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Guilherme.penna.carvalho

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About Guilherme.penna.carvalho

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  • Cidade/UF/País
    BH/MG/Brasil
  • Data de Nascimento
    14/05/1991

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    BH
  1. A manchete tem um tom negativo que não tem nada a ver com a matéria. A Asiana aproveitou a oportunidade de fazer um marketing em cima da situação e do agradecimento da criança.
  2. Qual a solução esperada por quem acha isso tudo tão errado? Preços determinados pelo governo?
  3. Conforme diz a própria Azul: a concorrência é ótima por isso. Opções mais baratas, voos caros vazios, preços caem.
  4. Comparar a propaganda de antigamente com a realidade de hoje não é muito inteligente. Propaganda por progapanda, as propagandas de hoje fazem os aviões parecerem bem confortáveis. 8 das 12 empresas citadas na matéria já não existem mais. Não parece que deu muito certo esse "conforto".
  5. É possível que, depois de alguns meses de operação, a Azul perceba quais horários são melhores e piores, e diminua as operações da ponte aérea, voltando esses voos. A função da empresa é administrar recursos escassos (aviões, slots, dinheiro) e gerar o maior valor para o acionista com o que está disponível.
  6. A avaliação do efeito da entrada da Azul não tem que ser feito pegando uma data específica e concluindo que ficou mais caro ou mais barato pq tem um voo a 99 reais ou outro a 1500. O efeito sobre o preço vai ser percebido ao analisar, no medio/longo prazo, o preço médio e comparar com período semelhante no ano anterior. O resto é contabilidade criativa.
  7. Ninguém fica feliz numa situação dessas.. Mas é melhor pensar que antes um voo cancelado do que um acidente no horário.
  8. Sobre a proibição de usar o bin, é muito mais uma proibição de levar malas de bordo. Isso não é impossível de checar no portão. Agora, se o malandro vai guardar a mochila no bin, na prática, faz pouca diferença pra empresa.
  9. Bastante didático esse processo. O cidadão acha que, por ser um comediante meia boca, pode dar carteirada na tripulação. Fico feliz de a tripulação e a Latam terem levado o caso até o final. Regras são regras.
  10. Precificação de passagem aérea é um negócio que só as empresas entendem, e olhe lá. Principalmente em voos que envolvam conexões e etc. É impossível saber qual a tarifa base para analisar se o preço cobrado hoje é caro ou barato. No Brasil, o problema é grande. As companhias que não dão lucro tem, na opinião dos consumidores, tarifas muito caras. A companhia que dá lucro tem tarifas extremamente caras, na opinião de quem paga. Sinal de que nunca teremos passagens a um preço razoável (para consumidores) e lucrativas para as companhias.
  11. Pensa em uma empresa multinacional, qualquer uma. Você acha que o resultado dela é uniforme em todos os mercados e países onde ela opera?
  12. Podemos considerar que 33% do mercado dá lucro. Mas podemos dar uma checada nessa lista tambem: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Categoria:Empresas_a%C3%A9reas_extintas_do_Brasil Mas concordo com seus pontos, Gol e Latam são companhias que precisam se adaptar à uma nova realidade.
  13. Querer que as passagens caíssem de preço no momento em que a cobrança de bagagem entrou em vigor parte da premissa que as passagens estavam corretamente precificadas no momento anterior. E não estavam. Nenhuma companhia aérea dá lucro no Brasil (Azul é exceção). A venda de passagens não é capaz de cobrir os custos da operação (Gol operou com prejuízo operacional por anos). Então não é correto dizer que o preço pós cobrança de bagagem deveria simplesmente ser o preço pré cobrança menos o valor da mala. (Sim, as companhias aéreas venderam uma ilusão de que os preços cairiam, merecem se ferrar por isso para aprender a se comunicar melhor) Preço e valor são coisas diferentes. Se o preço que a companhia aérea deveria cobrar para ter lucro na operação não é o valor que o passageiro dá àquele trecho, a companhia precisa diminuir o preço, e opera com prejuízo, usualmente. Na bagagem ocorre o oposto. O valor de despachar a bagagem é alto, o passageiro não tem outra opção, entao o preço vai ser alto também.
  14. Todo mundo entra no site da companhia aérea e quer comprar a passagem mais barata que aparece na tela. Depois descobre que precisa trocar de aeroporto, não pode marcar assento, não pode levar bagagem, não tem direito à alimentação, etc. O que a discussão neste post mostra é que existem diferentes perfis de viajantes, que buscam diferentes tipos de produto.
  15. Eu queria muito saber como o governo vai determinar qual companhia é low cost e qual não é.
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