Jump to content

Renan926

Usuários
  • Content Count

    448
  • Joined

  • Last visited

About Renan926

  • Birthday 11/26/1992

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    São Paulo
  • Data de Nascimento
    26/11/1992

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    São Paulo

Contact Methods

  • Website URL
    https://www.flickr.com/photos/renanfrancisco747/
  • MSN
    renan_926@hotmail.com
  1. Brasília, 14 de agosto de 2019 - A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) confirma a alocação provisória dos 41 horários diários de partidas e chegadas (slots) da Avianca Brasil no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), para as empresas MAP (12 slots), Azul (15 slots) e Passaredo (14 slots) nos horários que eram operados pela Avianca Brasil na pista principal. Os 14 slots da pista auxiliar também foram confirmados para a empresa Two Flex. A aprovação ocorreu após análise realizada em conjunto com o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) dos requisitos operacionais e de performance das aeronaves das empresas aéreas. Após a aprovação, as empresas poderão iniciar a oferta de voos de acordo com os horários alocados e as rotas registradas. Assessoria de Comunicação da ANAC
  2. Já vi sim, se entrar nas demais não é algo exclusivamente que acontece com a Azul.
  3. Esta mais que certa em tentar ficar com os slots, estranho seria se não se mobiliza-se para tal. Essa antipatia parece que vem apenas de alguns membros dos CR, porque a Azul continua em expansão.
  4. NHT é um exemplo, mesmo com os slots que havia conseguido em CGH, foi para o derrocada.
  5. Agora todo tópico que é aberto no CR fica essa chatice de ataques, não da para focar no assunto e esquecer as diretas lançadas?
  6. Anac aguarda parecer da Infraero e Aeronáutica para distribuir espaços da Avianca em Congonhas BRASÍLIA — A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aguarda parecer técnico da Infraero e da Aeronáutica para distribuir os 41 slots (espaço para pouso de decolagem) da Avianca em Congonhas a outras companhias aéreas. Segundo técnicos da Agência, o documento é necessário para evitar que empresas com frota pequena de aviões menores (turbohélice) recebam parte desses slots, o que pode comprometer a capacidade do aeroporto que já está no limite da capacidade e opera com aeronaves maiores (jatos). Há também preocupação com a concorrência para forçar uma redução no preço das passagens que subiu muito com a saída da Avianca no mercado. A norma da Anac que trata do repasse desses espaços não prevê tratamento diferenciado, como o tamanho do aeronave, por exemplo. Há quatro empresas na disputa pelos slots da Avianca, sendo que a Azul é a única com frota compatível com os aviões da Gol e Latam, que operam em Congonhas. As outras são a Map e Passaredo que utilizam aviões ATRs (máximo de 70 passageiros) e a Two, que opera a aeronave Caravan (de nove lugares). Caso todas herdem os slots da Avianca, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), ligado à Aeronáutica, terá que tomar medidas para assegurar a segurança, como por exemplo, aumentar o espaçamento entre as aeronaves, o que pode prejudicar a capacidade do aeroporto e gerar atraso de voos, explicou uma fonte ligada às discussões. A Anac pretende anunciar a redistribuição de slots nesta quarta-feira. Caso as autoridades não se manifestem, deverá prevalecer a regra vigente. Neste caso, cada uma levaria 10 slots. Sobraria um que seria entregue a Azul por ser a maior companhia. Técnicos da Agência admitem que essa não seria a melhor solução do ponto de vista da concorrência. No entanto, seria uma medida emergencial que valeria até março de 2020. Até lá, haveria tempo de o órgão regulador elaborar uma norma mais eficiente, que considere o tamanho do avião por exemplo. Se apenas a Azul permanecer no páreo, ela poderá ser beneficiada ao receber 29 slots da Avianca, ficando com 55 no total porque a empresa está sendo considerada entrante, de acordo com uma decisão da Anac na semana passada, que elevou o mínimo de cinco slots para 54. Os outros 12 restantes entrariam em uma nova rodada e seriam repartidos de forma igualitária entre Gol, Latam e a própria Azul. Na primeira rodada, Latam e Gol não entrarão para evitar uma concentração ainda maior no aeroporto mais rentável do país. Juntas, elas detém 470 slots no terminal. FONTE: O GLOBO
