Jump to content

PT-WRT

Usuários
  • Content Count

    806
  • Joined

  • Last visited

About PT-WRT

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    Sao Paulo
  • Data de Nascimento
    24/01/1958

Profile Information

  • Location
    sao paulo

Recent Profile Visitors

272 profile views
  1. Concordo com relação a novela que seria a construção de um trem para VCP o que torna está possibilidade apenas um devaneio. Mas o paulistano quer ir para GRU de trem, tanto e que o serviço connect vive lotado....agora o expresso aeroporto e seus horários "de vale" como explicou o A345, não são nada atrativos, vai rodar vazio mesmo. E com malas, fazer duas baldeações, uma em engenheiro Goulart e outra no Brás (para continuar na CPTM ou pegar o metrô), não e nada fácil. De mochila ou mala pequena da para encarar e chega antes na paulista. Se houvesse um trem para VCP acho que ele seria sim uma alternativa. Agora não acho que vai ter um trem para lá tão cedo! Abracos
  2. A regra atual só permite a utilização para maiores de 8 anos e entre 8 e 12 anos somente voos diretos. Mas estás regras mudaram em 2019 e podem ter mudado antes, como a própria Latam reconhece que houve o transporte e a perda da conexão, provavelmente na época permitia Abraco
  3. Não e tão maquineista e simplório. Existe uma diferenca muito grande entre valorar a prova e violar o principio da ampla defesa, por isso o parágrafo seguinte ao que você citou dizia o seguinte: 'Isso não significa que a palavra da vítima (ou das testemunhas) é absoluta, pois ela pode ser corroborada ou desacreditada por outros meios de prova e ainda sujeita ao crivo dos julgadores." O Reu não precisa provar a sua inocência, agora isso tampouco significa que não se pode provar o crime e a autoria com a palavra da vítima, desde que obviamente ela esteja em harmonia com o resto do conjunto probatório. E um erro muito comum das pessoas achar que na "palavra de um contra o outro" o réu deve ser absolvido, o que não e verdade, pois o juiz deve acolher a versão.que considera mais plausível. Em crimes sexuais a palavra da vítima ganha maior relevância por motivos óbvios. Então Fernandinho, acho que são coisas diferentes, apesar de estarem relacionadas. Existem obviamente erros judiciais, alguns absurdos (sim conheço casos de pessoas presas por estupro.sem nenhuma prova), principalmente em um sistema como o nosso, em que a prova via de regra a mal produzida e pouco técnica. A deficiência na formação da prova e talvez o maior problema de um processo judicial. Aí entra o tema que voce citou que está muito em voga nos EUA por conta da série "olhos que condenam" que conta a história dos "cinco do central park". Nestes casos a indução de falsas memórias não está na concepção do crime, pois este de fato ocorreu (não são supostas vítimas) e sim na indução do reconhecimento de pessoas erradas (aqui sim, supostos autores) por conta da deficiência da atividade de investigação. A fragilidade do reconhecimento e discutida desde a Grécia De fato existem estudos (e infelizmente uma porrada de casos reais) que demonstram que uma vítima fragilizada, em um cenário de percepção reduzida (rapidez da ação, pouca luminosidade, uso de mascaras, etc), propiciam que os investigadores introjerarem na vitima (que está sofrendo um processo de vimimizacao secundária) memórias falsas de um suspeito, principalmente se relacionadas a algum fenótipo específico (negros, asiáticos, altos, baixos). Com o reconhecimento as autoridades passam a forçar por uma confissão, em um processo de lógica invertida, encontram o suspeito e depois produzem provas contra ele e não localizam o suspeito através das provas. São feitos reconhecimentos fotográficos ou presenciais sem respeito as regras do art. 226 do CPP (STJ e STF entendem como recomendação) muitas vezes com claro sugestionamento (4 brancos e um negro e a descricao do acusado e de negro por exemplo)ou álbum de fotos de suspeitos quando presos na delegacia com aquela placa. O reconhecimento informal da audiência e a mesma coisa....o cara chega algemado, na condição de acusado...a vítima tem certeza que e ele. Uma vez