Jump to content

MR. STAR

Usuários
  • Content Count

    1,078
  • Joined

  • Last visited

About MR. STAR

  • Birthday 10/10/1966

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    Belo Horizonte, MG, Brasil
  • Data de Nascimento
    10/10/1966

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Brasília, DF, Brasil
  1. Ao menos 6 caças F-35 estavam perto da fronteira iraniana após Irã ter atacado bases dos EUA https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2020011715018743-lavrov-ao-menos-6-cacas-f-35-estavam-perto-da-fronteira-iraniana-apos-ira-ter-atacado-bases-dos-eua/ O ministro interino das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou hoje (17) que antes da derrubada do avião ucraniano pela defesa antiaérea do Irã havia pelo menos seis caças no ar depois do ataque iraniano contra bases militares dos EUA no Iraque. De acordo com Lavrov, Teerã esperava que ocorresse outro ataque dos EUA, no entanto esta informação não foi verificada. Na semana passada, em uma declaração transmitida pela TV estatal, o Irã admitiu ter derrubado o Boeing ucraniano causando a morte de 176 pessoas. Segundo as mesmas declarações, a aeronave civil voava próximo a um posto sensível do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã e acabou sendo confundido com uma possível ameaça. No dia 8 de janeiro, o Exército do Irã bombardeou bases usadas por militares estadunidenses no Iraque (Ain Al-Asad e Arbil) em resposta pela morte do general iraniano Qassem Soleimani, chefe da Força Quds do Irã.
  2. Tem matéria que cita o DC-10 da Varig com o Brizola (https://oglobo.globo.com/brasil/na-guerra-das-malvinas-um-flerte-com-morte-sobre-atlantico-sul-4711729) e várias outras que citam um 707 da Varig (https://www.naval.com.br/blog/2009/03/03/sea-harrier-intercepta-707-no-meio-do-atlantico-sul/). Acho mais provável ter sido o 707 porque os ingleses estavam "caçando" o 707 argentino.
  3. BBC: "Após dias de negativas, o Irã admitiu neste sábado (11) que derrubou com um míssil por engano um avião ucraniano com 176 pessoas a bordo. Todas morreram." https://t.co/yBqE1igtDW Não foi o 1º, não será o último. Guerras são sempre para atender a interesses econômicos poderosos. Sempre. As vítimas são sempre os mais fracos. Sempre. O JamBock postou noutro tópico e segue abaixo uma lista. Não foi o primeiro, não será o último... https://www.bbc.com/portuguese/geral-51068500?at_campaign=64&at_custom2=twitter&at_custom1=[post+type]&at_custom4=3EACEC9C-347A-11EA-B4CE-26FD923C408C&at_custom3=BBC+Brasil&at_medium=custom7 Os aviões comerciais derrubados em meio a guerras e conflitos entre países Há 1 hora Compartilhe este post com Facebook Compartilhe este post com Messenger Compartilhe este post com Twitter Compartilhe este post com Email Compartilhar Direito de imagemOUHOLLAH VAHDATI / ISNA / AFP Image captionPresidente iraniano afirmou que avião foi derrubado sem querer após "erro imperdoável" Após dias de negativas, o Irã admitiu neste sábado (11) que derrubou com um míssil por engano um avião ucraniano com 176 pessoas a bordo. Todas morreram. Mas a queda da aeronave da Ukraine International Airlines em meio à escalada da tensão entre EUA e Irã, provocada pelo assassinato (pelos americanos) do general iraniano Qassam Suleimani, não é um fato inédito. EUA x Irã: o que Brasil tem a ganhar ou perder ao apoiar Trump no conflito Queda de avião no Irã: o que levou EUA e Canadá a dizerem que Boeing ucraniano foi abatido por míssil Ao longo da história diversos aviões comerciais foram abatidos — em muitos casos por acidente — durante conflitos entre países e guerras civis. Direito de imagemNAZANIN TABATABAEE/WANA Image