulares de passageiros” e as condições climáticas foram “ideais”. O voo de translado foi realizado com uma tripulação de cinco pessoas, composta por três pilotos, um engenheiro de voo e um líder do projeto da Helvetic. No serviço regular de passageiros, a transportadora afirma que o E2 tem um peso máximo de decolagem de 54 toneladas e pode transportar 110 passageiros a mais de 5.200 km. A entrega também foi significativa para a Embraer, porque marcou o 1.600º E-Jet desde a sua primeira entrega em 2004. Fonte: Key.Aero via blog Poder Aéreo 6 jul 2020
  5. Meus prezados Como os Airbus A220 e Embraer E2 competirão no mercado pós-COVID-19? Por Jens Flottau – Aviation Week’s Executive Editor A concorrência entre o Airbus A220 e o Embraer E2 é limitada. Em termos de tamanho, a versão 100 do A220 fica em algum lugar entre o 190-E2 e o 195-E2, dependendo do layout da cabine. Com um peso máximo de decolagem de 63 toneladas, no entanto, o A220-100 é mais pesado que o 190-E2 (56,4 toneladas) e 195-E2 (61 toneladas) e oferece muito mais alcance: 3.400 nm versus 2.800 nm para o 190- E2 e 2.600 nm para o 195-E2. Portanto, o A220 e o E2 realmente atendem a diferentes segmentos de mercado. A maioria dos pedidos do A220 é para a versão maior a 300, que trata de rotas longas. As companhias aéreas pagam um custo alto quando o usam em rotas mais curtas. A Airbus está trabalhando em versões da aeronave que estenderiam seu alcance para cerca de 4.000 nm, permitindo que as companhias aéreas voassem através do Oceano Atlântico ou profundamente na América Latina a partir dos EUA. O A220 também poderia ser estendido ainda mais para entrar no espaço de mercado coberto pelo Boeing 737-7 e 8. É verdade que algumas companhias aéreas operam o A220, embora não precisem de seu alcance. Em alguns casos, a Airbus inclui o A220 com vendas de outros modelos, como o A320neo. É por isso que a Embraer esperava que sua recente ligação com a Boeing tivesse permitido que o E2 fosse oferecido como parte de um portfólio mais amplo. Um elemento-chave na competição futura será a abordagem da Embraer aos preços. Até agora, a empresa manteve os preços premium em comparação com a família E1, mas essa abordagem não funcionou bem na conquista de pedidos. Outro desafio é reduzir os custos do fornecedor para que o E2 ainda possa obter margens de lucro decentes, apesar dos volumes mais baixos. O A220 tem o mesmo desafio, mas possui uma vantagem importante: é apoiado por um grande fabricante que tem mais alavancagem para tornar o programa lucrativo. Fonte: Aviation Week via Luiz Padilha - blog Defesa Aérea & Naval 4 jul 2020 Tradução e adaptação: DAN
  6. Meus prezados Breeze Airways adia início das operações para 2021 A Breeze Airways, a mais nova companhia aérea de David Neeleman, anunciou que adiará o lançamento das operações da metade de 2020 para 2021. Nenhum outro detalhe foi fornecido. A companhia aérea deveria receber 28 Embraer E195, que seriam arrendados da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, que os substituiriam por novos E195-E2. No entanto, a Azul adiou a entrega de seus novos aviões, o que levanta a questão se os 28 E195 ainda irão para a Breeze Airways. A Breeze Airways, sediada em Salt Lake City (UT), também tem pedidos firmes para 60 Airbus A220-300, dos quais o primeiro deve ser lançado no próximo ano. Fonte: Scramble Magazine via blog Poder Aéreo 3 jul 2020
