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  1. Meus prezados EUA aumenta tarifas punitivas sobre aviões da Airbus Os Estados Unidos anunciaram na sexta-feira à noite que aumentariam para 15% as tarifas alfandegárias impostas aos aviões da Airbus importados da Europa, mantendo inalterados os impostos que penalizam outros setores nos dois lados do Atlântico. Neste sábado, a fabricante europeia de aeronaves reagiu a uma decisão que "lamenta profundamente" e que "cria mais instabilidade para as companhias aéreas americanas, que já sofrem com a falta de aeronaves", principalmente em razão da proibição de voo que atinge o 737 MAX da sua concorrente Boeing. "Tomamos nota do anúncio dos Estados Unidos", disse uma porta-voz do ministério da Economia alemão, contactada pela AFP. "Nossa posição é clara: rejeitamos qualquer aumento unilateral nos impostos alfandegários, que são prejudiciais a todos, inclusive aos Estados Unidos". Os ministros europeus, que têm várias reuniões agendadas para segunda-feira em Bruxelas, podem aproveitar a oportunidade para expressar uma posição comum sobre o assunto. Desde outubro, em retaliação aos subsídios à fabricante europeia Airbus, o governo americano impõe tarifas alfandegárias punitivas de 25% sobre 7,5 bilhões de dólares em produtos importados (incluindo vinho, queijo, café e azeitona). Até agora, os aviões eram tributados em 10%. O novo aumento será válido a partir de 18 de março. Além do conflito entre a Airbus e a Boeing através de seus Estados, há importantes tensões comerciais entre Washington e Bruxelas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utiliza esses impostos como uma ferramenta de negociação. Após meses de guerra comercial com a China, com tarifas punitivas recíprocas, ele exclamou: "nossa estratégia valeu a pena!", depois que os dois países assinaram um acordo em meados de janeiro. Sua atenção agora está focada na Europa. Trump e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciaram no final de janeiro, após uma reunião em Davos (Suíça), seu desejo de relançar as discussões e concluir um acordo nas próximas semanas. Mas, no momento, as negociações não foram bem-sucedidas e as relações permanecem tensas, já que Trump voltou a ameaçar tributar as importações de carros europeus. Na segunda-feira, disse que era hora de negociar "muito a sério" um acordo comercial com a União Européia. Ele quer que os países membros da UE abram mais seus mercados aos produtos americanos, especialmente produtos agrícolas. Em outubro, após 15 anos de batalha legal, a Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou Washington a adotar sanções recordes, julgando que a fabricante aeronáutica europeia havia realmente se beneficiado de subsídios indevidos. Em um processo espelhado, espera-se que a OMC autorize a UE a impor taxas alfandegárias na primavera, como resposta a subsídios indevidos pagos pelo governo americano à Boeing. Fonte: Defesanet 18 fev 2020
  2. Meus prezados PNG Air será o cliente de lançamento do ATR 42-600S http://www.revistaflap.com.br/web/aviacao-civil/noticias/19122-png-air-sera-o-cliente-de-lancamento-do-modelo-atr-42-600s Fonte: revista FLAP É. As coisas estão ficando difíceis para o projeto do turbohélice da EMBRAER.
  3. Meus prezados FAB inaugura Centro Regional de Monitoração do CINDACTA IV Nova estrutura vai aumentar a qualidade do serviço de controle de tráfego aéreo e da defesa das fronteiras do país O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, inaugurou, na quinta-feira (30/01), o Centro Regional de Monitoração (CRM), do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), em Manaus (AM). O evento de inauguração contou com a presença do Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, de uma comitiva de militares bolivianos, entre outras autoridades. Segundo o Tenente-Brigadeiro Bermudez, a criação do CRM representa um marco na manutenção dos equipamentos, resultando em um aumento de qualidade tanto do serviço de controle de tráfego aéreo, quanto da defesa das fronteiras do país. “Esta implantação proporcionará benefícios diretos à confiabilidade do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, com a redução principalmente de custos de manutenção, incremento na segurança e na possibilidade de coleta de dados para projeções futuras. É, portanto, um grande marco para o Comando da Aeronáutica”, afirmou. O Tenente-Brigadeiro Domingues destacou a transição para um modelo mais moderno. “O CRM irá proporcionar a transição de um modelo antigo e dispendioso para a Força Aérea para um sistema direto e objetivo, onde vamos reduzir os custos. Ou seja, mudamos realmente e chegamos no futuro, por intermédio do Centro Regional de Monitoração”, declarou. O CRM funciona a partir de Telemetria e Gerenciamento Remoto dos Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA) e Estações de Apoio ao Controle do Espaço Aéreo. Fotos: Cabo A. Pardo / Ala 8 Fonte: Ten.Dantoniele, Ten.Cristiane, Asp.Flávia e Cap.Landenberger para Agência Força Aérea 3 fev 2020
  4. Meus prezados CINDACTA IV controla o espaço aéreo de mais de 60% do território nacional Comandante Cléber Ribeiro Sediado em Manaus, o quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV) faz parte do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). O Centro tem como missão executar as atividades relacionadas à vigilância e ao controle da circulação aérea geral, bem como conduzir as aeronaves que promovem a manutenção da integridade e da soberania do espaço aéreo brasileiro, nas áreas sob sua responsabilidade na Região Amazônica. Para esse fim, conta com 1.700 militares e servidores civis, distribuídos em 26 Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA), além da própria sede, situada em Manaus. Dotado de pessoal altamente qualificado e de equipamentos tecnologicamente diferenciados, o CINDACTA IV cuida de, aproximadamente, 60% do espaço aéreo nacional, seja por meio de controle do tráfego aéreo comercial, seja no combate a ilícitos, utilizando aeronaves militares; ou mesmo na Busca e Salvamento (SAR), em terra, rios e mar, em apoio à Marinha do Brasil, por meio do SALVAERO-Amazônico. Para o Coronel Aviador Alexander Santopietro, Comandante do CINDACTA IV, “é um orgulho liderar uma unidade que contribui para a segurança do espaço aéreo brasileiro”. Santopietro ressalta que, quando conversa com pilotos comerciais, recebe constantes elogios pelo trabalho realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB). “É gratificante receber feedbacks positivos de usuários do sistema”, destacou. O comandante enfatizou, ainda, que a criação de uma sala técnica remota, destinada à realização de mais de 290.000 manutenções anuais programadas, possibilitou o incremento da capacidade de manutenção a distância e propiciou a redução de 80% nos gastos com manutenção preventiva e de 54% com homem-hora. Caso essas manutenções não fossem feitas, poderia