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PT-WRT

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Posts posted by PT-WRT

  1. 5 hours ago, CACTUS 25 said:

     

    Pois então deveriam levar somente passageiros vacinados também...

    Ai não é uma decisão da empresa e sim do Estado, através de sua competência normativa, de proibir, ou não, as pessoas não vacinadas de viajar. Por Lei as empresas não podem se negar a transportar passageiros pagantes adotando criterios próprios que não existem na própria legislação, salvo risco concreto a sua segurança ou dos demias passageiros e tripulação.

    Ja com relação aos seus colaboradores a empresa possui poder diretivo e pode considerar falta grave o "livre arbitrio" de não se vacinar, seja porque o direito da coletividade a um abiente de trabalho saudável e livre de virus, prevalece sobre o individual ou por não querer em seus quadros um funcionário exposto ao vírus e que vai poder onerar a empresa (o STF ja considerou que anfecção por COVID pode se caracterizar como acidente de trabalho).

    Abraços

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  2. My nickelback,

    Acho a decisão correta e que pode ser validadqa por dois ângulos, tanto do mais evidente, no sentido que o direito coletivo prevalece sobre o individual, de forma que o ambiente de trabalho saudável e livre do vírus prevalece sobre o livre arbítrio individual, mas também do ponto de vista saúde ocupacional, lembrando que a vacinação no Brasil e obrigatória (nem.todas as vacinas são ma vida adulta) e que portanto a empresa pode exigi-la, tal qual a utilização obrogatória de EPI.

    Abraços

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  3. On 28/09/2021 at 18:20, A345_Leadership said:

    Não sei qual o pior: o planejamento aéreo ou ferroviário aqui no Brasil.

    Com certeza o ferroviário é pior, ou quase inexistente.

    O aéreo, bem ou mal ainda existe e de certa forma evolui, ainda que aquém das necessidades.

    Já as ferrovias, vão definhando a cada ano, são praticamente as mesmas do século retrasado, com uma ou outra benfeitoria pontual nos trechos que ainda são utilizados (basicamente para transporte de grãos, minério de ferro e produtos siderúrgicos e os trens de subúrbio em alguns trechos urbanos).

    Somente agora, na renovação das concessões é que estão sendo previstos novos investimentos pesados em ferrovias, (incluindo a lenda da longitudinal EF-151, ou norte e sul), mas ainda assim só no transporte de cargas e na mesma tríade grão-ferro-aço.

    Aeroporto ligado por metrô, provavelmente vai ser continuar sendo um sonho, ligação ferroviária só os que foram construídos perto mesmo (REC-POA-GRU, tem mais algum?).

    Aliais acho que hoje é mais fácil construir um aeroporto do lado do metro do que um metro chegar em um aeroporto.

    Abraços 

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  4. 22 minutes ago, TheJoker said:

    S/A abertas têm obrigação de divulgar fatos relevantes, mas depois que as negociações estão concluídas e assinadas. Antes disso é informação confidencial.

    Este é um tema bastante controverso, mas via de regra a divulgação depende do tipo de operação a ser realizada.

    Segundo a CVM, fato relevante é:

    Quote

    Considera-se relevante, para os efeitos desta Instrução, qualquer decisão de acionista controlador, deliberação da assembléia geral ou dos órgãos de administração da companhia aberta, ou qualquer outro ato ou fato de caráter político-administrativo, técnico, negocial ou econômico-financeiro ocorrido ou relacionado aos seus negócios que possa influir de modo ponderável: I - na cotação dos valores mobiliários de emissão da companhia aberta ou a eles referenciados; II - na decisão dos investidores de comprar, vender ou manter aqueles valores mobiliários; III - na decisão dos investidores de exercer quaisquer direitos inerentes à condição de titular de valores mobiliários emitidos pela companhia ou a eles referenciados.

