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PR-GOK

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Posts posted by PR-GOK

  1. On 16/01/2021 at 00:21, CabinCrew said:

    Porque o SNA não vai deixar barato. Pegar outro CNPJ para diminuir salários na marra, é ilegal. Além de possível fraude tributária. Se fosse tão fácil, tava todo mundo fazendo ou a própria Latam teria feito antes porque eles SEMPRE quiseram baixas nossos salários. É o sonho de consumo deles desde que a TAM foi comprada. Acredito que, e peço que me corrijam se eu estiver errado, que nem em países mais liberais que o nosso e sem tanta amarras trabalhistas, das quais sou contra, isso não seja tão fácil. Ah, quero pagar salários menores, mando todos embora, faço um novo contrato e voila, todo mundo ganhando menos. 

    Era proibido, capital estrangeiro maior do que 20% em empresas nacionais, e hoje, a Tam na prática é Chilena...
    Sindicato pode fazer barulho, mas milagre ainda não...

    Eu acho bem improvável isso, soa mais como ameaça, mas eu realmente não duvido...

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  2. On 08/12/2020 at 23:47, CabinCrew said:

    Eu discordo. Acho que faz parte do DNA de cada empresa o respeito/desrespeito com os tripulantes. Esta no DNA da Latam, e do jeito de administrar chileno nos tratar como lixos, como mal necessário, apenas custo. Vejo na liderança do Kakinoff um respeito pelos funcionários que simplesmente inexiste na gestão da Latam, seja no Chile seja no pau mandado do Brasil. Na Azul o que vejo é que o respeito é mais para parecer que existe do que existir de fato, mas pelo menos se preocupam em fazer parecer. Na Latam, Hahahahaha não tão nem aí.

    Meu caro, atribuir uma gestão deficiente apenas ao DNA é muito superficial.

    Você citou o exemplo do Kaki na G3, mas, respeito ao colaborador foi algo adquirido com o tempo, por muitas variáveis, entre elas, o respeito que foi CONQUISTADO pelo grupo. Essa conquista, passa bem longe da Tam, tendo em vista que, ao invés de se unirem no momento de crise, o grupo prefere se degladiar e garantir o seu.

    A empresa sabe detectar esse movimento, e aproveita da melhor forma possível.
    Te dou um exemplo:
    O "dna" bondoso da Gol destruiu uma empresa chamada Webjet. Pergunte aos tripulantes da Web, o que eles acharam do que a Gol fez. Foi nefasto. Mas a Gol aprendeu uma lição. Doeu no caixa. Investidor pega pesado. Essa é a preocupação.
    O público geral esquece qualquer coisa na 1 promoção de 50 reais. O grupo de voo não.

    Desde a gestão Fochesatto no sindicato, a Gol emplacou diretorias em todas as gestões. O grupo se politizou, se organizou pra conquistar coisas que vão além da cct, que é a obrigação das empresas.
    Ou vc acha que a Gol liberou tatoo, escala dirigida, escala casada e por aí vai, por ter um DNA legal?
    Foram conquistas que vieram através de sacrifícios. É um eterno jogo de perde-ganha, onde o denominador comum é um meio termo bom pra todos.

    Nesse tempo, o que se viu na Tam?
    Não sei se vc só tem experiência de voo na Tam, mas te digo uma coisa, aviação é muito mais complexa pra se definir algo, pura e simplismente por DNA.

    Empresa aérea tem que entregar resultado pra investidor. A forma que ela vai fazer isso, e ao mesmo tempo satisfazer o grupo é a mágica da coisa toda. E nisso, a importância do fator humano é surreal. 

    Sei que o tópico é sobre a Ita, mas isso vale pra todas as empresas.

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  3. On 05/12/2020 at 16:20, FCRO said:

    Não sou da aviação

    Mas isso que você falou que a falta de rrspeito das empresas por seus funcionários encaixa perfeitamente na minha área e imagino que em todas as outras 

     

    A falta de respeito existe, e isso é claro, mas eu coloco a culpa TAMBÉM sim nos tripulantes.

    Quando esses não se sindicalizam, não comparecem em assembléias, se preocupam mais com o seu inativo com o futuro da profissão. As empresas conseguem detectar esse comportamento e tratam o funcionário de acordo com o que recebe desses.
    Vide a diferença de trato entre a empresa GOL com seus tripulantes e o trato da empresa LATAM com seus tripulantes.

    Nesse momento de crise, viu que ao invés de se unirem, se degladiaram. É difícil, dói, mas a aviação está acabando também por nossa culpa.
     

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  4. O fato é apenas 1.

    Gol e Azul tem acionistas, assim como a Latam.
    Os colegas acham que os acionistas de Gol e Azul são bonzinhos e não apertam a empresa a ser cada vez mais eficiente e apresentar cada vez mais lucros?

    A forma como as empresas lidaram com isso mostra bem a relação patrão/empregado nas cias.

    A Azul, sabidamente a de menor salário entre as 3, colocou condições ruins, mas que faziam sentido em um momento de pandemia. Não existiu ameaça de redução permanente, pois a situação dela não exige isso.

