Jump to content

MR. STAR

Usuários
  • Content Count

    1,071
  • Joined

  • Last visited

About MR. STAR

  • Birthday 10/10/1966

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    Belo Horizonte, MG, Brasil
  • Data de Nascimento
    10/10/1966

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Brasília, DF, Brasil
  1. Ponte aérea Rio-SP Queda no preço Caiu o valor das passagens entre as duas maiores capitais do país. Pesquisa da Kayak indica que houve redução de até 42%. Por quê? Por causa da entrada da Azul como operadora de voos na ponte aérea. Ministro comemora Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) festejou a queda de preços no Twitter. Mostrou 1 recibo de passagem: O ministro compartilhou em seu perfil no Twitter recibo de passagem para comemorar a queda de preços
  2. Ponte aérea Rio-SP Queda no preço Caiu o valor das passagens entre as duas maiores capitais do país. Pesquisa da Kayak indica que houve redução de até 42%. Por quê? Por causa da entrada da Azul como operadora de voos na ponte aérea. Ministro comemora Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) festejou a queda de preços no Twitter. Mostrou 1 recibo de passagem: O ministro compartilhou em seu perfil no Twitter recibo de passagem para comemorar a queda de preços
  3. Simples, porque para ter o pedido aprovado, teria de ter Slot disponível nas 2 pontas (CGH e SDU/BSB/PLU/CNF) no horário solicitado. Assim, ter-se-ia o risco de ter o pedido negado não por causa de CGH e sim por não ter disponibilidade em SDU/BSB/PLU/CNF, acarretando a perda do Slot que se queria em CGH. Dessa forma, pede-se a ponta de CGH com a outra ponta onde se tenha certeza da disponibilidade e do não risco de ser negado por essa outra ponta. Com os pedidos que forem aceitos para CGH, depois mudam as outras pontas para as que se quer mesmo fazendo um movimento planejado de liberar os Slots da própria empresa em SDU/BSB/PLU/CNF para conectar com CGH.
  4. É a Boeing pagando o preço das próprias decisões. Tentou não perder mercado para a Airbus oferecendo o que não tinha (no prazo prometido): avião mais econômico que a versão anterior com quase total comutabilidade e sem necessidade de treinamento adicional! "O comercial calou a engenharia". A realidade trágica fez "a engenharia detonar o comercial". Muitas vidas desnecessariamente perdidas no processo...
  5. Retrofit da executiva do 777 tem 2 grandes vantagens que eram necessárias: 1) Fim do assento tobogã que não reclinava totalmente (você deitava de cinto e acordava de colar). 2) Acesso livre ao corredor a partir de todos os assentos. Mas há Executivas muito melhores.
  6. Mais problemas no 737 Max: computador incapaz de processar a quantidade de informações necessárias. E a investigação do processo que levou a falhas do 737 Max agora atinge o 787 "(...) No início do mês de junho foi descoberta uma falha crítica em um sistema de combate a incêndio [no 787], o que levou a Boeing a emitir um alerta de que o disjuntor projetado para extinguir o fogo dos motores tinha falhado em algumas circunstâncias. O FAA deu um aviso que existe potencial para que incêndio seja incontrolável. Entretanto, a opção de groundear o B787 foi abandonada. O B737-MAX (...) foi descoberto que um chip da placa-mãe de um determinado computador de bordo foi incapaz de processar a quantidade de informações fornecidas durante um cenário de testes, ocasionando uma falha catastrófica " https://www.milhasedestinos.com.br/investigacao-do-b737-max-atinge-o-b787/
  7. Deu um cano gigante no INSS, teve a dívida parcelada em 115 anos, aí comprou o avião. O Brasil não é um país sério...
  8. O que define o conforto de um avião é a CONFIGURAÇÃO adotada. Tamanho de avião e quantidade de corredores em avião é praticamente irrelevante na determinação do conforto.
  9. Estas são as melhores práticas internacionais estabelecidas, entre outras, pela OCDE. No setor bancário, por exemplo, há o "open banking" em que os bancos grandes são obrigados a abrir as operações para concorrentes.
  10. Regulador de verdade tem de atuar sim para assegurar concorrência e forçar a quebra de concentrações obrigado uma empresa a entregar/vender parte de suas operações para concorrentes. - Claro que analisando se essa "divisão" forçada não afeta o equilíbrio da empresa e fornecimento do serviço. Estas são as melhores práticas internacionais estabelecidas, entre outras, pela OCDE. - Uma empresa monopoliza os slots em um aeroporto? Ela fica proibida de receber qualquer novo slot e, em alguns casos, o regulador retira forçadamente parte dos slots e entrega a concorrentes. - Uma empresa monopoliza um mercado? Ela é obrigada a vender parte de suas operações a outra que queira concorrer.
