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PT-WRT

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  1. Igualmente não entendo porque está prática não e disseminada no Brasil. Mas especificamente com relação a Latam Brasil, suas ações não tem liquidez nenhuma já que não são listadas em bolsa, então não faria.muito sentido
  2. Então, muitas empresas, não tinham um plano de cargos e salários estruturado através de política interna consolidada ou acordo coletivo, de forma que utilizavam uma simples nomenclatura diferente para o mesmo cargo, como forma de promoção. Aí tinha, por exemplo o Tec I e o Tec IV, os dois faziam exatamente a mesma coisa, só que o IV ganhava mais e não havia um PCS com regras claras de como um Tec I poderia progredir para IV (normalmente merecimento ou antiguidade). Na prática um Tec I poderia nunca virar sequer Tec II, o que descaracteriza o PCS, que por definição deve ter regras de promoção e está deve ser efetiva. Então a Justiça do Trabalho reconhecia o paradigma e equiparação os salários, usando o critério dos 2 anos Isso era bastante comum. As advogadas de.minas são famosas ..já vi gente do Rio de Janeiro ir para Minas entrar com processo com elas, usando como argumento que trabalharam um.mes.em.confins. A JT de lá também era bem favorável aos empregadores. Abraços.
  3. 2 anos, se não houver plano de cargos e salários aprovado
  4. Então, a Lei de Entorpefentes prevê dois momentos distintos, uma vez apreendido o Juiz pode destina-lo para operações de combate ao narcotráfico, mas a sua propriedade continua com o antigo dono até o momento em que é proferida sentença e determinado o perdimento dos bens objeto, meio ou produto do crime, como por exemplo o avião. Aí e feito um leilão com destinação dos recursos ao Funad. A propriedade só e transferida para o vencedor do leilão ou eventualmente para algum ente do estado em casos específicos ou se não houver interessados. Abraco
  5. Mas realmente a postura das duas empresas neste caso realmente não tem comparação, mesmo tendo que tomar medidas duras de contenção de gastos com impacto significativo na vida dos seus funcionários a GOL teve a preocupação de chamar o sindicato e de fato negociar, sendo que até o aumento da folga nas escalas e a redução dos salários foi negociada, todos sabiam que era inevitável e a empresa soube se comunicar (acho que até de forma inédita nas suas relações trabalhistas) para evitar um sofrimento ainda maior a todos. A aprovação do acordo com maioria esmagadora é prova disso, os trabalhadores acreditaram que haverá a preservação dos empregos em troca da redução salarial e se não for possível a manutenção de todos os empregos, vai existir um ccritério claro de demissões. Já a LATAM, bem, ficou a impressão que esta se aproveitando da crise, para diminuir salários e da margem a todo tipo de boato. Se fosse em um cabine numa pane, qual CRM evitaria a queda? Claro que não situações semelhantes, mas do ponto de vista de comunicação de equipe em momento de crise, fica o exemplo e isso demora para ser revertido. Espero que não seja verdade, se for é completamente ilegal e imoral e sequer faria sentido em uma eventual fusão, ninguém minimamente sério tomaria estas atitudes antes de comunicados ao mercado (AZUL tem ações em bolsa), do ponto de vista trabalhista criaria um passivo enorme e um vácuo insolúvel, a informação sobre possível recuperação de aeronaves por lessors em um RJ no Brasil é completamente dissociada da realidade e por fim, a proporção 60/40 é muito otimista até para o mais fervoroso torcedor do garantido se for só a LATAM BRASIL. Abraços
  6. Devido a pandemia, meu volume de trabalho aumentou muito, então me perdoem por não conseguir ler atentamente todo o thread. O pedido de proteção do chapter 11 nos EUA, provavelmente dificultou bastante o pedido da LATAM e por consequência a das outras empresas. A modelagem já não era nada fácil, pois é praticamente impossível ao governo garantir que os recursos vão ser utilizados somente na subsidiária brasileira e o BNDES e sua área técnica esta escaldada depois de seu braço de participações ter diversos prejuízos decorrentes de participações acionárias em operações de "socorro" e as críticas a politização de sua atuação. A ideia, em tese é boa, de uma forma bem simplista, se empresta dinheiro a juros subsidiados (hoje nem seriam subsidiados, pois o governo se capitaliza por juros menores do que o BNDES empresta) em troca de participação acionária, a empresa se levanta, gira a economia e lá na frente esta participação que valia X, passa a valer 2X, o BNDES faz o resultado, a empresa paga um juros baixo a longo prazo, os trabalhadores ficam empregados, os consumidores assistidos e todo mundo fica feliz. Na prática, desde 2016 o BNDES e o TESOURO nacional tiveram diversos prejuízos com inúmeras operações de "socorro" as empresas. em crise. Ainda que hoje o foco não seja fusão e sim sobrevivência, são operações bem complicadas, mas