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AlphaSix

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  1. Curiosa pra saber como vai ser o serviço de bordo. Doha tinha bandeja com comida fria e chá/café (que nunca dava tempo de servir). A380 sempre foi o inferno no ar na hora do serviço. Coitados dos comissários.
  2. Vou guardar o que eu gostaria de falar para manter um bom nível aqui, porque às vezes é difícil acreditar no nível tão baixo de interpretação de texto de algumas pessoas. O Ramon pediu indicações de escolas e eu recomendei a minha. Se você não tem uma pra recomendar, poderia ter ido para o tópico seguinte. Simples.
  3. Ninguém está fingindo ser 121, apenas condicionando o aluno para a realidade da linha aérea. Apenas um exemplo: checklists memorizados em inglês. Como não sou paga pra isso, não vou ficar debatendo sobre qual é melhor. De qualquer forma, deixo esse review para o autor do post. Não li todo, mas o que li está de acordo: http://canalpiloto.com.br/analise-ej/
  4. EJ. Paguei primeiro o PP e terminei de fechar o pacote até o INVA assim que comecei a voar. Pode ser mais cara, mas não é à toa. É nítida a diferença entre EJ e um aeroclube qualquer (não me xinguem). Então depende muito... se você só quer checar, tanto faz. Se você quer aprender no padrão linha aérea, recomendo a EJ.
  5. Informações confirmadas? Por isso eu disse "possibilidade". Não trabalho no SERIPA, portanto não serei arrogante pra afirmar qualquer coisa.
  6. Pensaram na possibilidade de ele não ter pago por esse voo? Pode ter sido apenas uma carona. Quero ver quem aqui recusaria...
  7. Que faça como a EK então: divida em grupos e a cada mês os grupos vão subindo em prioridade no bidding até chegarem no "top bid". Dentro de cada grupo ainda pesa a senioridade, mas todo mundo tem chance de conseguir os voos que quer. Eu sempre consegui pelo menos um e tinha a opção de 5 pedidos. Não sou nem contra, nem a favor, mas pagar pra trocar voo ou conseguir folgas é a coisa mais normal do mundo na Emirates e ninguém fica criando caso. É óbvio que a empresa sabe disso. Que diferença faz pra ela? Uma vez me ofereceram, se não me engano, 2000 Dhs por dois dias de folga no Natal e vi gente oferecendo 4000. Não aceitei porque eram folgas regulamentares antes de um GRU (que eu havia pedido). Ou então que criem um grupo nacional e um inter. Nisso eu concordo em se tratando de empresas americanas. Não posso afirmar que são todos, mas uma boa parte dos antigões são super rabugentos e grossos.
  8. Sim, mas não fizeram nenhum speech, mencionando o destino, até chegarem em EDI? Isso eu nunca vi, nem em voo fretado.
  9. Estranhíssimo e inaceitável. Acabei de ver na TV e, como a jornalista disse, "tem que pensar por conta própria." Parece fadiga, mas a trip inteira? Será que foram acionados todos em cima da hora? Mesmo assim não dá pra entender.
  10. O pax comum não sabe nem a diferença entre Airbus e Boeing. Teve um que uma vez insistiu comigo que tinha voado num A380 da Tam, pra vocês terem noção.
  11. Não basta a mídia e os interessado$ tentarem sempre botar a culpa nos pilotos. Agora são pilotos culpando outros pilotos... e nem analisaram as caixas pretas ainda. Que fase...
  12. Trechos de um dos meus livros favoritos: Impensável - Como e por que as pessoas sobrevivem a desastres "HIPNOSE Sob determinadas situações, em aviões que pegam fogo, navios que naufragam ou até campos de batalha improvisados, muitas pessoas param inteiramente de se mexer. O momento decisivo chega, e elas não fazem nada. Simplesmente desligam e de repente ficam inertes e paradas. Essa imobilidade baixa de modo involuntário, e é um dos comportamentos mais importantes e fascinantes no repertório das catástrofes. Acontece com muito mais frequência do que, digamos, o pânico. (Alguns pesquisadores chegam a chamar essa paralisia de "pânico negativo", uma vez que, sob alguns aspectos, é o oposto do pânico.)" "Na época do acidente em Tenerife, o psicólogo Daniel Johnson estava trabalhando em uma pesquisa sobre segurança para McDonnell Douglas. Ele ficou fascinado com o comportamento de paralisia, que tinha também sido observado em outros acidentes de aviação." Ter milhares de horas de voo pode não significar nada se o piloto em questão ficar paralisado. Simulador ajuda também a minimizar essa possibilidade, mas existe uma grande diferença entre você correr o risco de ser reprovado e o risco de morrer. Poucos pilotos vão passar por uma real emergência durante seus anos na aviação, então não dá pra dizer que o fulano com 20 mil horas salvaria a todos e o de 200h enfiaria o avião numa montanha. Isso é muito complexo. Esse negócio de número de horas de voo é uma eterna discussão. Quem precisou de mais pra entrar na linha vai sempre achar que quem precisou de menos tem menos capacidade, quando todos passaram pelo mesmo simulador e foram aprovados. Mas enfim... É só minha humilde opinião.
  13. Li em outro site que não sabiam dizer se o avião já tinha decolado. Como a notícia diz que receberam autorização para voltar pro gate, e não pra pousar, acho que não chegou a decolar.É realmente difícil de entender como se esquece um bebê num ambiente como um terminal, cheio de estranhos, onde se espera que os pais não desgrudem de seus pequenos. Mas esquecer um filho acontece. Eu já fui esquecida dormindo num banco da igreja, mas era um ambiente familiar e com certeza meus pais estavam relaxados. Essa notícia foi compartilhada num grupo de tripulantes da Emirates do qual participo, e inúmeros colegas comentaram que já aconteceu em voos deles. Desde bebê de esquecido enrolado numa manta a pais saírem separados e cada um achar que a criança estava com o outro. E eu não quero julgar nenhuma nacionalidade aqui e nem sei se a mãe era Saudita, mas o fato é que os Árabes geralmente têm babás. Ou pode simplesmente ter sido resultado de fadiga severa.
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