haver prejuízos à segurança, desde o aumento da espera de aeronaves no ar até o fechamento de aeroportos, o que geraria transtornos, tanto para os passageiros como para as empresas. “É bom saber que, por detrás da voz que auxilia o piloto, existe um ou uma militar da FAB na orientação dos procedimentos”, ressaltou. O CINDACTA IV realiza atividades técnicas e operacionais de acordo com a tarefa desenvolvida. No tocante às atividades técnicas, desenvolve ações na área de Meteorologia Aeronáutica, Defesa Aeroespacial, Gerenciamento de Tráfego Aéreo, Telecomunicações Aeronáuticas e Informações Aeronáuticas, além de busca e salvamento. No Centro de Controle de Área Amazônico (ACCAz), por exemplo, que abrange os controles dos espaços aéreos de Porto Velho (RO), de Belém (PA), e de Manaus (AM) é realizado o acompanhamento de todos os voos para essas áreas e orientados os procedimentos de aproximações para pousos e pós decolagem. Já o setor que cuida de combate a ilícitos, monitora a área e conduz interrogatórios necessários nos casos de percepção de ingresso de aeronaves não identificadas, no espaço aéreo brasileiro. O Major Especialista Renato Wilson Souza Oliveira, que trabalha na área de controle aéreo há mais de vinte anos, disse que, para ele, “é um orgulho ajudar no desenvolvimento do país por meio da contribuição para a segurança do voo, e, com isso, propiciar que brasileiros e estrangeiros possam circular, por via aérea, para trabalhar e se divertir, com a certeza de que a missão da Força Aérea está sendo bem executada. O CINDACTA também atua na Busca e Salvamento, em terra, nos rios e no mar, em apoio à Marinha, e no controle aéreo de aeronaves militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea, quando atuam de forma integrada, em operações conjuntas, como aconteceu na Operação Verde Brasil, que combateu incêndios e ilícitos ambientais na Amazônia, no final de 2019. Fotos: Assessoria de Comunicação Social (Ascom) - Ministério da Defesa Fonte: Ministério da Defesa via CECOMSAER 17 fev 2020
  5. Meus prezados Academia da Força Aérea tem sua primeira mulher Instrutora de Voo na aeronave T-27 Tucano Tenente Juliana participa da formação da sua primeira turma no 1º Esquadrão de Instrução Aérea A Tenente Aviadora Juliana Santos de Souza tornou-se a primeira mulher a ser qualificada como Instrutora de Voo na aeronave T-27 Tucano, utilizada no treinamento primário dos cadetes aviadores do 4º ano da Academia da Força Aérea (AFA), localizada na cidade de Pirassununga (SP). As missões tiveram início no dia 3 de fevereiro, quando começou o curso no 1º Esquadrão de Instrução Aérea (1º EIA) para a Turma Chronos, que está no seu último ano no Ninho das Águias, como é conhecida a AFA. Pertencente à Aviação de Transporte, a Tenente Juliana também tem em seu currículo as aeronaves C-95 Bandeirante e C-97 Brasília pelo 4º Esquadrão de Transporte Aéreo - Esquadrão Carajá (4º ETA) e C-97 Brasília pelo Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte - Esquadrão Condor (1º/2º GT). Em 2019, retornou à AFA e tornou-se instrutora na aeronave T-25 Universal. A mudança do T-25 para o T-27 vai além de questões técnicas, como o aumento da velocidade e a atenção às referências, por exemplo. A didática da instrução assume uma nova dimensão, uma vez que no Tucano o instrutor não fica ao lado do Cadete, e sim atrás dele, sem qualquer contato visual, apenas pelo sistema de comunicação entre os tripulantes. “É necessário um cuidado especial ao descrever em palavras as ações para o Cadete, com o objetivo de que ele consiga visualizar o que deve ser feito e atingir o nível esperado em cada fase da instrução”, explica a Tenente Juliana. O voo no 1º EIA também contempla etapas diferentes daquelas já vistas pelos cadetes, como navegação, voo noturno e formatura com duas e quatro aeronaves. A missão do Instrutor de Voo apresenta-se como uma das mais nobres da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo ligações que remontam à criação do Ministério da Aeronáutica. “É muito gratificante poder participar da formação dos nossos jovens Cadetes e, ao final desse processo de quatro anos aqui na AFA, entregar para a FAB pilotos militares qualificados para a sequência operacional das suas carreiras. Espero continuar cumprindo bem esse meu papel de instrutora e, também, que eu inspire outras mulheres a buscar a carreira da aviação militar”, finaliza a Tenente Juliana. Carreira A AFA possui oportunidade de ingresso de mulheres nos quadros de Aviação e Intendência. O curso tem duração de quatro anos na cidade de Pirassununga. Demais informações e os documentos que balizam o certame estão disponíveis no site www.fab.mil/ingresso. Fotos: Tenente Inforzato / AFA Fonte: AFA, por Tenente Inforzato via CECOMSAER 18 fev 2020 Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme - Revisão: Major Monteiro
  6. Meus prezados Avião em manutenção e problemas na iluminação da pista, em Fernando de Noronha, atrasam transporte aeromédico de infartado para Recife/PE https://www.resgateaeromedico.com.br/aviao-em-manutencao-e-problemas-de-iluminacao-da-pista-atrasam-transporte-aeromedico-de-fernando-de-noronha-para-recife-pe/ Pergunta: a empresa signatária do contrato não vai ser multada?
  7. Meus prezados Preocupações com o Sistema AEW da Royal Navy (RN) por Luiz Padilha O sistema de alarme aéreo antecipado da Marinha Real (AEW), que sempre foi baseado em aeronaves de asa rotativa, instalado nos helicópteros AW101Merlin da Esquadra, está enfrentando atrasos. O sistema de ponta, conhecido como Crowsnest, foi projetado para ser os “olhos e ouvidos” a detectarem qualquer ameaça se aproximando, com o conceito de que os helicópteros Merlin são projetados no eixo da ameaça e possibilitem monitorar a partir do céu em busca de ameaças. Helicóptero AEW AW101 Merlin Crowsnest da Royal Navy A Lockheed Martin, que lidera o projeto com a parceira da empresa de defesa Thales, insistiu que o sistema de alta tecnologia estará pronto a tempo da primeira missão do Porta-Aviões HMS Queen Elizabeth (R 08), do próximo ano. Os supostos atrasos surgiram após um teste do radar pouco antes do Natal. O ex-First Sea Lord Alan West disse: “Uma das lições aprendidas nas Malvinas é que precisamos de sistemas de alarme aéreo antecipado no ar”. Em 2017, o Escritório Nacional de Auditoria classificou o projeto como “âmbar”, o que significa que a entrega bem-sucedida “parecia viável”, mas que já existiam “problemas significativos”. Um porta-voz da Lockheed disse: “Estamos confiantes de que o helicóptero Merlin Mk2 com o Crowsnest estará disponível para participar da primeira avaliação operacional do HMS Queen Elizabeth. Fonte : World of Warships Magazine via site Defesa Aerea & Naval 17 fev 2020 Tradução e adaptação : Marcio Geneve
  8. Além disso, não haverão despesas de diárias de estacionamento? Pois estas aeronaves estão ocupando lugares em aeroportos já há algum tempo.
