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ErickCF

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  1. Ando totalmente sem esperanças com o Brasil... Cheguei a reconsiderar isso em 2018, acreditando que tomaríamos novos rumos na política (mesmo que mínimos, já que a mudança é lenta e gradual); me enganei. É enraizado, nunca mudaremos. E o último que sair da República das Bananeiras, apague às luzes.
  2. E La Cámpora (Ks) vão a loucuraaaa. Quem será a próxima? A Flybondi ou a JetSMART Argentina?
  3. Acho que paralelamente a relicitação de São Gonçalo do Amarante, o Ministério da Infraestrutura deveria começar a pensar em alternativas para a integrar o aeroporto à capital. Porque do jeito que está/é, duvido que haja interessados; a menos que a PPI seja "justa" e condizente com a realidade do terminal, diga-se de passagem, fadado ao fracasso (pelas condições atuais).
  4. O Airbus A330-200 foi o carro-chefe da modernização e expansão internacional da Avianca no começo da década passada, substituindo os veteranos 767-300ER. Posteriormente, com o Boeing 787, a intenção foi novamente conduzir uma modernização (na Colômbia), somada a uma expansão internacional (com novos destinos europeus), e o crescimento de suas filiais e associadas, no mercado inter-regional, é tanto que mandou A332 subarrendado pra cá (Brasil) e baseou alguns em LIM, para voar especialmente em rotas na América do Sul (GRU, GIG, EZE, SCL). Quanto ao A330-300, foi um avião tampão, já que boa parte da frota de 787 ficou em terra por um bom tempo por causa dos motores. Sobre o A350, sempre foi para o Brasil; e o pedido foi cancelado posterior a falência da Oceanair.
  5. Nos últimos meses de 2019 e começo de 2020, a participação se reduziu ainda mais. Jan/Fev de 2020, participação caiu a 1.9 por cento. Abertura do mercado peruano foi gota d'água para a Avianca Perú e demais companhias aéreas locais.
  6. Não tem como agradecer quando são os próprios passageiros que estão desistindo de viajar para a Europa pelo temor com a enfermidade.
  7. Nesse momento, cidadão franceses e funcionários da Airbus em geral estão reunidos em Lévignac (comuna francesa cujas ruas ficaram famosas pela passagem dos comboios com a fuselagem do A380) para celebrar a travessia da seção da fuselagem do último Super Jumbo que será montado.
  8. Só esqueceu de mencionar que, a atual alta do dólar é nominal, não considera a correção da inflação. Já tivemos picos anteriores de chegarmos na cotação de 1/10 (2002/2003) com a correção inflacionária da época. No período 2010-2016 (Dilma), tivemos picos de até 1/7 corrigindo na inflação, que pela primeira vez na história, atingiu dois dígitos. Sem contar que, os picos passados deram-se por motivos destintos dos atuais. Nos anteriores, o país era acometido por uma crise econômica sem precedentes em nossa história (não que estejamos totalmente recuperados, mas estamos em uma situação muito melhor à anterior); agora, temos cenários diferentes: Guerra comercial entre as duas maiores potências econômicas globais, uma pandemia mundial batendo na porta de vários países (incluindo a China, primeira/segunda maior economia do planeta) e não menos importante, e a principal por trás da alta do dólar, a inflação e taxas de juros a longo prazo nos Estados Unidos, resultando numa fuga de capital dos países em desenvolvimentos para voltar-se a investir em títulos nos Estados Unidos (que agora têm maiores projeções de ganhos).
  9. Levy também é, atualmente, membro do conselho de Administração da Copa Airlines. Lembrando que há um tempinho atrás, foi ele quem comprou a XTRA Airways para assegurar a certificação 121.
  10. Acho que podemos somar ao fator Air Nostrum, o bloco de aeroportos do nordeste, cujo leilão foi vencido pela concessionária estatal espanhola AENA. Possa ser que, ambas trabalhem juntas para impulsionar a conectividade regional na região nordeste, e quebrar o inegável 'monopólio' da Azul no mercado regional dessa região.
  11. Acordado sempre estou, é que da aviação brasileira, eu não duvido mais nada, tudo torna-se possível. Há pouco mais de um ano, quem diria que a Avianca Brasil iria para o saco? (Lembro-me da AFA Azul/Avianca). E que a Passaredo -aquela que atrasa salários, obrigações trabalhistas e inclusive, o arrendamento de aeronaves- iria comprar uma rival (MAP) e trazer mais aviões? Que a Azul poderia comprar a TWOFlex. Tantas coisas estranhas ocorreram nos últimos doze meses, que eu não duvido é de mais nada.
  12. Ouvi um papo de A220 e CVC por trás, será? (Sonhar não custa nada).
  13. O van der Werff está fazendo um trabalho excelente, dentro do possível, para reestruturá-la. No tocante a frota, nessa última semana, mais dois A318 foram retirados, totalizando quatro; somente seis seguem ativos. Quanto a rotas, novamente, passou-se a tesoura na base LIM (a terceira já, esse ano), com o cancelamento de voos a HAV (já a partir desta sexta-feira 15/11), CUN, ASU e MVD (a partir de 15/01) - ênfase que hoje, a LATAM Perú anunciou mais três frequências adicionais na rota LIM-ASU-LIM, tornando-se diária a partir de 06/01. No mês passado, no mercado colombiano, foi anunciado uma nova classe tarifária doméstica (sem bagagem, marcação de assento etc) para concorrer com a Viva Air e Wingo.
  14. A questão é: Será que foi comprada mesmo? Zumzumzum que foi apenas um 'acordão' de conveniência (onde ambas saem ganhando). Verídico ou não, desejo a ambas muita sorte e crescimento (e que paguem os funcionários em dias).
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