    Partindo deste princípio, se duas empresas (sendo pelo menos uma delas S/A de capital aberto) iniciarem tratativas sólidas e concretas (não bastam simples sondagens), autorizadas pelos seus órgãos de administração, para uma fusão, aquisição ou incorporação, este é um fato relevante a ser informado ao mercado, antes mesmo de sua concretização, pois interfere no preço das ações e na decisão do investidor de comprar, vender  ou manter as suas ações, já que eles devem ter o direito de fazer esta escolha antes do resultado das negociações (isso normalmente é feito através de MoU).

    Já no caso de oferta hostil é o contrário, a decisão deve ser sigilosa e confidencial até a publicação da Oferta Pública de Aquisição (pessoal da Ex-Sadia sabe bem disso), como forma de manter a isonomia entre os investidores e se evitar a especulação antecipada e o insider trading.

    Abraços

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  5. 53 minutes ago, MarceloF said:


    Repare que ele falou desse porte. Não é porque o avião foi homologado sob FAR 23 que ele não é capaz de cumprir o exigido no FAR 25.

    spacer.png

    Me mostra onde é que se consegue razão negativa decolando no MTOW de algum aeroporto do Brasil com temperaturas tropicais, por gentileza.

    Não entre nestas bolas divididas colega, sempre dou a razão para quem a reivindica.

    Obrigado por compartilhar a informação do King, como disse no meu post, eu não conhecia.

    Abraço 

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  6. 6 hours ago, atrairbus said:

    Realmente há estudos que mostram que a taxa de acidentes fatais com perda de um motor em bimotores é maior do que em monomotores. Porém, se estiver dentro do envelope operacional, o King 250, assim como praticamente todos os bimotores desse porte, voa "tranquilamente" sem um dos motores e é capaz de, no mínimo, atingir uma altura de segurança e retornar.

     

    Particularmente não conheço o manual do King 250, mas o do Sêneca, por exemplo, quando fala da operação monomotor:

    Certas combinações de peso do avião, configuração, condições atmosféricas e velocidade, poderão acarretar uma razão de subida negativa.”

    Em outras palavras, mesmo dentro do envelope, não voa "tranquilamente" não, podendo até cair, o próprio fabricante não garante a subida monomotor, bastando para isso uma combinação de fatores.

    Ou seja, provavelmente, numa perda de motor logo após ou durante a decolagem, num dia quente, com o avião no limite do MTOW, ainda que o comando identifique a pane rapidamente, passe a embandeirar as hélices, recolher trem, flaps favoráveis, cowl flaps e conseguir controle direcional corrigindo a rolagem com pedal (se a VCMA permitir) e leve inclinação para o lado do motor bom, tudo isso em poucos segundos, ainda assim pode ser que consiga "apenas" um voo nivelado se o relevo permitir.

    É uma situação crítica que demanda atuação precisa da tripulação para reverter a tendência de queda (se nada for feito o avião cai, não voa), em determinadas condições é mais fácil reverter em outras quase impossível.

    Abraços

     

     

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  7. 23 hours ago, A345_Leadership said:

    Pessoal, são duas coisas distintas: a LATAM está fazendo investimentos e a Azul quer fazer uma oferta hostil por ela. Ela não iria parar os investimentos diante de uma proposta que não foi solicitada.

    A AD não tem como fazer uma oferta "hostil" para a aquisição da LATAM Brasil, a menos que esteja pensando em fazer esta oferta em Santiago para o grupo inteiro (As ações da TAM foram convertidas em BDR's e depois em ações da LATAM na bolsa de Santiago, em NY a SEC deixou de listar as ADR's da LATAM após a entrada na recuperação judicial, salvo melhor juízo).

    Além disso, parece existir um "poison pill" natural decorrente do chapter 11 e sua reorganização societária com o financiamento DIP.

    Uma "aquisição" da LATAM pela Azul, ou seria amigável ou dependeria de negociação com credores, passando pelo crível judicial.

    14 hours ago, Full IFR said:

    Não conheço as regras para empresas listadas, mas acho que esse movimento ``escondido´´ seria ilegal, não?

