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CACTUS 25

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    São Paulo / SP / BRASIL
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    05/05/1952

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  1. No conceito original, o passageiro comprava o bilhete da Ponte Aérea, e não o bilhete de uma empresa aérea específica, e podia voar em qualquer voo da Ponte de qualquer empresa que estivesse fazendo o voo no momento.
  2. Mas não há problema estrutural. Há a insistência da Boeing / operadores em manter a mesma certificação do 737, ao invés de um processo novo. E em virtude disso, a necessidade de se "artificializar" diversas características do voo para manter essa comonalidade, com o uso do sistema MCAS e tambem do LAM. O que eu também de certa forma não concordo, mas na minha opinião é isso.
  3. RAO - QSC, 100 km de distância um do outro? De carro vai mais rápido. Está certo isso produção?
  4. Alguma previsão de expansão para o interior paulista, cidades como SJP, RAO ou Bauru ?
  5. Como assim? O 767 permite acionar o reverso em voo?
  6. 40 reclamações a cada 100 mil passageiros, e segundo lugar no índice de resolução dos problemas, configura mal das pernas?
  7. E também a composição da GOL no Ibovespa é de 0,2%, Azul nem compõe o índice. Não deve interferir nada...
  8. Avianca afirma que está em contato com a passageira para prestar o atendimento necessário e continua à disposição das autoridades para esclarecer o ocorrido Por Estadão Conteúdo 17 nov 2018, 11h28 - Publicado em 17 nov 2018, 09h45 No último dia 2 de novembro, a aposentada Maria Alice Arantes, de 88 anos, embarcou com duas filhas na classe executiva, em São Paulo, com destino a Nova York. Boa parte do voo transcorreu na madrugada, por isso ela e a maioria dos outros passageiros passaram dormindo. Pouco antes de pousar, quando foi conferir a bolsa, a senhora se deu conta que algo estava errado: sua carteira, com dinheiro e documentos, havia sido furtada dentro do avião. “Foi um susto horrível”, descreve a administradora de empresas Maria Carolina Arantes Cecchi, de 57 anos, que estava acompanhando a mãe no passeio aos Estados Unidos. Segundo conta, foram levados cerca de U$ 300 e R$ 200, em dinheiro, além de cartões de crédito. O afanador não havia poupado nem o RG ou o passaporte que estava com o visto americano da vítima. Imediatamente, comissários da Avianca, companhia aérea responsável pelo voo, foram chamados e inspecionaram algumas poltronas, mas não acharam nada. Segundo conta a filha, Maria Alice ficou nervosa e começou a chorar com medo de ser barrada no país. “Nós sabemos que as leis americanas são superrígidas, idosos não são tratados com preferência e a polícia não é brincadeira”, disse. Ao aterrissar, o comandante informou que, segundo as leis americanas, não poderia reter ninguém no avião para ser revistado. Ficaram só as três e a tripulação. “Alguns minutos depois, a polícia americana chegou e disse que os passageiros não poderiam ter sido liberados”, relatou Maria Carolina. Mas por precaução, a idosa havia levado um passaporte português, que sobreviveu ao furto e serviu como documento para entrar nos Estados Unidos. “Se não tivesse levado, o que teria acontecido? A gente teria de comprar bilhetes de volta?”, indaga Maria Carolina. “Só de imaginar ficar na salinha da polícia americana foi um horror.” Voo A viagem em família fora planejada com cuidado e antecedência, em especial porque a idosa, com problemas de mobilidade, inspira cuidados. Para andar, Maria Alice usa bengala na maioria das vezes. Em outras, vai de cadeira de rodas – um equipamento foi alugado pela família, por