captionAo longo da história, diversos aviões de passageiros foram abatidos em meio a conflitos entre países e guerras civis Os Estados Unidos já foram, por exemplo, responsáveis pela derrubada de um avião comercial iraniano que matou 290 pessoas em 1988, entre elas 66 crianças, durante a guerra entre Irã e Iraque. A BBC News Brasil reúne aqui alguns casos emblemáticos de aeronaves de passageiros derrubadas durante conflitos armados. Queda de avião da Malaysia Airlines na Ucrânia, em 2014 O voo MH17 da Malaysia Airlines decolou no dia 14 de julho de 2014 de Amsterdã, na Holanda, com destino a Kuala Lumpur, na Malásia, com 298 pessoas a bordo. No caminho, quando sobrevoava uma região da Ucrânia controlada por separatistas pró-Rússia, o avião caiu sem deixar sobreviventes. A operação do voo era compartilhada ("code share") com a companhia holandesa KLM, do grupo Air France. O sobrevoo da Ucrânia era a rota mais utilizada nos percursos entre a Europa e o sul da Ásia. As investigações feitas pelo Departamento de Segurança da Holanda concluíram que o MH17 foi derrubado após um míssil explodir pouco acima do cockpit (cabine onde ficam os pilotos), fazendo o avião se quebrar em partes em pleno ar. O míssil integraria o sistema de defesa antiaérea Buk, desenvolvido inicialmente pela União Soviética e utilizado hoje pela Rússia. Direito de imagemBBC/OLEG VITULKIN Image captionVoo MH17 da Malaysia Airlines foi derrubado por um míssil quandro cruzava uma zona de conflito entre a Ucrânia e rebeldes separatistas russos O governo ucraniano e outras autoridades ocidentais afirmam que o míssil foi trazido da Rússia e lançado pelos rebeldes pró-Moscou que dominavam parte do leste da Ucrânia. Já os russos rejeitaram as acusações. A queda do avião, que sobrevoava a zona de conflito entre russos e ucranianos, ocorreu dois meses depois de a Crimeia declarar independência da Ucrânia e pedir anexação à Rússia, em 17 de maio daquele ano. Áudios atribuídos a separatistas russos indicam que a derrubada da aeronave comercial foi acidental. Eles teriam confundido o avião com um jato militar. Voo 655, da Iran Air, derrubado pelos EUA em 1988 Em 1988, o voo comercial 655 da companhia aérea Iran Air foi atingido por um míssil disparado por um navio da Marinha americana. A queda do avião ocorreu nos meses finais da guerra entre Irã e Iraque, na qual os Estados Unidos apoiavam os iraquianos e seu líder, Saddam Hussein. Na manhã do dia 3 de julho de 1988, o governo americano recebeu a informação de que um helicóptero lançado do navio da marinha dos EUA USS Vincennes havia sido atingido por disparos vindos de embarcações iranianas, no Golfo Pérsico. Enquanto isso, o Airbus A300 da Iran Air decolava de um aeroporto da cidade iraniana de Bandar Abbas. Segundo o governo americano, o radar do Vincennes detectou a aeronave comercial e os militares dos EUA a confundiram com um caça militar iraniano. O cruzador disparou dois mísseis, derrubando o avião e matando todas as 290 pessoas a bordo, sendo 245 de nacionalidade iraniana. Entre as vítimas havia 66 crianças. Na época, o então presidente americano, Ronald Reagan, ofereceu "condolências" às vítimas, mas os EUA jamais pediram desculpas às famílias delas pelo suposto erro. Direito de imagemKEYSTONE/GETTY IMAGES Image captionDerrubada do avião comercial iraniano ocorreu durante a guerra entre Irã e Iraque. Na época, os EUA apoiaram os iraquianos e seu líder, Saddam Hussein (à direita na foto). Anos mais tarde, os EUA entrariam em guerra contra o Iraque para derrubar Saddam Hussein As investigações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos concluíram que não houve "negligência" por parte dos