  7. Meus prezados Airbus cortará 15.000 empregos Atingida pela pandemia de coronavírus, a Airbus disse na terça-feira que terá que cortar 15.000 empregos para salvaguardar seu futuro, alertando que haverá anos mais difíceis. “Dada a expectativa de que o tráfego aéreo não se recupere para níveis anteriores ao COVID-19 antes de 2023 e potencialmente até 2025, a Airbus agora precisa tomar medidas adicionais”, afirmou a empresa em comunicado. A Airbus quer eliminar 5.000 posições na França, 5.100 na Alemanha, 1.700 na Grã-Bretanha, 900 na Espanha e 1.300 em outras partes do mundo, até meados de 2021. A empresa disse que quer começar a fazer os cortes em alguns meses, a partir deste ano. A empresa tentará conseguir isso através de demissões voluntárias e aposentadorias antecipadas, mas disse que não descarta demissões. Ele acrescentou que está consultando os sindicatos. A Airbus disse que a atividade no setor de aeronaves comerciais despencou quase 40%, depois que a pandemia forçou o fechamento de fronteiras, desacelerou o turismo e paralisou as companhias aéreas, golpeando a Airbus e a rival Boeing. “A Airbus está enfrentando a pior crise que esse setor já enfrentou”, disse Gillaume Faury, diretor executivo da empresa, em comunicado. “Os passos que tomamos até agora nos permitiram absorver o choque inicial dessa pandemia. Agora, precisamos garantir que possamos sustentar nossa empresa e emergir da crise como um líder aeroespacial saudável.” No primeiro trimestre, a Airbus registrou perdas de 481 milhões de euros (US $ 515 milhões), demitiu milhares de trabalhadores e solicitou bilhões de empréstimos para sobreviver à crise. Fonte: Associated Press via blog Poder Aéreo 3 jul 2020
  8. Meus prezados Coari recebe máquinas, equipamentos e insumos para obras do Aeroporto Regional Melhorias feitas pela Força Aérea vão possibilitar adequar o aeroporto municipal Danilson Cirino Aires da Silva à operação de jatos Uma balsa com máquinas, equipamentos e insumos atracou na quarta-feira (1º), no município de Coari. O material tem como destino a primeira etapa das obras de recuperação e ampliação das instalações e infraestrutura aeroportuária do município. As melhorias, que serão feitas pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara), da Força Aérea Brasileira, vão possibilitar adequar o Aeroporto Municipal Danilson Cirino Aires da Silva à operação de jatos. De acordo com o prefeito de Coari, Adail Filho, a obra é um divisor de águas para o município e vai gerar emprego e renda, além de fomentar a economia local. Na ocasião, o chefe do Executivo municipal agradeceu o apoio do governo federal à obra "que certamente será um grande avanço para o município de Coari”. Adail Filho recorda que, desde 2017, com apoio do deputado federal Átila Lins e de Alfredo Nascimento, participou de várias audiências na Secretaria de Aviação Civil para tratar dessa importantíssima obra. “Esse resultado é fruto de muito trabalho, dedicação e empenho. A nossa perseverança fez com que hoje a gente possa dar o pontapé inicial de um sonho para Coari. Essa obra representa geração de emprego, fomento da economia e o fortalecimento do nosso município tornando-o num grande polo de desenvolvimento do Estado”, afirmou. A reconstrução do terminal de Coari será realizada com recursos da Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura (MInfra). Ao todo, serão investidos mais de R$ 60 milhões Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). O tenente da Comara, Aricles Matos Batista Filho, gerente da obra no Aeroporto de Coari, disse que com a equipe alojada no município e a chegada das máquinas, equipamentos e insumos darão início as atividades de instalação de canteiro de obra, supressão vegetal e construção da cerca operacional. “Agradeço todo apoio da população, que nos recebeu muito bem e agora vamos começar os serviços. Viemos para dar essa estrutura aeroportuária para o município e é o que faremos”, salientou. Projeto Conforme a Secretaria Nacional de Aviação Civil, o projeto de Coari prevê a reconstrução da pista de pouso e decolagem com dimensões finais de 1.600 m x 45 m (considerando acostamentos de 7,5 m para cada lado), taxiway com 156 m x 16 m e pátio de aeronaves com 115 m x 77 m. Também haverá implantação de áreas de segurança nas cabeceiras da pista e regularização das faixas de pista