exemplo, para facilitar o deslocamento dela por Nova York. “Esta é a última viagem da minha vida, não sei se vou ter saúde para outra”, disse às filhas ainda antes de saber que passaria pelo transtorno. Logo no início do voo, o jantar foi servido. Passava das 23 horas e Maria Alice havia tomado remédio para dormir, mas a luz da TV do passageiro sentado na sua frente estava incomodando. Comunicou o contratempo a uma aeromoça e recebeu autorização para trocar de cadeira. Ao se mudar, decidiu não tirar a bolsa do lugar: estava guardada sob a poltrona. Maria Alice ainda acordou para ir ao banheiro e viu que uma aeromoça estava dormindo na sua poltrona antiga. Ao acordar mais um vez, percebeu que, desta vez, havia outro comissário cochilando no lugar. Investigação O furto foi registrado na Polícia Civil de São Paulo, por meio eletrônico, e informado à Polícia Federal. Segundo Maria Carolina, também foi feita reclamação na Avianca, mas a empresa não teria prestado assistência. “Objetos pessoais não são de nossa responsabilidade”, foi a resposta que diz ter recebido. Em nota, a Avianca afirma que está em contato com a passageira para “prestar o atendimento necessário e continua à disposição das autoridades para esclarecer o ocorrido o mais rápido possível”. Segundo o comunicado, “todos os procedimentos de segurança foram seguidos durante todo o voo”. https://veja.abril.com.br/brasil/aposentada-e-furtada-durante-voo-na-classe-executiva-para-nova-york/?fbclid=IwAR0sH3T_ndPTl6emx4CObBY1pcrRwj25eJNlzJRJs4B9xllIDzOq_pnSDxk
  9. O ministro Marco Aurélio Bellizze, do STJ, deu provimento ao Recurso Especial nº 1.699.780 SP, interposto por Willian Oliver Topal e Luciane Fontana da Silva em face de Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A., em decorrência de cancelamento de voo. Créditos: Banco de Imagens Pessoal Os recorrentes, por meio de seu advogado Fábio Scolari, ajuizaram ação de indenização por danos materiais e morais contra a empresa aérea alegando funcionários da empresa não os deixaram embarcar, uma vez que suas reservas do voo de volta foram canceladas por motivo de no show. Eles compraram, de forma errônea, o voo de ida partindo de Viracopos, na cidade de Campinas, mas queriam adquirir a passagem partindo de Cumbica, em Guarulhos. Ao perceberem o erro, adquiriram novas passagens de ida com embarque pelo aeroporto que desejavam Em virtude do impedimento de embarque, foram obrigados a adquirir nova passagem de volta, o que, em sua visão, era semelhante à prática de venda casada. Por isso, pediram a restituição dos danos materiais (R$ 607,46) e o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil para cada. O juiz de primeiro grau julgou improcedente o pedido, e o TJ-SP confirmou a sentença dizendo que não houve violação dos preceitos consumeristas do CDC. E completaram dizendo que os autores optaram pela promoção ofertada no site Decolar.com, com preços diferenciados, estando cientes das condições do negócio quanto à obrigatoriedade de utilização dos trechos e ao cancelamento automático na hipótese de não utilização nos termos avençados. Insatisfeitos, recorreram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O relator do REsp entendeu que assiste razão aos recorrentes, porque houve, de fato, violação ao Código de Defesa do Consumidor, especificamente ao art. 39, I, que veda, dentre outras práticas abusivas, condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos (venda casada). Para Bellizze, a previsão de cancelamento unilateral da passagem de volta em caso de no show no trecho de ida é prática vedada pelo CDC. No mesmo sentido, afirma que obrigar o consumidor a adquirir nova passagem aérea para