    A TAM não é mais listada e a LATAM listada em Santiago, de qualquer forma seria ilegal por deixarem de prestar informações relevantes ao mercado.

     

    Abraços

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  8. 4 hours ago, MRN said:

    Áudios falando em governador de hélice e que o avião saiu de manutenção em Jundiaí, na Tam executiva há poucos dias 

    Suposições dos supostos audios, que eu ouvi:

     A TAM estaria "embarrigando" a troca do governador, teria até um suposto video, de um suposto mecânico, que supostamente já foi apagado, com registros fotográficos sobre a necessidade de troca.

    Quem supostamente estava na pista, supostamente ouviu um barulho estranho na decolagem, como se as hélices estivessem trocando de passo.

    Supostamente os pilotos estariam sobre suposta pressão do patrão para voar, apesar dos problemas recentes com o avião.

    O uso do vocábulo suposto, não é por acaso.

    Abraços

     

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  9. My nickelback

     Quanto a tripulação do voo, parabens, não só pela contenção, mas pela forma que fizeram.

     Em tese, a passageira pode ser processada tanta pala infração a medida sanitária como pelo atentado a segurança do transporte aéreo. 

     Quanto ao pano de fundo, tudo errado, o que parece ser normal nos dias atuais.

     Acho difícil até criticar o Comandante do voo com speech presidencial, obviamente que ele não foi buscar o 00 no corredor do aeroporto e chamou ele para tomar um maravilhoso café com agua com cloro a bordo ( que esta proibido de ser servido pela ANVISA a não tripulantes).

     Provavelmente devem ter interrompido o seu trabalho para perguntar se a figura mitológica poderia fazer uma visita.

    Sabe quantos de nós aqui no fórum, na posição dele, trabalhando numa empresa (como qualquer aérea) que adora (e precisa) fazer moral com a classe política, diria não? Não vou dizer nenhum porquê tem louco e exceção para tudo (sempre tem alguém querendo ser demitido).

    Convenhamos, ninguém contrária seres do Olimpo sem consequências, se até ministro indemissível, foi demitido, imagina um simples 4 faixas.

    No dia seguinte a mesa do presidente da Azul ira parecer festa de criança de tanto brigadeiro, querendo a cabeça do comandante All Star (azul por fora e vermelho por dentro).

    De resto é o tal do exemplo, quando não vem de cima, quem esta na ponta sofre.

    Abraços

     

     

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  10. Umas páginas atrás relatei um encontro com um amigo que tinha me colocado o argumento que nunca foi tão barato colocar uma empresa aérea no ar.

    De fato se vão conseguir isso gastando 27 milhões, 1/10 por exemplo do investimento inicial da azul e se conseguirem se manter voando por um tempo...podem acabar fazendo um excelente negócio.

  11. 15 hours ago, trident said:

    Vendo o cara falando a gente não sabe se ri ou se chora. Se isso der certo vai subverter totalmente a lógica. Nunca aconteceu, vale assistir o espetáculo. Gostaria muito de estar errado. Boa sorte a todos.

    O que acho que acho:

    Estava falando exatamente isso para um amigo administrador com experiência em empresas em Recuperação Judicial, perguntando para ele que tipo de louco coloca dinheiro em um projeto assim.

    Com a sagacidade de um predador que sempre vê lucro em situações aonde só enxergo cinzas ele me disse que a minha resposta estava na própria pergunta: O tipo de louco que investe aonde ninguém mais investiria, arriscando alto na adversidade.

    Depois ainda ponderou:

    - Ta faltando passageiro é verdade, mas ta sobrando avião, slot (exceção de CGH), mão de obra, petróleo fechando 2020 mais barato do que começou o Ano, tendência de queda no dólar pelo excesso de oferta (se o Bolsonaro ajudar), concorrência mais preocupada em se manter viva do que concorrer e uma marca forte.

