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ricardomilhomem

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About ricardomilhomem

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  • Cidade/UF/País
    Brasilia/DF/Brasil
  • Data de Nascimento
    11/03/1994

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    Brasília
  1. Ironic mode on Vai ser write off? Ironico mode off
  2. A qualidade da fabricação da boeing nos ultimos tempos, principalmente em Charleston, é conhecidamente baixa. Acho até que existe um episódio de uma serie de documentários que trata deste assunto disponível no netflix.
  3. A ideia é semelhante à da Copa, vejam no que deu... Tem tudo para dar certo.
  4. Acho que a única opção para um aumento significativo de companhias seria um aumento no mercado regional, pois nos outros, seria uma guerra com bastante sangue envolvido. Considerando que a renda do brasileiro só cai, e não temos sinais de uma recuperação econômica FORTE, acho que a entrada de muitos players aqui seria apenas um voo de galinha.
  5. Eu queria muito saber que diferença faz se é low cost ou não. Se a low cost cobrar bagagem e a passagem for mais cara que a companhia "normal", voa na normal, ué!
  6. Pelo que entendi, a Bombardier não tem nada a ver com o a220 mais. Foi uma operação diferente da embraer: no caso da bombardier, comprou-se apenas o programa, enquanto a embraer formou uma terceira empresa com ownership majoritário da Boeing.
  7. O que por si só já é uma grande vitória, e introduz alicerces para uma reforma tributária mais ampla que atinja também os tributos municipais e estaduais (sonho). Entretanto, os impostos que serão simplificados não são os maiores problemas do empresário brasileiro. O problema mesmo está no ICMS, com suas bizarras regras e exceções e regulação feita individualmente por cada estado, e pelo ISS, regido por cada um dos municípios do país, e sua consequente bi tributação devido à guerra por receita de cada ente da federação, haja vista o problema fiscal vivido por estes.
  8. Acho que a embraer possui soluções de segurança também... não vai ser fácil, mas ainda sobrou muita coisa.
  9. O vi em um restaurante no setor de clubes, na hora do almoço. Provavelmente já estava bebendo desde cedo.
  10. A345, concordo em gênero, numero e grau, mas acho que trabalhar desta forma acaba sendo um tiro no pé dos próprios jornais. Se a qualidade da noticia que é veiculada em um jornal de grande circulação é a mesma da que está no WhatsApp e etc, qual o valor agregado que o jornal me traz? Trazendo para o caso dessa noticia especifica, podiam ter demorado um pouquinho mais para publicar essa noticia (o que não ia mudar a vida de ninguém) e incluir alguma explicação bem resumida do que é GPU ou do que foi feito com o avião, em termos leigos. Provavelmente despertaria o interesse dos leitores que não conhecem sobre o tema e não pagaria esse mico.
  11. Meu pai é tetraplegico. Era muito comum, no passado, subirem carregando não a cadeira, mas ele mesmo, escada acima e depois até a cadeira. Peso pena, com 120 kg, com certeza não era nada seguro nem pra ele nem para os funcionários, mas nunca aconteceu nada. Hoje em dia todos os aeroportos que vamos tem as cadeiras menores, que entram no corredor do avião e o levam até a poltrona. Engraçado é que era nítida a diferença entre o atendimento no Brasil e no exterior, o que sempre foi ressaltado pelo meu pai como uma ótima qualidade dos brasileiros. No Brasil, mesmo levantando a bigorna no braço sem nenhuma segurança, as pessoas sempre estavam dispostas a ajudar e costumavam rir, fazer brincadeira. No exterior é sempre uma dor de cabeça, até mesmo quando todos os equipamentos possíveis estão disponíveis.
  12. Se forem trocar de equipamento, acho difícil ser 767. Mais fácil aumentar as frequências com A321/737M do que trazer um 767, pois permite uma elasticidade maior da oferta. Poderiam criar uma segunda frequência 3vps ou algo assim, como a COPA já fez, e se o mercado reagir bem, ai sim aumentar para algo maior (se fizer sentido). Uma coisa que nunca entendi (mas confesso que posso estar enganado) é a preferência das companhias em mandar as conexões por GRU. Se o mercado de lá tem mais yield e demanda, não faria mais sentido afunilar os passageiros em mercados com menor demanda e deixar os lugares de GRU disponíveis para venda por valores mais altos, inclusive com passageiros O/D?
  13. Já peguei esse vôo duas vezes, e vou pegar uma terceira agora em maio. O avião de fato não possui entretenimento (apenas aquelas TVs de corredor), mas acho que está longe de ser desconfortável. As poltronas são boas e o horário, para mim, é excelente, pois da para dormir bem e chegar em MIA em um horário bom. Apesar de não possuir PTV, acho que possui tomada em todas as poltronas, então basta levar seu notebook/ipad/celular. Entretanto, considerando que você vai para NY, eu iria preferir pegar um voo direto para lá saindo de Guarulhos (na verdade, é exatamente o que vou fazer, pois vou por Guarulhos e volto por MIA). Prefiro pegar um voo curto (BSB-GRU) e um mais longo, que da mais tempo de dormir (GRU-NY) do que pegar dois médios (BSB-MIA-NY). Não sei nas outras companhias, mas na própria AA o voo GRU-NY é de 77W e provavelmente possui o melhor entretenimento da frota, apesar de certamente as poltronas serem mais desconfortáveis.
  14. Na minha opinião, o que está em jogo aqui não é o que vai acontecer com estes A380 especificamente, mas o impacto disto nos outros. A partir de agora ou num futuro não muito distante, vamos ter um fluxo quase que constante de A380s saindo de leasing, principalmente da Emirates. Hoje nós temos os aviões da Singapore e da Malaysian no mercado, e aparentemente já está difícil conseguir novos operadores para eles, imagine com os da Emirates. Isso significa não só uma provável alta nos leasings desses aviões, mas também pode significar o fim da linha de produção. Há algum tempo temos visto apenas a Emirates interessada, e nos últimos 2 anos temos ouvido rumores não concretizados de que ela iria fazer uma nova compra. Em resumo: ninguém quer o avião novo, pois está muito caro e a performance não está satisfatória, e ninguém quer o avião velho e barato, por motivos n. Coloque ainda a entrada dos 777X, e provavelmente estamos perto do fim do A380 mesmo. Para efeito de comparação, talvez possamos ver o que aconteceu com outros projetos. Não tenho muito conhecimento específico, mas os últimos dois projetos de sucesso que me recordo são o A330 e o 777. O A332 continua firme e forte, inclusive com a Azul operando aeronaves bem antigas, que possuem performance bem inferior às novas. Quanto ao A333, as aeronaves mais antigas não são tão desejadas por que sua perfomance não era lá essas coisas. O 777, acredito que o primeiro 772 ainda esteja voando, mesmo sendo do modelo A. A United ainda tem os 772A originais comprados ainda no inicio dos anos 90, e me lembro do primeiro 772 indo para o machado na época da falência da VARIG, mais de 10 anos após sua introdução no mercado e mesmo assim, foram poucos exemplares.
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