e drenagem do sítio, inclusas obras complementares como auxílios à navegação e cerca operacional. Destaca-se, ainda, a adoção de pavimento rígido (concreto), em substituição à pavimentação flexível (asfalto), solução mais duradoura e que demanda menos manutenção numa região com dificuldades logísticas para execução constante de obras. Além disso, será construído novo terminal de passageiros com cerca de 870 m², ao lado do atual terminal, que tem 360 m². As obras em Coari têm previsão de conclusão em 2023, considerando as etapas de infraestrutura e edificações. O cronograma leva em conta as dificuldades logísticas da região amazônica e a complexidade da obra, que exige demolição e reconstrução de toda a estrutura dos pavimentos existentes. Com os investimentos em andamento será possível ampliar de forma significativa a operação do Aeroporto de Coari, que poderá receber jatos comerciais de médio porte, como o Embraer 190 E2 e o A319, além de turbo-hélices como o ATR42 e ATR72, comuns na região. Fonte: acritica via CECOMSAER 3 jul 2020
  9. Meus prezados 737 MAX: FAA e Boeing concluem testes de voo para recertificação A FAA e a Boeing concluíram hoje (1 de julho) os testes de voo de certificação no Boeing 737 MAX. Durante três dias de testes nesta semana, os pilotos e engenheiros da FAA avaliaram as mudanças propostas pela Boeing em conexão com o sistema de controle de voo automatizado na aeronave. Embora a conclusão dos voos seja um marco importante, várias tarefas chave permanecem, incluindo a avaliação dos dados coletados durante esses voos. A agência está seguindo um processo deliberado e levará o tempo necessário para analisar minuciosamente o trabalho da Boeing. Levantaremos a ordem de aterramento somente depois que os especialistas em segurança da FAA estiverem convencidos de que a aeronave atende aos padrões de certificação. https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2020/07/737-MAX-2-e1593703207712.jpg As tarefas restantes incluem: · Validação do JOEB e revisão do FSB – O FSB (FAA) e o Joint Operations Evaluation Board (JOEB), que inclui parceiros internacionais do Canadá, Europa e Brasil, avaliarão os requisitos mínimos de treinamento de pilotos. O FSB emitirá um projeto de relatório para comentários públicos, abordando as conclusões do FSB e do JOEB. · Relatório final do FSB – A FAA publicará um relatório final do FSB após analisar e abordar os comentários do público. · Documentação final do projeto e relatório TAB – A FAA analisará a documentação final do projeto da Boeing para avaliar a conformidade com todos os regulamentos da FAA. O Conselho Consultivo Técnico de várias agências (TAB) também analisará a submissão final da Boeing e emitirá um relatório final antes de uma determinação final de conformidade pela FAA. · CANIC & AD – A FAA emitirá uma Notificação de Aeronavegabilidade Continuada para a Comunidade Internacional (CANIC), notificando as ações de segurança pendentes e publicará uma Diretiva de Aeronavegabilidade (AD) que aborda os problemas conhecidos de aterramento. A AD aconselhará os operadores sobre as ações corretivas necessárias antes que a aeronave possa retornar ao serviço comercial. · Revogação da ordem de aterramento pela FAA – Isso marca a liberação oficial da aeronave, aguardando a conclusão pelos operadores do trabalho especificado na AD, juntamente com qualquer treinamento necessário. · Certificados de aeronavegabilidade – A FAA manterá sua autoridade para emitir certificados de aeronavegabilidade e certificados de exportação para todos os novos aviões 737 MAX fabricados desde o aterramento. A FAA fará análises pessoais e individuais dessas aeronaves. · Programas de treinamento para operadores – A FAA analisará e aprovará programas de treinamento para todos os operadores da parte 121. Fonte: Federal Aviation Administration via blog Poder Aéreo 2 jul 2020