  9. Meus prezados Os Mi-35 da FAB podem estar a Caminho de Benghazi Publicação francesa Intelligence Online dá nota que os helicópteros AH-12 (Mi-35) podem estar sendo vendidos para a Líbia em uma operação triangular com os Emirados Árabes Unidos Helicópteros Ah-2 Segundo a publicação francesa Intelligence Online, em informe datado, de 12FEV2020, está em negociação uma operação triangular para que as forças do General Khalifa Haftar (Libyan National Army), recebam um número não especificado dos helicópteros russos Mi-35 (AH-2 Sabre), operados pela Força Aérea Brasileira. 10 helicóteros de ataque AH-2 Sabre (MI-35) do Esquadrão Poti (2º/8º GAV), em 2015 A nota fala nos mais antigos, provavelmente pode ser os seis primeiros Mi-35, que vieram dos estoques da Federação Russa. As aeronaves foram recebidas para equilibrar a balança comercial entre os dois países, amplamente favorável ao Brasil pela exportação de commodities agrícolas. Foram recebidos em linhas gerais dois lotes de 6 helicópteros cada e são operados pelo Esquadrão Poti (2º/8º GAV), baseado em Porto Velho, Rondônia, pela nova denominação ALA6. A operação seria conduzida pela Corporação russa Rosoboronexport e financiada de forma generosa pelos Emirados Árabes. O general rebelde tem adquirido grande lote de material militar na sua luta contra o rival Governo de Trípoli. Recentemente foi adquirida uma frota de drones chineses CH-4 da Força Aérea da Jordânia. A negociação pode ser de interesse da FAB em se ver livre do Mi-35 que sofrem com um apoio logístico deficiente por parte da Rússia. E um custo operacional muito alto. Para os líbios e russos o interesse é que a parte de manutenimento da FAB é excelente o que possibilitaria coloca-los em capacidade operacional em curto espaço de tempo. Porém, mesmo com uma disponibilidade operacional baixa, devido a crônica falta de peças, eles são os únicos helicópteros de ataque do Inventário Militar do Brasil. Além da complexidade da concretização do negócio, visto as relações internacionais e comerciais envolvidas (Observar que os motores dos Mi-35 da FAB são produzidos pela Motor Simch da Ucrânia). A perda de uma plataforma como o Mi-35 (mesmo com a incerteza da disponibilidade), pode bloquear a negociação. O governo brasileiro formalizou, em 13FEV2020, com a publicação no Diário Oficial, Acordo de Parceria Estratégica com os Emirados Árabes Unidos (ver BR-EAU - Brasil e Emirados Árabes Unidos firmam acordo de parceria estratégica Link). Este acordo prevê em vários artigos a possibilidade legal de abrigar uma negociação como esta anunciada pela publicação francesa. A alternativa de os helicópteros Mi-35, que forem repassados para o LNA serem substituídos na FAB, por mais modernos, financiados pelos Emirados / Rússia é incerto nas atuais condições geopolíticas em especial da América Latina. Nota DefesaNet Na FAB os AH-2 Sabre realizam missões inéditas, graças a sua grande velocidade conseguem realizar interceptações de aeronave a baixa altura. Fonte: Intelligence Online (fr) via Redação Defesanet 15 fev 2020
  10. Meus prezados ‘Onde os Viggens vieram para morrer’ Para descartar todos os caças Viggen aposentados, de uma maneira ambiental e economicamente aceitável, uma linha especial de desmantelamento foi criada em 1993 pelo Försvarsmatens Återvinningscentral (Centro de Recuperação de Defesa da Suécia). A linha de desmantelamento estava inicialmente localizada na F10 Ängelholm, mas quando essa ala foi fechada em 2002, mudou-se para Halmstad. O objetivo do desmantelamento era reutilizar o maior número possível de peças dos Viggens aposentados no restante dos Viggens ativos, gerando economia de manutenção. A linha de desmontagem podia receber quatro Viggens de cada vez e, geralmente, durava de quatro a seis semanas por célula de aeronave. Até 350 peças eram removidas de cada estrutura de aeronave e cerca de 80% de todos os aparelhos eletrônicos podiam ser reutilizados nos Viggens operacionais. Exemplos de peças reutilizáveis incluíam motor, motor de partida, trem de pouso, aviônicos, canopy etc. Depois do desmantelamento, as estruturas vazias eram transportadas para um cortador de metal em Halmstad (Stena Metall ou Gotthard Nilsson). A maior parte do metal foi reutilizada na produção de latas de cerveja e refrigerante. Halmstad era o lugar “onde os Viggens vieram para morrer”. Não era incomum ver vários Viggens alinhados em Halmstad, esperando a sua vez de serem desmantelados, uma visão que rapidamente ficou conhecida como “corredor da morte”. Cerca de 200 Viggens foram desmantelados. Fonte/Fotos: Saab 37 Viggen, The Ultimate portfolio – Nordic Airpower via blog Poder Aéreo 1 fev 2020
  11. Meus prezados F-16 israelenses praticam ‘dogfight’ com Rafales franceses Exercícios no sul de Israel simularam combate três a três, com pilotos israelenses nos F-16 e os Dassault Rafale do porta-aviões francês na costa israelense Por Judah Ari Gross Pilotos de caça franceses treinaram ao lado da Força Aérea Israelense esta semana como parte de um exercício conjunto focado no combate ar-ar, disseram os militares em um exercício que permitiu aos pilotos praticar a coordenação com forças estrangeiras – e seu inglês. O exercício foi realizado na segunda e terça-feira nos céus do sul de Israel. O exercício contou com “dogfights” três a três , com um grupo de pilotos – o “time vermelho” – encarregado de realizar um ataque aéreo, enquanto o segundo grupo – o “time azul” – tentou impedi-los, um dos pilotos israelenses participantes disse ao The Times of Israel. Três caças franceses Dassault Rafale participaram do exercício, voando para o sul de Israel a partir do porta-aviões Charles de Gaulle na costa. Os pilotos israelenses, do 107º Esquadrão Aéreo, voaram jatos F-16I a partir da base aérea de Ovda, ao norte de Eilat. Esse tipo de exercício conjunto, com os multinacionais de maior porte, permite aos pilotos israelenses a oportunidade de aprender táticas e técnicas de outras forças aéreas e aprender a trabalhar em conjunto com pilotos e aeronaves desconhecidas, algo que eles poderão fazer operacionalmente no futuro. Em um nível mais estratégico, esses exercícios também permitem que Israel mantenha fortes laços militares com países de todo o mundo, independentemente de tensões diplomáticas ou políticas. Em alguns casos, os pilotos israelenses até participaram de exercícios ao lado de países que não reconhecem formalmente o Estado de Israel, como o Paquistão e os Emirados Árabes Unidos. Para forçar ainda mais os dois países a trabalharem juntos, em vez de cada país se enfrentar, as duas equipes incluíram pilotos israelenses e franceses. “Isso nos permitiu voar com eles e contra eles, tentando todas as opções”, disse Cpt. “Ayin”, que por razões de segurança só pode ser identificado por seu posto e pela primeira letra hebraica de seu nome. Isso também forçou os pilotos participantes a se comunicarem em um idioma comum: o inglês. Ayin disse que isso às vezes é difícil para os pilotos israelenses, que estão menos acostumados a trabalhar em inglês do que seus colegas franceses, que o fazem mais regularmente como parte de seu treinamento e operações na OTAN. F-16I e Rafales “Você não pode ficar parado pensando em como traduzir uma palavra por cinco, sete segundos, porque depois de cinco, sete segundos a situação mudou”, disse Ayin, falando por telefone. Para se preparar para o exercício, Ayin e seus colegas pilotos praticaram as frases e os termos em inglês que eles esperavam precisar. “Algo como 70% da comunicação é algo que você sabe que terá que dizer, como ‘estou disparando um míssil'”, disse ele. “Então, examinamos os termos, palavra por palavra, sob diferentes situações. Dessa forma, fica mais fluente.” Diferentemente da maioria dos exercícios internacionais da Força Aérea, os pilotos franceses que participaram do exercício desta semana não ficaram em Israel, mas voltaram ao seu porta-aviões no final do treinamento de cada dia. Segundo Ayin, isso representava um desafio logístico no exercício, pois os aviadores franceses tinham que seguir um cronograma rigoroso devido às restrições de voar de e para um porta-aviões. “Eles tinham horários muito mais específicos – um avião tinha que decolar em um determinado horário e retornar em um determinado horário”, disse ele. “Conseguimos ser muito mais flexíveis, mas também exigia de nós muito mais flexibilidade”. Além disso, como a equipe francesa nunca pousou em terra firme, os pilotos israelenses e franceses nunca se encontraram pessoalmente antes do exercício, apesar de falarem por telefone, disse Ayin. Porta-aviões Charles de Gaulle Ele disse que isso acrescentou uma dimensão de mistério ao treinamento. “Você não sabe quem voa melhor, quem voa pior ou o que eles farão”, disse ele. “Você entra no exercício completamente neutro, com quem está no seu time e contra quem está lutando”. Entrar em um exercício com uma “lousa limpa” significa que os pilotos tinham que assumir que os do outro país eram de alto nível, disse Ayin. “Você não pode assumir que a pessoa é mediana, ou ele vai derrubá-lo”, disse ele. Na quarta-feira, os pilotos israelenses foram levados de helicóptero para o porta-aviões Charles de Gaulle. “Foi a primeira vez que vi uma coisa gigante como essa. Foi fascinante e enriquecedor”, disse Ayin. Ele descreveu o exercício como tendo sido bem-sucedido em geral, com cada lado aprendendo com o outro. “Agora estamos pensando em como fazer um exercício mais desafiador”, disse Ayin. Fonte: The Times of Israel via blog Poder Aéreo 15 fev 2020