  7. Justiça paulista autoriza Anac a distribuir slots da Avianca Brasil SÃO PAULO – A Justiça paulista voltou atrás e permitiu a Agência Nacional de Aviação Civil a redistribuir os slots – licenças para pousos e decolagens em aeroportos – ocupados pela Avianca Brasil Na tarde desta quinta-feira (4/7), o desembargador Ricardo Negrão, da segunda câmara empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo, atendeu ao pedido da Anac para suspender os efeitos de uma decisão do juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais também da capital paulista. Na última sexta-feira (28/6), Rodrigues Filho havia proibido a Anac de distribuir os slots da companhia na tentativa de salvar o leilão de 10 de julho. Na decisão de hoje, o desembargador Negrão afirma que “o congelamento virtual dos slots prejudica a segurança jurídica e traz assimetria de tratamento entre outras empresas aéreas”. A suspensão da decisão da semana passada visa, nas palavras do desembargador, “permitir que a Anac exerça integralmente suas atribuições legais, em especial, no tocante à redistribuição de slots ocisos antes operados [pela Avianca]”. Pelo plano de recuperação judicial aprovado pelos credores da Avianca em 5 de abril, a companhia aérea deve ser fatiada em sete pedaços – as Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), com slots e funcionários – a serem leiloados no dia 10. As concorrentes Gol e Latam já se comprometeram a investir US$ 70 milhões, cada uma, para levar duas dessas UPIs. Agora, há dúvidas sobre a viabilidade econômica das UPIs, uma vez que a Avianca perderia as autorizações para pousos e decolagens que compõem essas unidades. Por isso, há o risco de o leilão não ter interessados. Por lei, a posse dos slots é da Anac. A agência concede – ou não – esse tipo de autorização às companhias aéreas duas vezes ao ano. A próxima mudança desse tipo está prevista para outubro. Apesar disso, na segunda-feira (24/6) a Anac sinalizou a intenção de passar adiante os slots da Avianca Brasil já nas próximas semanas, de maneira excepcional. O motivo é a inoperância da companhia aérea, sem voar desde 24 de maio. Pelas regras da Anac, uma companhia aérea só tem direito a usar a autorização se atender a critérios de pontualidade dos voos medidos diariamente pela agência. Ou seja, para manter os slots, uma empresa precisa estar com sua frota em funcionamento, o que não é o caso da Avianca Brasil. A questão é que, com a redistribuição dos slots da Avianca Brasil, a companhia aérea perderia a autorização para operar. Com isso, não teria o que oferecer ao mercado no leilão marcado para 10 de julho, dizem fontes por dentro da situação financeira da companhia aérea. Fonte: O Globo
  8. Avianca Brasil se posiciona contra nova proposta de compra feita pela Azul A companhia aérea Avianca Brasil se posicionou nesta terça-feira (21) contra a nova proposta de compra de parte dos seus ativos feita pela rival Azul. No documento enviado para 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo, a Avianca Brasil afirmou que a proposta da Azul não é juridicamente viável por não ter a aprovação dos credores. Também pontuou que o plano apresentado impede que a empresa mantenha alguma atividade operacional, mesmo após a realização do leilão de partes dos ativos. Na proposta apresentada na semana passada, a Azul pediu a realização de um novo processo competitivo com a proposta de uma nova Unidade Produtiva Isolada (UPI) pelo valor mínimo de US$ 145 milhões (o equivalente a cerca de R$ 590 milhões). A proposta da Azul previa uma nova UPI com 21 slots (autorizações de pouso e decolagem) que a Avianca detém atualmente no aeroporto de Congonhas, 14 no Santos Dumont e 7 em Brasília. "Mais que razoável, portanto, que qualquer (ou quaisquer) UPI (s) que venham a ser constituídas e alienadas devem se atentar à intenção da Recuperanda de manter atividade remanescente, e que não implique no encerramento da companhia", afirmou a Avianca no documento enviado para a Justiça. A empresa