    - Tendo capital, nunca foi tão fácil abrir e manter por algum tempo uma empresa aérea, que já nasce com custos bem menores que as concorrentes.

    É uma aposta alta, que depende de caixa para se manter durante os efeitos da pandemia, que não se sabe até quando vai durar (se o Bolsonaro ajudar), mas em condições normais de temperatura e pressão, jamais seria possível abrir uma empresa deste tamanho, em tão pouco tempo e com tão pouca resistência.

    - Se sobreviver a este período dolorido de maturação, pode ser vendida ou incorporada, com um bom lucro, antes de entrar no ciclo de aumento de custos (passivo trabalhista, manutenção pesada, crises cambais, variação do preço do petróleo, etc).

    Admito que não em convenceu muito, acho meio surreal pensar na viabilidade de um negócio sem o seu fator mais importante, o passageiro, mas a cabeça destas pessoas gira numa rotação diferente da minha!

    Abraços.

     

     

     

     

     

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  12. O que eu acho que eu acho:

    Apesar de não termos carnaval este ano, acho que vale uma menção histórica, do visionário Paulinho da Mocidade que em 1992 (não levou o título) já soube expressar o sentimento que muitos temos sobre a ITA:

    Sonhar não custa nada
    O meu sonho é tão real
    Mergulhei nessa magia
    Era tudo que eu queria

    • Haha 2
  13. O que eu acho que eu acho.

    O Ministério Público, assim como vários outros órgãos do estado, podem e devem tomar todas as medidas que entenderem cabíveis para o controle de uma pandemia que já matou quase 250 mil pessoas.

    Dito isso

    O MPF, como não poderia deixar de ser, acaba refletindo a divisão da nossa própria sociedade, não temos uma coordenação nacional para combate a pandemia,  há iniciativas isoladas, randômicas e quase sempre reativas, pouco pautadas na ciência (que de tão elitista passou a ser desacreditada) e sempre influenciadas por questões políticas e não raro populistas.

    Assim como no Brasil, no MPF, diante da falta de uma politica nacional de atuação orientada pelo PGR, por razões que não cabem aqui debater, os membros acabam tendo iniciativas individuais no seu âmbito de atuação, a maioria delas corretas (ainda e o órgão que mais exige providências), outras erradas ou pouco producentes e algumas contraditórias entre os diversos MP's.

    Voltando ao tópico:

    Pedir o teste de PCR até poderia fazer sentido para controle epidemiológico num plano de vista hipotético.

    Na prática, com as pessoas podendo circular livremente, ir a shoppings, bares, aulas a medida não parece fazer muito sentido.

    Até porque, ao contrário das viagens internacionais, em que existe um controle de entrada na fronteira e efetiva vigilância epidemiológica, nos vôos internos isso não existem e as possíveis cepas já circulam.

    Ao menos para mim, os fatos se impõem sobre uma possível hipótese teórica, obrigatóriedade de testes de PCR só deveriam ser exigidas para garantir acesso a lugares aonde existam barreiras sanitárias para evitar circulação de vírus.

    Ex hipotético, no caso de proibirem a entrada e saída de Manaus para evitar a circulação de uma variante, quem quisesse entrar ou sair deveria apresentar o exame.

    De resto e medida para inglês ver, que prejudica apenas um modal (aonde se tem a menor probabilidade de transmissão no transporte em si), se o vírus pode circular de ônibus e carro, não dá sentido exigir testes só do avião.

    Abraços

     

     

     

     

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  14. 15 hours ago, Eduardo Mello said:

    A ideia de integração dos modais de transporte é boa, e realmente é algo que já deveria ser feito no país. Como existe um bom fluxo de PAX entre as cidades do litoral catarinense e o aeroporto de Curitiba (CWB), a Autoviação Catarinense (grupo JCA) vem oferecendo alguns horários em que os ônibus embarcam/desembarcam passageiros em CWB. 

     Antes paravam num posto e já tinha táxis esperando, era o final inevitável dos  bons tempos de carnavais e finais de ano em Bombinhas.