convenci o juiz a trocar um Reu (algo completamente fora dos padrões) e a vítima reconheceu o réu errado. Nestes casos se o acusado não tiver uma defesa boa, certamente acabará condenado. E não estamos aqui a discutir a inversão do ônus da prova para acusação, a desqualificar da prova testemunhal ou o erro no modelo de julgamento, mas sim a ineficiência do sistema persecutório em.produzir.provas reais, motivo pelo.qual produzem falsas provas (incluindo aí as.falsa memórias do acusado). Por incrível que pareça estes "fakes reus" são produzidos.muito mais em crimes patrimoniais como roubo ou furto, que são comuns ao cotidiano e que praticamente toda a.proca e feita no flagrante e sob controle das polícias (militar que prende o réu e civil.que homologa). Nós crimes sexuais, como.raramente.ha flagrante, a comunicação costuma ser tardia e a palavra da vítima ganha relevo, se tem um cuidado muito maior, sendo mais raro a utilização desta "técnica". Aliais a realidade e que e muito difícil uma vítima deste tipo de crime que não tenha sido estuprada com violência por estranhos, consiga passar pelo crivo da delegacia sem orientação de um advogado. Uma pessoa adulta que invente sozinha uma história não consegue sustenta-la, vide o caso do "menino" Ney. Em crianças já e mais complicado, principalmente na briga entre os pais, um deles pode fazer uma acusação falsa e implantar memórias falsas nas crianças (neste caso sim, de um crime não cometido) em.processo conhecido como alienação parental. Mas especialistas de psicologia forense conseguem identificar o teor "adulto" das descrições. Enfim...mais uma vez, o problema não está na inversão da presunção da inocencia, que ainda, eu disse ainda, não e um modelo de julgamento vigente em nosso país, até pq para o cara sentar no banco dos reus uma serie de pessoas já foi convencida de que existem indícios de que ele cometeu o crime, (delgado, promotor, juiz que recebeu a denuncia) o que naturalmente o coloca numa posição de desvantagem em um momento que o que vale e o in dúbio pro sociedade (a presunção de inocência e regra de julgamento e não de processo). A grande e questão está na qualidade da prova produzida as vezes inválidas ou deliberadamente forjadas para condenar alguem, ou no movimento inercial do judiciário em achar normal os processos tocados sem provas técnicas importantes, de tanto que se utiliza o modelo reconhecimento/confissão, as vezes deixando de se pedir perícia ou Dna, por exemplo. Como poucos podem pagar por bons defensores e a defensoria e esforçada, mais ainda pequena e sem recursos para encarar uma cruzada em prol da prova técnica, erros da fase de apuração acabam sendo convalidados e perpetuados, destruindo a vida de inocentes e não entregando a justiça as vítimas. Abracos
  4. Fernandinho, O que passei acima foi a jurisprudência dominante (praticamente pacífica) em nossos tribunais sobre a desnecessidade de prova pericial que pode ser suprida por prova testemunhal (que não se confunde com o depoimento pessoal da vítima) e a relevância da palavra da vítima em casos de violência sexual (principalmente contra menores), em contraposição a opinião do nosso colega que disse que não haveria materialidade pelo fato de não haver exame de corpo de delito após 2 anos. A preponderância do depoimento pessoal da vítima em crimes sexuais, decorre da circunstância de que normalmente este é o único elemento de prova possível, pois se trata de uma modalidade criminosa em que na maioria dos casos somente estão presentes as vitima e o autor. Este entendimento não é uma opinião minha, mais sim do judiciário brasileiro julgando casos desta espécie. Você pode concordar ou não com esta tese, mas não há como negar o standart de julgamento que hoje é praticado. Ou seja, não se pode ter "um pé atrás" quando a única prova é testemunhal (ou o depoimento pessoal da vítima) pois ela pode sim, ser suficiente para a condenação e na maioria dos casos será. Isso não significa que a palavra da vítima (ou das testemunhas) é absoluta, pois ela pode ser corroborada ou desacreditada por outros meios de prova e ainda sujeita ao crivo dos julgadores. A prova testemunhal possui tanta validade quanto as outras, ganhando maior ou menor relevância a depender do caso concreto e do próprio convencimento motivado do juiz. A criação de memórias induzidas em crianças é uma questão muito séria (principalmente em casos de alienação parental), mas deve ser tratada caso a caso por profissionais especializados e não apontada como uma tendência comportamental a desabonar a sua utilização para condenação ou absolvição na esfera penal. Abraços