  10. Meus prezados E-Jet de número 1.600 da Embraer é entregue à Helvetic Airways São José dos Campos – SP, 1º de julho de 2020 — A Embraer celebrou hoje a entrega do seu E-Jet de número 1.600, do modelo E190-E2. A Helvetic Airways, da Suíça, recebeu a histórica aeronave. Companhias aéreas e empresas de leasing de mais de 50 países adicionaram os E-Jets da Embraer às suas frotas desde que a primeira geração destes jatos entrou em serviço, em 2004. A extremamente eficiente segunda geração da família de E-Jets, os E-Jets E2, entrou em operação em 2018. “É uma honra como novo Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial entregar esta simbólica aeronave. É um imenso marco para o programa de E-Jets e para a história da Companhia”, disse Arjan Meijer. “Ao longo dos anos, estive pessoalmente muito próximo da Helvetic e de seu projeto de planejamento de frota de E-Jets. Todos na Embraer estão extremamente orgulhosos de ver uma companhia aérea tão renomada voando com nosso E-Jet de número 1.600.” A Helvetic Airways está atualmente em transição de uma frota da primeira geração de E-Jets para os E-Jets E2. A companhia aérea recebeu o primeiro E190-E2 em outubro de 2019 e desde então adicionou mais quatro unidades como parte de seu programa de renovação de frota. A Helvetic configurou suas aeronaves com 110 assentos de classe única em rotas domésticas e internacionais. A companhia aérea tem pedidos firmes para 12 jatos E190-E2 e direitos de compra para outros 12 aviões do mesmo modelo, com direitos de conversão para o E195-E2, elevando o total potencial de pedidos para 24 aeronaves E2. “Estamos especialmente orgulhosos em receber uma aeronave E2 durante um período desafiador para nossa indústria”, disse Tobias Pogorevc, CEO da Helvetic Airways. “E é um privilégio genuíno compartilhar este momento especial com a Embraer. Recebemos muitos comentários positivos sobre o E190-E2 de nossos passageiros e tripulações desde que o introduzimos em nossa frota. Não poderíamos estar mais felizes com o desempenho da aeronave. O consumo de combustível é ainda menor do que esperávamos, o que torna o avião ainda mais ambientalmente amigável. Estamos ansiosos para retomar as operações em breve – com nosso histórico E190-E2 também.” Por quase duas décadas, a inovadora família de E-Jets da Embraer tem transformado a aviação comercial. Esta é a linha de jatos de passageiros de maior sucesso da indústria projetada especificamente para o segmento de 70 a 150 assentos. O programa registrou mais de 1.900 pedidos até hoje, de mais de 100 clientes. Mais de 80 companhias aéreas voam atualmente com E-Jets da Embraer. A frota global de E-Jets acumula mais de 30 milhões de horas de voo, com uma taxa média de conclusão de missão de 99,9%. Os versáteis aviões estão voando com companhias aéreas regionais, de baixo custo e tradicionais. O E190-E2 é um dos três modelos da segunda geração da família de E-Jets. Comparado ao E190 de primeira geração, o E190-E2 consome 17,3% menos combustível. Isso coloca os E-Jets E2 como a família de aeronave de corredor único mais eficiente do mercado. Sobre a Embraer Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer possui 50 anos de atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda. Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros. A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa. Fonte: Embraer via blog Poder Aéreo 1 jul 2020