  11. Não esqueceram não. Decidiram não aplicar com foco no lucro, para não atrasarem/encarecerem o projeto e perderem mercado para a concorrente
  12. Desde quando bagagem incluída no bilhete concentra mercado e impede competição? As empresas precificam isso rapidamente. Não é isso que impede low cost. Isso não passa de chantagem ridícula.
  13. Respondendo ao off-topic: Velho Macedo Rua da Madalena 117, Lisboa, Portugal (Baixa, Rossio e Restauradores) +351 (21) 887-3003 Seg – Sáb 12h às 16h30min; 19h às 23h30min; Dom 17h – 23h. “O melhor bacalhau que já comi em Lisboa e em todo o Mundo”. É um restaurante pequeno e bem agradável, entre a Baixa e a Alfama, com o José Barbosa, dono do estabelecimento, servindo de garçom e buscando sempre ajudar ao orientar (quase ordenando) a melhor bebida para harmonizar com a refeição e desaconselhando (quase proibindo) combinações consideradas inadequadas (por ele). Na cozinha fica sua esposa. Não se assuste com as “poucas palavras e com o modo direto” do “dono/garçom”, Barbosa; esta aparente sisudez é característica dos portugueses e em nada desmerece o estabelecimento. Mais do que isso, dá para perceber que o Barbosa é um cara muito correto que, com toda a sua experiência, quer sempre ajudar o cliente a fazer a melhor escolha. O bacalhau que comi lá foi, realmente, o melhor bacalhau que já comi em Lisboa e no mundo. Escolhi um bacalhau na broa (coberto com uma farinha de broa e assado no azeite, ficando muito crocante) acompanhado de batatas ao murro. - É importante lembrar que só no Brasil se come bacalhau sem espinhos, em Portugal – quase sempre – ele vem com os ossos-espinhos-pele, mas que são fáceis de tirar. E não deixe passar as entradas opcionais, principalmente as azeitonas – grandes e saborosas – e os queijos – recomendo o “Azeitão” (bem cremoso por dentro), mas pode ser também o da serra. Não deixe de fechar tudo com um bom Porto – o dono/garçom tem uns excelentes para indicar! Ah, lá também conheci o azeite “Principal”, um dos melhores que já experimentei na vida! Peça para ser servido com ele! Outras especialidades são o Polvo a Lagareiro (lagareira é grelhado com azeite e alho) , o Arroz de Pato sem Osso, o Medalhão de Vitela na Pedra, o Pernil de Porco no forno com Batata e Castanha. Eles ainda têm diversas outras opções de bacalhau, peixes e outros frutos do mar. Preço bom para Lisboa, em excelente custo/benefício. É tão saboroso que às vezes invento escala em Lisboa só para passar no “Velho Macedo”. Uma ressalva importante: é claro que as avaliações dependem muito do resultado da combinação do prato escolhido – dentro da especialidade do restaurante – com o gosto do cliente. Se acertou a combinação, meio caminho para uma boa avaliação! Ou seja, se escolheu um prato muito bem feito e saboroso dentro do gosto do cliente, “gol”! Por isso, nada de pedir moqueca baiana em churrascaria ou bacalhoada em restaurante de sushi. ....................................................................................................... FUJA DOS RESTAURANTES DOS CALÇADÕES FECHADOS. São “pega trouxa”/”pega turista” (comida ruim, caras, com pedidos adicionais mais caros que os pratos principais) ....................................................................................................... .......................................................................................................
  14. Boeing enfrenta crise mais difícil de sua história Empresa teme perda de confiança depois da morte de 345 pessoas em dois acidentes aéreos em cinco meses Otros Enviar por correo Imprimir SANDRO POZZITwitter Nova York 18 MAR 2019 - 13:39 BRT Aviões Boeing 737 Max no aeroporto de Seattle. STEPHEN BRASHEAR AFP A segurança é essencial para o negócio da Boeing. E poucos aviões são tão venerados quanto o B737. Esse modelo, que entrou em serviço há cinco décadas, é tão popular que a cada 1,5 segundo aterrissa ou decola de um aeroporto no mundo. Mas a reputação da aeronave ficou gravemente prejudicada depois que dois modelos de sua versão mais avançada caíram em cinco meses, deixando 345 mortos na Indonésia e na Etiópia, e isso pode ameaçar a própria existência da série Max se os passageiros se recusarem a voar nesses aviões. A multinacional de Chicago enfrenta o que é considerada a maior crise em seu século de história e deve agir rapidamente para evitar que a ferida aberta fique cada vez mais profunda. Depois de um B737 Max 8 cair em 10 de março logo após a decolagem em Adis Abeba, muitos países começaram a fechar o seu espaço aéreo aos voos do modelo, proibição à qual também finalmente se juntaram os Estados Unidos. Apenas em duas ocasiões