militares responsáveis pela ação. Na época, o Irã classificou a derrubada da aeronave como um "ato criminoso", uma "atrocidade" e um "massacre" e processou os EUA na Corte Internacional de Justiça das Nações Unidas. Os dois países chegaram a um acordo em 1996 e o governo americano concordou em pagar US$ 61,8 milhões (cerca de R$ 252 milhões) às famílias das vítimas iranianas. Voo 902 da Korean Airlines, atingido pelos soviéticos na Guerra Fria O Boeing 707 da Korean Airlines partiu de Paris, na França, em 20 de abril de 1970, com direção a Anchorage, no Alasca, onde reabasteceria antes de proceder para o destino final, Seul, na Coreia do Sul. Mas, durante o trajeto, por um equívoco, a aeronave desviou-se do seu percurso e sobrevoou o território soviético. Interceptadores da URSS teriam lançado sinais de alerta, até que um jato militar passou a voar numa distância próxima ao Boeing 707. O governo soviético disse que o avião ignorou os sinais de comando. Foi então que foi dada a ordem de abater a aeronave, que foi atingida por um míssil. Um comerciante de Seul, de 36 anos, morreu na hora após se ferir na cabeça com os danos causados na fuselagem. Um japonês de 31 anos, que também estava sentado no local em que o míssil atingiu o avião, ficou gravemente ferido, perdeu muito sangue e acabou morrendo pouco depois. O piloto conseguiu fazer um pouso de emergência, muito bem-sucedido, num lago congelado na fronteira com a Finlândia. Os 107 sobreviventes foram resgatados por soldados soviéticos e liberados dois dias depois para retornarem a seus países. Voo 007 da Korean Airlines, derrubado na Guerra Fria O avião de passageiros da Korean Airlines estava viajando de Seul, capital sul-coreana, para Nova York, quando foi alvejado por um jato militar soviético no dia 1º de setembro de 1983, durante a Guerra Fria. Todos os 269 passageiros e tripulantes a bordo morreram. O avião foi abatido quando desviou do percurso normal e adentrou o espaço aéreo soviético, sobre a ilha de Sakhalin. Os líderes soviéticos inicialmente negaram ter participação no incidente, mas depois admitiram a derrubada sob o argumento de que a aeronave cumpria uma "missão de espionagem". Voos 825 e 827 da Rodésia Air, em 1978 e 1979 Os dois aviões comerciais foram derrubados na Rodésia, hoje Zimbábue, por integrantes da guerrilha Força Revolucionária do Povo do Zimbábue (Zipra). As aeronaves foram abatidas durante a guerra civil do país, na década de 70. Havia 56 pessoas a bordo do voo 825 da Air Rodésia quando ele foi atingido por um míssil em 3 de setembro de 1978. Dessas, 18 sobreviveram à queda do avião, mas dez foram, depois, mortas pelos rebeldes. O voo 827, também da Air Rodésia, foi atingido por um míssil em 12 de fevereiro de 1979. Todas as 59 pessoas a bordo do avião morreram.
  4. Ponte aérea Rio-SP Queda no preço Caiu o valor das passagens entre as duas maiores capitais do país. Pesquisa da Kayak indica que houve redução de até 42%. Por quê? Por causa da entrada da Azul como operadora de voos na ponte aérea. Ministro comemora Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) festejou a queda de preços no Twitter. Mostrou 1 recibo de passagem: O ministro compartilhou em seu perfil no Twitter recibo de passagem para comemorar a queda de preços
  5. Ponte aérea Rio-SP Queda no preço Caiu o valor das passagens entre as duas maiores capitais do país. Pesquisa da Kayak indica que houve redução de até 42%. Por quê? Por causa da entrada da Azul como operadora de voos na ponte aérea. Ministro comemora Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) festejou a queda de preços no Twitter. Mostrou 1 recibo de passagem: O ministro compartilhou em seu perfil no Twitter recibo de passagem para comemorar a queda de preços