    A Gol poderia usar a Azul como exemplo de remuneração e propor redução permanente. Mas a Gol sabe que tem HOJE, um grupo de voo maduro, que pensa como um grupo único, e responde as crises como um grupo. Tanto que a Hashtag #ninguemdesembarca, partiu do povo com o cordãozinho cinza, que teoricamente não estaria sob risco de uma redução, e mesmo assim, topou por um part time que trazia redução até o ano que vem em troca da preservação dos postos de trabalho. A empresa pensa 2 vezes antes de entubar o grupo, pois até mesmo no sindicato a representatividade da empresa é maciça. 

    A Tam já é um caso diferente. O grupo é segmentado, não por culpa dos tripulantes, mas por conta do equipamento.
    Quem voa wide, não usa nem o mesmo d.o em GRU. Povo do narrow só frequenta o D.O do wide quando precisa ir pegar gedec em voos do mercosul.
    São 2 empresas diferentes, grupos diferentes, que tem realidades diferentes. A única coisa em comum é o cnpj.

    Então, quando situações de clt como essa acontecem, uma parte do grupo não se sente impactada. Um grande amigo que voa no 50 me disse, que em caso de redução de força, caso seja preciso, a CLT determina que o narrow seja todo sangrado antes de alguma demissão respingar no wide. É culpa deles? Não. 

    Isso trás uma despreocupação com a situação de quem seria sangrado, até pelo problema da falta de relação entre os grupos. 
    A Gol tem a vantagem que, o numero 1 da empresa pode voar com o numero 5000. Pessoas se conhecem, relações se formam, um grupo se fecha. O problema do mais novo acaba virando o problema do mais antigo também.

    Na Latam isso não acontece.
    Por isso essa enxurrada de Não, CCT, mesmo com ameaça de 2700.
    NÃO estou dizendo que só o wide votou não, muita gente do narrow tbm foi no não. Esses que majoritariamente estão mudando pro sim agora.

    Em resumo, a empresa sabe bem do grupo que tem nas mãos e soube como trabalhar com os sentimentos de todos.

    A mágoa que existe pela campanha à favor da redução de força em troca da não redução e part time, lá atrás, se torna frustração, vendo que aquela campanha mudou de lado, sob os mesmos argumentos que eram usados por nós. 

    Enfim, é uma situação complexa, mas o comportamento desse grupo foi frustrante pra quem ficou de fora. Eu era um apaixonado por aviação, isso acabou com essa chama. Apagou. Era um sonho de infância que eu lutei pra conquistar, que foi perdida pela canalhice dos irmãos metralha e agora por Jerome/grupo dos fora da linha de tiro. 

    Só aguardando pra ver a auto-salvação dos que ficaram....

     

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  5. Vamos esclarecer alguns pontos.

    1 - Esse papinho de reintegrar os demitidos NÃO EXISTE. A intenção do grupo que ficou também NÃO EXISTE. Isso é apenas um argumento pra tentar justificar esse absurdo. Se fosse a intenção de ter os colegas na empresa, não teriam dado 90% de não em uma votação em que a empresa foi clara, ou negocia ou demite. 
    Todos sabem que a empresa está ameaçando mandar mais 1200 embora, logo, os 2700 não são necessários meeeesmo.

    2  - Esse papinho de negociar pra evitar mais demissões... Era EXATAMENTE esse o nosso argumento lá atrás, pra ao menos negociar. Se a proposta final fosse ruim com certeza negaríamos. Mas seríamos mandados embora tentando. O que o grupo fez foi fechar as portas a qualquer possibilidade. Nem direito a LNR esses 2700 tiveram... Nem o direito a Licença NÃO REMUNERADA. A quem está esquecido, aquela ACT estava condicionada a aceitação da proposta permamente. Se essa não fosse aprovada a ACT caía e a 3.1.2 entraria de qualquer jeito. Mas o grupo nem quis negociar, e ainda impediu o sindicato de ter promover qualquer conversa nesse sentido com a empresa. Tirou qualquer chance de defesa dos 2700 empregos.... E agora ein..... 
    Aquela ameaça de demissão lá atrás não devia ser levada a sério, agora deve... Interessante...

     

    1 hour ago, CabinCrew said:

    o grupo viu que era melhor assinar o termo de rendição antes de ter mais baixas

    Essa parte resume o sentimento de 2700. É porque as baixas de agora tem mais valor. Essas não podem jamais perder o emprego. Hipocrisia que fala. Isso não tem defesa... Não tem... Mudar de opnião quando se agora está na linha de corte é a maior covardia. É como partir pra briga quando está em grupo e correr pra baixo da saia da mãe quando se está em risco... 

    E aos que não concordarem, façam o exercício que vocês estão fazendo agora a 2 meses atras. Antes esse pensamento de vocês, de evitar demissões, de aceitar logo pra poder voltar a ter paz não fazia o menor sentido, era ridicularizado, e agora passou a fazer? Nenhuma surpresa....

