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Seahawk

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  • Birthday 01/06/1976

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    06/01/1976

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  1. Latam rejeita proposta de US$ 5 bi e que poderia levar a diluição de controle acionário Por Mariana Barbosa OGLOBO 12/10/2021 • 12:47 A Latam rejeitou uma proposta de reestruturação de US$ 5 bilhoes que estava na mesa de negociação e que poderia levar a sua saída do Chapter 11. A empresa ainda tem outras propostas em negociação, mas se não chegar a um acordo até sexta-feira, deverá pedir extensão do prazo de exclusividade de negociação junto ao juizo da Recuperação Judicial nos EUA. A justiça americana pode aceitar ou não o pedido, e caso favorável, poderá estender até no
  2. Não só com conexões, com escala e conectividade a demanda aumenta. Não tenho dúvida que não só o carioca voaria mais se fosse "mais fácil" como também o turismo aumentaria com mais voos diretos, e principalmente melhor acesso ao GIG. Oportunidade desperdiçada nas Olimpíadas...
  3. Qual o seu chute? Qual o EBITDA esperado pós-sinergias, pós-pandemia? 500MM USD? Qual dívida líquida da operação doméstica BR? Talvez faça sentido.
  4. Em 2019, a receita líquida da operação doméstica BR da LATAM foi de USD 2.5bi, G3 3.1bi e Azul 2.4bi. Não consegui chegar no EBITDA e EBITDAR mas pelo reportado como estrutura de custos, a operação doméstica da LATAM sofre bastante.
  5. TJ, qual o tamanho da operação doméstica JJ? Receita, RPK, frota, resultado, etc.? Com se compara com AD e G3?
  6. É uma pena, pois a lógica é win-win. Concentra tráfego no GIG, gerar recursos para a solução de transporte, inclusive Rio-Niterói. E gera muito mais recursos para união, estado e município, com tributos gerados na construção e depois na operação, ICMS, IPTU, etc. Quase 1 milhão de m2 naquela localização com acesso direto ao aeroporto?
  7. O governo já vendeu por um preço acima do esperado o GIG, não dá para vender a mesma demanda duas vezes, canibalizando o aeroporto que foi outorgado. Agora, SE existisse transporte eficiente, seguro e confortável...o espaço imobiliário alí vale mais do que a outorga...mais de R$ 50 bi de VGV...
  8. A LATAM nunca entendeu a operação brasileira, deixou a Gol ocupar o mercado corporativo. Faria todo sentido para a Latam, ter parte do capital da Azul e se concentrar no mercado internacional.
  9. A360 ou Boeing “new clean sheet narrow body” só acontecem com nova tecnologia de propulsão. Não há um business case que justifique. O XLR tem seus compromissos de projeto. Capacidade de carga, payload, etc. limitam o projeto. É natural que tenha sucesso no ano de lançamento ocupando o nicho para o qual foi projetado, mas não será o backbone de nenhuma companhia.
  10. Pesadelo no setor hoje está longe...muito longe de ser o Max....Delta está negociando 100 Max...a aeronave estará de volta em 2020...problema hoje é maior 787 e 777 8/9.
  11. Multiplicando por 42 (um barril tem 42 galões) e subtraindo 3 USD/BBL de cracking margin...vc chega a conclusão que o jet fuel está com preço equivalente a 23 USD/barril.
  12. MRN, preço negativo é função do vencimento de contratos e da logística do produto, é efeito de curtíssimo prazo. Para junho temos um preço de 20USD/BBL. O óleo baixo impacta tanto o Max como o Neo. A razão é o Neo/Max é mais caro pela necessidade de amortizar o R&D do projeto entre outros. Para a economia operacional equilibrar com o custo de capital maior, é necessário que o petróleo, que adicionado à margem de craqueamento esteja por volta de 30-35 USD o barril. Abaixo de 30 USD o barril é melhor operar um CEO do que o NEO, do ponto de vista de custo. A 65 USD o barril como no iníc
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