  5. O Exame de corpo de delito não é indispensável, podendo a prova de materialidade ser feita por outros meios (principalmente prova testemunhal). Em crimes sexuais a palavra de vítima é de extrema relevância, sendo que de forma nenhuma pode-se descartar a materialidade pelo decurso do tempo, ainda mais considerando-se a vítima menor e o criem a apenas 2 anos. De resto o relato da reportagem é extremamente vago e genérico para se tirar qualquer conclusão, não acho nem que é estranho, acho mais que é bastante incompleto. Abraços
  6. Quando o idoso opta por ir sozinho, mesmo apertado por um funcionário da empresa, configura a responsabilidade exclusiva da vítima que citei acima. O difícil é provar isso e a prova é da empresa. Exato, a única incapacidade legal e dos menores de idade. As outras incapacidades, depende de deficiências físicas ou mentais então precisam ser declaradas em juízo. A empresa aérea não tem como saber se um maior de idade e incapaz ou não, de forma que depende da informação por parte do seu curador O que a empresa pode fazer e negar o embarque de passageiro cuja dificuldade de compreensão ou de locomoção, comprometam a sua segurança e a do voo. Por isso que passageiros nestas condições devem estar acompanhados e encaminhar o MEDIF no prazo adequado. Discordo, a tripulação não tem o poder legal de deter uma pessoa capaz e que não esteja cometendo um ato ilegal. O que ela pode fazer e o contrário, desembarcar alguém que não tem condições físicas ou mentais de prosseguir no vôo. A responsabilidade da empresa se encerra quando o idoso(ou qualquer um)descumpre a solicitação do funcionário mesmo alertado dos riscos. Abracos
  7. Não importa se não é cobrado a parte, como a empresa oferece o serviço dentro do contrato de transporte, se responsabiliza pelo passageiro, de forma que só não tem que pagar a indenização se provar a culpa exclusiva da vítima. De resto, concordo com você, não tem como impedir o idoso de sair, o que gera uma situação difícil e potencialmente perigosa Abraços
  8. E realmente uma questão muito difícil... Sem entrar no mérito do caso concreto, pq não sabemos o que de fato aconteceu. Mas, de um lado a empresa ao vender o serviço se responsabiliza pelo acompanhamento e de outro, uma situação nada incomum ver um idoso impaciente em esperar o apoio do pessoal de terra e sair do avião por conta própria...criando aquela questao bem difícil de gerenciar. Abraços
  9. Não sei qual o seu critério para definir.se uma empresa e eficiente ou não (o que as vezes e meio nebuloso), mas em qualquer critério conhecido e que sirva de base de comparação entre empresas, pelo menos do ponto de vista operacional as empresas aéreas brasileiras são sim muito eficientes, tem Cask baixo, alta ocupação, alta produtividade, alta utilização de aeronaves, pontualidade e assim por diante. O problema das empresas aéreas brasileiras e a parte financeira....cuja eficiência e deveras complicada no Brasil....as vezes por mal gestão e fato, mas umas série de complicadores (mercado/tributos/crédito/regulamentcao/falta de infra)dificulta muito a vida de uma empresa aérea aqui. E as LC/LF vão enfrentar estes mesmos problemas, então a reportagem está correta ao afirmar que enquanto as cias aéreas brasileiras forem eficientes, não há brecha para a sobrevivência de LCLF baseada em modelo de redução de custos..... Abracos
  10. A questão e controversa, ainda pendente de análise do STF sobre o tema, mas na via administrativa, recente decisão do CARF, vetou a utilização de prejuízos da empresa original para compensar impostos da nova empresa após fusão ou incorporação. Abraços
