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Bonz0

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  1. Eu realmente espero que um novo acordo já esteja bem avançado nos bastidores, para a Embraer continuar jogando dinheiro no lixo com essas brincadeiras. Uma coisa era investir no eVTOL com a perspectiva da empresa quase sem dividas e com o caixa obeso com a conclusão da JV com a Boeing, outra bem diferente é quando a sobrevivência da empresa depende desesperadamente de caixa para cumprir com as obrigações do fardo que o E2 se tornou e ainda fica brincando de jetsons. Isso que dá colocar um cara que fazia chassis de busão para tocar um dos negócios mais sofisticados do mundo. A Airbus ANIQU
  2. Não está, eles terão que fazer um restatement do balanço. R$ 13bi de dívida estava sendo considerado na linha de "passivo mantido para venda" que devera retornar ao Passivo Circulante da Embraer. Fora que ela gasta uns 700mi de capital de giro por ano, sem resultado positivo. Este caixa, sem a concretização do negócio, dá pouco fôlego à empresa.
  3. Eu sou acionista da empresa, você pode alegar que sou ignorante por ter visto futuro na EMBRAER após a JV, mas que desconheço o negócio e as finanças da empresa, aí não. Li o MTA de cabo a rabo. Me prove, com números, que há saída para Embraer sem um aporte estatal ou de um grande sócio. Toda a dívida do desenvolvimento do E2, grande parte dos ~13bi do ultimo balanço, iria para a Boeing Brasil. Como a Embraer vai liquidar isso com os ultimos resultados operacionais deprimentes? quantos anos de história os credores vão aceitar como pagamento, hein Warren Buffet Jr.? Eu te dou um número, es
  4. Quem afirma que a Embraer vai sair melhor dessa está muito enganado. Ela vai definhar aos poucos e morrer de maneira triste. Não podemos esquecer que não era somente os U$ 4bi que a Boeing iria desembolsar. Adicionalmente, grande parte dos R$13bi de dívida que a Embraer possui hoje, também seria transferido para a nova empresa. Queimou quase R$ 500mi com o processo de cisão da linha comercial para nada, além da receita adicional cessante pelo executivos focarem mais no negócio com a Boeing do que em vender. Acredito que a Embraer irá pedir uns U$ 2bi de indenização. Gomes Neto já de
  5. Reitero o que disse meses atrás. O gerenciamento desta crise foi brutalmente amador e virou uma bola de neve por conta do CEO querer livrar o seu. Ainda tenho a impressão que a Boeing não faz ideia do que está ocorrendo. A está altura já passou da hora do Muilenburg admitir isto e renunciar em seguida. O mesmo CEO que despachou que as diretrizes comerciais deveriam sobrepor as de engenharia, não deveria estar no comando do concerto da lambança. O prejuízo de imagem da Boeing é inestimável por conta do orgulho de um homem, com o agravante de ser ratificado pelo board. Como falei
  6. Estamos falando a mesma coisa, porém divergindo na contrapartida dos ocupantes do voo. Nós não podemos pensar com a nossa cabeça de relés mortais onde 100 mil reais é muito dinheiro. Para o dono do avião a informação que o deputado poderia antecipar/influenciar pode valer algumas dezenas de milhões. Através do remanejamento de uma posição bilionária no mercado. É lobby, talvez corrupção ativa ou passiva, mas duvido muito da hipótese de TACA.
  7. Pra mim não faz sentido um dos maiores acionistas da Eletrobras cobrar em espécie e clandestinamente transporte de parentes de um dos deputados que integram a frente parlamentar de desenvolvimento da indústria da energia elétrica e eletrônica. De onde vem a certeza que era TACA?
  8. Basta uma analise rápida do perfil dos ocupantes, para que a probabilidade de TACA seja mínima. Além do mais, de acordo com o RAB, o avião estava registrado direto no CPF do proprietário. Possuindo um banco, cuja atividade é cuidar dos próprios investimentos, e não se preocupar nem em otimizar o uso do avião, tributariamente falando. Muito dificil ele se preocupar em ganhar alguns centavos explorando o uso da aeronave ilegalmente, ainda exposto desta maneira.
  9. No mínimo este senhor deveria ter elaborado uma métrica sobre o trabalho realizado, e o restante, e comunicado o status atual. As declarações do CEO me traz a impressão que eles estão trabalhando nos problemas conhecidos, porém podem ser surpreendidos com novos. Falta de transparência à esta altura do campeonato, não deveria ser a escolha da Boeing.
  10. Sem o negócio, veríamos a Embraer definhar aos poucos, pois era inimaginável o que acontecera no segmento em que ela liderava. Exemplo da disparidade é que a Airbus não corre riscos de falir por ter errado construir o maior avião que o mundo já viu, ao contrario da Embraer, por não ter previsto um cenário extremamente improvável. Os resultados de 2018 evidenciam isto, porém não é justo atribuir responsabilidade a nenhum departamento da empresa, o trabalho deles a colocaram na posição de orgulho que ela ocupa hoje. O negócio com a Boeing é mais complexo que somente a "entrega" da aviação come
  11. Bem observado. A certificação dos eletrônicos ocasiona delays para os equipamentos recém-lancados, além disso os códigos foram feitos por uma equipe offshore indiana, que provavelmente não foram otimizados considerando a limitação dos eletrônicos embarcados. Além de tudo parte da equipe de engenharia sênior dispensada, provavelmente os que supervisionavam e validavam, tanto os códigos recebidos quanto as especificação dos próximos, ficaram sobrecarregados. Prêmio Chernobyl de gestão para a Boeing hein.
  12. Asked to comment, Boeing says, "The safety of our airplanes is Boeings highest priority. We are working closely with the FAA to safely return the MAX to service. Pelo visto o pessoal de relações publicas também tem que "consertado". Pano preto a esta altura do campeonato só denota falta de transparência e descaso com a "highest priority".
  13. Lembrando que um hífen errado no código arruinou o lançamento do Mariner1, da NASA. Não dúvido que a solução seja por aí mesmo.
  14. Que não inicie uma tendência, onde a redundância parece desnecessária no equipamento. Porém necessaria nos acontecimentos para confirmação de hipótese.
  15. Um ponto que me chamou a atenção, foram os dois acidentes terem acontecidos em países cujo o Inglês não é lingua nativa. Reforçando que o material de treinamento foi extremamente inadequado, ou intencionalmente confuso.
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