que são a única saída! Acho que o Lipe, resumiu bem medidas que seriam mais eficientes neste momento, só que infelizmente impraticáveis no Brasil, algumas porquê seriam ilegais ( como redução de impostos só para aviação), outras por seus efeitos colaterais indesejáveis (Ex: code-share obrigatório sem controle tarifário levaria a aumento do preço das passagens e possível monopólio posterior) e algumas em razão do estado simplesmente não ter dinheiro para coisa bem mais importantes, como por exemplo saúde, de forma que não haveria justificativa razoável para injeção de dinheiro em empresas aéreas. Enfim, neste caso, só o BNDES para dar uma sobrevida até as empresas conseguirem fazer sua lição de casa. Admito que estou bem pessimista, acho muito difícil a "nova" Aviação brasileira comportar 3 empresas grandes, no pós pandemia. Tomara que eu esteja bem errado!!!! Abraços
  7. Mu Nickelback sem qualquer base científica... Difícil acreditar que a "culpa" e somente da tripulação e que teriam forçado um pouso de emergência desestabilizado e fora dos procedimentos sem necessidade nenhuma. Enfim... Abracos
  8. my nickelback: É aquela história, números sempre podem ser enviesados para fundamentar o seu ponto de vista (não o seu especifico, mas o de qualquer pessoa). Em tese só no Brasil, segundo o último dado disponível (2017) 6 mil pessoas MORREM DE FOME (ou desnutrição se quiser usar no nome técnico) por ano, de forma que você poderia dizer que 6 mil mortes é um numero "aceitável" em nossa sociedade e que portanto não justificaria esta "histeria, por conta de uma gripezinha" que pode matar, sei lá, no pior dos casos umas 20, 30 mil pessoas. Igualmente poderíamos fazer algum modelo estatístico com base na média de dados de outros países para dizer que se toda a população do país for infectada, vão morrer Apenas umas 12 mil pessoas e dizer que não vale a pena sacrificar uma sociedade inteira por conta de só 12 mil pessoas. Mas falando sério. A única medida eficaz que se conhece contra o vírus, para evitar o colapso do sistema de saúde atualmente é o isolamento. Não se tem a mínima noção de qual vai ser o comportamento do vírus em um país continental em que mais de 50% da população não te acesso a Saneamento Básico (vai lavar a mão aonde?) que 9 de cada 10 cidades não tem UTI, que 60% das cidades não possui respiradores suficientes e que o SUS com todos os seus méritos em relação a capilaridade e assistência universal, mal consegue dar conta dos atendimentos normais, quanto mais da uma ampliação gigantesca da demanda. Só um Aprendiz para dizer que nenhum pobre em condições de sub habitação (favelas, cortiços, ruas, etc) e nenhuma criança vai morrer por conta do Convid, simplesmente não sabemos, não há sequer base de comparação. Em São Paulo, o que temos de dados oficiais, por enquanto, são 22 mortes para 621 infectados, ou seja aproximadamente 3.5% de letalidade, dado estatístico nada animador, principalmente se considerarmos que foram pessoas que tiveram acesso a cuidados médicos rapidamente e boa condição financeira. Quem diz que os efeitos da quarentena na economia serão mais devastadores que os da própria epidemia, esta em exercício de achismo estéril, muito mais pensando no próprio umbigo do qualquer outra coisa, pois não há dado técnico ou científico que dê credibilidade ao argumento. Quando se trata da vida das pessoas, acho melhor pecar pelo excesso do que pela omissão. Por hora, não temos opção melhor que a quarentena/isolamento, exceto para aqueles que gostam de brincar de roleta russa com a vida alheia. Com o aumento do numero de CTI e a descoberta de medicamentos eficazes, as medidas podem e devem ser revistas e isso que o poder público e a iniciativa privada precisa buscar desesperadamente. Por enquanto (espero que por muito pouco tempo), conhecemos mais meios para lidarmos com a economia quebrada do que com o Covid. Evidentemente que alguns setores vão sair devastados, notadamente aqueles ligados a viagens e turismo, que já estavam sofrendo com economia fraca e dólar nas alturas. Assim como o setor de bares, restaurantes e lanchonetes, cuja situação é igualmente desesperadora e outros tantos. Estes vão ter que ser ajudados de alguma forma. Outros setores produtivos, continuam produzindo e ainda é cedo para pensar em no apocalipse zumbi. Aliais é uma enorme contradição querer combater o "pânico" com "pânico" e "histeria" com "histeria". O virus existe e esta matando pessoas numa velocidade que nenhum outro mata, portanto as medidas são necessárias por hora, assim como outras medidas são igualmente necessárias para manter alguns setores da economia bem como os empregos que eles geram. Os dois são problemas enormes e não podem ser subestimados, mas, por hora, a urgência pende mais para o lado da saúde, para justificar a medida extrema. Encerrando o off topic: Boatos que a Azul vai manter apenas 5 bases, com poucos vôos, praticamente todos os tripulantes teriam sido orientados a ficar em LNR. Não tive tempo para checar a informação. Abraços