  12. Meus prezados Marcelo admite participação da Índia na produção de aeronaves KC-390 O chefe de Estado, que se encontra em visita de Estado à Índia, teve um encontro com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que considerou ter sido "muitíssimo positivo" e "muito útil". O Presidente da República* anunciou esta sexta-feira, em Nova Deli, que a Índia poderá juntar-se ao contrato de produção de aeronaves KC-390 e disse que empresários indianos lhe transmitiram vontade de investir em Portugal. O chefe de Estado, que se encontra em visita de Estado à Índia, falava no Museu Nacional, em Nova Deli, após ter tido um encontro com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que considerou ter sido “muitíssimo positivo” e “muito útil”, com a assinatura de “vários acordos”. Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, na agenda deste encontro estavam “objetivos muito concretos, objetivos em termos económicos, e aí significando a abertura aqui no mercado da Índia a empresas portuguesas, sobretudo de infraestruturas, construção, tecnologia mais avançada, telecomunicações, águas”. “Depois, também colaboração, cooperação no domínio da Defesa, porventura no domínio concreto, a três, com o Brasil, no caso, de um contrato já celebrado para o fornecimento do KC-390, e da eventual junção da Índia em termos de produção naquilo que é um encontro entre Portugal e o Brasil”, acrescentou. Relativamente ao setor das águas, afirmou que se espera “que o acordo de Goa se multiplique por vários outros pontos do país”, adiantou, referindo-se ao contrato que será assinado no sábado, na sua presença, entre o grupo Águas de Portugal e o Departamento de Obras Públicas do estado de Goa. O Presidente da República referiu que “também foi estudada a intervenção em países de língua oficial portuguesa, em que há ligações da Índia já antigas — é o caso de Moçambique, por exemplo”. Por outro lado, revelou que também teve um “ou outro encontro empresarial, mais discretos” – um deles foi com o grupo industrial Tata – durante o dia de hoje, dos quais disse que “já resultou uma vontade de investir em Portugal”. Fonte: ECO News via site Defesa Brasil 15 fev 2020 * Presidente da República de Portugal Obs.: faço votos de que a Índia, ao fabricar peças para o C-390, se interesse em adquiri-lo. Apesar de operar com Boeing C-17 Globemaster III: Lockheed C-130J, que seria o principal concorrente do C-390: e Antonov An-32.
  13. Meus prezados França e Alemanha dão sinal verde ao FCAS Concepção do FCAS TOULOUSE – A França e a Alemanha assinaram contratos há muito aguardados para a fase inicial “decisiva” do demonstrador do Sistema Aéreo de Combate Futuro Franco-Alemão-Espanhol (FCAS). Os contratos, no valor total de 155 milhões de euros (US$ 168 milhões) e igualmente financiados por Paris e Berlim, foram anunciados no final de 12 de fevereiro, enquanto a Airbus se preparava para anunciar seus resultados financeiros em 2019. O financiamento paga pelos primeiros 18 meses de trabalho – Fase 1A – para desenvolver os demonstradores e amadurecer novas tecnologias, e apoiará o trabalho dos primos Dassault e Airbus, bem como de seus parceiros MTU Aero Engines, MBDA, Safran e Thales. A adjudicação do contrato para o programa de demonstração era esperada no verão passado no Paris Air Show, mas foi adiado pela necessidade de obter aprovação do Parlamento alemão; também não foi cumprido o prazo de janeiro acordado pelo presidente francês Emmanuel Macron e pela chanceler alemã Angela Merkel em outubro passado. Esse prazo seguiu os avisos da indústria de que o programa precisava progredir ou correr o risco de perder impulso. O programa espera entregar um demonstrador de tecnologia de caça para testes de voo já em 2026, com a Dassault atuando como principal contratada e a Airbus como principal parceiro. Também entregará aeronaves de transporte remoto – sistemas de aeronaves não tripuladas que operarão ao lado do caça como um ala leal ou fornecerão guerra eletrônica ou capacidade de vigilância. A Airbus liderará o desenvolvimento da transporte remoto, com a MBDA como principal parceiro. A Airbus também liderará o desenvolvimento da chamada rede de combate em nuvem que conecta o FCAS a outras plataformas, incluindo transportes remotos, outros caças, aviões-tanque e ativos de coleta de informações. O desenvolvimento de um motor de demonstração, provavelmente baseado no motor Safran M88 da Dassault Rafale, será liderado pela Safran com a MTU como principal parceiro. A Airbus diz que um ambiente de simulação também será desenvolvido em conjunto pela empresa para “garantir a consistência entre os demonstradores”. “O lançamento da fase de demonstração enfatiza a confiança política e a determinação das nações parceiras do FCAS e do setor associado de avançar e cooperar de maneira justa e equilibrada”, afirmou a empresa em comunicado. A Espanha e outros fornecedores do programa FCAS serão introduzidos na Fase 1B após a conclusão da Fase 1A, afirma a Airbus. Fonte: Aviation Week via blog Poder Aéreo 15 fev 2020
  14. Meus prezados Após 20 anos, a Força Aérea dos EUA está comprando o novo caça F-15 Eagle Fighter Um F-15E Strike Eagle na 332 Ala Expedicionária Aérea em 31 de dezembro de 2019 (foto da Força Aérea dos EUA por sargento Andrew Satran) Após quase vinte anos, a Força Aérea dos EUA está comprando um novo avião de caça F-15 Eagle. Na terça-feira, dois avisos de pré-solicitação publicados no centro de oportunidades de contratos do governo dos EUA anunciaram a intenção da Força Aérea de adquirir caças F-15EX fabricados pela Boeing e novos motores a jato General Electric F110 associados à nova aeronave. Este é o primeiro passo concreto para assinar novos pedidos e reativar as compras do F-15 nos EUA após um hiato de quase 20 anos. O último ano em que a Boeing produziu um caça F-15 para a Força Aérea foi em 2004, de acordo com o St. Louis Post-Dispatch. O Ato de Autorização de Defesa Nacional do ano fiscal de 2020, assinado pelo presidente Donald Trump em dezembro, forneceu à Força Aérea US $ 1,1 bilhão para adquirir até oito aeronaves F-15EX, incluindo dois protótipos, antes dos testes pelo Serviço. A inclusão da aeronave no orçamento de defesa do ano fiscal de 2020 não foi fácil: em setembro de 2018, a então secretária da Força Aérea Heather Wilson* em setembro declarou que a Força Aérea não tinha interesse em comprar o F-15EX de quarta geração em vez do de quinta JSF F-35. "Atualmente, somos 80% de aeronaves de quarta geração e 20% de quinta geração", disse Wilson à Defense News na época. “Em qualquer uma das lutas que nos pediram para planejar, mais aeronaves de quinta geração fazem uma enorme diferença, e pensamos que chegar a 50-50 significa não comprar novas aeronaves de quarta geração, significa continuar aumentando a quinta geração." Após a renúncia de Wilson em março de 2019, a Força Aérea reverteu o curso, propondo a compra de oito aeronaves F-15EX em vez da proposta original do Pentágono de uma dúzia como um "patch de curto prazo" para substituir o F-15C de quarta geração do Serviço. Frota sem gastos canibais para o F-35. "Estamos