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Bruno Holtz

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About Bruno Holtz

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  • Cidade/UF/País
    Salvador/Ba/Brasil
  • Data de Nascimento
    02/03/1973

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Brasil
  1. Tive a mesma convicção de que eles teriam um excelente produto se tivessem implantado o BOB. Gostei muito do Wifi abordo, e da alegria e profissionalismo dos tripulantes. Agora com a venda para a Jet Smart, vamos ver como as coisas ficam. Um fato é notavel não em relação à empresa em si, mas quanto ao mercado argentino: tinha muita constelação para pouca estrela.
  2. Pra que seguir carta de arremetida se vc pode mandar um 360 estando a uns 200 ft AGL, se ninguém vai encher o saco? África Operations...
  3. A possivel saída da Norwegian do mercado argentino será mesmo uma pena. Mas diante do quadro econômico que estão enfrentando (a empresa e a Argentina) junto com as perspectivas do que está por vir, é compreensível este movimento Em Julho voei com eles para Bariloche, e gostei muito (estou devendo o FR, mas não deve demorar).
  4. Creio que de Agosto para cá foi o primeiro problema Antes da reforma era recorrente sim. Não precisava nem chover. Em tese, não deveria ter ocorrido, pois pelo que se sabe, a reforma no balizamento foi grande. Mas como hoje realmente a chuva foi atípica (70% a mais em um dia que o previsto para todo o mês), pode ser que de fato seja a causa.
  5. Hoje caiu um dilúvio por aqui. Já estava montando minha arca e separando um casal de cada... Provável que a pane no balizamento tenha ligação com isso. Não deveria ter, pois a reforma da pista ja foi dada como entregue. Lembro que durante a reforma um engenheiro faleceu em decorrência de choque elétrico neste mesmo balizamento que hoje voltou a falhar.
  6. Obrigado pelos esclarecimentos, Bonotto. Operação dentro dos conformes no que tange a apenas um piloto.
  7. Uma outra dúvida. O avião é homologado para num só piloto? Se não for, vai ser outra dor de cabeça explicar como se deu esta operação.
  8. Muita perícia e uma boa dose de sorte não ter acontecido nada de mais grave neste pouso forçado. O som do motor falhando é algo assustador.
  9. Me lembrei daquele 727 colombiano que também chegou a decolar depois de varar a pista, mas sofreu danos e caiu posteriormente. Já se soube exatamente o que houve? Excesso de peso para a dimensão da pista, carga desbalanceada? O que levou ao acidente?
  10. Não tenha dúvidas Longreach, que poucos aqui tem a dimensão do que é viver em condição de miséria no interiorzao do continente africano. Esse amigo nos contava situações inimagináveis, que eram rotina na vida sofrida daquelas pessoas. O episódio do sujeito se agarrar a perna do trem de pouso só mostra o desespero de alguém que quer fugir de uma situação que não deve estar nada boa. Acho que o mais chocante foi o avião ter continuado o táxi depois do cidadão ter se agarrado a perna do trem, e da forma barbara como foi arrancado do local que estava. E também nao ter havido nenhum comentário sobre o ocorrido, como se aquilo fosse normal. Então é normal surgir a expressão África Operations para justificar determinadas situações que ocorrem por lá.
  11. Isso lembrou um caso ocorrido com um amigo quando trabalhou em um ONG em Angola. Como ele é psicólogo, trabalhava com qualificação de pessoal em diversas pequenas cidades Angola adentro. Com aval da ONU, diga-se de passagem que fornecia na maioria das vezes o deslocamento. Em uma dessas missões (como isso foi em 2005, não lembro a cidade) estavam para voltar a Luanda do após uma semana. Ao chegarem no aeroporto, ja deu para sentir a recepção pelos seguranças do pequeno terminal que afastavam os "curiosos" que não tinham bilhete a chicotadas. Eles entraram e rapidamente embarcaram no avião da ONU (que pela discrição dele deveria ser um An24). Quando começaram a taxiar, ele viu um sujeito correr e pongar no trem de pouso. O piloto simplesmente continuouno taxi até a cabeceira da pista, a despeito dos protestos dos passageiros. Ali esperou, e alguns minutos depois chega um jipe com três seguranças que moem o sujeito na porrada até ele soltar do trem de pouso. Ai arrastaram o pobre ao jipe e debaixo de uma sova, levaram embora. O avião simplesmente depois do fato decolou e nenhum palavra veio da tripulação ou da comissária, como se aquilo fosse algo "normal".
