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Red Angry Bird

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  1. De verdade, também preferiria que seguisse passos independentes no momento. Não sei a quantas andavam as ações da Embraer na bolsa, para dizerem que dispararam. Pelo jeito o mercado reagiu bem à este interesse. Porém, quem sabe como serão os próximos meses ou anos após essa pandemia da Covid19? O que será da China? Ou o que será da Rússia? Aviação russa acredito que interessou na Embraer para ter maior confiabilidade e aceitação no mercado ocidental, mesmo a maior investida russa na aviação ocidental - o SSJ-100, com inclusive um consórcio Franco-russo para fazer os motores (SAM-146, a Snecma/Safran com a Saturn) ficou longe de ser sucesso ou uma ameaça aos tradicionais jatos regionais ocidentais. Talvez idem com a aviação chinesa. A Embraer já teve experiência com a China (Harbin-Embraer), não sei dizer se foi um sucesso, considerando as expectativas, mas, o consórcio foi desfeito uns anos atrás, depois de cerca de 50 ERJ's e Legacys montados por lá. E ainda acredito que a Boeing ter desfeito o negócio tem mais cara da necessidade da própria Boeing conter custos pós 1 ano de grounding do 737MAX e a suspensão de produção deles. O grande carro chefe da Boeing. Todos os custos de storage, quebras de contratos e tudo mais
  2. Tinha outro fator em jogo também, haviam interessados nos leasings da maioria dos aviões da AVB. Dos A320, sobraram só dois que estavam sem condições de voo - OCA e o ONZ. Antes do fim de 2019, a grande maioria já estava em novos operadores. Agora, se o lessor retomar avião, eu acredito que estará com abacaxi na mão. Storage custa grana, não é simplesmente encosta no deserto e segue a vida. E part-out também custa grana. Do que me lembro dos 787's, da LATAM, os motores eram uma salada de frutas. Apesar de serem todos RR Trent1000. Tinha motor efetivo em parte da frota, mas não em outra, não podia misturar motor, enfim, era uma bela confusão. De repente estão se livrando de uns 787-9's com mix de motor não-compatível e que obriga a ter um motor a mais que o necessário na reserva só por conta disto (leia-se custo). E de repente, o mercado tem liquidez para 787-9 para substituir 747 parado (KLM, Qantas, etc), então, para negociar leasing deles é mais complicado. Interessante ver a devolução de A321 e todos com motor CFM56. Era considerado o money-maker da frota. Novos tempos, novos rumos?
  3. Acho que alguns estágios do compressor do PW1000G são assim também. Dizer, em termos de reparabilidade, é algo que aparenta ser problemático, já que numa ingestão (FOD), nem todas as palhetas são danificadas. Há limites de manuais que permitem reparos, com alívio dos danos, porém, como disse, há limites. A maioria dos motores permite a substituição de algumas palhetas, num procedimento relativamente rápido - intervenção "rápida" de oficina, coisa de 48 horas. Mas nem todos os fabricantes permitem este tipo de procedimento. A GE permite. A RR e a PW até onde tinha conhecimento, não. Mas sobre o caso das palhetas do fan formando uma peça única: no caso "tradicional", das palhetas encaixadas em "hub",realmente, há motores cujas palhetas possuem grande resistência mecânica, como as do GE90 (tanto 90-90series quanto do 90-110 e 115) e acredito que os GENx e o LEAP-1, sendo bem mais incomuns os casos de substituição de palhetas em relação aos "irmãos" com palhetas metálicas tradicionais. Mas este caso do conjunto de fan blades do RR Trent 1K, de fato, um bird strike mal-tomado, tende a provocar danos em algumas blades e requeririam a troca de algumas blades. Por um lado, trocar o set todo pode até ser, ironicamente, mais rápido, pois não haveria necessidade de balanceamento das blades, uma vez que trocou o disco de palhetas todo. Acredite ou não, este procedimento de balanceamento pode se tornar demorado. No caso, por exemplo, se as blades spares não formarem um set bem balanceado. Seria necessário rearranjar TODAS as blades de modo a formar um conjunto equilibrado. Porém, economicamente, tende a ser caro, já que cada caso de dano fora do manual, seria necessário um disco destes e que eu duvido que seja menos que USD1M x 1 blade que custa por volta de 8% disto. Verdade seja dita, esse Trent 1000 é lindo demais. E do que lembro RR tem manutenção mais cara que os seus concorrentes.
