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Guilherme.penna.carvalho

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About Guilherme.penna.carvalho

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  1. Óbvio que toda companhia entra no mercado falando que vai fazer diferente, voar ponto a ponto etc, mesmo sabendo que a concorrência joga a tarifa lá embaixo de um voo com conexão e vira concorrência predatória do mesmo jeito. Mas, falar que vai fazer diferente com foco em GRU, BSB e REC, os aeroportos mais conectados do Brasil? Vai ser difícil arrumar um voo que não possua concorrência. A atual restrição em PLU limita voos a aeroportos regionais, sem restrição de número de passageiros. Se pudesse voar ATR para BSB, CGH ou SDU, poderia dar certo (embora a Azul tenha voado PLU-SDU e PLU-BSB durante um tempo sem muito sucesso), mas voos premiums para aeroportos regionais é um mercado muito reduzido.
  2. Atualmente, voos na pampulha são restritos a aeroportos regionais. O que define isso é uma portaria do Ministério de Infraestrutura. Certamente o governo de MG vai fazer lobby pesado para derrubar isso. O estado já não tem dinheiro, não vai querer bancar aeroporto deficitário. A novela do aeroporto da Pampulha voltará em breve.
  3. Ano passado tinham os defensores do calote da Avianca, agora são os defensores do calote da Gol.
  4. Me corrijam se eu estiver errado, mas eu entendi que não é devolver em 12 parcelas. É uma parcela daqui 12 meses.
  5. O problema desse assunto é que cada vez que um deputado, juiz ou promotor fica estressado no aeroporto eles resolvem descontar de alguma forma na companhia aérea.
  6. A não ser que alguma companhia dessas comece a operar voos domésticos no Brasil, conforme ja existem conversas, essa história de low cost é uma grande tempestade em copo d'água. Companhias estrangeiras começam e param de operar no Brasil todos os dias. Um voo a mais para Santiago ou Buenos Aires não é motivo para o governo ficar fazendo barulho. E um voo a menos também não é motivo para vir alguém criticar e falar que o Brasil deu errado.
  7. Essa discussão sobre ser ou não low cost é pouco produtiva. Primeiro, porque low cost é erroneamente associado a tarifas baixas. E não existe uma definição sobre o que é ser uma companhia low cost. A Azul pagar salários mais baixos que Gol e Latam. Isso é ser low cost. Mas ela possui diferentes aviões na frota, o que não se encaixa na definição de low cost segundo aqueles que acham que low cost é uma companhia monofrota. A Azul serve lanche "de graça" em todos os voos, o que também não é um procedimento que minimiza custos. No fim, quem consegue ter o menor custo dado se modelo de negócio tem mais chances de ter um resultado. A Emirates quer ser lowcost no mercado premium, e a Ryanair quer ser lowcost no mercado "popular".
  8. Toda companhia aérea entra no mercado com esse discurso de voos ponto a ponto. Afinal, ninguém vai fazer sucesso na mídia falando "vamos fazer igual todo mundo faz, obrigando o passageiro a ir até nosso hub em cada viagem". Mas, no fim, ela vai ter um hub em algum lugar. A Azul só é bem sucedida porque ela tem os aviões certos para levar o passageiro do interior até a Europa, através da distribuição bem feita em seus hubs.
  9. Essa nova regra não afeta as lojas dufry de GRU. Os passageiros em conexão internacional tem a chance de comprar no dufry depois de passar pela segurança. Ou seja, itens comprados em GRU não são fiscalizados. E a nova cota de mil dólares se aplica para compras no duty free na chegada. Na saída não há valor limite. Essa regra afeta os estrangeiros que fazem conexão internacional. Um pax indo para a Europa, se comprar um vinho no duty free em SCL vai perder ele em GRU. (Inclusive, descobri recentemente que o Chile permite o transporte de vinhos na bagagem de mão em voos internacionais. São passageiros que também vão ser afetados pela medida.)
  10. Situação extremamente complicada e as regras das companhias aéreas não ajudam em nada a resolver o problema. Se chegar amanhã e 180 pessoas ficarem doentes depois de viajar em um avião da Gol (ou da Azul, ou da Latam), vão quebrar o pau para cima da companhia, certamente com reportagem no Fantástico e tudo mais. Por outro lado, os comissários não têm conhecimento para definir qual doença é contagiosa e qual não é. Uma doença pode ser altamente contagiosa e não apresentar nenhum sinal externo visível. Enquanto outros sinais externos visíveis podem nem ser uma doença. Isso faz com que as doenças contagiosas sejam sempre definidas com base em um preconceito (avaliação visual sem nenhum conhecimento técnico). Não me parece justo que uma pessoa que tenha, por exemplo, uma mancha no rosto, sem nenhum tipo de doenca, precise mandar atestado médico para a companhia aérea toda vez antes de viajar, enquanto outro passageiro pode estar infectando o avião inteiro com corona vírus sem ser incomodado.
  11. Sério, alguém acha que tem santo no mercado? Precisa decidir quem é o herói e quem é o vilão?
  12. Não sei exatamente o que você quer dizer com "uma frota bem mais 'peba'", mas é importante lembrar que os voos para NY e Miami com A330 foram o início do fim para a Avianca Brasil.
  13. Tem alguma outra empresa oferecendo produto similar (voo direto Manaus-Orlando) ?
  14. É muito estranho eles derrubarem um avião pouco depois de o presidente iraniano usar o avião iraniano abatido pelos EUA em uma ameaça aos americanos. Porém, mesmo para níveis iranianos, é muito maluco imaginar que eles iam derrubar um avião cheio de iranianos (os canadenses eram também iranianos de dupla nacionalidade) para se vingar. Se tivessem derrubado avião americano, ou com muitos americanos, a coisa mudaria de figura, porque a opinião pública nos EUA só se importa quando americanos são mortos.
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