  12. Este Flight Report de Salvador a Bariloche ida e volta será dividido em 4 etapas. A primeira, referente aos voos AD 4098 e 8766 vai da capital baiana a Campinas, e de lá a Buenos Aires. As etapas 2 e 3 serão os voos da Norwegian Argentina DY6000 e 6001 entre Aeroparque e Bariloche e volta. E a última será o voo de volta, AD 8761 e 5194, de Ezeiza a Confins, e de lá a Salvador. ETAPA 1 Qualquer um que chegue a um aeroporto às 4 da matina e fique com cara limpa é merece aplausos. As caras de sono eram uma constante em todos os passageiros que estavam aguardando ser chamado no guichê da Azul naquela manhã. E uma fila que avançava a passos “Cayimicos” também era algo que incomodava. No nosso caso, o check in já havia sido feito pelo aplicativo, mas como tínhamos que despachar as três malas (afinal quase 15 dias em região fria não rola ir só com mala de mão), fomos orientados a seguir na fila que tendia não só ao voo para Viracopos, como também um outro para Confins. E tudo isso em 4 posições, sendo uma exclusiva para prioridades e Safira. Não deu outra. Com a lentidão do atendimento, os funcionários separaram ao voos e priorizaram o atendimento do voo de Viracopos que sairia primeiro (alguns passageiros também não ajudam, e o procedimento fica bem lento. Lembro que tinha uma família que estava fazendo uma confusão com bagagens a despachar, que o passageiro que estava atrás de mim falou que chegariam as seis horas e o pessoal ainda estaria por lá). Resolvido o despacho das malas, e de posse de cartões de embarque físicos até Buenos Aires, lá fomos nós para o Airside afim de embarcar. Embarque esse que seria remoto, pois o avião se encontrava no pátio 3, próximo ao TECA. O Azul 4098 sem dúvidas sairia atrasado naquele dia. Resolvido o despacho das malas, e de posse de cartões de embarque físicos até Buenos Aires, lá fomos nós para o Airside afim de embarcar. Embarque esse que seria remoto, pois o avião se encontrava no pátio 3, próximo ao TECA. O Azul 4098 sem dúvidas sairia atrasado naquele dia. Após a viagem no ônibus, finalmente pudemos embarcar no A320Neo de prefixo PR-YRX. Seria meu primeiro voo em um Airbus de nova geração. Ao sentar, os monitores de entretenimento estavam desligados. Sem problemas, naquele horário o melhor seria mesmo cochilar. Mas antes, teríamos a decolagem, que naqueles dias estavam sendo realizadas pela pista auxiliar, visto que a principal em obras, só abriria após as 7 da manhã. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipPtPOtLyDpyEfmrSvAovnuaOqnqdF0xqFFw2a3p https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipOdAPAhdIu5CWIcfdnTEUJmHQ_YvJvSCZRKl7xF https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipMQ9qLqq8x96vvt9a5-IBff3enE2NYXcfGINb6B Seguindo em longo taxi, deu para ver um pouco as obras do segundo píer do terminal de Salvador. Adentramos na taxiway mike em direção a cabeceira 17, e o A320 seguia com suas asas lambendo o bambuzal (exagero!). Sem trafego, as 5:30 o comandante alinha o avião na pista de pouco mais de 1500 metros. E tome potência e segura no freio. Quando se viu livre do entrave, a aceleração foi bem vigorosa. Os motores do Neo não deixam dúvidas sobre sua maior capacidade que os irmãos Ceo. Rapidamente estamos no ar, sobre as dunas e logo sobre o Atlântico. Foi minha primeira decolagem daquela pista. Já havia pousado por ela, na cabeceira oposta (35) no ano 2000 em um Fokker 100 da TAM. Curva a direita para tomarmos proa, e o Neo sobe tranquilo para seu nível de cruzeiro, que naquele voo foi de 38000 pés. Logo os comisarios avisam que o serviço de bordo iria começar logo. Isso seria bom por dois motivos. O primeiro é que com o ataso do check in não deu tempo de comer nada no aeroporto, e as lombrigas já estavam se agitando. E o segundo é que também haviam avisado que naquele voo, os monitores e tomadas estariam desligados. Sem muito o que fazer, o melhor seria cochilar até chegar em Viracopos. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipOSTHmsCH7M4D2DJYR2hNnQETF8LKX2AnXJ4FGU As comissárias passaram anotando os pedidos de bebidas. Como coca cola aquele horário estava fora de cogitação, optei por suco de laranja. Aquela bebida deve ter a seguinte composição: 90% de açúcares, 9% de água e 1% de fruta. Uma garapa doce cujo sabor de laranja passa longe. Depois vieram com os snacks, e peguei o que achei mais compatível com a hora. Depois sem muito o que fazer, só restava mesmo ceder ao cansaço e dar uma cochilada, coisa que a esposa e o filho já se dedicavam a fazer. