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ErickCF

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  1. A gente sabe, risos. O conselho de administração é composto majoritariamente por políticos, que nunca tomaram uma decisão técnica sequer; nem ouviam e tampouco aceitavam conselhos de pessoas com experiência no setor aéreo (pilotos, engenheiros, diretores e afins) que ocupavam postos de liderança na empresa e tinham a noção do buraco onde estavam se metendo com a compra do referido avião, que diga-se de passagem, trouxe dores de cabeça desde as primeiras entregas (pós-venda russo é sofrível, ou melhor, é nulo). A situação dentro da companhia me lembra a uma empresa de cor azul que existia nas
  2. Acho que ele quis se referir a malha que a empresa mantinha no GIG pré-falência; ou como citou OceanAir, a malha da finada antes do rebranding para Avianca Brasil e expansão em 2010.
  3. Talvez em VVI obtenham certo exito, já que com exceção da BoA, nenhuma aérea mais voa entre os Estados Unidos e Bolívia; e ruim por ruim, leva melhor quem oferecer o menor preço e horários de conexão. Agora, Argentina, com concorrência?... Vai se tornar Guayaquil 2.0
  4. Ali não é despacho de decisão, é o arquivamento da ata de uma Assembléia Extraordinária qualquer, sem data, no site da Junta Comercial de São Paulo (que não tem competência jurídica alguma), que na ordem do dia, dentre outras coisas, queria destituir o presidente (Sidnei) e eleger uma nova diretoria; o que é impossível, já que o Sidnei foi reconhecido pela justiça como administrador judicial da Itapemirim durante a recuperação judicial.
  5. Muita calma nessa hora. Procurando no diário eletrônico do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e no Processo Judicial Eletrônico (PJe), consultando diretamente o CPF das partes (Sidnei e Camila), bem com o CNPJ da empresa, não achei nenhuma tramitação/processo sobre esse causo específico (transferência de controle da empresa); aliás, o único causo desse tipo que me aparece lá, é o que justamente destituiu a Camila em favor do Sidnei no ano passado. Detalhe que no print que o site exibe, da Junta Comercial de São Paulo, o cabeçalho consta "Arquivamento de A.G.E" (a função de uma junta comer
  6. Segundo pilotos, eles já vinham observando a construção há algum tempo, relatavam as autoridades, mas era um empurra-empurra de responsabilidade. AASANA dizia que era da DGAC, que dizia que era do governo nacional, que era do departamento, que dizia que era da prefeitura, que dizia que era da AASANA (e aí continua o ciclo sem fim). E como foi dito por alguém acima, mas pra cobrar imposto, todo mundo aparece.
  7. Agora à noite, a AASANA (responsável pelos serviços de navegação aérea na Bolívia) emitiu um NOTAM proibindo pousos pela cabeceira 28 e decolagens pela 10 em El Alto, devido a construção irregular de um prédio de 31 metros (!!!) a 886 metros da cabeceira 28 em El Alto. Já não bastasse a situação cômica, se não trágica, as autoridades estão num troca-troca de acusação sobre de quem é a responsabilidade por regulamentar e fiscalizar as obras no entorno do aeroporto. Enquanto isso, as companhias aéreas já estão notificando os pilotos a verificarem às condições em SLLP antes de decolarem para lá,
  8. Discordo, tem empresa séria que segue esse "caminho", como a Interjet (México) - diga-se de passagem, a situação financeira da empresa não está nada boa, resultado de péssimos investimentos, incluindo o Superjet 100. E o COVID foi o balde d'água fria. XA-ABM - Alejandro Beristáin Mercado (Diretor Financeiro) XA-BMO - Benjamín Mejía Ortíz (Diretor de Operações) XA-GAC - Gabriela Álvarez Ceniceros (Representante Legal/Jurídica) XA-JLG - José Luis Garza (ex-CEO) XA-WJS - William J. Shaw (atual CEO)... E por aí vai. Tem nome de pai (Ex-Presidente do México),
  9. Olha, eu era super-fã da Avianca, tive ótimas experiências na Oxané (tanto pessoal, quanto profissional), e não sou fã da Azul (como passageiro), mas inegavelmente, o serviço é "outro padrão". Começando pela frota, o conforto dos E-Jets na configuração 2-2 é inigualável; o entretenimento a bordo, é outro patamar (com conteúdo atualizado e claro, o diferencial da TV Ao Vivo). O ar modernista (e sofisticado) da configuração de cabine dos Airbuses da Azul também é algo que chama atenção dos passageiros. Nos últimos anos da O6, ao contrário, o serviço só piorou (analisando com um olhar mais crític
  10. Que agonia, meu Deus... (o meu não chega a ser bem toque, é SOC, mas neste caso, acho que qualquer cidadão fica agoniado)
  11. Ando totalmente sem esperanças com o Brasil... Cheguei a reconsiderar isso em 2018, acreditando que tomaríamos novos rumos na política (mesmo que mínimos, já que a mudança é lenta e gradual); me enganei. É enraizado, nunca mudaremos. E o último que sair da República das Bananeiras, apague às luzes.
  12. E La Cámpora (Ks) vão a loucuraaaa. Quem será a próxima? A Flybondi ou a JetSMART Argentina?
  13. Acho que paralelamente a relicitação de São Gonçalo do Amarante, o Ministério da Infraestrutura deveria começar a pensar em alternativas para a integrar o aeroporto à capital. Porque do jeito que está/é, duvido que haja interessados; a menos que a PPI seja "justa" e condizente com a realidade do terminal, diga-se de passagem, fadado ao fracasso (pelas condições atuais).
  14. O Airbus A330-200 foi o carro-chefe da modernização e expansão internacional da Avianca no começo da década passada, substituindo os veteranos 767-300ER. Posteriormente, com o Boeing 787, a intenção foi novamente conduzir uma modernização (na Colômbia), somada a uma expansão internacional (com novos destinos europeus), e o crescimento de suas filiais e associadas, no mercado inter-regional, é tanto que mandou A332 subarrendado pra cá (Brasil) e baseou alguns em LIM, para voar especialmente em rotas na América do Sul (GRU, GIG, EZE, SCL). Quanto ao A330-300, foi um avião tampão, já que boa part
  15. Nos últimos meses de 2019 e começo de 2020, a participação se reduziu ainda mais. Jan/Fev de 2020, participação caiu a 1.9 por cento. Abertura do mercado peruano foi gota d'água para a Avianca Perú e demais companhias aéreas locais.
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