    Sobre o part time que tanto estão falando, a empresa daria pela ACT (que inclusive eu tenho aqui até hoje), pra cms, uma ajuda de custo de 700 reais em V.A, uma remuneração garantida de 2300 reais, além do V.A regulamentar, pra ficar 9 dias a disposição da empresa e 21 dias em casa. Cara, você quer trabalhar 9 dias no mês na pandemia, e tirar o salário full? Essa foi a alma do NÃO lá atrás. Não tinha defesa da profissão, não tinha luta contra o sucateamento. Tinha a tchurma que não quis entrar em um part time pra salvar 2700 empregos. É a verdade, e que está ficando mais clara a cada passo que o grupo dá na direção de abrir as pernas e aceitar isso de qualquer jeito pra evitar novas demissões...

    Isso aqui resume:

    spacer.png
     

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  6. 2 hours ago, CabinCrew said:

    Tá muito bonito ver todo mundo julgando. Podem ser preparar porque dessa vez acho que sim passa e o motivo não é covardia, não é falta de caráter, não é porque a água chegou no pescoço. A água antes já tava no pescoço de muita gente que votou não e acabou ficando por 10 números. De forma generalizada o que vejo é cansaço, e realismo. Essa batalha a gente não vence. Vão vir mais demissões com outro não, após as demissões de um não agora. O grupo do Chile aguentou 3 rodadas de demissões. Aqui  vai ser igual. A empresa é podre, um lixo, não se importam com pessoas, é o jeito deles de administrar. Uma bosta. Eles tem o poder econômico, eles tem a pandemia a favor deles. Já sei que vão me xingar, me chamar de covarde bla bla bla fiquem a vontade. A realidade tá aí pra quem quiser ver. 

    Sério, eu não consigo ler isso e ficar quieto... Empatia do grupo que ficou é ZERO. Não estou falando de você em especial caro CabinCrew, mas empatia, respeito, vergonha na cara.

    Sobre a visão generalizada de cansaço e realismo, essa foi a principal desculpa pro NÃO ganhar tão disparadamente lá atrás. Segundo os que não estavam com a corda no pescoço, a ideia era votar não pra acabar logo com essa negociação sem fim. Ora ora, eis que agora, a solução pro mesmo cansaço e desânimo é votar SIM... Interessante... 

    O problema que estava pegando lá atrás é o MESMO que pega hoje. Redução permanente. O grupo não quer isso. Agora, o grupo talvez aceite pra acabar com as negociações? Sério, é incrível... Sensacional mesmo....

    Essa batalha, as batalhas com as empresas, nós, os aeronautas sempre estamos em desvantagem. Até mesmo nos dissídios, onde a maioria dos afegões médios só fica sabendo do aumento real de 1% pra poder reclamar na galley/cockpit no dia seguinte. O que o grupo está vendo de diferente agora? Antes então tínhamos o poder de entubar um não no traseiro da empresa e sair arrotando mortadela, e agora estamos na defensiva?
     

     

    Essa é a questão. O grupo que outrora não corria riscos, e agora corre, mudou uma posição radicalmente negativa pra um "agora o sim passa"........

    Pra quem estava vendo de fora, eu explico o motivo da revolta dos demitidos com o posicionamento do grupo agora.

    Em todo o momento, nós, os "rabos de fila", vímos o risco que essa negociação representava. Porque víamos esse risco?
    Pq nós estavamos na linha de tiro. 

    Quem se posicionou pelo SIM na act que daria pelo menos a possibilidade de uma LNR, foi ridicularizado. Virou meme. 
    Eu tenho aqui guardado, prints do grupo de tripulantes Sindicato Latam ridicularizando pessoas que se posicionavam. E a coisa ia longe.
    Os perfis eram stalkeados, as pessoas mandavam fotos do tripulante de uniforme, e outra no 1 emprego (no caso Mc Donalds) dizendo, claro que vai votar sim, novinha na aviação não conhece a luta que foi pra conquistar o que temos hoje.
    E não foi com 1 pessoa. Nem com 2, nem com 5, nem com 10.
    Nas lives do sindicato, era só CCT, CCT, CCT, CCT, a gente não conseguia ver as mensagens no chat pq era poluído de CCT, CCT, CCT...
    Até o pessoal do sindicato pedia pra que o pessoal parasse de poluir o chat com cct, cct, cct...
    Nos grupos de whats, eram figurinhas com "já é não na Australia, já é não no Japão" e centeeeenas de memes...
    No grupo de tripulantes de uma capital do Brasil que fica entre os estados de Santa Catarina e São Paulo, mas que eu não vou falar qual é, o povo fora da linha de corte promovia bolões de qual seria a porcentagem que o NÃO ganharia.

    Era uma avalanche de NÃO, e quem pensasse o contrário era ridicularizado e tachado de novinho deslumbrado.

    Essa é a razão da revolta de muitos colegas que foram chutados da maneira mais desprezível por uma empresa podre com a anuência dos colegas do NÃO....

    Agora, esse NÃO tão poderoso no discurso vira um Sim pela possibilidade de demissões.