  11. Meus prezados Embraer diversifica e entra no mercado de segurança cibernética Fabricante faz dois negócios, inclusive compra do controle de líder do setor, que gira R$ 8 bi/ano Por Igor Gielow A Embraer, terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo, entrou no mercado de segurança cibernética. A empresa paulista passou a controlar a Tempest Serviços de Informática, líder do setor no país, em um negócio com valores não revelados. Além disso, a Embraer comprou uma participação de R$ 20 milhões na Kryptus, empresa que fornece soluções de criptografia para as Forças Armadas brasileiras, entre outros. A Atech, subsidiária de sistemas tecnológicos da Embraer, deverá coordenar os esforços das três empresas no mercado, que em 2019 movimentou US$ 1,5 bilhão (R$ 8,1 bilhões nesta terça, 30) no país. “São empresas complementares”, afirmou o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider. O movimento vem na esteira da derrocada do acordo para a venda da área de aviação comercial da Embraer para a Boeing e o impacto da pandemia nos negócios do setor. Schneider diz que o investimento na área de cibersegurança, o maior do gênero na América Latina, já estava previsto. “Isso está no nosso DNA de inovação”, afirmou, ressaltando contudo que a pandemia Covid-19 “vem acelerando tendências” no mundo todo. “O trabalho será mais virtual, assim como os processos e ferramentas. É preciso atender a necessidade de segurança no tráfego de dados”, diz. Isso é bastante óbvio na área civil. Crimes cibernéticos contra instituições bancárias somam US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) anuais no Brasil, segundo mercado para bandidos digitais depois da Rússia. As aplicações em defesa são ainda mais amplas. As demandas vão da criptografia de dados do sistema de fronteiras do Exército, já atendido pela Kryptus, a discussões sobre o uso de inteligência artificial e proteção de usinas elétricas e nucleares. A Embraer também vê potencial de sinergia com o mercado que anda de mãos dadas ao de cibersegurança, o espacial. Afinal de contas, tudo passa por satélites. A empresa tem uma subsidiária, a Visiona, que deverá lançar o primeiro nanossatélite de uma constelação nacional em 2021. A Tempest foi aberta no Recife em 2001, tem 300 funcionários e 250 clientes no Brasil e no exterior. O grupo que edita a revista The Economist é um deles. Ela já era apoiada pela Embraer por meio do Fundo de Participações Aeroespacial, que conta com o BNDES e a Desenvolve SP, entre outros. “A robustez da Embraer vai nos ajudar a expandir essa missão para novos mercados”, diz seu presidente, Lincoln Mattos, que manterá cargo e equipe. Já o aporte na Kryptus, que além da área militar atende diversos setores, mira uma expansão internacional e será feito por meio do Fundo de Participações. “Esse aporte chega em um momento de consolidação”, diz o fundador da empresa, Roberto Gallo. A empresa já tem contratos com a Marinha do Peru e o Exército da Colômbia. Schneider vê o mercado cibernético com estratégico. “Há incríveis movimentos geopolíticos, reestruturação de cadeias produtivas ocorrendo.” O fim do negócio da Embraer com a Boeing levou a especulações acerca do futuro sua sobrevivência fora do duopólio produtivo global, dos americanos e dos europeus da Airbus é questionada. O presidente da empresa, Francisco Gomes Neto, confirmou no mês passado que há interesse na busca de novos parceiros no mercado mundial. As opções não são muitas, naturalmente, e analistas apostam na Comac, a estatal chinesa de aviação comercial que busca se posicionar no mercado. A questão é que hoje uma parceria com a China coloca qualquer empresa de um lado da Guerra Fria 2.0 estabelecida entre Washington e Pequim. Isso teria implicações importantes para os produtos de defesa da Embraer, o novo cargueiro C-390 Millennium à frente. A Folha questionou Schneider sobre isso. Diplomaticamente, ele disse que a Embraer está “absolutamente aberta para conversar” com parceiros externos. “Mas nós respeitamos todos as limitações impostas por nossos fornecedores europeus e americanos na área de defesa”, disse. Assim, especificamente para a Embraer Defesa, “há países ‘off-limits’ [fora do limite de operação]”. Ele ressalta, contudo, que pela natureza dos negócios da empresa, “nada será diferente do que o Estado