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Guilherme.penna.carvalho

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About Guilherme.penna.carvalho

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    BH/MG/Brasil
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    14/05/1991

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  1. Eu quero em BH, mas na Pampulha, Confins é muito longe.
  2. Pode ser que funcione, mas uma empresa nesse molde ignoraria toda a demanda que existe do interior de MG para SP e enfrentaria a concorrência muito forte da da Azul que poderia jogar lá em baixo os preços de MOC-CNF, GVR-CNF etc. Para cidades ainda menores, se fosse viável o Voe Minas não teria acabado, fosse como programa do governo, fossem voos regulares da Two/Azul Conecta.
  3. Certamente existe demanda do interior de MG para BH. Porém, as regiões mais ricas do estado (triângulo, sul, zona da mata) possuem relações mais fortes com SP ou RJ do que com BH. As regiões com relação mais forte com BH não são ricas o suficiente para pagar o preço que mantém o voo. A azul herdou rotas da Trip e não viu vantagem em manter voos para BDB, SDU e VCP na época em que a restrição era baseada no número de assentos do avião.
  4. Basicamente, o Ministro foi lá e sugeriu para a Emirates abrir mais voos para o Brasil (certamente ele não olhou as estatísticas da operação dela em GRU e GIG antes de fazer isso). A Emirates, por educação, respondeu que Ok, vai analisar e qualquer coisa ela entra em contato. O Ministro saiu contando vantagem sobre isso e o jornalista especulou sobre as cidades que, eventualmente (e bem eventualmente) teriam capacidade de receber o tal voo.
  5. Poder ela pode. A questão é o impacto que isso terá em CNF. Colocar rotas para SP, RJ e BSB, hoje, significaria praticamente 100% dos voos de Gol e Latam em CNF. A Azul acabaria sendo obrigada a também mandar alguns desses voos para PLU e isso prejudicaria o banco de conexões de CNF, reduzindo a oferta de voos para outras cidades, que hoje se sustentam parcialmente por conexões e parcialmente por O&D (como a maioria dos Hubs). A CCR certamente sabe de todos esses impactos. Se ela vislumbrar uma possibilidade de reabrir PLU sem perder dinheiro em CNF (leia-se, perdendo menos do
  6. Eu sei que as restrições permanecem. Porém, essas restrições existem devido ao lobby da administradora de Confins. Se for do interesse deles, as restrições caem em um minuto.
  7. Se existe alguma forma de Confins e Pampulha co-existirem, nós descobriremos agora. A CCR não vai permitir a mudança dos voos premium (CGH e SDU) de CNF para PLU caso isso prejudique os bancos de conexão da Azul em CNF. Por outro lado, eu não sei qual o tipo de poder eles tem sobre isso além da negociação com as companhias. Caso a restrição caia, o operador tem poder para negar uma nova rota, de PLU para CGH, por exemplo, simplesmente porque ele não quer e prefira que o voo saia de CNF?
  8. O Secretário mostra que ele percebe a função do Governo como um carimbador de papel para autorizar o que a companhia aérea quer. Não vê nenhum papel do Governo como organizador da infraestrutura local. O que ele não percebe é que SDU pode até passar a ter voos para Fortaleza, Recife ou Montevideo, mas será sempre menos voos do que a cidade do Rio de Janeiro tem como potencial. E talvez o custo destes voos no SDU sejam alguns voos a menos no GIG para os EUA ou Europa, que trariam mais turistas e muito mais benefícios para a cidade do que um voo por semana para Punta Del Este.
  9. A matéria diz que o primeiro acordo é de US$ 35 milhões, muito pouco para a United e com certeza não é o valor de 100 aviões. Certamente eles vão auxiliar no desenvolvimento do avião e, se fizer sentido, efetivar essa compra lá na frente. Por enquanto, serve como estratégia de marketing e divulgação.
  10. A ideia de ter mais de um aeroporto atendendo uma cidade funciona em pouquíssimos lugares no mundo. Não seria em BH que daria certo. E, aparentemente, nem no RJ.
  11. Não sei se a Latam tem uma equipe de infectologistas ou quem dá assessoria a eles para uma opinião dessa. Mas, no último ano, essa crença de que a pandemia estava terminando foi repetida inúmeras vezes por diversas pessoas. E os fatos sempre mostraram que estavam errados.
  12. Classe polaris é algo tão óbvio que faz com que não seja necessária uma explicação nessa notícia?
  13. Confins tem dificuldade em fazer com que os passageiros circulem pelas lojas. Eles não conseguiram nem uma solução meia boca, tipo a do GIG (descer e depois voltar a subir). Quem voa azul já entra na sala de embarque direto nos portões usados pela Azul. A maioria (para não dizer todos) dos passageiros em conexão devem voar azul. Isso significa que eles nem passam pelas opções de alimentação da parte nova, que são os bons restaurantes do aeroporto (Burger King, Viena, Sport bar). Ficam na parte "velha", que tem uma casa do pão de queijo (baita pão de queijo ruim, principalmente em MG) e u
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