  9. O texto da MP e bem ambíguo, fala em prazo de 12 meses observadas as regras do serviço contratado. Pelo texto as empresas podem tanto devolver em 12 parcelas como em uma só daqui um ano. Vai depender de caixa e o quanto anteciparam de recebíveis Creio que a maioria só vai adiar o problema, não pq querem, mas por não ter escolha. Abracis
  10. Meu nickelback: Sexta fiz um parecer para um médico, sobre como ele deveria lidar com o direito a vida e o juramento de hipócrates, no caso da impossibilidade de tratamento de pacientes por falta de respiradores para todos. Uma das pessoas mais humanas que eu conheço, procurando respaldo jurídico (o único que lhe resta) para perder a humanidade. Ele ouviu e entendeu, sem concordar, sobre conceitos jurídicos de excludentes de responsabilidade penal, ainda não conformado de que provavelmente, para exercer o seu trabalho, vai ter que exercer um papel antes somente reservado a Deus (qualquer que seja sua espiritualidade) ou aos piores carrascos. Para alguém que se dedicou a vida inteira a salvar vidas, a hipótese de ter que perder vidas para salvar outras vidas é uma realidade quase insuportável. De tudo que eu escrevi e falei, ele se apegou a dois conceitos: "reserva do possível" e "primazia da realidade". E realmente o Covid nos impôs uma nova realidade e infelizmente não é regra jurídica, conceito moral ou mesmo senso de justiça concebidos em situações normais que possam ser aplicados atualmente. Ainda que a fórceps, estamos sendo obrigados a mostrar o nosso melhor lado: da solidariedade, coletividade e fraternidade. E assim superar, pelo menos por um período, nossa concepção de sociedade individualista, estruturado por séculos, em que criamos um Estado para promover o bem social e nos reservamos a realizar a contribuição indireta através dos impostos ( o que mal funciona em tempos "normais"). Em casa, pedimos para a pessoa que nos ajuda pra nos ajudar ficando na casa dela e antecipamos o 13 e as férias, por sorte temos condição de fazer isso (eu tenho 3 empregos e minha esposa um emprego bom), sei que ao menos dois outros lugares aonde ela ajuda não vão conseguir manter os pagamentos. No escritório (não temos funcionários), queimamos toda nossa reserva de milhas para trazer dois colaboradores de Portugal, o dono do imóvel pediu para manter o aluguel durante este período pois perdeu a renda de outros dois imoveis, concordamos, enquanto pudermos (tivemos até um acréscimo de serviço, por motivos óbvios e tristes). Ontem foi a minha primeira noite de porteiro noturno no meu prédio (juro que só peguei no sono por meia hora entre as 3 e 4 da manha), outros moradores se organizaram para fazer a limpeza, tirar o lixo, etc. Manter os salários neste período vai ser um sacrifício coletivo enorme dos que puderem continuar pagando condomínio. Tenho três grandes amigos na aviação gravemente impactados (todos estão) me coloquei a disposição para ajuda-los como puder (como eles sempre me ajudaram quando eu que pedi).. Como disse antes, todas estas são medidas extraordinárias, para tempos sem precedentes. Mas disse tudo isso para voltando ao assunto do tópico. Se no ano passado me perguntassem o que eu achava desta medida. Responderia sem pestanejar que seria ilegal, inconstitucional, imoral e enriquecimento ilícito das empresas. Mas hoje, não dá negar a realidade com virtudes dogmáticas. Quando tem funcionário aceitando receber 30% do seu salário para não perder o emprego, infelizmente não é possível (veja bem eu disse possível sem qualquer análise subjetiva) exigir das empresas a devolução integral do valor das passagens em um prazo muito curto, por um motivo muito simples, a Convid foi um fato imprevisível, que levou a um colapso das operações criando um passivo enorme de bilhetes não honrados. Se as empresas forem obrigadas a devolver o valor de todos os voos cancelados (de % significantes das operações, por um período muito grande) elas simplesmente quebram, levando a uma corrida que muito poucos que pediram antes, vão receber. Sei que vai fazer falta para algumas pessoas, mas o que é possível neste momento é garantir o direito para um momento futuro e não a satisfação imediata. No futuro, podemos e devemos cobrar das autoridades que fiscalizem o que as empresas fizeram com estas "benesses", por hora qualquer debate neste sentido será simples exercício de retorica, pois não é executável na prática. Com a perdão da indevida comparação, mas da mesma forma que não há UTI para todo mundo e por isso devemos nos isolar sacrificando um bem pessoal que nos é caro (a liberdade) em nome da coletividade, não há como as aéreas reembolsarem todo mundo. E isso vale para todas as nossas relações, quem puder (e não são muitos os que podem) manter empregados, pedir delivery no restaurante que come sempre, comprar um voucher do seu barbeiro e assim por diante, para ajudar a enfrentar a crise deve faze-lo. Abraços