efetuar a viagem no mesmo trecho e hora marcados, a despeito de já ter efetuado o pagamento, configura obrigação abusiva, pois coloca o consumidor em desvantagem exagerada, sendo, ainda, incompatível com a boa-fé objetiva, que deve reger as relações contratuais (CDC, art. 51, IV). O ministro ainda salientou que essa cláusula das empresas aéreas não tem outro fim, senão a maximização dos lucros, o que encontra limites nas relações consumeristas. Ele entendeu que se o consumidor não comparecer ao embarque no trecho de ida, a companhia aérea pode adotar medidas quanto à aplicação de multa ou restrições ao valor do reembolso, mas não pode haver qualquer repercussão no trecho de volta, se o consumidor não optar pelo cancelamento. Diante disso, reconheceu o ato ilícito da Gol Linhas Aéreas e a condenou ao pagamento de R$ 607,46, a título de danos materiais, e ao pagamento de R$ 5 mil cada autor por danos morais. Veja aqui o acórdão na íntegra: Acórdão STJ RESP Repetitivo Processo: Recurso Especial nº 1.699.780/SP Ementa: RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. TRANSPORTE AÉREO DE PASSAGEIROS. AQUISIÇÃO DE PASSAGENS DO TIPO IDA E VOLTA. CANCELAMENTO AUTOMÁTICO E UNILATERAL DO TRECHO DE VOLTA, TENDO EM VISTA A NÃO UTILIZAÇÃO DO BILHETE DE IDA (NO SHOW). CONDUTA ABUSIVA DA TRANSPORTADORA. VIOLAÇÃO DOS ARTS. 51, IV, XI, XV, E § 1º, I, II E III, E 39, I, DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. RESSARCIMENTO DAS DESPESAS EFETUADAS COM A AQUISIÇÃO DAS NOVAS PASSAGENS (DANOS MATERIAIS). FATOS QUE ULTRAPASSARAM O MERO ABORRECIMENTO COTIDIANO. DANOS MORAIS CONFIGURADOS. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. 1.A controvérsia instaurada neste feito consiste em saber se configura conduta abusiva o cancelamento automático e unilateral, por parte da empresa aérea, do trecho de volta do passageiro que adquiriu as passagens do tipo ida e volta, em razão de não ter utilizado o trecho inicial. 2.Inicialmente, não há qualquer dúvida que a relação jurídica travada entre as partes é nitidamente de consumo, tendo em vista que o adquirente da passagem amolda-se ao conceito de consumidor, como destinatário final, enquanto a empresa caracteriza-se como fornecedora do serviço de transporte aéreo de passageiros, nos termos dos arts. 2º e 3º do Código de Defesa do Consumidor CDC. Dessa forma, o caso em julgamento deve ser analisado sob a ótica da legislação consumerista, e não sob um viés eminentemente privado, como feito pelas instâncias ordinárias. 3.Dentre os diversos mecanismos de proteção ao consumidor estabelecidos pela lei, a fim de equalizar a relação faticamente desigual em comparação ao fornecedor, destacam-se os arts. 39 e 51 do CDC, que, com base nos princípios da função social do contrato e da boa-fé objetiva, estabelecem, em rol exemplificativo, as hipóteses, respectivamente, das chamadas práticas abusivas, vedadas pelo ordenamento jurídico, e das cláusulas abusivas, consideradas nulas de pleno direito em contratos de consumo, configurando nítida mitigação da força obrigatória dos contratos (pacta sunt servanda). 4.A previsão de cancelamento unilateral da passagem de volta, em razão do não comparecimento para embarque no trecho de ida (no show), configura prática rechaçada pelo Código de Defesa do Consumidor, nos termos dos referidos dispositivos legais, cabendo ao Poder Judiciário o restabelecimento do necessário equilíbrio contratual. 