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Leto

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    01/10/1977

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  1. Posta onde eu torci pra a falência da empresa. Vocês não aceitam uma opinião contrária. Todo mundo é a favor da 'solução de mercado' quando é do seu interesse, se for do outro 'é esquerdopata, vai pra cuba'. Volto a repetir: estamos ou não no capitalismo. Nenhum produto é mais caro que o próprio dinheiro. Empresas abrem e quebram às toneladas mundo afora. Se o governo ajuda aqui é crime. Se ajuda Alitália, SAA, Aerolíneas, e americanas pós-atentado, é soberania. Liberar 100% de capital estrangeiro no Brasil pode e depois vêm reclamar de baixos salários. Sim, o que torce contra realmente sou eu. Deixando o Contato Radar que acompanho há anos porque se eu postar que a Cubana está quebrada, vão dizer que eu estou torcendo para ela falir, logo eu que sou mortadela... Valeu enquanto estive aqui, mas aguentar essa gentinha não dá mais.
  2. Quanto ao fato da Oceanair só usar o nome Avianca (e ainda deve pagar royalties por isso), pior pra ela. Fez um enorme esforço para se adequar e virar membro da Star Alliance pra quê se a 'matriz' não é 'matriz'? A holding não tem que se envolver pois ela não faz parte do grupo. Curioso.
  3. Por que você é sempre tão raivoso com meus comentários? Não torço contra só sou realista. E sim, acho que uma grande seguradora não vai à falência pelo enorme número de roubo de carros no Rio de Janeiro, mas o seguro aqui é caríssimo se comparado a cidades menos violentas exatamente por isso. Dinheiro não dá em árvore e tampouco as companhias de arrendamento querem acionar seus respectivos seguros pois isso também tem um preço e tudo vira uma cadeia gigantesca. Ainda que o atraso e/ou a falta de pagamento não os leve à bancarrota, não acredito sinceramente que eles estejam encarando essa situação com a tranquilidade que vc acha. Saudações respeitosas.
  4. Essa é a tal 'insegurança jurídica' que a gente tanto houve. Infinitas interpretações e recursos. Então que prazo até dia 1° de fevereiro foi esse anunciado? Enquanto isso os arrendadores pagam o financiamento dos A320neo como? Seguramente eles próprios buscam linhas de financiamento para seus negócios e têm de honrá-los. E elas no fiado e com possibilidade até de calote. Até onde a Avianca Colômbia não tem que se envolver? Ela não tem responsabilidade alguma sobre a filial brasileira?
  5. Curiosidade: a empresa precisa de um aporte de 670 mil para se reerguer. Alguém sabe qual seria o valor estimado da AVB hoje se estivesse à venda?
  6. Sendo simplista, a recuperação judicial me lembra recuperação escolar: o cara tira 3 na matéria o período todo, aí vai pra a recuperação 'aprender' em quinze dias o que não aprendeu num semestre? A companhia chegou à RJ porque os credores não recebiam há tempos. Em quinze dias tem que se comprometer a pagar daqui por diante os aluguéis em dia e ainda apresentar um planejamento para a quitação dos pagamentos atrasados, que quando a pleno vapor não conseguiu honrar? se muito, vai pagar a primeira parcela, sair do SPC, mas não vai honrar nos meses seguintes o acordo por motivos óbvios: se não conseguiu antes, como conseguirá agora se tudo ficou tão mais difícil? E parece que a lista de credores não se limita a aviões e motores. Tem hotéis, taxas aeroportuárias, fornecedores. Coloquem-se no lugar do investidor. A AVB é atrativa para se colocar dinheiro e salva-la quando a matriz deu de ombros?
  7. Imagina a situação dos donos desses A320neo: o mundo inteiro implorando por essas máquinas, a Azul com a imagem que tem no mercado querendo alugá-los já e a AVB com um bocado deles usando sem pagar há meses... Pergunta: se um ex-AVB é devolvido, sai do país e volta para a Azul, há todo aquele processo de nacionalização novamente?
  8. Me conte a sua. Fiquei curioso. O que me lembro da época foi uma Dilma criando sucessivos obstáculos para a recuperação da empresa. A União devia à Varig quase o mesmo que a empresa devia ao mercado e não houve vontade política para um encontro de contas. A LH quis comprar, xingaram os alemães de nazistas. Um chinês mafioso apareceu na história e o fim todos sabemos. depois do fim da Varig a aviação comercial brasileira nunca mais se reergueu como patrimônio nacional. Será que agora para criar uma empresa no brasil com capital 100% estrangeiro será necessário, como no tempo da ditadura, colocar 'do brasil' no final do nome da empresa? Tipo Air France do Brasil ou United Airlines do Brasil. Teoricamente a Emirates poderia criar a Emirates do Brasil S.A., colocar uma frota fixa em São Paulo e alimentar seus vôos para Dubai partindo de todo o Brasil e o Cone Sul, é isso mesmo ou entendi errado?