    15 hours ago, Woody said:

    A ideia é interessante, mas o problema da integração ao meu ver é em relação ao atendimento do passageiro na origem caso for de ônibus.

    Empresas rodoviárias obviamente não são reguladas pela ANAC, logo não vão seguir qualquer instrução presente nas RBACs. Logo, caso tenha algum impedimento de viagem (aérea) só será conhecido no check-in no aeroporto.

    Aí começam as reclamações do tipo "mas eu embarquei até aqui, então eu vou embarcar de avião também/não vou voltar pra onde eu vim..." etc etc etc.

    No sentido contrário, a ideia é boa e acredito que os problemas serão mínimos. No máximo quando o voo atrasar e o ônibus tiver partido e não ter outro horário no mesmo dia. 

    Teria que ser feito um esquema tipo o Train + Air da Air France, te dão o cartão de embarque já nos guichês da estação de trem, mas você despacha as malas no self drop bag! Funcionava legal, até o táxi que te levava para Orly.

    Abraços.

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  15. On 13/02/2021 at 11:05, MRN said:

    Quando o PR-GPA, do grupo Pão de Açúcar, foi apreendido, ia pro GTE. Já tinha até ground do avião agendado... pergunta se foi

    Se fosse uma pipa, mas fácil de perder, agora um Falcon... Um bom advogado “quebra essa”

    São situações completamente diferentes MRN.

    No caso do PR-GPA, a Receita Federal deu o perdimento dos bens pela utilização regular no Brasil de Aeronave que deu entrada no País sob regime de importação temporária (foi feita um triangulação entre uma empresa de Portugal, pertencente ao Diniz e outra no Uruguai).

    A irregularidade nunca foi contestada, o que se discute nos autos, por dez anos, com idas e vindas e vitória ainda parcial, mas quase definitiva da empresa arrendadora (PAIC), é que a irregularidade não seria suficiente para a decretação do Perdimento Administrativo, diante da utilização de norma errada para fundamentar a pena dada pelo Fisco.

    Apesar da minha orientação quase sempre pró-sociedade, admito que neste caso meio que "forçaram a barra" para dar a pena de perdimento.

    E expectativa de utilização pelo GTE surgiu porque apesar da sentença favorável em primeiro grau ao contribuinte, o TRF3 reverteu a decisão em 2º grau o que foi mantido por 5 anos até decisão do STJ.

    O imposto devido acabou sendo pago, os advogados reduziram os danos, mas o prejuízo pela elisão fiscal juvenil foi enorme (teve avião vendido em leilão e não recuperado porque pagar o imposto seria mais caro, depois de tanto tempo).

    Voltando ao caso do post!

    A utilização de bens apreendidos nos casos de tráfico de  entorpecente é comum e rotineira, prevista em Lei, sem muita coisa que os advogados possam fazer (as vezes, no caso de leasing, o arrendador, se inocente e de boa-fé consegue reverter), mas o bem precisa ser utilizado em atividades inerentes a repressão ao tráfico de entorpecente.

    Por isso que normalmente vai para as polícias (a PF usou um Falcon por anos).

    No curso do processo o bem é cedido de forma ainda precária, com o condenação final, o perdimento em favor da união é automático e o mesmo pode ser colocado a leilão ou definitivamente para algum órgão.

    Abraços!

     

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  16. 8 hours ago, Neto said:

    Mas nessa eventual hipótese, não seria somente o Sindicato que iria contra.

    Pode ter certeza que no primeiro momento que a LATAM/ABSA fizerem isso, o MPT já cai matando em cima, ajuizando Ação Civil Pública. Isso é fraude trabalhista descarada, muito difícil a Justiça do Trabalho julgar a favor da empresa.

    Então, infelizmente não se trata de uma fraude trabalhista descarada, pelo contrário teria até respaldo na Jurisprudência Trabalhista.