uma suspensão de voos como a atual foi ordenada: depois que um motor se desprendeu da asa de um DC 10 ao decolar em Chicago em 1979 e por causa do incêndio das baterias do B787 Dreamliner em 2013. Mas essas suspensões se deveram a falhas mecânicas que escapavam ao controle do piloto. MAIS INFORMAÇÕES Caso Boeing: quando os pilotos decidem menos do que as máquinas Dezenas de países cancelam voos do novo Boeing 737 em seu espaço aéreo após acidente na Etiópia Gol anuncia suspensão de voos com Boeing 737 Max 8 após acidente na Etiópia Desta vez, o motivo é muito diferente e coloca toda a indústria da aviação comercial em um território nunca antes explorado. A origem dos acidentes do Max não é atribuída apenas a uma falha de fabricação. As primeiras análises apontam para um problema que combina a automação e o fator humano. As caixas pretas do avião que caiu na Etiópia ainda estão sendo analisadas, mas há semelhanças desse acidente com o do aparelho da Lion Air em outubro de 2018 na Indonésia que afetam o sistema automático de estabilização (MCAS) e a capacidade de controle do piloto. A necessária mudança do software do sistema é, em princípio, mais fácil de resolver, mas também requer que o piloto entre na equação da solução. Neste caso, os pilotos devem se familiarizar de novo com o sistema modificado. O desafio é enorme para o CEO da multinacional, Dennis Muilenburg, que enfrenta essa crise quando não está nem há quatro anos no cargo. Os danos à imagem, como aponta Craig Fraser, da agência de classificação Fitch, “podem ser substanciais”. A Boeing foi capaz de enfrentar episódios semelhantes. Mas o analista adverte que o custo pode ir além do B737 Max. E o mais complicado, acrescenta, será recuperar a reputação da empresa quando a solução for encontrada. REBELIÃO GLOBAL S. P. Se o incidente com as baterias do Dreamliner servir como referência, essa crise foi resolvida em quatro meses. É o tempo que a Boeing está trabalhando na solução depois da queda do B737 Max 8 operado pela Lion Air. Cowen estima que serão necessários entre seis semanas e três meses para encontrar o remédio. Os analistas do Bank of America não descartam que a suspensão possa durar meio ano. Sandy Morris, analista da indústria aeroespacial da Jefferies, olha mais para as circunstâncias da suspensão. Os dois acidentes desencadearam uma verdadeira “rebelião” contra a agência de aviação dos Estados Unidos (FAA na sigla em inglês). Poucas horas depois de dizer que o B737 Max era seguro para voar, o Reino Unido, a Austrália, a União Europeia e o Canadá proibiram a entrada do avião em seus espaços aéreos, “nunca se viu algo assim”. A FAA determina as normas que a indústria deve seguir no processo de certificação dos aviões de passageiros. Esse desenlace, concordam os analistas, está estabelecendo um precedente que poderia se voltar contra outros fabricantes, como a Airbus, se um de seus novos aviões estiver em uma situação semelhante. Mas, no caso da Boeing, significará mais exames ao aprovar a solução apresentada. No Brasil, a Gol também anunciou a suspensão temporária dos voos com 737 Max 8. A empresa tem uma frota de 121 aeronaves Boeing, sendo sete modelos 737 Max 8. "Sendo segurança o valor número um da GOL, que direciona absolutamente todas as iniciativas da empresa, a companhia informa que por liberalidade, a partir das 20:00 horas de hoje [segunda-feira, 11 de março], suspenderá temporariamente as operações comerciais das suas aeronaves 737 Max 8", informou a empresa em nota. A Boeing havia previsto realizar nesta semana o primeiro voo de teste do B777X, a versão eficiente do velho bimotor de longo percurso. Utiliza os avanços do B737 Max e do Dreamliner, possui os maiores motores que equipam um avião e as pontas das asas se dobram para operar na pista. A estreia foi adiada e é possível que o mesmo aconteça com o plano para desenvolver uma nova aeronave de tamanho médio. Paralelamente, o veto global ao Max obrigou a Boeing a suspender as entregas de seu modelo mais popular. Os B737 saem da linha de montagem a um ritmo de 52 unidades por mês, com a ideia de levá-los a 57 países durante 2019. A empresa, que tem 5.100 pedidos desse modelo, precisa manter o ritmo de produção para que a suspensão não crie uma ruptura na cadeia de fornecimento. Agora os aviões ficam estacionados na pista em Renton (Washington). Grande como um paísA sorte Boeing importa. Seu negócio é tão grande quanto a economia do Equador e maior que a da Venezuela ou de Luxemburgo. No ano passado, esse gigante da indústria aeroespacial e de defesa teve um faturamento avaliado em 101,1 bilhões de dólares (cerca de 386 bilhões de reais). Desse total, 60,7 bilhões foram gerados