absolutamente convencidos de que o programa do F-35, o programa registrado, permanece absolutamente nos trilhos e não gastamos um centavo com o F-35", como disse o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, David Goldfein. Comitê de Serviços Armados do Senado, em abril do ano seguinte. O F-15 Eagle voou pela primeira vez na década de 1970 e, no final da década de 1970, alcançou status operacional com a Força Aérea dos EUA. No final da década de 1980, o caça ar-ar puro foi modificado para atingir alvos no chão, ganhando a descrição de vários papéis. A Força Aérea dos EUA comprou o último desses jatos F-15E em 2001, quando a Boeing poderia se gabar de que os jatos receberiam "monitores de cristal líquido de matriz ativa", ou monitores LCD, em vez de antiquados tubos de raios catódicos também encontrados em televisores grandes e quadrados. O fim das compras americanas do F-15 não significou o fim da linha para o Eagle. A Boeing continuou a desenvolver o avião, adicionando a mais recente tecnologia para clientes como Israel, Coréia do Sul, Catar e Arábia Saudita. Em 2018, a Boeing lançou uma nova versão, o F-15EX, não como substituto do F-35 Joint Strike Fighter, mas para operar ao lado dele. O F-15EX apresenta a mais recente tecnologia, integração já paga por clientes estrangeiros, além da capacidade de transportar 22 mísseis AIM-9X Sidewinder e AMRAAM de curto a médio alcance. A Air Force Magazine relata outras melhorias para incluir “um computador de missão substancialmente mais poderoso, novos monitores de cabine, um backbone digital e o Sistema de Sobrevivência de Aviso Ativo Passivo Eagle (EPAWSS) - sistema de guerra eletrônica e identificação de ameaças”. O F-35 Joint Strike Fighter, por outro lado, só pode transportar quatro mísseis AMRAAM em um compartimento interno de armas, resultado de sua necessidade de voar sem mísseis e outros equipamentos pendurados nas asas para preservar seu perfil furtivo anti-radar. O F-15 não possui baias internas, mas possui muitas prateleiras de mísseis. O F-35 e o F-15EX provavelmente voarão em pares, com o F-35 detectando silenciosamente caças inimigos, enquanto o F-15EX presta serviços de mísseis ar-ar. A Força Aérea está se preparando para comprar dois F-15EXs. Ela queria comprar oito caças como adiantamento a uma força de pelo menos 72, mas o Congresso se recusou a comprar os oito completos - pelo menos por enquanto. O Congresso concordou em financiar outros seis depois que o Serviço fornecer um relatório descrevendo como pretende comprar toda a frota. Fonte: Fighter Jets World 31 jan 2020 Trad./adapt. Jambock * Heather Wilson é a Secretária que, na concorrência em que o Super Tucano disputava disse: “A Força Aérea não está preocupada se a nova aeronave leve de ataque será mais vulnerável. A Secretária da Força Aérea Heather Wilson afirmou, na 3ª feira (13/2)” que não está preocupada se o desempenho da futura aeronave leve de ataque será mais vulnerável que o dos atuais caças a jato e do A-10 Thunderbolt II. “Não, absolutamente isto não me diz respeito” Wilson disse aos repórteres durante uma conferência de imprensa no Pentágono. Em outras palavras, se o Wolverine ou o Super Tucano tivessem que se ralar nas operações, tal fato a ela não diria respeito.
  15. Meus prezados Aqui está a hilariante razão pela qual o F-22 Raptor não pode ser hakeado O operador de reabastecimento aéreo realiza um reabastecimento em voo de um Raptor F-22 dos EUA (foto da Força Aérea dos EUA por Tech. Sgt. Kat Justen) O Lockheed Martin F-22 Raptor é um avião de caça tático furtivo de quinta geração, monoposto, bimotor e para qualquer clima, desenvolvido para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). Resultado do programa Advanced Tactical Fighter (ATF) da USAF, a aeronave foi projetada principalmente como um caça de superioridade aérea, mas também possui recursos de ataque ao solo, guerra eletrônica e inteligência de sinais. Em 1981, a Força Aérea dos EUA identificou um requisito para um caça tático avançado (ATF) para substituir o F-15 Eagle e o F-16 Fighting Falcon. Com o codinome "Senior Sky", este programa de caça de superioridade aérea foi influenciado por ameaças mundiais emergentes, incluindo novos desenvolvimentos nos sistemas de defesa aérea soviéticos e a proliferação da classe Su-27 "Flanker" - e MiG-29 "Fulcrum" de aviões de combate. O programa F-22 foi morto no auge das guerras no Iraque e no Afeganistão, em um esforço para remodelar as forças armadas dos EUA. A razão pela qual os hackers não conseguiram invadir os computadores do F-22 Raptor é que a tecnologia tem mais de 35 anos. Quando os caças de US $ 65 bilhões foram cortados do orçamento do Pentágono, havia muitas piadas em torno do caça, que os Estados Unidos haviam desenvolvido uma arma que nunca usaria em combate - afinal, até aquele momento, o F-22 não tinha. Não voou em uma missão de combate em nenhuma das duas guerras em que os EUA estavam lutando. O ex-secretário da Marinha John Lehman disse ao Wall Street Journal que, no mínimo, a tecnologia de computador do avião estava a salvo de hackers chineses. "Ninguém na China sabe como programar o software IBM '83 vintage que os executa", disse ele. Dez anos depois, o F-22 definitivamente realizou missões de combate sobre a Síria e a ascensão da China e da Rússia, e seus caças de quinta geração, parte da tecnologia roubada dos Estados Unidos, poderiam ter o Pentágono desejando ter mais Raptores. Em 2024, projeta-se que o financiamento comece para a atualização de meia-vida (MLU) do F-22, que deve incluir novos sensores e antenas, atualização de hardware, melhorias no cockpit e um sistema de exibição e controle montado no capacete. Outros aprimoramentos em desenvolvimento incluem a funcionalidade IRST para o Detector de Lançamento de Mísseis AN / AAR-56 (MLD) e um revestimento furtivo mais durável com base nos F-35. O F-22 foi projetado para uma vida útil de 8.000 horas de vôo, com um "programa de modernização de estruturas" de US $ 350 milhões. Estão sendo feitas investigações sobre atualizações para prolongar sua vida útil. A longo prazo, espera-se que o F-22 seja sucedido por um caça a jato da sexta geração. Fonte: Fighter Jets World 31 jan 2020 Trad./adapt. jambock
  16. Meus prezados Piloto conta que bandeira que ostentou ao chegar a Anápolis foi última coisa que pegou do quarto: ‘Não vai ficar sozinha’ Mauro Hart disse que quis segurar o símbolo do país ao descer do avião como forma de expressar a emoção por voltar ao Brasil. Ele e mais 57 pessoas estão em quarentena. Vanessa Martins | Publicada em 13/02/2020 07:56 Após pousar em solo brasileiro depois de pouco mais de um mês de trabalho na China, o piloto de avião Mauro Hart, de 59 anos, comemorou a chegada ostentando uma bandeira do Brasil. Ele é um dos 34 repatriados levados de Wuhan a Anápolis, a 55 km de Goiânia, onde estão em quarentena por precaução contra o coronavírus. Em entrevista ao G1, Mauro disse que a bandeira o acompanha há 20 anos e não poderia ter ficado de fora. O item foi a ultima coisa que colocou na mochila antes de sair da casa, em Wuahn – onde trabalha como piloto de uma companhia aérea chinesa, apesar de ter casa e família no Brasil, que o aguardam em Natal (RN). “É muito especial para mim. Mundo afora, onde eu for, a levo. Ganhei de um amigo enquanto fazia um voo para o Japão vindo dos EUA. Ela ficava na minha janela para mostrar para todo mundo que ali morava um brasileiro”. “Quando estava saindo de casa, apagando as luzes, eu vi a bandeira. Ela me acompanha há tanto tempo. Ela não ia ficar sozinha. Peguei e botei na mochila”, lembrou. Depois de quase 40 horas de viagem, o piloto disse que se sentiu muito feliz de pousar na Base Aérea de Anápolis no último domingo (9), e viu no “amuleto” uma forma de se expressar. “Chegando aqui tive a ideia de sair com ela aberta porque estava emocionado por chegar a Anápolis, de volta ao Brasil depois de uma viagem tão longa. Eu queria expressar essa emoção mostrando a todos o quanto eu estava feliz de retornar”, revelou. Depois da exibição nacional, o símbolo voltou a ficar em um local de destaque, como sempre teve nas casas do piloto. Agora, ela está estampada na parede do quarto em que ele está hospedado no Hotel de Trânsito. Adeus a Wuhan O piloto contou que viu a cidade chinesa se fechar em medidas de