brasileiro” preconizar. A Embraer, lembra, nasceu como uma estatal em 1969 , e sua linha de defesa foi desenvolvida de acordo com necessidades da Força Aérea mesmo após a privatização de 1994. O C-390 é um exemplo. Tendo recebido investimentos de desenvolvimento de R$ 5 bilhões do governo, o avião agora é uma realidade. O terceiro de 28 encomendados, por R$ 7,2 bilhões, foi entregue à FAB nesta semana. As aeronaves estão ativas na operação de transporte de material e pessoal para o combate à Covid-19. A primeira unidade a ser exportada, de cinco compradas por Portugal, teve produção inicial começada e deve ser entregue até 2023. “Mesmo nessa crise, recebemos duas consultas bastante firmes de países interessados”, disse, sem revelar os clientes potenciais. A venda do C-390 e de sua versão com capacidade de reabastecer outras aeronaves, o KC-390, seria feita a partir de uma joint-venture com a Boeing. Ela morreu com o negócio da área comercial, alvo de dura disputa em arbitragem entre as empresas, a Embraer acusa a Boeing de ter rompido o contrato devido à sua própria crise, enquanto americanos falam genericamente em cláusula não cumpridas pelos brasileiros. O futuro de um acordo anterior, de campanhas de marketing no exterior do cargueiro, ainda não foi definido, mas parece improvável que ele siga em frente. A área de defesa respondeu em 2019 por 14,2% da receita da Embraer, ante 40,8% da comercial, 25,6% da executiva e 19,4%, de serviços e outros. Sob impacto da Covid-19 e da dissolução do acordo com a Boeing, a empresa registrou prejuízo de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Fonte: Folha de São Paulo via Luiz Padilha – blog Defesa Aérea & Naval 30 jun 2020
  12. Meus prezados Gol passa a encerrar check-in de clientes 1 hora antes do voo Clientes da Gol foram notificados hoje, por meio de um comunicado no app da companhia aérea, que os voos nacionais e internacionais da empresa passarão a ser encerrados com uma hora de antecedência ao horário de decolagem, e não mais 40 minutos como anteriormente. A medida vale a partir de 1º de julho (quarta-feira). Portanto, para check-in nos aeroportos, via totem ou balcão, os passageiros deverão seguires os seguintes horários: Voos nacionais e internacionais: atendimento disponível de três horas a uma hora antes do voo. Voos de/para os EUA operados pela Gol: atendimento disponível de três horas a uma hora antes do voo. Para aqueles que optarem por realizar o check-in on-line, via site ou app, os horários são: Voos nacionais e internacionais: check-in disponível de 48 horas a uma hora antes do voo. Voos de/para os EUA operados pela Gol: check-in disponível de 24 horas a uma hora antes do voo. Nos voos operados pelas parceiras Air France - KLM, o atendimento on-line estará disponível entre 30 horas e 1 hora antes do voo. Já o check-in presencial estará disponível entre três horas e uma hora antes do voo. Fonte: Danilo Teixeira Alves para PANROTAS 26 jun 2020
  13. Meus prezados British recebe o primeiro jato Boeing 787-10 Dreamliner A companhia aérea British Airways recebeu o seu primeiro jato Boeing 787-10 Dreamliner, quase seis meses depois do planejado originalmente. O exemplar faz parte de um pedido para 12 aparelhos da variante mais longa do modelo. A empresa britânica está equipando a versão com motores Rolls-Royce Trent 1000 e 256 assentos em quatro classes. Em novembro do ano passado, a transportadora havia anunciado que a rota inicial do jato seria entre Londres e Atlanta e o cronograma original previa a entrega de seis unidades durante este ano, embora o plano atual após o atraso na entrega e qualquer possível impacto da crise do COVID-19 ainda não tenha sido confirmado. A maior variante do Dreamliner se junta à frota existente da operadora de 30 exemplares das outras duas versões. Fonte: revista FLAP
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