está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado. Na prática, o pedido feito pela Azul representou um retorno da companhia na disputa pela Avianca Brasil, com uma oferta superior à apresentada inicialmente. Em março, a empresa fez uma proposta de US$ 105 milhões para comprar parte das operações da companhia, mas em abril anunciou a desistência, acusando Gol e Latam de agirem para evitar a concorrência da ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro, a mais cobiçada do país. A Gol e a Latam só entraram na disputa no início de abril. Os credores da Avianca já aprovaram um plano de recuperação judicial da companhia - se for adiante, a proposta prevê a divisão da companhia em sete UPIs. O leilão estava marcado para 7 de maio, mas foi suspenso por determinação da Justiça. A Avianca recorreu da decisão. Nos últimos dias, a Gol e Latam questionaram a nova proposta feita pela Azul para a compra de parte dos ativos da Avianca Brasil. Procurada, a Avianca Brasil disse que não iria comentar. Fonte: g1.globo.com
  9. TST determina operação da Avianca com 60% dos tripulantes em 4 aeroportos durante greve A ministra Dora Maria da Costa, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), determinou nesta quinta-feira (16) que 60% dos pilotos e comissários da companhia aérea Avianca de quatro aeroportos mantenham a operação durante a greve anunciada para começar nesta sexta-feira (17). A ordem foi dada ao Sindicato Nacional dos Aeronautas, depois que a empresa entrou com uma ação no TST. O sindicato pode ser multado em R$ 100 mil em caso de descumprimento da determinação. A Avianca afirmou ao TST ter recebido informação de que os tripulantes, incluindo comandantes, pilotos e comissários de bordo, entrarão em greve por tempo indeterminado. O site do Sindicato Nacional dos Aeronautas informa que a decisão de paralisar os trabalhos foi tomada em assembleias realizadas na segunda-feira (13). Conforme a decisão, os 60% dos tripulantes da empresa, que está em recuperação judicial, devem continuar em operação nos seguinte aeroportos: Congonhas, em São Paulo Santos Dumont, no Rio de Janeiro Juscelino Kubitschek, em Brasília Luiz Eduardo Magalhães, em Salvador. De acordo com a ação, a Avianca anunciou ter sido notificada da paralisação por "falta de diálogo e negociação da empresa com o sindicato", além de atraso em verbas trabalhistas e descumprimento de compromissos. E que o sindicato pediu a paralisação dos serviços – com exceção de decolagens com órgãos para transplantes e com doentes. No site, o sindicato afirma que a greve se deve "ao atraso nos pagamentos de salários e outras verbas e o consequente clima de incerteza gerado para os pilotos e comissários, situação que pode afetar a segurança de voo". Em crise, a empresa aérea disse ao TST que tem mantido esforços para continuar em operação e para regularizar os pagamentos aos funcionários. E que uma paralisação total poderia levar a companhia à falência. O pedido era para que 100% dos aeronautas fossem obrigados a trabalhar. A relatora, ministra Dora Costa, concordou parcialmente com a empresa. "É de conhecimento público a situação caótica instalada nos aeroportos em relação aos cancelamentos dos voos da Avianca – a qual se encontra em processo de recuperação judicial –, e que poderia se agravar ainda mais com a paralisação total das aeronaves ainda operantes", afirmou. Mas ela frisou que não se pode impedir o direito de greve porque houve descumprimento de obrigações legais da empresa. Dora Costa determinou que o sindicato não deve realizar atos que impeçam o acesso de empregados, clientes e prestadores de serviços nos aeroportos. Fonte: g1.globo.com