proteção à medida que o coronavírus se espalhou. Mauro avalia que os últimos dias antes de deixar a China foram os mais difíceis. “Eu senti que estavam cada vez mais rígidas [as medidas do governo chinês]. Isso foi me deixando mais apreensivo porque poderia significar um avanço maior do vírus. Quando me dirigia ao aeroporto, eu me sentia muito aliviado de estar sendo socorrido”, contou. Apesar de estar feliz por receber o resgate, o piloto disse que sentiu tristeza pela forma como teve que deixar a cidade. Ver as pessoas cada vez mais isoladas e as restrições de circulação impactaram-no. “Foi uma emoção ver as aeronaves da Forca Aérea Brasileira esperando nosso embarque, mas também foi motivo de tristeza. A sensação de coração partido por causa da situação em que eu estava saindo de Wuhan. Vim de uma situação tensa, pessoas restritas em casa”. “Senti como se estivesse fugindo de uma guerra. Fiquei angustiado pelo povo de Wuhan e orando para que essa recuperação aconteça rapidamente”, afirmou. ‘Quarentena voluntária’ Acostumado com uma rotina agitada como piloto, Mauro disse que tem vivido dias de reflexão desde 23 de janeiro, quando foi decretado pelo governo chinês o isolamento de Wuhan, epicentro da contaminação pelo coronavírus. Segundo ele, desde a notícia ele se preparou para ficar vários dias sem sair de casa, pela própria segurança. “Fiz minha salinha de crise. Preparei minha logística para ficar até dois ou três meses em casa. Fui ao supermercado e comprei o que achei necessário para todo esse período: congelados, enlatados, além de material de limpeza e higiene”, contou. Para o piloto, a medida era necessária, assim como a quarentena em que está atualmente. “Não é o fim do mundo, consigo suportar, tenho estabilidade emocional para saber que é necessário e que não é para sempre. Se eu quisesse sair na cidade, ir me divertir, tinha risco de pegar o vírus, entendo que era necessário assim como essa quarentena”, ponderou. O segredo, segundo ele, é manter a mente ocupada com atividades úteis e aproveitar o tempo para refletir. Durante a experiência delicada e rara, ele começou a registrar o que tem vivido e quer publicar um livro sobre tudo o que vem passando. “Procuro me manter com a cabeça ativa, seja lendo um livro, seja assistindo a uma televisão ou escrevendo o meu livro, que estou fazendo sobre esse episódio. [...] Estou registrando como foi a situação lá, o que aconteceu, o resgate, a experiência aqui e vou falar sobre o pós também. Vai ser meu passatempo predileto”, disse. ‘Tranquilo e seguro’ Mauro disse que tem se sentido muito bem durante a quarentena. Entendendo que é uma medida necessária, ele não se sente ansioso para “sair logo”. Tem planos de rever a família e os amigos ao fim dos 18 dias, mas encara tudo com tranquilidade. “Não me sinto sufocado. Meus amigos estão lá me esperando, minha família está lá me esperando. Não precisa ter pressa para sair logo. Me sinto confortável, as pessoas são maravilhosas, têm empatia muito boa, conversam, sorriem. Um ambiente tranquilo e seguro”, definiu. O piloto disse ainda que os dias na Base Aérea são bem livres. Não há horários rígidos para acordar ou dormir, eles são avisados com algumas horas de antecedência sobre as atividades de recreação que têm acontecido ao final do dia, como filme e apresentação da banda militar. As regras a que foram instruídos a obedecer são referentes ao perímetro em que podem circular e ter que usar máscaras o tempo todo em que estiverem fora dos quartos. As refeições são servidas em horários específicos, mas há sempre algum lanche disponível. “Não há horário de dormir e acordar, mas há um silencio voluntario e civilizado após as 22h. Eles pediram para não nos aglomeramos muito e estamos sempre de mascara fora dos quartos. São algumas regras que cumprimos com prazer”, revelou. Exames O primeiro exame feito identificar contaminação pelo coronavírus no grupo com 58 pessoas que está em quarentena deu negativo. O resultado foi comemorado por todos. A tripulação dos aviões e médicos que fizeram a viagem ate a China estavam na expectativa de serem liberados antes do fim da quarentena, Porém, mesmo com o resultado, o Ministério da Defesa disse que todos ficarão na Base Aérea de Anápolis até o fim do prazo de isolamento. Os repatriados Os grupo dos 34 repatriados da China é composto da seguinte forma: 4 chineses casados com brasileiros; 7 crianças com idades entre 2 e 12 anos; 23 brasileiros adultos – casais e homens e mulheres solteiros (sendo três diplomatas). Fonte: G1 via CECOMSAER 13 fev 2020
  17. Meus prezados Aeronáutica anuncia novo concurso para 220 vagas Vagas são para admissão ao Curso de Formação de Sargentos para o primeiro semestre de 2021. A Aeronáutica anunciou novo concurso para 220 vagas para o Exame de Admissão ao Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica para o Primeiro Semestre do ano de 2021 (EA CFS 1/2021). As inscrições deverão ser feitas 17 de fevereiro a 18 de março pelo site http://ingresso.eear.aer.mil.br. As vagas são distribuídas nas seguintes especialidades: · Aeronavegantes: Equipamento de Voo (BEV) - 6 vagas · Mecânico de Aeronaves (BMA) - 47 vagas · Material Bélico (BMB) - 11 vagas · Não-Aeronavegantes: Guarda e Segurança (SGS) - 28 vagas · Controle de Tráfego Aéreo (BCT) - 128 vagas As normas, informações para as inscrições e os critérios para habilitação à matrícula estarão disponíveis na página oficial do Comando da Aeronáutica (http://www.fab.mil.br/eear) e na página da EEAR (http://ingresso.eear.aer.mil.br). Fonte: G1 via CECOMSAER 13 fev 2020
  18. Meus prezados A equipe Bravo Rocket da Univap conclui o projeto do Foguete Demonstrador de Tecnologia Multiestágio“Tereshkova” Operadores da DCE usam EPI. Foto de Mateus Vieira, 2019. Por Mateus de Paula Vieira. O que é O FDT (Foguete Demonstrador de Tecnologia) “Tereshkova” é um foguete acadêmico bi-estágio à propulsão sólida aerodinamicamente estabilizado. É o primeiro foguete com separação de estágios acionada por aviônica desenvolvido pelo Laboratório de Jato Propulsão da Univap, com tradição no desenvolvimento de foguetes. O Veículo leva o nome da primeira mulher a ir ao espaço, a soviética Valentina Tereshkova, que orbitou a Terra em 1963 a bordo da nave Vostok VI, quebrando paradigmas e tornando-se heroína da União Soviética durante a corrida espacial. O FDT pode levar um experimento científico como uma mini sonda de cerca de 100g até 300m de altura na versão 1 e a 600m de altura na versão 2. Foi desenvolvido durante o ano de 2019 e contou com 3 protótipos até a versão final. Mais informações » Postado por Orbis Defense aos 9 fev 2020 06:00:00 PM
  19. Meus prezados Aeroporto de Brasília é primeiro com robôs "faxineiros" na América do Sul Papa Sujeira e Papa Poeira já estão em uso O Aeroporto de Brasília passa a ter robôs para ajudar na limpeza do chão do terminal aéreo, sendo assim o primeiro da América do Sul. As duas máquinas trazidas da Suíça, carinhosamente apelidadas de Papa Sujeira e Papa Poeira, percorrerão os píeres Sul e Norte sem a necessidade de manuseio humano. Adquiridos pela Globalização Facilities, responsável pelos serviços de limpeza e conservação do Aeroporto de Brasília, os robôs terão comandos previamente informados pelo operador por meio de um sistema de computador que programará as máquinas para percorrerem os locais desejados. O Papa Sujeira e o Papa Poeira possuem sensores de presença que detectam barreiras 30 metros à frente, impedindo o choque com passageiros, e também registra os locais que não foram limpos por causa de obstáculos, fazendo com que o robô retorne quando a área estiver desobstruída. “A tecnologia inovadora virá para complementar e reforçar o trabalho que é exercido pelos funcionários da limpeza do Aeroporto de Brasília. Investimos cerca de 500 mil em cada máquina para otimizar nossos serviços e poder demandar nossos funcionários às demais tarefas do dia a dia”, explicou o gerente comercial da Globalização Facilities, André Marques. As máquinas armazenam 45 litros de água e limpam até 1200 m² por hora, com autonomia de 4 horas de duração da bateria. Fonte: Victor Fernandes para PANROTAS 31 jan 2020 É. No início estes robôs irão complementar e reforçar o trabalho. Após um tempo um maior número deles irá tomar conta do trabalho, dispensando operários humanos.