  9. Reuters Tamanho do textoA A A Por Marcelo Rochabrun SAO PAULO (Reuters) - A empresa de leasing Aircastle deve retomar 10 jatos da Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país, após uma audiência do processo de recuperação judicial na segunda-feira, disse uma fonte familiarizada com o assunto, potencialmente comprometendo os voos de milhares de passageiros. Os 10 aviões Airbus A320 representam mais de 20 por cento da frota atual da Avianca Brasil, de acordo com dados fornecidos pela agência reguladora de aviação, Anac. A companhia aérea pode perder mais aviões no futuro. A GE Capital Aviation Services e uma subsidiária estão buscando retomar 12 Airbus A320 da Avianca Brasil, de acordo com James Luton, um porta-voz da GE. Quando pediu recuperação judicial no mês passado, a Avianca Brasil admitiu a possível perda de 14 aviões, que segundo ela afetaria 77 mil passageiros em um período de três semanas. Um representante da Avianca Brasil se recusou a comentar. O pedido de recuperação veio depois de anos de prejuízos crescentes e pagamentos atrasados ​​de aeronaves. O pedido de recuperação, ao mesmo tempo em que protege os credores, não cobre arrendamentos, que são a fonte de toda a frota de 46 aeronaves da empresa. Entre o fim de 2016 e setembro de 2018, os passivos da Avianca Brasil para empresas de leasing de aeronaves quintuplicaram para 415 milhões de reais, de acordo com as demonstrações financeiras da empresa. Um juiz manteve a decisão que teria permitido que a Aircastle recuperasse os aviões no mês passado. Essa decisão, no entanto, expira na segunda-feira. Desde que essa decisão foi tomada, disse a fonte, a Avianca Brasil não fez nenhuma proposta à Aircastle que a permitisse manter os aviões. A Avianca Brasil deve à Aircastle mais de 30 milhões de dólares, acrescentou a fonte. O negócio é importante para a Aircastle, uma vez que a Avianca Brasil é seu maior cliente individual, representando cerca de 7 por cento de seu valor contábil, de acordo com as divulgações financeiras da empresa de leasing. A Avianca Brasil é separada da Avianca Holdings, com sede na Colômbia. Mas elas são do mesmo dono, o empresário boliviano German Efromovich. A United Continental Holdings concedeu à empresa um empréstimo de 500 milhões de dólares em novembro passado. Nenhuma das partes revelou por que o empréstimo é necessário, mas Efromovich foi processado por não pagar suas dívidas nos Estados Unidos e no Brasil nos últimos anos.
  10. A novela Avianca Brasil já está no ar. Agora seguirão capítulos melodramáticos de idas e vindas, esperanças e desilusões que acabará no óbvio: o fim da empresa com muitos, muitos credores com pires na mão. A história se repete como farsa.
  11. A transparência, as idas e vindas e as declarações irreais da direção me lembram até... Deixa quieto.
  12. Os irmãos Efromovich são sabidamente empresários de transporte rodoviário, aventureiros ricos que resolveram brincar de avião sem nenhuma experiência no assunto. Me lembra o Canhedo como o 'Vasp Air System', o Constantino Jr. que teve que deixar a presidência da GOL para ela poder voar e a Itapemirim que largou a aventura da aviação...
  13. A Varig tinha um know-how técnico indiscutível e um serviço de bordo inigualável, dava lucro operacional e foi pro saco. A Avianca não tem frota, plantel ou rotas que justifiquem alguém querer salvá-la se hoje qualquer paraguaio rico pode ter 100% e uma aérea no Brasil. Na minha opinião só sobraria o interesse (se é que há) da azul pelos slots de Congonhas porque até os aviões, só os NEOs interessariam e esses ela já pegou ao menos dois. Quero saber mesmo até onde a Avianca Colômbia não está tão podre quanto aguardando sr comprada pela Copa ou pela Azul.
  14. La paz, por tantos anos servida por Cruzeiro e depois Varig, ficou esquecida de vez.
  15. Não exatamente. Austrian, Brussels e Swiss se complementam. Vejo a própria SAS na mira da Holding Lufthansa e a Norwegian poderia ser uma complementação tipo a Edelweiss.
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