  6. Simples, porque para ter o pedido aprovado, teria de ter Slot disponível nas 2 pontas (CGH e SDU/BSB/PLU/CNF) no horário solicitado. Assim, ter-se-ia o risco de ter o pedido negado não por causa de CGH e sim por não ter disponibilidade em SDU/BSB/PLU/CNF, acarretando a perda do Slot que se queria em CGH. Dessa forma, pede-se a ponta de CGH com a outra ponta onde se tenha certeza da disponibilidade e do não risco de ser negado por essa outra ponta. Com os pedidos que forem aceitos para CGH, depois mudam as outras pontas para as que se quer mesmo fazendo um movimento planejado de liberar os Slots da própria empresa em SDU/BSB/PLU/CNF para conectar com CGH.
  7. É a Boeing pagando o preço das próprias decisões. Tentou não perder mercado para a Airbus oferecendo o que não tinha (no prazo prometido): avião mais econômico que a versão anterior com quase total comutabilidade e sem necessidade de treinamento adicional! "O comercial calou a engenharia". A realidade trágica fez "a engenharia detonar o comercial". Muitas vidas desnecessariamente perdidas no processo...
  8. Retrofit da executiva do 777 tem 2 grandes vantagens que eram necessárias: 1) Fim do assento tobogã que não reclinava totalmente (você deitava de cinto e acordava de colar). 2) Acesso livre ao corredor a partir de todos os assentos. Mas há Executivas muito melhores.
  9. Mais problemas no 737 Max: computador incapaz de processar a quantidade de informações necessárias. E a investigação do processo que levou a falhas do 737 Max agora atinge o 787 "(...) No início do mês de junho foi descoberta uma falha crítica em um sistema de combate a incêndio [no 787], o que levou a Boeing a emitir um alerta de que o disjuntor projetado para extinguir o fogo dos motores tinha falhado em algumas circunstâncias. O FAA deu um aviso que existe potencial para que incêndio seja incontrolável. Entretanto, a opção de groundear o B787 foi abandonada. O B737-MAX (...) foi descoberto que um chip da placa-mãe de um determinado computador de bordo foi incapaz de processar a quantidade de informações fornecidas durante um cenário de testes, ocasionando uma falha catastrófica " https://www.milhasedestinos.com.br/investigacao-do-b737-max-atinge-o-b787/
  10. Deu um cano gigante no INSS, teve a dívida parcelada em 115 anos, aí comprou o avião. O Brasil não é um país sério...
  11. O que define o conforto de um avião é a CONFIGURAÇÃO adotada. Tamanho de avião e quantidade de corredores em avião é praticamente irrelevante na determinação do conforto.
  12. Estas são as melhores práticas internacionais estabelecidas, entre outras, pela OCDE. No setor bancário, por exemplo, há o "open banking" em que os bancos grandes são obrigados a abrir as operações para concorrentes.
  13. Regulador de verdade tem de atuar sim para assegurar concorrência e forçar a quebra de concentrações obrigado uma empresa a entregar/vender parte de suas operações para concorrentes. - Claro que analisando se essa "divisão" forçada não afeta o equilíbrio da empresa e fornecimento do serviço. Estas são as melhores práticas internacionais estabelecidas, entre outras, pela OCDE. - Uma empresa monopoliza os slots em um aeroporto? Ela fica proibida de receber qualquer novo slot e, em alguns casos, o regulador retira forçadamente parte dos slots e entrega a concorrentes. - Uma empresa monopoliza um mercado? Ela é obrigada a vender parte de suas operações a outra que queira concorrer.
  14. Não esqueceram não. Decidiram não aplicar com foco no lucro, para não atrasarem/encarecerem o projeto e perderem mercado para a concorrente
×
×
  • Create New...