  11. Basicamente e numa tradução bem simplista, a GOL disse ao mercado que apesar dos números recentes indicarem um aumento do endividamento por conta do prejuizo, ela continua comprometida com sua política de redução da divida global, diante da melhora do seu resultado financeiro. Ou seja, como a GOL hoje deve menos e continua pagando sua dívida, quando ela precisa de dinheiro, consegue empréstimos em melhores condições. Abraco
  12. 8H3, Se eu passei a impressão que levei suas ponderações para o lado pessoal, minhas sinceras desculpas, jamais foi minha intenção, até tomei o cuidado de não cita-lo especificamente (ao contrário da outra postagem) porque sua opinião e a mesma de outros colaboradores que conheço e a rigor endossada pelo SNA e pelas outras empresas. Mas não concordo com está interpretação, tampouco acho que ela tenha respaldo legal. Como disse lá no primeiro post, se cabe a tripulação decidir o que ela "acredita ser uma doença ativamente contagiosa e transmissível" ela deveria ter a autônomia para chegar a conclusão contrária no caso concreto, sem qualquer medo de uma punição funcional, que aliais e o que está na Lei (CBA). E aí que para mim está a grande sacanagem, por que ao fim e ao cabo a decisão e do comandante, que acaba tendo que suportar os efeitos de uma política erronea da empresa. Mas e isso e discussão para algumas cervejas....(imagina se um caso como este acontece com a pessoa errada e um louco resolve dar uma interpretação abrangente a lei de abuso de autoridade). Não dá para falar em padronização de uma conduta objetiva quando sua aplicação depende de uma decisão subjetiva. O problema não está em pedir o atestado quando há dúvidas fundadas sobre a doença do passageiro e sim em definir o que são sinais aparentes de uma doença contagiosa. Saber identificar um problema e essencial antes de se aplicar qualquer medida corretiva. Enfim, zero pessoalidade, pelo contrário o Fórum vive de opiniões contrárias e sempre muito salutar aprender com o ponto de vista do outro. Um grande abraco
  13. Bom pelo que eu entendi....a GOL (se aplica as outras também) não aprendeu nada com o episódio Débora Cooler em 2013, estando envolvida em.episofio semelhante 7 anos depois e pelo depoimento de seus colaboradores, aguardando a próxima vez que isso vai acontecer Sustentam com base em uma norma interna da empresa, que aparentemente impede seus funcionários de agirem com bom senso, que casos como este voltem a se repetir. Depois quando perdem a batalha da opinião pública, soltam notas emotivas (que não parecem ter o mínimo de compatibilidade com o que aconteceu de fato), nada esclarecedoras, para dizer implicitamente que vão continuar agindo deste jeito. A empatia que sobra na nota parece faltar nos aviões A exigência do Medif vai continuar escondida em algum lugar do site ou em palavras vagas e dúbias ou nas letras pequenas, subjetivas e confusas de um contrato de adesão de transporte aéreo, escrito deliberadamente para ninguém ler, esperando a próxima criança a ser tirada de um voo da laranja(ou de qualquer outra), porque tem alguma lesão perceptível aos olhos treinados de seus colaboradores capazes de identificar uma possibilidade de contágio em um simples olhar. Vitória da insensatez! Se orgulham de cumprir uma norma criada por eles mesmos que não informam adequadamente aos seus clientes e que está longe, muito longe, bem longe mesmo de estar dentro da legalidade estrita. De resto, justificar que alguém pode infligir dor e sofrimento a um ser humano com base em regras que só existem no ambiente interno de quem causa a dor....nem sei o que comentar, foge completamente a minha visão de mundo. Óbvio isso tem um preço, que as vezes e cobrado no judiciario (recentemente a AD teve uma condenação de 150.000,00 por um caso com resultado mais grave) outras pelas voltas que o mundo da! E segue o jogo..
  14. Pelo que diz a reportagem eles apresentaram um laudo atestando qual era a doença da menina (até porquê estavam indo para são paulo para o tratamento especializado) mas a empresa aérea exigiu um laudo me´dico dizendo que a doença não era contagiosa!
×
×
  • Create New...

Important Information