4.1.Com efeito, obrigar o consumidor a adquirir nova passagem aérea para efetuar a viagem no mesmo trecho e hora marcados, a despeito de já ter efetuado o pagamento, configura obrigação abusiva, pois coloca o consumidor em desvantagem exagerada, sendo, ainda, incompatível com a boa-fé objetiva, que deve reger as relações contratuais (CDC, art. 51, IV). Ademais, a referida prática também configura a chamada venda casada, pois condiciona o fornecimento do serviço de transporte aéreo do trecho de volta à utilização do trecho de ida (CDC, art. 39, I). 4.2.Tratando-se de relação consumerista, a força obrigatória do contrato é mitigada, não podendo o fornecedor de produtos e serviços, a pretexto de maximização do lucro, adotar prática abusiva ou excessivamente onerosa à parte mais vulnerável na relação, o consumidor. 5.Tal o quadro delineado, é de rigor a procedência, em parte, dos pedidos formulados na ação indenizatória a fim de condenar a recorrida ao ressarcimento dos valores gastos com a aquisição da segunda passagem de volta (danos materiais), bem como ao pagamento de indenização por danos morais, fixados no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), para cada autor. 6.Recurso especial provido. (STJ REsp 1699780/SP, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, julgado em 11/09/2018, DJe 17/09/2018) Juristas.com https://www2.pbagora.com.br/noticia-amp/paraiba/20181109213008/gol-linhas-aereas-condenada-pela-pratica-de-venda-casada
  10. A Fly Jamaica Airways Boeing 757-200, registration N524AT performing flight OJ-256 from Georgetown (Guyana) to Toronto,ON (Canada) with 120 passengers and 8 crew, was climbing out of Georgetown when the crew stopped the climb at FL200 due to a hydraulic failure and decided to return to Georgetown. The aircraft landed on Georgetown's runway 06 at 02:53L (06:53Z) but veered right off the runway and came to a stop to the right of the runway just short of the runway end. The aircraft was evacuated via slides. There were six minor injuries, the aircraft sustained substantial damage with the right main gear collapsed, the right engine sparated from the wing and right wing damage. The injured were taken to a hospital. Guyana's Minister of Public Infrastructure reported the aircraft carried 118 passengers, two infants and 8 crew. The crew declared emergency and returned to Georgetown. 6 people received minor injuries and were taken to the local hospital. The airline reported the aircraft returned to Georgetown with a technical problem and suffered an accident on landing. Related NOTAM: A0091/18 NOTAMN Q) SYGC/QFALC/IV/NBO/A/000/999/0629N05815W005 A) SYCJ B) 1811090800 C) 1811091300 E) AD CLSD DUE DISABLED ACFT ON RWY F) GND G) UNL A0093/18 NOTAMN Q) SYGC/QFAAL///A/000/999/0629N05815W005 A) SYCJ B) 1811091230 C) 1811121230 E) AD OPR. ACFT NOT ALLOWED TO LAND RWY 24 DUE DISABLED ACFT APRX 385M NE OF THR RWY 24, AT A HGT OF 30FT ABV THR. F) GND G) UNL Metars: SYCJ 090800Z VRB02KT CAVOK 23/22 Q1009 NOSIG= SYCJ 090700Z VRB02KT CAVOK 23/22 Q1010 NOSIG= SYCJ 090600Z VRB02KT CAVOK 23/22 Q1010 NOSIG= SYCJ 090500Z VRB02KT CAVOK 23/23 Q1010 NOSIG= SYCJ 090400Z VRB02KT CAVOK 24/23 Q1010 NOSIG= SYCJ 090300Z VRB02KT CAVOK 24/23 Q1010 NOSIG= SYCJ 090200Z 05004KT CAVOK 24/24 Q1010 NOSIG= SYCJ 090100Z 08004KT CAVOK 25/24 Q1010 NOSIG= http://avherald.com/img/fly_jamaica_b752_n524at_georgetown_181109_1.jpg http://avherald.com/h?article=4c00d6b3&opt=0 https://www.bbc.com/news/world-us-canada-46154179
  11. A lógica é que, caso você tenha uma empresa com seus funcionários CLT, você não pode "forçar" uma demissão para fazê-los abrir uma empresa e então em contratar terceirizado. Por isso esse prazo estabelecido em lei. A contrapartida é esse problema que estamos vendo agora com essa demissão do pessoal de solo da LATAM. O que deveria servir para protegê-los, agora está os impedindo de serem contratados novamente.
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