    Tudo dependeria da forma como iriam fazer, mas se houver a demissão com o pagamento dos direitos e a estruturação de fato de uma nova empresa, eles poderiam contratar por um salário menor sem direito a equiparação com os funcionários "LATAM".

    Ou em outras palavras, a operação não e ilegal do ponto de vista formal e poderia ser feita, o que poderia invalidar a "manobra" seria a ocorrência de apenas uma simulação "no papel" em que os funcionários fossem "transferidos" para ABSA, mas continuariam a voar LATAM (sem ser em wet leasing ou acordo comercial autorizado pela ANAC).

    4 hours ago, PT-KTR said:

    O título realmente deixa margem, "Alteração RBAC 121 para transporte de passageiros na ABSA", na verdade a alteração é na E.O 121 da ABSA, onde basta ter a alteração nas especificações DA EMPRESA, o RBAC 121 não tem nadinha com isso. Na verdade o titulo apropriado era "alteração na EO para transportes de passageiros na ABSA"

    Tava pensando a mesma coisa, até pq o RBAC 121 também regula o transporte regular de cargas.

    De qualquer forma, como você bem disse, na última E.O. divulgada pela ANAC não consta autorização para utilização de aeronaves de transporte de passageiros.

     

    Abraços.

  17. Tempos difíceis estes em que sequer sabemos se é certo ou não comemorar aniversário.

    Me lembro até hoje meu primeiro voo na Laranja (Em que quebrei o paradigma de voar na concorrente), 06 de julho de 2005, CGH - POA, para assistir a primeira final da Libertadores no Beira Rio, contra o Atlético (ainda não tinha o H) Paranaense.

    Com o voo lotado de São Paulinos, o speech final do Comandante foi desejando boa sorte a nação São Paulina na busca pelo caneco.

    No voo de volta, no dia seguinte pela manha, o 4 faixas brincou com o fato de "ultrapassarmos" um 737 "antigo" da Pioneira. 

    Virei fã da empresa, da linguagem despojada, da digitalização dos processos, dos preços menores, do brand adequado ao produto (que depois viraria o padrão da aviação).

    Outros tempos, para a GOL, para a aviação, para o SPFC e óbvio para mim, vamos sobrevivendo da forma que nos é possível, a única coisa que não muda é a paixão pela aviação e pelo SPFC, poucas coisas me dão tanta satisfação quanto pegar um avião para ver meu time jogar (ultimamente perder).

    Louco, talvez! Assim como foram chamados de loucos muitos dos que acreditaram no projeto laranja lá em 2001. Vida longa a GOL!

    Abraços 

     

     

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  18. 33 minutes ago, MRN said:

    Com relação aos funcionários do judiciário não deixarem para a esposa o salário integral após a sua morte, pra mim é novidade. Com relação aos Militares, posso te dizer, sem medo de errar, que o pagamento a mais que você se refere é o percentual de 1,5%, que era opcional para quem tinha filha mulher continuar recebendo os proventos após a morte da mãe, até o dia que essa filha constituísse matrimônio (por isso que elas não casam "no papel" pra não perder a pensão) Eu, quando morrer, minha esposa recebe os meus proventos da FAB, mesmo eu não tendo optado por pagar o 1,5% porque não tenho filha mulher. 

    Abraço!!

    Uma Emenda Constitucional de 2019 (que não se aplica aos militares) mudou a pensão por morte para o INSS e Servidores Civis(antes uma MP já havia restringido) e agora existe uma tabela progressiva para definir o tempo de recebimento, de forma que para ter direito a pensão vitalícia o cônjuge precisa ter pelo menos 44 anos e ao menos 2 de relacionamento (pelo menos na União Federal).

    Os filhos recebem até os 21 (as vezes 24 se tiver na faculdade) quando a dependência e presumida, acima disso só comprovando a incapacidade 

    O valor também é limitado a 50% do valor da aposentadoria que o servidor iria receber(não do último salário) mais 10% por dependente.