    Desculpem o desabafo, mas é lamentável se essa pouca vergonha passar. Não tem argumento que mude isso.

    A propósito, convido os nobres colegas a visitarem as páginas 17 e 18, onde eu mesmo coloquei algumas razões pra votar um SIM naquele 1 momento.
    E qual o motivo dos meus argumentos lá atrás terem sido rebatidos com tanta propriedade e agora eles fazem sentido pro povo do não....

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  7. 12 hours ago, CabinCrew said:

    Eu estou realmente querendo ver todos os lados. Como eu disse fui diretamente impactado pela primeira demissão. Embora eu ainda esteja na companhia, eu honestamente achei que fosse embora na primeira leva e mesmo assim votei não. Como você disse na época o ventilado era de que a redução permanente proposta seria brutal. A frase correta seria 'por que não negociamos?' ao invés de 'por que não negociaram?' uma vez que você e os outros 2699 votaram não na época. Eu votei não sabendo que poderia rodar. Tanto que nessa próxima rodada eu com certeza vou. Minha questão é, na primeira rodada achamos que a companhia estava blefando, como em outras vezes pagamos pra ver e realmente era blefe. Dessa vez não, a pandemia deu de mão beijada pra companhia a necessidade de menos tripulantes, o jogo inverteu estamos em desvantagem. Pagamos pra ver e nos ferramos. E vamos continuar nos ferrando de novo, nas outras filiais foi igual. Não seria inteligente mudar de postura? Veja, novamente, não estou com medinho(SIM tem muita gente que tá de borrando de medo agora que a realidade da demissão chegou mais perto) , já tô pensando no que fazer da vida em caso de demissão, o que estou tentando, HONESTAMENTE, é discutir se vale a pena continuar dando murro em ponta de faca, por conta da nossa desvantagem nesse momento, ou se seria hora de tentarmos uma redução de danos, inclusive com benefícios para os colegas que foram embora. 

    Meu caro, eu quase sempre concordo com seus posicionamentos, mas nesse caso novamente eu tenho que discordar.

    É como falaram, é muito fácil confiar em um blefe sabendo que o seu não está na reta. O seu que eu digo, generalizando. 

    Eu iniciei a minha caminhada na aviação em 2006, e fui preposto de comissários do sindicato com a Gol, iniciando na gestão do Fochesatto e saindo da função quando o Castanho entrou. Eu ví a forma como a Tam sempre participou das reuniões do SNEA com o SNA na época dos dissídios. Quem conhece sabe muito bem que o que aconteceu hoje não é surpresa pra ninguém. Desde essa epoca, a Tam na época, choramingava que pagava mais e blá blá blá. Esperavam uma chance pra entubar. E essa oportunidade veio.

    Em um almoço com um diretor do sindicato na época, um ex Varig, ele me disse uma coisa que eu não concordei, mas hoje entendo.

    Em uma negociação Sindicato - Empresas aéreas, o que você precisa entender é que, tudo o que nós pleiteamos, vai sair do caixa da empresa. Querendo ou não, a empresa que vai nos dar o que queremos. Por isso, temos que saber como negociar, e fazer que a empresa proponha o que nós queremos, e fazer ela achar que se deu bem. Um exemplo:

    Quando foi mudado o texto pra composição de tripulantes comerciais, que teve aquele corte em massa na Gol 2012, e na Tam em 2013, o grupo de voo como um todo comeu bola. As empresas fizeram o que era pra ser feito, propuseram um novo texto legislando sobre o assunto, colocaram em consulta publica, foi pra câmara, passou na comissão de constituição e justiça, foi a plenário, votaram, foi pro senado, votaram, foi sancionado e virou lei.
    O grupo de comissários não foi capaz de barrar isso.

    Na esteira dessa perda, o sindicato incluiu iniciar a discussão do passe livre de congêneres.
    O SNEA pela 1 vez em anos, aceitou negociar. Ou seja, negociar é um jogo de perde-ganha, onde você já vai com um "sim" que vai entregar em troca de algo que você quer.

    Agora, a forma de negociar do grupo de voo da Latam, me desculpe a franqueza, é entubar apenas o que o grupo quer, sem ao menos querer ouvir o que a empresa tem a dizer, sendo isso, a mierda que for. Quem acompanha negociações sindicais sabe que existe o princípio da livre negociação. Os lados tem o direito de pleitear o que for de interesse de seu lado, sendo o sindicato orgão responsável por colocar isso em pauta com a categoria. 
    Se a proposta da empresa não for interessante, o grupo nega, faz contra-propostas, as empresas recebem, fazem contra´propostas até ambos os lados chegarem a um denominador comum. Isso acontece todo o ano no dissídio da categoria.