  4. Rapaz... onde mando meu CV?!?! Seria um interessante contra-golpe à Airbus. Já que o A220 está na América do Norte, onde o mercado de aviação regional é um dos mais fortes e desenvolvidos (para não dizer o mais forte e desenvolvido) do mundo e o quintal da Boeing. O E-2 poderia ter "final assembly" na Europa, visto que o mercado de aviação regional da Europa aceitou bem os E-Jets. E lembrando que a Airbus monta avião nos EUA. Não sei se os MD-80/90 chineses já foram sob a gestão Boeing ou se ainda eram da MDD.
  5. Eu acho que idade do avião não influencia muito, com "cair os pedaços". Muito provavelmente falha da manutenção em não cumprir com procedimentos descritos em manual ou coordenação dos mecânicos / supervisão. Se a fixação do painel estava em mal-estado, cabia a manutenção fazer o reporte e proceder com a troca ou reparo.
  6. https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2019/06/16/piloto-de-aviao-que-fez-pouso-forcado-no-am-relatou-problema-eletrico-e-pediu-pra-voltar-para-aeroporto-ouca-audio.ghtml Trecho do áudio do MAP 5914. Relato de pane elétrica.
  7. Desculpe a ignorância, mas qual o outro avião que a MAP perdeu?
  8. Porta da baia do trem de pouso não deu nem sinal de abertura. Em tempo, ATR com 32 anos e 357 dias desde first flight. Bela forma de fazer aniversário...
  9. Não é a primeira e nem será a última a trocar a "bitola". Easyjet começou com 737 e mudou para A320. Não sei exatamente o motivo, mas, pelo visto, sempre se deram bem com o equipamento que voavam.
  10. Passaredo é quase uma fênix, está meio que na sua terceira encarnação. De repente esta é mais uma cartada para se reestruturar e fazer sua quarta encarnação. E fazendo uma abrangência um pouco maior, talvez saindo do foco da Passaredo, mas ainda foco em CGH, slots e novos players. Acho que estes próximos capítulos vão pegar fogo. Declararam interesse em CGH: Sideral, Passaredo, Globalia, Gol, Latam e Azul. Quem mais será que aparece? Com a quase certa falência da Avianca Brasil (infelizmente) e as liberações dos slots, agora independente das sete UPIs propostas no plano de recuperação da AVB, para quem realmente quer participação em CGH, especialmente novos players, ficou interessante. Afinal, por que pagar por slots se com um pouco de paciência eu consigo de graça? Caso role leilão, Passaredo não teria cacife para levar uma das UPIs, visto que eles mesmos ficaram (ou ainda estão) em Recuperação Judicial. Sideral, teria slots em CGH para operar não-regular? E com aquele plano maluco? E quão interessante seria algo do tipo a eles, agora? BRA que o diga. Da charter que voava com avião lotado, mas esperando avião lotar para a regular voando no prejuízo. E 737-500, custo de operação dele deve diluir pelo leasing a preço de banana. Globalia? Acho forte candidata a arrematar algo, já que demonstraram interesse em operar CGH e ponte aérea. Com estes potenciais players para disputar o espaço da Avianca, capaz de eles (Globalia) quererem garantir uma fatia maior. Lembrando que em menos de dez anos, CGH tivemos a Pantanal (tanto que a TAM comprou ela de vez mais pelos slots do que porque morria de vontade de voar ATR e fomentar os voos regionais) e a NHT também, de LET410. Eles tinham um ou dois voos para CGH no dia. A saída da NHT permitiu as primeiras operações da Azul em CGH, voando ATR72 para BPS, se não me engano.
  11. Chute calculado: IAG (British Airways, Iberia, Aer Lingus entre outras). Considerando "publicly traded, competition issues between them".