    Como você tinha falado em "dependente" e o cônjuge não precisa ser dependente (pelo menos na acepção jurídica) para ser beneficiário, me apeguei a especificidade e citei o único caso remanescente de "dependente" que recebe o valor integral vitalício (a filha de militar dos que optaram pelo regime antigo e os incapacitados).

    Mas obviamente você estava falando de forma mais livre, referindo-se também aos companheiros, de forma que me desculpe pela interpretação literal.

    Abraço

  19. 6 hours ago, MRN said:

    Falando em casta intocável, quando morrem, o/a dependente recebe seu último salário até o fim da vida... Não sabem o que é INSS ou SUS 

    Faz bastante tempo que isso não existe mais, apenas dependentes de servidores militares que optaram pela manutenção do regime antigo (e pagam mais por isso) ė que ainda possuem este direito, mas trata-se de algo em extinção.

    Aliais a integralidade não existe mais para novos funcionarios desde 2003 e no serviço público federal desde 2013 a União paga de aposentadoria apenas o teto do INSS. 

    A única vantagem do servidor público (que eu considero uma enorme vantagem) em relação ao privado no que diz respeito a aposentadoria ou pensão ė a previdência privada patrocinada o que pouquíssimos trabalhadores da iniciativa privada tem acesso.

    4 hours ago, naia said:

    No Brasil, desde parte do setor privado com subsídios inexplicáveis, passando pela vergonha da Zona Franca de Manaus, até as categorias privilegiadas do setor público, todas, sem exceção, vivem de privilégios insustentáveis para um país onde a renda média não chega a 2.500 reais. Onde o 1% mais rico ganha perto de 15 mil. Onde 5.500/6000 reais já lhe coloca entre os 5% mais ricos. País com 35 milhões contribuindo no setor privado e uns 40 milhões de informais.

    Aí alguns acham certo terem sala vip no aeroporto de BSB, e certas funções receberam 20k iniciais. Inviável.

    País não é pobre à toa.

    Com todo respeito, mas acho que você está confundindo coisas distintas. Uma coisa ė um privilégio injustificado como a sala vip, outra e uma remuneração adequada a função e responsabilidade que exerce, desde que toma posse.

    Os Funcionários Públicos que recebem 20k inicial, salvo raras exceções, exercem desde o início da carteira responsabilidades enormes em trabalhos de suma importância para a sociedade e para o próprio estado, de forma que devem receber um subsídio compatível com este trabalho.

    O trabalho de um delegado, juiz, promotor, auditor fiscal é praticamente o mesmo do início ao final da carreira, não fazendo sentido ter uma tabela progressiva muito extensa.

    Querer pagar 5k para estás funções e o mesmo que pedir para serem corruptos e ineficientes, o tiro vai sair muito pela culatra.

    Sério ao mesmo que pagar 3k para um comandante de narrow no início da carreira e ir aumento gradualmente, como se a responsabilidade de um comandante de 1 voo não fosse a mesma de quem tem 10000 no equipamento.

    Abracos

     

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  20. Uma vergonha, um privilégio pago com dinheiro publico sem a menor justificativa, dentro do próprio órgão há inúmeras vozes contras. Ao contrário não STF (que também acho um absurdo a sala deles, bem mais cara) absolutamente ninguém conhece quem são os Subprocuradores da República, dizer que a segurança deles estaria ameaça da chega a ser piada de mal gosto. Além disso a gestão Aras que está se notabilizando por uma defesa intransigente do governo, sabe-se lá com que intenção, cortou recursos de forças tarefas de combate a corrupção sobre a justificativa de falta de verbas oq ué absolutamente incoerente com este contrato. Acompanhamento de seguranças então beira a piada, em casos muito mais sérios, Procuradores realmente ameaçados tiveram dificuldades de obter segurança da PGR(por conta do reduzido número de agentes, concentrados na PGR) mas aparentemente "sobra" agentes para escoltas no aeroporto.

    Enfim....ouça o que eu digo não ouça ninguém.

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