    Aí, em um momento de crise mundial, onde todas as portas estão fechadas, o grupo acredita em um "blefe"? Colocar 2700 colegas na rua por um blefe?
    Mudar de posição agora me desculpe, mas sim, é uma falta de respeito aos colegas demitidos. Poderiamos ter negociado com todos a bordo, e, se a negociação se frustrasse, sim, iriamos todos pra rua da mesma forma, mas teríamos tentado. 
    Daí em uma assembléia aprox. 90% do grupo decide desautorizar o sindicato a manter qualquer negociação permanente. E grande parte desses 90% com a demissão eminente agora quer mudar a decisão que foi tomada outrora, com 2700 colegas de backup. Difícil caro colega.

    E pra finalizar, ver um chefe da Latam falar que #ceriottinãoviawide, ver esse mesmo cara chamando o sindicato de Sindigol...
    A Gol respeita os funcionários pois sabe que eles são politizados, conhecem as leis, praticam a cidadania. Só ver, desde a redemocratização do sindicato, quantas chapas o grupo de voo da Tam colocou na presidência? Olha quanta gente a Gol colocou lá. Castanho, Ceriotti, Dutra, Spader, esses que eu me lembro...

    A única coisa que eu e meus colegas querem é coerência.Só isso.

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  8. 8 hours ago, CabinCrew said:

    Bem eu enxergo da seguinte forma, a proposta na época era de uma redução brutal. Zero contra partida. Pra manter todo aquele contingente extra a empresa ia jogar muito mais pesado. O papo que tá rolando agora é que seria bem menos, com contra partidas diversas, entre elas, a obrigação de em caso de contratação chamar os colegas demitidos de volta seguindo a antiguidade. O que será que os colegas que saíram pensam disso? Eu queria deixar BEM CLARO que estou apenas conjecturando, que não tomei minha posição ainda, e que, a votação será apenas para autorizar negociação. Se a proposta for um lixo, ainda teremos o não. E não é só porque a água bateu na minha bunda que estou considerando a mudança de posição. Eu realmente acho que estamos em franca desvantagem agora. Tive um parente desligado na primeira leva e já sofri diretamente as consequências do primeiro não, o segundo não seria só a pá de cal. 

    Olá.

    Permita-me discordar de um ponto que vcfalou

    A proposta inicial de redução nessa crise, sequer foi colocada em discussão. Foram ventilados valores que realmente eram um absurdo, mas pra isso servem as negociações.
    O teor da proposta era o mesmo que hoje está sendo falado.
    Que a aceitação daquela 1 act, ainda com os 2700 no grupo seria suspensa no caso de um novo modelo de remuneração não fosse aprovado até o dia 31/08
    O que essa cláusula dizia em resumo era que, todos os "benefícios" como, LNR, PDI, Part time, 9 dias a disposição e outros 21 off cairíam no caso dessa proposta permanente não fosse aprovada.

    A pergunta que eu, e outros 2699 demitidos fazem.
    Porque não negociaram antes, e só agora tem o papo de que "como se nega algo sem nem saber a proposta"?
    O que impedia de o grupo negar a permanente, se de fato fosse tão ruim, e agora por acharem, sim, acharem, pois não existe proposta na mesa, apenas comentários em encontros virtuais com as tripulações, e sugestões que já estavam na mesa em outros tempos...
    Sendo assim, aquela ACT com aquela proposta não iria passar, as demissões ocorreriam, mas todos teriam tido 1 mes a mais de salário.
    Muitos que vieram da Avianca com esse 1 mês a mais de vínculo teriam direito a todo o seguro desemprego, além de mais um salario base, vale, mês de plano de saúde, V.A e afins.
    Mas sairíamos com a sensação que o grupo ao menos tentou. Não aprovou pq não dava.


    O que o grupo como um todo comeu bola, foi em aprovar em uma assembléia a não possibilidade de qualquer discussão/negociação que inclua itens permanentes.
    Se o sindicato hoje é criticado por ser inflexível aos pedidos da empresa, foi algo solicitado por 90% do grupo na ultima votação.

    Agora, grupos que antes eram ferrenhos defensores da não negociação querem reabrir as conversas...
    Pra quem viu isso de dentro, e com experiência desde 2006 na aviação, isso soa bem familiar à SATAM, ops, Latam...

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  9. Vix é um aeroporto com capacidade ociosa depois da ampliação, a sede da Itapemerim fica no estado do Espirito Santo, questão tributaria entra nesse jogo também.
    Além do fato de ser um aeroporto que permite as mesmas conexões que GIG ou GRU ofereceria.

    Foi como a Azul no início da operação, quis sediar as operações no SDU, não conseguiu, foi pra CPQ (VCP), muita gente torceu o nariz e depois a aposta se mostrou certa. A empresa cresceu.

    No inicio de operações, eu também fugiria de um embate direto em um HUB consolidado de uma player já estabelecida.
    Vix entrega tudo que a Ita q

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  10. 2 hours ago, giuli said:

    Nunca ouvi falar dessa história de comissária mais nova perder um acionamento por causa de xilique de mais antigos. Duvido muito que a empresa/escala iria desembarcar ou fazer alguém voltar de extra por tal motivo, sem falar que dificilmente iria haver tempo hábil ou outro voo que permitisse outro tripulante efetuar a programação a tempo. É muita fake news. O que vejo na empresa é uma grande maioria não querendo negociar e alguns poucos demitidos em rede social torcendo pelo pior e querendo ver o circo pegar fogo fazendo muito barulho.

