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Bonz0

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  1. Estamos falando a mesma coisa, porém divergindo na contrapartida dos ocupantes do voo. Nós não podemos pensar com a nossa cabeça de relés mortais onde 100 mil reais é muito dinheiro. Para o dono do avião a informação que o deputado poderia antecipar/influenciar pode valer algumas dezenas de milhões. Através do remanejamento de uma posição bilionária no mercado. É lobby, talvez corrupção ativa ou passiva, mas duvido muito da hipótese de TACA.
  2. Pra mim não faz sentido um dos maiores acionistas da Eletrobras cobrar em espécie e clandestinamente transporte de parentes de um dos deputados que integram a frente parlamentar de desenvolvimento da indústria da energia elétrica e eletrônica. De onde vem a certeza que era TACA?
  3. Basta uma analise rápida do perfil dos ocupantes, para que a probabilidade de TACA seja mínima. Além do mais, de acordo com o RAB, o avião estava registrado direto no CPF do proprietário. Possuindo um banco, cuja atividade é cuidar dos próprios investimentos, e não se preocupar nem em otimizar o uso do avião, tributariamente falando. Muito dificil ele se preocupar em ganhar alguns centavos explorando o uso da aeronave ilegalmente, ainda exposto desta maneira.
  4. No mínimo este senhor deveria ter elaborado uma métrica sobre o trabalho realizado, e o restante, e comunicado o status atual. As declarações do CEO me traz a impressão que eles estão trabalhando nos problemas conhecidos, porém podem ser surpreendidos com novos. Falta de transparência à esta altura do campeonato, não deveria ser a escolha da Boeing.
  5. Se entrarem, correm o risco de ter que expor a manobra jurídica de passar o Elliot na frente de todos os credores e a manipulação da lei de recuperação judicial para benefício próprio.
  6. Por isso que o CADE deveria intervir na distribuição dos slots da Avianca. A questão não é que os preços iriam cair, mas sim que o aumento de preço é garantido em um duopolio.
  7. Preju? Os 3 saíram ganhando neste caso. Este foi o preço que o Elliot cobrou por 50% dos slots, recuperando 70mi de uma dívida incobràvel, à vista. Sem entrar na fila de credores, principalmente trabalhista, com um processo que levariam anos para receber um valor inferior. O valor de 145mi oferecido pela Azul era o preço por 100%, porém ela deve ter recusado realizar o pagamento diretamente ao Elliot, curioso pois seria fácil para o DN. Como foi uma operação legal e havia quem aportasse capital de giro para a operação continuar, seria muito arriscado para a Azul se pronunciar diretamente, caso o fizesse e a O6 estivesse operando até o leilão, levaria um belo processo, por isso "o choro" pela concentração de mercado. Lamento pelos outros credores, situação ainda mais triste pelos funcionários que trabalharam de graça e por amor, mas definitivamente o xadrez no topo da aviação não é para amadores.
  8. Sem o negócio, veríamos a Embraer definhar aos poucos, pois era inimaginável o que acontecera no segmento em que ela liderava. Exemplo da disparidade é que a Airbus não corre riscos de falir por ter errado construir o maior avião que o mundo já viu, ao contrario da Embraer, por não ter previsto um cenário extremamente improvável. Os resultados de 2018 evidenciam isto, porém não é justo atribuir responsabilidade a nenhum departamento da empresa, o trabalho deles a colocaram na posição de orgulho que ela ocupa hoje. O negócio com a Boeing é mais complexo que somente a "entrega" da aviação comercial, 20% de uma linha de um duopólio mundial é melhor que 100% de nada. Além disso, quase a totalidade do passivo da Embraer vai para a Boeing Brasil. A nova Embraer vai começar a operar com produtos fantásticos, com o desenvolvimento destes praticamente quitado e bilhões em caixa. Vai ser dolorido no começo, ela vai diminuir, mas por conta da Joint Venture do KC-390, ela tem uma porta aberta para fornece-lo à USAF, além do lobby da Boeing sobre as FAs de todo o mundo. Portugal foi um exemplo, mesmo sem a JV formalizada, a Boeing já atuou para que o negócio fosse fechado. Era o único caminho em que ela poderia sobreviver, não é a toa que teve a chancela do homem que começou à sua história. Entendo sua opinião e não tenho intenção de te convencer a mudá-la. Minha perspectiva é baseada na analise que fiz sobre o negócio e no momento estou perdendo dinheiro como um minúsculo acionista. Porém, na medida que tenho condições venho comprando mais ações, pois existe a possibilidade da Embraer ser ainda maior, no médio prazo, do que é atualmente.
  9. A questão é que a entrada da azul, com um % considerável dos slots CGH, não vai significar necessariamente preços menores, porém é um impeditivo para o aumento indiscriminado se o duopólio se confirmar. Se ambas mostraram estar muito bem articuladas na questão do leilão, fazer um cartel nas tarifas é fichinha. Azar dos clientes corporativos, neste cenário havendo uso intensivo de voos partindo de CGH, podem aumentar o orçamento de gastos com viagens em 30%.
  10. Acredito que num futuro distante, quando aviões de grande porte forem single pilot, o avião será um drone. O piloto assumirá somente na exceção da exceção, tanto que a falta dele não será um risco para a operação.
  11. Para ele ter tranquilidade em falar isso publicamente, ainda mais com a situação da O6, infelizmente esse fundo deve estar muito bem protegido embaixo de uma estrutura societária de muitas camadas que nem deve estar relacionada ao CPF dele.
  12. A questão é, não vejo porque seria vantajoso investir em um CNPJ falido, sem slots, sem aviões e com dívida monumental. Em qualquer perspectiva é mais fácil começar uma empresa do zero.
  13. Bem observado. A certificação dos eletrônicos ocasiona delays para os equipamentos recém-lancados, além disso os códigos foram feitos por uma equipe offshore indiana, que provavelmente não foram otimizados considerando a limitação dos eletrônicos embarcados. Além de tudo parte da equipe de engenharia sênior dispensada, provavelmente os que supervisionavam e validavam, tanto os códigos recebidos quanto as especificação dos próximos, ficaram sobrecarregados. Prêmio Chernobyl de gestão para a Boeing hein.
  14. Não entendi, então se o VC-1 eventualmente não estiver operacional. A tripulação do VC-1 assume o VC-2? Ou o VC-2 não é utilizado? Qual aeronave assume o trecho na hipótese que o VC-1 não operacional? Eu imaginava que era o VC-2. Ou a FAB assegura 100% que o VC-1 nunca terá problemas?
  15. Snme o credor que pediu a suspensão do leilão foi a Swissport, com faturamento na casa do bi. Os valores a receber da Avianca já devem ter sido considerado perda no resultado. Pra mim, os credores que aprovaram o leilão nos termos malucos que devem estar se lamentando. Ludibriados que slot é patrimônio e não concessão governamental, a "inovação" tinha poucas chances de passar sem questionamento judicial. É óbvio afirmar que o jurídico das aéreas envolvidas sabiam muito bem disso. No final, pela situação de fragilidade, acabaram se prejudicando, e o que mais lamento, prejudicar os funcionários que lutaram até o fim.
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