  11. Medidas extraordinárias, para uma situação sem precedentes.
  12. No Brasil está hipótese existe desde a reforma trabalhista que admitiu o acordo de trabalho individual (prevalendo sobre o coletivo) mais somente para os funcionários autosuficientes (alta escolaridade e rendimentos), ainda assim ele pode concordar com o diferimento do pagamento do bônus, mas não com sua exclusão. Na TAP e na legislação portuguesa, não e bem assim que funciona. Mesmo nos EUA em que "direitos trabalhistas" não existem como substantivo, os bônus acordados tem que ser pagos....lembra do escândalo que foi na crise do subprimes os dirigentes da AIG recebendo bônus após o socorro do governo? E uma questão bem complexa, sem uma solução simples. Ela entrou no pacote da Azul, mais pelo exemplo do que pela economia, em uma acertada decisão para demonstrar que o exemplo deve vir de cima(se vai ser puro diversionismo e outra história!). Abracos
  13. Trump sendo Trump.... restrição não se aplica ao UK, residentes e "parentes imediatos" de americanos, o que alivia bastante para as empresas americanas.
  14. Bem por aí mesmo A345, a intervencao do estado na economia (direta e indireta) e tema complexo e interessante, mas que infelizmente, normalmente e tratado apensas com dogmas radicais. O ideal, sem duvidas, seria a menor intervenção possível, mas ela sempre será necessária, pois o "mercado" sozinho tende ao desequilíbrio e não o contrário. No Brasil, vivemos um parodoxo interessante, detestamos o serviço público (em parte com razão), mas por outro lado queremos que o Estado faça tudo, inclusive que ele intervenha no mercado a nosso favor(veja por exemplo as posições antagônicas da Azul sobre CGH). A política de "campeões nacionais" foi um desastre por conta disso, colocou-se o estado para trabalhar para os interesses privados (sabemos a que preço) e não o contrário. Estatais ainda são um mal necessário e devem existir e serem criadas para que o Estado possa oferecer de forma mais eficiente (que na forma direta), serviços a população que jamais vão ser executados pela iniciativa privada, dada a inviabilidade econômica, notadamente nas áreas de infraestrutura e cobertura de benefícios sociais. Infelizmente você tem toda razão no sentido de que no Brasil, mesmo as estatais de "sucesso" são constantemente envolvidas em prejuízos decorrentes de corrupção e decisões políticas equivocadas. Ou seja elas deveriam ser reduzidas ao mínimo possível. E lamentavelmente estamos muito mais.para Alitalia do que qualquer outra coisa......kkkk Abraco
  15. Mas então A345, AIG e CIti os resgates foram realizados dentro um modelo "geral" de resgate do mercado financeiro atingido pela crise dos subprimes, o "mercado" não poderia resolver porque o próprio "mercado" estava em risco. Em tese esta é uma das hipóteses clássicas de intervenção do estado na economia, para evitar um colapso maior (algo como o nosso PROER). E de fato em determinado momento havia justificativa para um PRO"AR" por aqui, já que uma parte da crise das empresas aéreas "tradicionais" foi provocada pela desregulamentação do mercado. Mas o fato é que os controladores das empresas nunca aceitaram qualquer contrapartida, só queriam dinheiro para continuar a perder dinheiro. Já a intervenção na Transbrasil só não foi mais desastrosa, pq a empresa já era um desastre à época da intervenção. É mais ou menos isso que Alitalia esta querendo, mais dinheiro para continuar a perder dinheiro. Abraço.
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