    Eu já, aliás, ouvi estando dentro da empresa, cumprindo programação com pessoas envolvidas.

    Aliás, isso não é novidade, na época de Avianca, o SSA-BOG só era feito pelo pessoal da base SP, o que acabava trazendo um ar de superioridade de alguns, que iam de extra pra SSA, iam pra hotel, transporte e afins pra no dia seguinte fazer o BOG, sendo que SSA era uma base, que voava o mesmo equipamento. Isso só mudou pro final da operação. Não é por xilique, como no caso acima, mas por burrice, que tbm faz parte de muitos que estão na operação.
    Em se tratando de ser humano, tem de tudo.... Infelizmente...

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  11. Como um ex-oxané, e um corona-demitido da Latam, com certeza iria preferir que continuasse a pingar do que a secar.

    Tem gente que está na "mierda" desde a quebra da Avianca, e nem conseguiu se recuperar que já veio a porrada do Covid.

    Um CEO de uma empresa aéra laranjada certa vez deu um exemplo muito legal de como funciona um ser humano no mercado de trabalho.

    É o tripé do profissional.
    Um é o pé finaceiro -  ganhar bem
    Um é o pé pessoal -  Ter vida familiar
    Um é o pé profissional - ter oportunidades na carreira

    Se qualquer um desses, o tripé não funciona.
    Se pagar bem e dar oportunidades de crescimento o profissional uma hora vai desanimar por não ter qualidade de vida
    Se dar qualidade de vida e oportunidades de crecimento, mas não pagar o suficiente, uma hora o profissional desanima.
    Se dar um salario top com qualidade de vida, sem crescimento profissional, uma hora o profissional desanima.

    O desafio é conseguir equilibrar o tripé... Isso Jeromes, eframovichs e afins estão longe de saber...

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  12. Isso não é nenhuma surpresa.

    Aliás, vou mais longe e digo que esse comportamento está intrínseco a muuuuuitos tripulantes da Tam. A gestão da empresa conhece bem o grupo que tem nas mãos, e sabe que é só jogar a gasolina que vai partir do grupo a chama pra colocar fogo em tudo.

    Explico.

    Tem um caso famoso de uma comissária, que foi acionada pra fazer um MIA do narrow. O problema é que, esse voo só é feito de uma determinada turma pra cima. Se o limite é alguém da 105, com 12 anos de empresa, e um cms da 107 com 11 anos for fazer esse voo, simplismente não dá. 
    Essa cmra snme, de uma turma 135 ou algo assim, foi acionada pra ir de extra pra MIA, e de lá retornar tripulando via BEL.
    Quando souberam que uma cmra que não era do grupo foi acionada, fizeram um movimento tão grande, que a empresa acionou outra (do grupo) pra ir pra MIA assumir o voo. A cmra da 135 acabou indo e voltando de extra.

    Pq dessa historinha, que é bem conhecida?
    Pq o proprio grupo, até mesmo do narrow tem essa cultura, lá no íntimo, que um cms antigo é melhor do que um novo. 
    Mas esse mesmo cms reclama que voa a 12 anos na empresa e não tem oportunidade de voar um wide, reclama que a empresa mantém um grupo fixo.

    E nessa votação eu ví isso de camarote.
    Na votação da ACT, eu ví quem votava SIM sendo ridicularizado, virando meme, bolão em grupos de base pra ver qual porcentagem o não ganharia. Pessoal chamando quem tinha uma opnião diferente de novinho deslumbrado... 
    Na votação, que era basicamente, permite ou não o sindicato de manter QUALQUER negociação permanente, o grupo de novo, sentou o dedo no NÃO. 
    O que o povo com essa mentalidade que eu descrevi acima achava, era que com 2 NÃO seguidos, a empresa iria desistir, e os remanescentes iriam continuar voando sem part time, recebendo full. Esse novo movimento da empresa assustou esses mesmos, que faziam chacota, meme contra quem queria ao menos ouvir a negociação pra decidir depois, com as informações na mão se valia a pena concordar ou não.
    Agora um levante que eu conheço e sei de nomes, está nesse movimento, fazendo exatamente o que a empresa queria.

    Em resumo, o grupo de voo da Latam BR tem pessoas incríveis, mas também tem a escória da aviação nacional. É como o falam do brasileiro, merecem o governo que tem, muitos, mas muitos mesmo, muitos merecem a chefia que tem...
     

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  13. 39 minutes ago, giuli said:

    Não vejo esse clamor todo por abertura de negociação. 

    Pois na live do sindicato o número de tripulantes pedindo a reabertura da negociação foi grande.

    A propósito, como eu comentei lá atrás, nas lives do sindicato antes da 1 votação, o chat era poluído de cct, cct, cct, as perguntas sumiam no meio do cct, cct, cct, tanto que o pessoal da live pedia pro pessoal ir mais devagar nos cct, cct, cct...

    O que o grupo decidiu na ultima assembléia foi não permitir que o sindicato negocie qualquer redução permanente.
    Em resumo, o grupo decidiu tirar o sindicato da mesa, negando por antecipação qualquer proposta permanente. Até em um mundo paralelo, onde a empresa proporia aumentar em 500% o salário de todos, o grupo já negaria por antecipação.

    Hoje vemos pessoas que outrora, defendiam a profissão, contra o sucateamento, pedirem a abertura das negociações. 
    O que muita gente não queria, era abrir mão de uma porcentagem do salário em um part time. Não tinha nada haver com defender nada.

    Maaaaas, como é fácil defender a profissão sem o seu na reta, agora o povo tem recuado.
    Quero ver se vão manter a mesma postura que mantinham quando existiam 2700 tripulantes atrás na fila...

    PS, TAM? Alguém esperava algo diferente?

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  14. Olhem o que eu recebi no whats: Será que tem alguma verdade nisso?

    NÃO É BLEFE Ontem foi homologado a abertura da empresa LATAM EXPRESS. Sabem o que isso significa?!? TODOS, absolutamente TODOS, registrados no CNPJ TAM serão DEMITIDOS dentro de um período. E a NOVA empresa (outro CNPJ) contratará com o novo modelo de remuneração mediante a processo seletivo. A empresa possui caixa para mandar todos embora? A resposta é sim meus caros, pois para ajudar existe uma brecha na lei brasileira que em alguns casos as empresas podem pagar a rescisão para seus ex-funcionários em 10 (eu disse dez) ANOS!!! E não duvidem que eles possam demitir por equipamento, visto que a empresa não está para zombaria. A NOVA PROPOSTA oferece uma redução PERMANENTE de 15% para pilotos e 12% para comissários calculados em cima do valor da variável (quilometragem). Com cláusulas quase aprovadas, como por exemplo, estabilidade de 24 meses (não haverá demissões) e prioridade de contratação dos 2.700 tripulantes demitidos passando por processo seletivo. Não será mais votado a mudança para hora. Assim também como não existirá mais proposta se essa não for aceita pelo grupo. Já demonstramos que não somos burros e neste instante precisamos mostrar ainda mais sabedoria que iremos ceder em uma proposta justa para a situação atual. Pois bem colegas, agora são TODOS ou NINGUÉM. Qual nossa resposta para NOVA negociação da LATAM???

  15. 22 minutes ago, Mayday said:

    São poucas informações, mas pelo que conversei com algumas pessoas demissões e redução salarial são assuntos diferentes, não estando atrelada uma coisa com a outra. Talvez os colegas que estão a par possam explicar melhor.

    A Latam, liberou a escala de Julho pro grupo de voo no dia 25 do Mês de Junho. Quando a escala saiu, não sei pros pilotos, mas das 165 turmas de comissários, só veio voo na escala até a turma 107. Da 108 em diante veio até o dia 10 SAV e do dia 11 em diante FR.
    Ou seja, 58 turmas sem voo.
    Pra que isso?
    Nesse momento com esse numero tão grande de tripulantes cientes que são excedentes, a empresa deduziu que o desespero faria esse grupo aprovar até mesmo a proposta mais esdrúxula possível.
    O tiro acabou saindo pela culatra, pois o grupo sequer considerou colocar em votação essa proposta.

    Hoje, após intermediação do TST, temos uma proposta que aos olhos da empresa está separada, mas que no final das contas estão juntas.
    Se aprovada a ACT, ela só se mantém se for votada e aprovada a alteração da remuneração permanente até o dia 31/08/20. Pela proposta, se chegar nesse ponto, e a proposta não for votada ou for rejeitada, a empresa antecipa o fim da validade da ACT pro dia 31/08/20, sendo possível a redução de força via CCT a partir do dia 01/09/20. E nesse caso, ainda sem o direito ao aviso prévio.

    E é mais ou menos assim que está no momento. Restam os esclarecimentos sobre a legalidade de alguns pontos, mas eu creio que essa que vá pra votação pra acabar com essa celeuma....

  16. 2 hours ago, giuli said:

    Tendo certeza que a proposta do permanente não vai passar, não vejo vantagem alguma em ganhar 45% do base por 2 meses ao invés de ganhar 100% de um mês. Sem falar que aceitando a proposta provisória vc estará abrindo mão dos valores do aviso prévio. Prejuízo será muito maior.

    Existe alguma certeza que vai existir um mês com 100%? Não.

    Sobre o aviso previo, nisso você está certo.
    Resta saber como o sindicato vai se posicionar com relação a legalidade disso...

  17. 7 hours ago, giuli said:

    Exato, não faz sentido ficar mais dois meses ganhando menos da metade do salário normal.  Melhor negar e receber o integral em agosto que dará mais que a soma desses dois meses caso fosse aceita a proposta.

    Pra quem está se afogando, jacaré é tronco.

    A proposta que a Latam mandou está cheia de pormenores, que por sí só prejudicam uma real avaliação por parte do grupo.
    Coisas como a clausula 17, parágrafo 3, que fala sobre o não pagamento do aviso prévio, ou mesmo a cláusula 8, que fala da multa por descumprimento da ACT por parte da empresa, e por aí vai.

    Sobre o part time, pelo menos pra comissários, que foi a parte que eu tive acesso, receber 45% do base + a variável pra ficar 21 dias do mês em casa, recebendo esse V.A de 700 reais SIM, é o jacaré que muitos colegas vão se agarrar nesse momento. E nada muito diferente do que aconteceu na G3 e na Azul, com algumas excessões...
    Lembramos que muitos deles, que acabaram de sair da Avianca sem receber as ultimas diárias, e todos os direitos, isso pode sim ser um respiro.

    Lembrando que a não aceitação da ACT encerra as negociações e a empresa já parte pra aplicação da CCT a partir daí. 
    Entre receber 2 meses 45% do fixo + variaveis pra ficar em casa sem voar, eu realmente não acho um mau negócio.

    Agora, sobre as clausulas 16 e 17, é uma piada. Obvio que não vai passar. 

    Enfim, sou um desses ex Avianca, graças a Deus fiz meu pé de meia e consigo sobreviver tranquilo sem o salário da aviação, mas sinto pelos meus colegas. Cada um com sua história, seus problemas. Não julgo ninguém...

  18. Saiu a proposta da Tã....

    Mais ou menos assim... Vou resumir pros amiguinhos...

    Propôs uma ACT, que não contempla as mudanças permanentes.
    Mas, já combina que as negociações pra mudança de remuneração permanente deve se dar até o dia 31/08. Após, caso a proposta seja rejeitada pelo grupo, a ACT cai e a vigência, que antes iria até 12/21 se antecipa e acaba no dia 31/08/2020. 
    Então, a empresa vai aplicar a CCT, ou seja, demitir geral...

    Eu, particularmente creio que essa proposta de ACT com a redução de part time, não é perfeita, mas também não é nada muito diferente do que Gol e Azul fizeram.
    A ACT eu votaria sim, até pra dar mais 2 meses de respiro aos tripulantes da linha de corte.
    Como a vigência da ACT está ligada a aprovação da cláusula permanente, quando chegar no momento de votar a permanente aí sim, eu votaria Não.
    Dessa maneira a ACT iria ser revogada e a empresa iria aplicar a CCT, com vigência pro dia 01/09.
    Dá no mesmo, demissão em massa, mas pelo menos, dá esse respiro aos colegas que vão ser desligados de um jeito ou de outro.

    Opnião pessoal mesmo...

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  19. Ahhhhhh fala sério... Tem gente defendendo o Jerome?
    Sério mesmo???

    Primeiro, é de se entender, todos entendem, que um CEO trabalha com numeros, e que ele precisa entregar resultado ao board da holding.

    Agora, é a inteligência de faze-lo.
    Partir pro enfrentamento, rotular seus tripulantes como jabuticabas, no pior termo pejorativo possível, propor mudanças permanentes que OBVIAMENTE não seriam aceitas, alteração de remuneração em um momento que o grupo está fragilizado, jogando aos 4 ventos em entrevistas em diversos meios de comiunicação que o problema é esse.
    Que um salario de um tripulante vai fazer a empresa ser menos competitiva... Ahhhh, vai a PQP!!!!

    Quer fazer isso, faça-o com inteligência. Faça usando as regras do jogo. Porque o papinho desse senhor é de quem descobriu as regras no meio do jogo.
    NÃO, as regras já estavam aí, e todos aceitaram jogar quando estavam enchendo o toba de dinheiro.
    Agora, de repente vira uma questão de sobrevivência no medio e longo prazo?


    Obrigado pelos meus amados tripulantes que em numero recorde pegaram a licença não remunerada dando fôlego à empresa pra passar por esse momento...
    90 dias depois...
    Jabuticabas, improdutivos, comedores de vapza....

    Falta de noção, falta de tato, falta de respeito não tem NENHUMA justificativa....

    Quem vê pensa que o Kakinoff ou o Rodgerson não são pressionados pelos donos... Só o pobrezinho do Jerome....

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  20. Funcionários que foram demitidos na base, não puderam entregar os uniformes.

    Na homologação na Pantaleão, os ex-funcionários nem podem entrar nas dependências da empresa. Na recepção, entregam a carteira de trabalho, e um funcionário trás de novo, devidamente assinada.

    O setor de uniformes está fechado, o pessoal está indo com a mala e voltando com ela...

    ahhhh valores de homologação, férias, 13 salário, diárias, salarios... Nem sinal, e nem previsão...

    Agora, mesmo com o acordo de manutenção de passe até o dia 15/06 pelos canais normais, os tripulantes da Avianca perderam o acesso aos sites de emissão do passe livre, no balcão do aeroporto ninguém tem feito o passe, até pelo fato da informação não ter chego aos funcionários de terra.
    Resultado.
    Pessoal indo pra SP por conta pra homologar.

    Vem se apaixonar....

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