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNlGSAQWw7UKdvQtNMGiz2QW67-xi0fDJjjdrZm Acordei quando o Airbus já havia cumprido boa parte da STAR, pouco antes das comissárias passarem fazendo os checks de cabine. Deu para acompanhar o procedimento final, onde o comandante somente sujou a aeronave pouco antes de ingressar no eixo da pista 15 de Viracopos. O toque foi macio, mas o freio foi brusco para conseguirmos livrar na taxiway bravo, e assim minimizar mais ainda o atraso da saída, afinal naquele voo, imagino que uma quantidade significativa dos passageiros teria alguma conexão no main Hub da Azul. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipPXPDNpEJcixTd-W8Yo8vGjInFxv_cn4vC6RVLi https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNNxbmgRblL9BIaURhsRCdWgPGM-Jx534QBpzWU https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipPNUg9o3551r5HHcfaMAe9ZpvIKEVtYTHcHBalE https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipOuqG-Bbw7puF1oHUgIJ-4zUPp_NNltO90TWRyj No nosso caso, deu tempo de tomarmos um café no Mac Donalds que fica logo antes da entrada do portão de voos internacionais. Depois de nos dirigirmos a emigração, seguimos ao portão onde o Airbus PR-YRN esperava para cumprir o voo AD8766 rumo a Buenos Aires. Além deste, só um voo para Orlando sairia um pouco mais tarde daquele terminal. Embarcamos praticamente depois de todos os passageiros, pois o café terminou roubando mais tempo que prevíamos, mas ainda assim, depois de acomodados, ainda esperamos uns 15 minutos até fecharem as portas e aplicarem o “mata mosquito” no avião. Ao menos o sistema de entretenimento estava funcionando, e pude assistir a um programa jornalístico enquanto exatamente as 09:30 fomos tratorados para acionamento dos motores. A casa estava relativamente cheia. Facilmente batia uns 80% de ocupação. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipOMWa2Nw_zMerq1uNa2d9e9JSm74lWW7TKQInvy Decolamos e rapidamente seguíamos com proa sul, rumo à capital Portenha. Assim que estabilizamos, foi dado inicio ao serviço de bordo. Desta vez, além dos tradicionais snaks, havia um delicioso sanduíche. Entre frango e vegetariano, optei pelo segundo e não me arrependi. Como bebida, fui de Fanta Guaraná. Aquele suco, nunca mais... https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNV5A1iQTKrc2QY7kP7skS8IPl_9lByrcre5_JR https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipMWpoSOPBxUwvX_Wf41lMVh4o0xs5vcN9Bjrni1 O voo foi seguiu bastante tranquilo. Foram poucas as vezes em que os avisos de apertar os cintos de segurança foram acionados por conta de turbulência. E quando acontecia, não demorava e tudo voltava ao normal (pessoalmente sempre mantenho o cinto afivelado quando estou na poltrona, pois não gosto de dar sopa ao azar de pegar uma turbulência de céu claro). A tv ao vivo funcionou até sairmos do espaço aéreo do Brasil. Depois, só filmes do IFE. Assisti ao treino de Formula 1, e quando acabou, mudei para um filme que tinha visto há um tempinho atrás: O Último Rei da Escócia. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipMJkAkhWKd803tApaxj615K7EBMxs_eUiU4sgbQ https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNV5A1iQTKrc2QY7kP7skS8IPl_9lByrcre5_JR https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNgmwfDoH97u7O_zYp-6fF8SxjKkWAt5qAz8Cjy E foi acompanhando a excelente performance do ator Forest Whitaker que segui até o momento em que o A320 iniciou sua descida para o aeroporto de Ezeiza. A aproximação para lá que sempre é demorada, e não raro, com alguma órbita, até que desta vez foi rápida. Pontualmente as 12:30 estávamos tocando suavemente na pista 35. Saímos praticamente em frente ao terminal, e o taxi foi relativamente curto. Paramos ao lado de um 787 da Air Europa. https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipOQyefIetYE8wLLytDOE2IYXyhQhF-G4HkCP50j https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNBZkrHKiZgKD9A4tX_1TnJGqjl9bi8BSDpX2Tw https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipMoM0dWOFlfRYiFbJCBxYuTJz_ApXtRCZVoEaQQ https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNqKtjktcwzAvnisafNJbqSmtnVB1Qr1XttsWFN https://photos.google.com/album/AF1QipN05_lrGcN0_tiPmGJsvxfQ7u2eixg3x7Ymt4T6/photo/AF1QipNOkpWoS_rhaExO4mwJKvvZsoMSCn90TOExwz5_ Depois do desembarque, fomos a uma vazia imigração, seguido da alfandega (rapidamente fomos liberados – luz verde – de qualquer fiscalização por sermos brasileiros chegando ao país) e fomos a fila do La Nacion obter os primeiros pesos. Como a mesma estava enorme, resolvi sacar dos caixas rápidos (dica, habilitem seus cartões para saque no exterior, pois facilita muito a vida). Finalmente pudemos nos dirigir ao Taxi Ezeiza e seguir para o Hotel. Teríamos ainda mais cinco dias cheios para curtir plenamente Buenos Aires antes de ir à Bariloche.
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