  20. o Meus prezados o MPF apresenta recurso para Cade reavaliar acordo entre Embraer e Boeing Um dos pontos questionados é o impacto da operação para a aviação regional, isto é, segmento inferior a 100 assentos. Ações da Boeing caem. Por Reuters Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5/7) a criação de uma associação avaliada em US$ 4,75 bilhões — Foto: Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters O Ministério Público Federal (MPF) apresentou um recurso para que o Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) analise novamente a operação de venda do controle da divisão de aviação comercial da Embraer para a norte-americana Boeing, que havia sido aprovada sem restrições no último dia 27 por decisão do superintendente-geral da autarquia, Alexandre Cordeiro Macedo. No recurso apresentado na tarde de quarta-feira, o MPF disse ter identificado "algumas omissões" na decisão tomada pela Secretaria-Geral ao avaliar o mercado que seria afetado com a operação. Um dos pontos questionados é sobre o impacto da operação para a aviação regional, isto é, segmento inferior a 100 assentos. O recurso foi apresentado pela subprocuradora-geral da República Samantha Dobrowolski, representante de ofício do MPF junto ao Cade, e obtido pela Reuters. A partir de agora, o recurso vai ser distribuído para um relator, que vai emitir um despacho dizendo se recebe ele ou não. Esse despacho vai ser levado para apreciação do Tribunal do Cade. Se o colegiado decidir pela análise da operação, o relator vai reanalisar o caso, produzir o voto e levá-lo a julgamento. Por volta das 10h30, as ações da Embraer caíam 2%, enquanto o Ibovespa cedia 1,5%. O documento do MPF disse que a avaliação anterior havia delimitado como mais preocupante para o caso as mudanças que envolvem a aviação comercial de 100 a 200 assentos e um recorte específico, de 100 a 150 assentos. Destacou ainda que, em muitas passagens, "tratou de aeronaves situadas além dos 150 ou 200 assentos, visando, principalmente, a indicar a considerável fatia de mercado detida pela Boeing no segmento mais amplo da aviação de grande porte"."Encontra-se, portanto, como lacuna ao desenvolvimento do argumento, a consideração do sentido oposto, isto é, o de segmento inferior a 100 assentos, concernente à chamada aviação de tipo regional", disse a manifestação. "Por mais que as aeronaves identificadas como potenciais competidoras, entre Boeing e Embraer, estejam situadas na fatia entre 100 e 150 assentos, a providência descrita é importante para a completude da análise de poder de portfólio, já que a Embraer fabrica atualmente diversos tipos de aeronaves utilizadas para aviação regional, e detém, aliás, significativo nível de sucesso neste mercado", completou. O parecer da área técnica usado pelo superintendente-geral do Cade para chancelar anteriormente a transação dizia que não havia indícios de que a "operação comercial foi estruturada com o intuito de inviabilizar uma eventual concorrência futura da Embraer nos mercados de aeronaves comerciais com capacidade maior que 150 assentos ou que a operação possa ter esse efeito". Dizia ainda que o acordo das empresas de aviação poderia gerar ainda mais competição para o setor. Embraer espera obter 'solução positiva" Em nota, a Embraer informou que têm atuado com a Boeing junto ao Cade e outras autoridades regulatórias e destacou que já recebeu "aprovação incondicional" para finalizar a transação "em quase todas as jurisdições, inclusive Estados Unidos, China e Japão". "Continuamos a cooperar com o CADE e a Comissão Européia à medida que finalizam a avaliação de nossa transação e esperamos obter uma solução positiva", acrescentou. Entenda a fusão O negócio foi anunciado em 2018 e tem sido contestado por acionistas minoritários da companhia brasileira. A operação é uma joint venture em que a Boeing terá 80% da principal geradora de caixa da Embraer e a companhia brasileira ficará com o restante. O preço do negócio é de 4,2 bilhões de dólares e inclui uma parceria na comercialização do cargueiro KC-390, desenvolvido pela Embraer. O governo de Jair Bolsonaro já havia dado aval para o negócio no início do ano passado. A operação ainda precisa de aprovação da União Europeia, que no início do mês prorrogou prazo para uma decisão para 30 de abril.--:--/--:-- Impactos Para o MPF, o Cade deve avaliar os impactos concorrenciais das operações em todos os potenciais mercados envolvidos e que a análise feita até o momento corre o risco de subdimensionar os efeitos da ampliação do portfólio da Boeing ao não levar em conta o segmento apontado. "A desconsideração não condiz com a apuração de uma operação de grande relevância para a autoridade antistruste, que envolve duas das três maiores fabricantes de aeronaves comerciais do mundo, conforme dados dos últimos anos, sendo que a Embraer é a primeira no segmento regional, além disto, situada em um mercado peculiar e complexo, característico por elevadas barreiras à entrada, e atualmente marcado por uma configuração de duopólio existente em âmbito mundial", destacou. O pedido da subprocuradora-geral não tem efeito suspensivo. Isso significa dizer que os envolvidos podem dar seguimento à operação, mas ela só não pode ser consumada até a decisão final do Cade. Fonte: Reuters via G1 13 fev 2020
  21. Meus prezados Os pilotos de um vôo da Republic Airways Services Inc. que saíram de Atlanta em novembro perderam a capacidade de levantar e abaixar o nariz do Embraer SA EMB-175, disseram os investigadores na quarta-feira, uma falha remanescente do que ajudou a levar aos dois acidentes mortais do 737 Max. O National Transportation Safety Board emitiu 10 recomendações para o Brasil, onde o jato foi feito, e aos reguladores da aviação dos EUA. Uma das questões era que os procedimentos de emergência seguidos pelos pilotos, que estavam operando o voo para a American Airlines Group Inc., não pararam imediatamente o problema, disse o NTSB. A falha também foi difícil para os pilotos detectarem, uma situação que ocorreu nos acidentes com o 737 Max que mataram 346 pessoas. O jato regional que transportava seis passageiros e quatro tripulantes havia acabado de decolar quando o capitão notou que o avião estava tentando puxar agressivamente o nariz para uma subida. O capitão e o co-piloto seguiram um procedimento de emergência que eles memorizaram para o problema, mas não o corrigiram, disse o NTSB. Os pilotos relataram que ambos precisavam empurrar a coluna de controle com as duas mãos para manter o controle do avião, impedindo-os de alcançar suas listas de verificação de emergência. Interruptor do polegar Eventualmente, o co-piloto foi capaz de usar uma chave de polegar para ajudar a manter o nariz do jato nivelado e eles retornaram para um pouso seguro, disse o NTSB. Embora as falhas do Boeing