pela divisão de aviação comercial, montante equivalente à riqueza nacional da Eslovênia. E um terço do volume de negócios global se deve ao B737. O bimotor de corredor único, que tem mais de 10.000 unidades entregues desde que entrou em serviço há meio século, é mais do que seu principal gerador de receitas. O B737 é também o produto que abre mercados à Boeing, como a China. A crescente demanda por viagens nos países emergentes levou-a a travar uma feroz batalha nos últimos anos com sua arqui-inimiga, a Airbus, sua única rival. O duopólio luta por cada pedido. Mas quase mais importante é a rapidez com a qual fabricam os aviões. No ano passado, a Boeing fez um total de 806 entregas de todos os modelos e os pedidos que acumula em carteira têm um valor estimado de 412 bilhões de dólares. Embora o B737 Max gerará 48% das vendas em 2019, por ser um novo modelo, representa apenas 2% de todos os voos nos EUA. A suspensão dos voos lança sérias dúvidas sobre o futuro imediato do B737 Max. Nick Wyatt, especialista em aviação da GlobalData, diz que “esta história é muito maior do que se poderia imaginar”. Considera que o dano à reputação do avião “já está feito”, mesmo que a investigação do acidente da Ethiopian Airlinesdeterminar que não foi um problema de fabricação. Pedidos“É difícil saber como os passageiros podem recuperar a confiança no avião no curto prazo”, afirma. Em sua opinião, qualquer recusa dos passageiros a voar em um B737 Max forçará as companhias aéreas a reconsiderar seus pedidos. A Standard & Poors observa que a suspensão deixa “um rastro de incerteza”. Mas ressalta que o avião é relativamente novo e que as companhias aéreas têm poucas opções. Mudar para a Airbus não é tão evidente, compartilha Cai von Rumohr, da multinacional financeira Cowen, porque a fabricante europeia tem uma carteira de pedidos suficiente para atender cinco anos de produção do A320neo, o rival do Max. Em todo caso, todos concordam que seria muito prejudicial para a Boeing e inclusive ameaçaria o futuro da série. Por isso, o Credit Suisse diz que “é muito difícil ver a linha onde pode acabar a crise”. Além disso, há o custo de reparar os 370 aviões Max que estão em serviço, conforme indica Ken Hernert, da Canaccord. A estimativa é de 1,5 bilhão de dólares se a causa for o sistema que controla a estabilidade. Não é muito comparado aos 7,9 bilhões de lucro obtidos pela divisão de aeronaves comerciais. Mas ainda deve ser revelado o que causou o acidente da Ethiopian. A esse montante, acrescenta, poderá ser acrescido o atraso nos pagamentos das companhias aéreas se os aviões não forem entregues. Pressão públicaEsta crise e os danos à reputação do B737 Max podem enfraquecer a empresa na negociação de futuros contratos. Se, além disso, afetar o ritmo de produção do avião, isso pode diminuir o poder da empresa junto aos fornecedores de componentes. Tudo isso sem levar em conta a pressão pública, dos políticos, as ações na Justiça dos afetados ou o impacto sobre os 100.000 funcionários que a Boeing tem em todo o mundo. A Boeing é mais do que um orgulho nacional dos Estados Unidos. É também a empresa que tem mais peso no índice Dow Jones e qualquer queda arrasta o resto de seus componentes. Mas como lembra a investidora Stifel, no pregão “se passa muito rapidamente de ser amado a ser odiado”. A capitalização da Boeing na Bolsa superou os 250 bilhões de dólares antes do acidente da Ethiopian Airlines. Desde então, perdeu 12% de seu valor na última semana. O Brasil também acompanha de perto a situação da empresa. Em fevereiro, acionistas da Embraer aprovaram o acordo com a Boeing que prevê a formação de um novo grupo para a fabricação de aviões de até 150 lugares sob controle do gigante norte-americano. Os analistas da Edward Jones antecipam que a Boeing estará em uma espécie de limbo até que a causa do acidente seja determinada. “Se o problema for mecânico ou, pior ainda, se for preciso reavaliar a certificação”, alertam, “isso poderia fazer com que pedidos fossem cancelados e que o impacto financeiro seja maior”. As crises de confiança, concluem os analistas, olhando para o caso da fraude das emissões da Volkswagen, são complexas e o caminho para a recuperação é longo e doloroso. https://brasil.elpais.com/brasil/2019/03/16/economia/1552759107_537956.html
  15. Em voos de executiva o acesso à "cabine" de executiva é muito mais controlado, quase restrito aos passageiros da Executiva e aos tripulantes. Assim, a probabilidade maior é ser outro passageiro da executiva, como no caso das quadrilhas citadas pelo thgsr08; mas também podendo ser alguém da tripulação, como citado pelo thgsr08 e pela matéria por mim postada acima
×
×
  • Create New...