  12. Atualização: 15:07 Um helicóptero fez um pouso de emergência na tarde desta segunda-feira (10) sobre um prédio na 7.ª Avenida em Manhattan, em Nova York, segundo disseram agentes da polícia e dos bombeiros. Inicialmente foi informado que um avião teria batido no prédio. Depois, os bombeiros disseram que foi um helicóptero que teve de fazer um pouso de emergência. "A única indicação é que o helicóptero ou fez um pouso de emergência ou caiu no topo do prédio, e se incendiou, mas é tudo muito preliminar ainda", disse o governador de Nova York, Andrew Cuomo. Ele disse que o prédio foi esvaziado e que existe informação de um ferido. https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/06/10/aviao-bate-em-predio-em-manhattan-diz-tv.ghtml
  13. Bom dia a todos, de acordo com o Blog Todos a Bordo: Julgamento sobre recuperação judicial da Avianca é adiado para a próxima 2ª https://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2019/06/10/justica-julga-avianca-segunda-falir/ Por: Ricardo Marchesan e Alexandre Saconi O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) adiou para a próxima segunda-feira (17) o julgamento sobre o leilão de ativos da Avianca Brasil, que estava marcado para a manhã de hoje. O relator do caso, desembargador Ricardo José Negrão Nogueira, que acatou a liminar que suspendeu o leilão, não compareceu ao julgamento nesta manhã por problemas de saúde, por isso a decisão foi adiada. A ação pode resultar na decretação da falência da empresa aérea. O processo foi movido pela Swissport, empresa que presta serviços de auxílio no solo, que se declarou prejudicada pelo plano de recuperação aprovado na assembleia de credores, ocorrida em abril. O pedido da empresa feito em maio resultou na suspensão do leilão da Avianca em sete fatias. A divisão foi aprovada na assembleia de credores realizada do final de abril, e a suspensão do leilão deixou a companhia aérea em uma situação mais delicada. No documento enviado à Justiça, a Swissport diz ser credora de um valor superior a R$ 17 milhões e pede que o plano de recuperação judicial seja cancelado e que um novo, que atenda aos interesses de todos os credores, seja apresentado. A Avianca ainda enfrenta vários outros processos na Justiça, desde questões relativas à recuperação judicial até mesmo atrasos em voos. Falência A prática de decretar falência mesmo que nenhuma das partes do processo tenha solicitado não é comum no judiciário, mas pode ocorrer por motivos que, por exemplo, envolvam a economia e a ordem pública. Segundo Manoel Justino Bezerra Filho, desembargador aposentado do TJ-SP e professor da universidade Mackenzie, isso é possível no caso da Avianca. "Entendo e defendo o ponto de vista de que o juiz de primeira instância e o tribunal não podem, e nem devem, decretar a falência de ofício [ou seja, sem nenhuma das partes pedir], a não ser em situações muito, mas muito especiais. Entretanto, isso tanto pode ocorrer, como já vi acontecendo no Tribunal", diz Bezerra Filho. O desembargador aposentado ainda lembra que isso já ocorreu em outras situações no próprio TJ-SP, e que não deve ser descartada. "O próprio relator, Ricardo Negrão, já decretou uma ou duas falências de ofício [ou seja, sem que as partes tenham pedido]", afirma. Texto na íntegra no link acima. Transcrevi o mais relevante.
  14. Fiquei curioso também. Creio que o LipeGIG sabe, pelo seu profundo conhecimento nesses assuntos. Porém, fui fuçar e fiquei mais em dúvida. Diz na Wikipedia do ATL (https://en.wikipedia.org/wiki/Hartsfield%E2%80%93Jackson_Atlanta_International_Airport) cerca de 1000 voos diários em 2013 e com 75% do "market share" em pax no aeroporto. Não entendi se são só da Delta ou todos do aeroporto. Porém, em 2012 registraram mais de 970mil voos no aeroporto. Logo, seriam cerca de 2700 por dia. Logo, creio que sejam 1000 voos só da Delta. Mas tem conta que não tá fechando... enfim. Falando assim, parece até o Simplício comentando do aeroporto de Itu no banco da Praça é Nossa.
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