Co. 737 Max envolvam uma falha separada envolvendo o software, também causou o mau funcionamento do sistema conhecido como pitch trim no avião. Nesses casos, ele estava abaixando o nariz e os pilotos não conseguiam diagnosticar o problema e desconectar o motor que o estava causando. As investigações sobre esses acidentes também levantaram preocupações sobre procedimentos de emergência. Leia mais: quatro segundos para responder? Pressupostos defeituosos levaram a 737 desastres No incidente de Atlanta, os investigadores do NTSB descobriram que o interruptor do polegar do capitão que ajusta a guarnição - o que elevaria e abaixaria o nariz - havia sido instalado de cabeça para baixo. Isso poderia causar uma situação em que tentativas de abaixar o nariz levariam a subir. Fios Desgastados O NTSB disse que também encontrou evidências de fios desgastados no sistema que controla a guarnição do avião. Tal atrito pode provocar um curto-circuito, levando a uma falha de compensação. O NTSB não disse se um desses problemas causou os problemas encontrados pelos pilotos. A Embraer disse em comunicado que, desde 2015, disse aos operadores do avião para modificar o interruptor, para que ele não pudesse ser instalado incorretamente. A empresa também aconselhou as companhias aéreas a inspecionar a fiação danificada, informou a empresa. Os representantes da Republic não responderam imediatamente a um pedido de comentário. O conselho de segurança pediu à Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil e à Administração Federal de Aviação que determinem inspeções para problemas de fiação semelhantes, exijam o reparo da chave da Embraer e examinem se a lista de verificação de emergência do avião precisa ser revisada. Aplica-se a vários modelos semelhantes, o EMB-170, EMB-175, EMB-190 e EMB-195. (Uma versão anterior desta história corrigiu uma referência à fiação por atrito.) - Com assistência de Mary Schlangenstein Fonte: Bloomberg Technology 29 jan 2020 Trad./adapt. jambock
  22. Meus prezados Ilustrando a notícia acima: Fotos: Defesanet 13 fev 2020 À propósito, o cokpit que aparece na foto 2 não seria de um Legacy 500, dos quais a FAB adquiriu seis unidades?
  23. Meus prezados FRAPORT aumenta velocidade de fluxo de passageiros em dois aeroportos brasileiros Parceria com a SITA fornece portões de autoatendimento para cartões de embarque com código de barras em Fortaleza e Porto Alegre A Fraport Brasil instalou a tecnologia de processamento de passageiros da SITA nos dois aeroportos que administra no Brasil, Fortaleza (FOR) e Porto Alegre (POA). Os novos portões de autoatendimento fornecem aos passageiros uma entrada automatizada na área de segurança, com uma simples verificação do cartão de embarque. Isso reduzirá as filas e tornará o processo quatro vezes mais eficiente. Andreea Pal, CEO da Fraport Brasil, disse: “Uma parte significativa de nossa missão é investir em infraestrutura para transformar a experiência do passageiro e tornar as operações altamente eficientes nesses dois aeroportos. Para tal, precisamos fornecer automação no maior número possível de pontos de contato, e é por isso que instalamos os portões que lêem cartões de embarque com código de barras.” A Fraport Brasil implementou um total de 26 portões de autoatendimento SITA: 14 no aeroporto de Fortaleza (FOR) e 12 no aeroporto de Porto Alegre (POA). Andreea continuou: “Selecionamos a SITA porque sabemos que o uso de sua tecnologia nos permite processar quatro vezes mais passageiros para acessar o ponto de verificação de segurança. Isso melhorará significativamente a experiência do viajante. ” A solução da SITA permite verificações seguras dos sistemas aeroportuários e gerencia a integração de hardware e software de terceiros com a infraestrutura de TI existente do aeroporto. Elbson Quadros, vice-presidente da SITA para a América Latina, disse: “Não há dúvida de que os passageiros desejam automação, porque isso torna sua jornada pelo aeroporto muito mais suave. E, como elimina a necessidade de verificações manuais em todas as etapas da jornada, é mais preciso fazendo um uso mais eficiente dos recursos do aeroporto.” A SITA é a fornecedora líder de tecnologia aeroportuária na América Latina, abrangendo todas as áreas, incluindo processamento de passageiros, operações aeroportuárias, bagagem, gerenciamento de fronteiras e comunicação de aeronaves. A combinação de todas essas tecnologias gera eficiência para aeroportos, companhias aéreas, agências governamentais, manipuladores de solo e, mais importante, passageiros. Líder mundial em gerenciamento de aeroportos, a Fraport AG atua em cerca de 30 aeroportos em todo o mundo, incluindo o Aeroporto de Frankfurt (FRA). Atendendo a mais de 70 milhões de passageiros em 2019, FRA é o maior aeroporto da Alemanha e um dos centros mais importantes do sistema de transporte aéreo internacional. No início de 2018, a Fraport Brasil iniciou suas concessões para gerenciar e desenvolver os aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre por 30 e 25 anos, respectivamente. Fonte: site defesanet.com.br 13 fev 2020
  24. Meus prezados Boeing promove T-7A na Ásia em busca do primeiro cliente externo A Boeing está lançando seu T-7A Red Hawk para países asiáticos pela primeira vez no show aéreo de Cingapura, enquanto busca um primeiro acordo de exportação para o seu treinador a jato. Até o momento a aeronave está contratada para construir até 351 exemplares para a Força Aérea dos EUA (USAF), com a primeira aeronave programada para entrega em 2023. A Boeing planeja produzir até 48 aeronaves por ano para a USAF, mas diz que tem capacidade para expandir sua produção anual para apoiar as vendas de exportação. Em setembro de 2018, a USAF selecionou a Boeing para o programa T-X e firmou um contrato de US$ 9 bilhões para substituir o Northrop T-38C Talon de 59 anos. A Boeing acredita que existe um mercado global para 2.600 T-7A, como treinadores e aeronaves de ataque leve ou agressoras. “Algumas estatísticas dizem que um em cada quatro caças avançados das forças aéreas mundiais hoje está sendo usado para missões de treinamento”, diz Thomas Breckenridge, vice-presidente de vendas internacionais da unidade de negócios de aeronaves de ataque, vigilância da Boeing. “Ter um desempenho semelhante a um caça realmente permite que os pilotos não apenas treinem com mais eficiência, como também permite que as forças aéreas usem uma opção mais acessível do que os caças avançados destinados ao uso operacional”. A Boeing diz que está pronta para oferecer compensações para ganhar contratos com nações estrangeiras, mas se recusa a especificar partes do T-7A que poderiam ser prontamente terceirizadas. Fonte: FlightGlobal (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês) 12 fev 2020
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