  10. Avianca: Justiça dá 48h para companhia avaliar nova proposta da Azul SÃO PAULO – A Justiça paulista deu 48 horas para a Avianca Brasil manifestar-se contra ou a favor à nova proposta da concorrente Azul para compra de ativos. Divulgada na segunda-feira (13/5), a ideia da Azul prevê transformar as sete Unidades Produtivas Isoladas (UPI), espécie de ‘mini-Aviancas’ com slots e funcionários da empresa, numa só e levar a leilão até o dia 20 de maio a um lance mínimo de US$ 145 milhões. Em despacho assinado na noite de terça-feira (14/5), o juiz Tiago Limongi, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital paulista, decidiu que "tratando-se de proposta de amplamente divulgada nos meios de comunicação, o que lhe confere indiscutível notoriedade, concedo à recuperanda e eventuais interessados o prazo de 48 horas para manifestação". Na prática, a proposta, a terceira desde o pedido de recuperação judicial da Avianca Brasil, em dezembro, abre espaço a mais uma reviravolta na crise da companhia aérea, que vem demitindo funcionários e cancelando voos em massa desde abril. A nova proposta da Azul para realizar o leilão de ativos da Avianca gerou incertezas entre companhias aéreas concorrentes e analistas do mercado. Para o presidente da operação brasileira da Latam Airlines, Jerome Cadier, a recuperação judicial está demorando muito mais tempo que o previsto inicialmente. A consequência é aumentar o risco ‘de a recuperação judicial, no fim das contas, não recuperar nada’. Além disso, Cadier acusa a concorrente de ‘não gostar de concorrência’ no leilão de ativos da Avianca por apostar num modelo de certame com uma só UPI. Na visão de Cadier, a participação de Gol e Latam num leilão nesse modelo seria barrada pelo Cade, órgão federal antitruste, por causa da fatia de mercado das duas – combinadas, Gol e Latam têm 69% do mercado brasileiro segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). – O principal problema da proposta da Azul é desenhar um modelo de leilão em que só ela pode participar. A proposta com sete UPIs (defendida por Gol e Latam) é mais competitiva que a opção da Azul porque a gente sabe que o Cade se preocupa com o grau de concentração de companhias como Gol e Latam. Se Gol e Latam adquirissem a totalidade da Avianca ou seguissem essa proposta feita ontem pela Azul, muito provavelmente ia passar do limite estabelecido pelo Cade – disse Cadier. Para Thiago Nykiel, sócio da consultoria paulista Infraway, especializada em infraestrutura aeroportuária, a proposta da Azul causa mais incerteza sobre o futuro da Avianca Brasil. – A proposta da Azul se aprovada deve levantar menos recursos para saldar a dívida da Avianca que a anterior, defendida por Gol e Latam. Além disso, a aprovação do novo plano deve tomar tempo, jogando contra a grave situação financeira da Avianca no momento – diz Nykiel. A Azul defende seu plano. Em nota, a companhia diz que “a Azul esclarece que o pedido específico protocolado na última segunda-feira não invalida a proposta Elliot-Latam-Gol, já que pode transitar em paralelo”. Críticas ao cancelamento do leilão O cancelamento do leilão de ativos da Avianca Brasil previsto para a terça-feira da semana passada (7/5) segue causando críticas. Gol e Latam haviam comprometido investir ao menos US$ 70 milhões cada uma na aquisição das UPIs A e B, cujos slots estão concentrados em aeroportos do chamado ‘filé’ da aviação civil brasileira, como a ponte aérea Rio-São Paulo, Guarulhos, Galeão e Brasília. Horas antes do certame, a operadora de serviços aeroportuários Swissport conseguiu uma liminar do desembargador Ricardo Negrão, da segunda câmara empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) suspendendo a venda de ativos. Na quinta-feira (9/5) os advogados da Avianca Brasil entraram com recurso contra a liminar. O pedido segue em análise no TJSP. Para Cadier, da Latam, é difícil entender o motivo da Swissport em impedir o leilão. – É super difícil entender o motivo de um credor ir contra o próprio interesse. O interesse de qualquer credor numa recuperação judicial é receber algum recurso. Eles pararam um leilão que arrecadaria pelo menos US$ 140 milhões (cerca de R$ 550 milhões). Seria o suficiente para pagar pelo menos uma parte da dívida deles, que é de R$ 15 milhões, uma das menores entre os credores, inclusive. (A Swissport) foi contra o plano mesmo após o plano ter sido aprovado em assembleia de credores. Foi um tiro no próprio pé – diz Cadier. A Swissport alega que a suspensão o leilão da Avianca visou apenas “à defesa de seu crédito, à manutenção da empresa e ao recebimento rápido e eficiente de valores pelos credores, nos termos da legislação aplicável”. A objeção ao plano aprovado em assembleia de credores buscava, na visão da operadora de serviços logísticos, um “formato de venda que possa ser implementado de forma mais rápida e eficaz, reduzindo a litigiosidade e a complexidade operacional e regulatória, no melhor interesse dos seus credores e de todos os envolvidos.” Procuradas, a Gol e a Avianca Brasil não comentaram. Fonte: oglobo.globo.com
  11. Anac se posiciona contra pedido da AviancaA Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) solicitou ao juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Tiago Henrique Papaterra Limongi, que negue os pedidos feitos pela Avianca para transferências dos slots (autorizações de pouso e decolagem) da empresa para as Unidades Produtivas Isoladas (UPIs) que estão sendo criadas para ir a leilão. Em manifestação enviada ao juiz na semana passada, o órgão regulador afirmou que os processos de certificação para a transferência dos ativos depende muito mais da “eficiência e proatividade da empresa do que de ordens judiciais que imponham celeridade ao ente público”. O plano de recuperação da Avianca prevê a criação de sete UPIs, uma delas com o programa de fidelidade da companhia e as outras, com os slots nos aeroportos. Essas UPIs seriam repassadas para outras companhias aéreas por meio de leilão que ocorreria na terça-feira, 7, em São Paulo. Mas a disputa foi suspensa nesta segunda-feira, 6, por decisão judicial. Pelas regras da Anac, a transferência de slots apenas pode ser feita se a UPIs tiverem certificados de operador aéreo – o que a Avianca ainda não conseguiu com a agência. Mas, segundo uma fonte ouvida pelo Estado, a companhia poderia fazer o leilão e tentar conseguir as certificações depois. Enquanto isso, no entanto, não receberia nada dos vencedores – o que não ajuda muito na situação atual da empresa. O processo demoraria algo entre seis meses e um ano, afirma um especialista no assunto. Na manifestação a qual o Estado teve acesso, a Anac diz entender que “estará indevidamente impedida de exercer suas competências legais e de aplicar as normas sobre a matéria se, conforme requerido pela Recuperanda nos autos do processo de recuperação judicial, for determinado pelo Douto Magistrado qualquer medida que relativize, afaste ou altere qualquer ponto da Resolução”. Em outras palavras, a agência pede para a Justiça não usurpar suas competências. De acordo com o órgão regulador, os slots jamais poderiam ser considerados ativos da empresa, por não serem bens suscetíveis de apropriação econômica. Essa posição já foi adotada pela agência no caso da Pantanal, que também entrou em recuperação judicial em 2009 Na manifestação, a Anac também pede que o juiz decida sobre a apropriação indevida pela Avianca de valores referentes ao repasse de tarifas de embarque de passageiros realocados em outras companhias aéreas em razão dos cancelamentos de voos da Avianca. Procurada, a empresa não comentou o assunto. Fonte: estadao.com.br
  12. GYN e FLN, parabéns por terem essa atitude tão bacana com nossos colegas, e peço que continuem a demonstrar esse carinho e preocupação com eles. Vamos cuidar bem dos funcionários da Avianca e de seus Clientes. Independente de tudo, somos um só. John Rodgerson, presidente da Azul" Este trecho se refere a uma confraternização que os funcionários da Azul, fizeram nestas bases no ultimo dia de operação para os funcionários da Avianca.
  13. Credores pedem mudança no plano da Avianca, e assembleia é suspensa por duas horasSÃO PAULO -- A assembleia dos credores da Avianca foi suspensa por duas horas e deve ser retomada às 18h35 no auditório do Club Homs, em São Paulo. A paralisação foi pedida por representantes dos trabalhadores e de empresas que prestam serviços à Avianca. O grupo discorda da forma de pagamento das dívidas da companhia aérea apresentada na assembleia.O plano da Avianca é pagar até R$ 10 mil aos credores trabalhistas e a fornecedores. Depois, desembolsar US$ 70 milhões ao fundo Elliott, dono de 70% da dívida da Avianca. Só então a ideia é saldar o restante das dívidas com os credores trabalhistas e fornecedores. A proposta desagradou aos presentes e deve ser reformulada numa nova versão do plano de recuperação judicial quando a reunião for reiniciada. Fonte O Globo
×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade