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PR-AIU

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About PR-AIU

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  1. Verdade, tinha até me esquecido da parceria com a ASTA! Como será que eles estão indo? E que bacana saber dos Twin Otter, bom saber que estão ampliando a capacidade
  2. Lá em 2014, achei que o A320neo traria muito mais oportunidades para a Azul no Mercosul. Mas enquanto os E1 não tiverem sido trocados, eles continuarão 100% focados no upgauge do doméstico. Minha aposta vai pra NYC, principalmente se o VCP-ORY for efetivamente "terceirizado" para a Air Caraibes. EWR faria mais sentido dada a influência da United, mas JFK também tem uma grande presença da jetBlue, que é parceira de codeshare. Bagé é bem provável, mas falta acabarem as obras de adequação do terminal. O início dos voos depende apenas disso. RBR não tem voos da Azul há anos e deve contar com voos pra CNF, possivelmente operados pelo E2, a partir do próximo ano
  3. Sim, a Azul encerrou o voo year-round tem algum tempo. Eram só 2 voos por semana há anos... Em 2015 chegou a ser cinco semanais com os E195. Dadas as fortes ligações do RS com SC, é estranho que o voo não tenha sobrevivido
  4. O 777-200LR, ao menos na configuração Qsuites, tem 42 assentos na Business e 232 na Economy.
  5. Air Caraibes solicitando slot pra ORY-VCP? Isso sim é uma supresa. Será que farão algo nos mesmos moldes da parceria Aigle Azur/Azul?
  6. O sindicato dos professores também usa esse argumento, mas ele não para em pé. Mesmo se Legislativo e Judiciário não existissem, o déficit ainda seria gigante... o RS chegou em um ponto insustentável. Seja como for, não é hora de dar desconto milionário em ICMS enquanto há esse buraco nas contas públicas. Ainda mais sendo o benefício tão pequeno; não faz o menor sentido do ponto de vista fiscal. Faz, isso sim, do ponto de vista político, já que eles adoram capitalizar em cima desses voos novos em suas bases eleitorais
  7. Bom questionamento! No meu entender, os efeitos dos voos da Two são muito pequenos para justificar descontos tão grandes de imposto, principalmente num estado que não paga o funcionalismo em dia desde 2015. Até por isso, como já mencionei, sou contra qualquer tipo de subvenção. Política pública deve SEMPRE ser baseada em evidências, e se formos colocar na ponta do lápis, creio que até o benefício para a Azul seja ineficiente. Mas enfim, já que ela está aí, poderia ser melhor aproveitada de modo a realmente atingir o seu objetivo; nesse caso, aumentar a conectividade aérea do estado. Com as ocupações da Two, afere-se o baixíssimo aproveitamento dos voos em troca de um grande sacrifício de arrecadação... em suma, é um prejuízo grande demais para um benefício muito pequeno - milhões de reais deixam de entrar no caixa do estado todo mês em troca de pouquíssimos passageiros voando para o interior. Vale mesmo a pena? Ao mesmo tempo, é difícil delimitar a linha que separa o benefício real da inexistência de benefício, ao menos em termos relativos. Não sei de que modo essa política deveria ser alterada -- e aqui abre-se um ponto muito interessante de discussão --, mas algo deveria ser feito de modo a ampliar realmente o fluxo de passageiros para o interior. Por exemplo, um limite mínimo de assentos por voo; hoje, já existe um limite mínimo de frequências semanais, mas com o exemplo da Two, creio ser insuficiente para justificar os vultosos descontos de imposto. Espero ter sido mais claro no meu ponto de vista e fico no aguardo das opiniões dos amigos do fórum!
  8. Pra Gol tanto faz, conquanto estejam embolsando o desconto no ICMS no resto dos voos... Não sou nada favorável a subsídios de qualquer natureza, mas se é para dar o incentivo, que seja em um voo que realmente impulsione o transporte aéreo dentro do estado. A Gol não está fazendo nada de ilegal, mas no meu entender essa política tem que ser urgentemente revisada
  9. Flybondi reserva voos ligando Buenos Aires a Porto Alegre Disponível em https://ponteaerea.net/2019/11/29/flybondi-reserva-voos-ligando-buenos-aires-a-porto-alegre Consta no sistema SIROS da Anac uma reserva da ultra low-cost argentina Flybondi para voos ligando Porto Alegre a Buenos Aires (El Palomar) a partir de 3 de março de 2020. Caso o voo se concretize, será o quarto destino da aérea no Brasil, se juntando a Florianópolis (sazonal), Rio de Janeiro (Galeão) e São Paulo (Guarulhos). De acordo com a reserva, serão três voos semanais, às terças, quintas e sábados, sempre operados pelos 737-800 -- único modelo que a companhia possui em sua frota --, com capacidade para 189 passageiros. Voo Rota Saída Chegada Frequência Início FO5910 EPA-POA 17h05 18h40 3ª, 5ª, sáb. 03/03/2020 FO5911 POA-EPA 19h25 21h10 3ª, 5ª, sáb. 03/03/2020 A Flybondi é a primeira ultra low-cost da Argentina e, atualmente, a terceira maior aérea do país vizinho, com cerca de 9% do mercado. Na capital argentina, utiliza o aeroporto El Palomar, mais afastado do centro da cidade e com pouca infraestrutura, mas de operação mais barata. Esse novo voo da Flybondi quebraria, após quase quatro anos, o monopólio da Aerolíneas Argentinas na ligação entre a capital gaúcha e Porto Alegre. A companhia opera sozinha na rota desde 2016, quando a Gol se retirou do mercado, e atualmente realiza dois voos por dia entre as duas cidades. Para Porto Alegre, ainda, essa será a terceira companhia aérea a inaugurar voos na cidade em menos de um ano, juntando-se à Cabo Verde Airlines, com voos para a Ilha do Sal e à LATAM Peru, com o seu voo sazonal a Lima. A concessionária Fraport vem oferecendo incentivos a novas operadores que queiram operar no aeroporto Salgado Filho.
  10. Ocupações da TWO em POA (passageiros pagos/assentos ofertados) Setembro POA-BGX: 23/81 (28,4%), 381kg de carga paga BGX-POA: 37/81 (45,7%), 558kg de carga paga POA-SRA: 15/54 (27,8%), 294kg de carga paga SRA-POA: 19/54 (35,2%), 385kg de carga paga Outubro POA-BGX: 70/198 (35,4%), 721kg de carga paga BGX-POA: 78/207 (37,7%), 827kg de carga paga POA-SRA: 23/90 (25,6%), 246kg de carga paga SRA-POA: 41/90 (45,6%), 278kg de carga paga
  11. Norwegian Argentina não vende passagens para depois de abril de 2020 Disponível em https://ponteaerea.net/2019/11/28/norwegian-argentina-nao-vende-passagens-para-depois-de-abril-de-2020/ A Norwegian Air Argentina, primeira filial da terceira maior low-cost da Europa, não está vendendo passagens em seus voos domésticos para além de abril de 2020, segundo informações do blog de viagens argentino Sir Chandler. A última data disponível para venda no sistema de reservas da empresa é 28 de março de 2020. Apesar do congelamento das vendas das operações domésticas, o voo entre Buenos Aires (Ezeiza) e Londres (Gatwick) segue com as suas vendas para além dessa data. Segundo matéria do site AirlineGeeks, fontes apontam para negociações entre a Norwegian Argentina e a Jetsmart, que deseja absorver as operações argentinas da Norwegian e operar desde o Aeroparque, aeroporto central de Buenos Aires. O texto afirma que passos formais desse acordo devem ser tomados na primeira semana de dezembro. Atualmente, a Norwegian é a única low-cost argentina que opera nesse aeroporto -- as demais, Flybondi e Jetsmart, operam no aeroporto de El Palomar, afastado do centro da cidade, e que vem sofrendo restrições de horário operacional. O artigo do AirlineGeeks afirma que há a possibilidade de que uma redução premeditada da janela de reservas -- sem cancelar as operações -- diminuiria a exposição da empresa à volatilidade econômica argentina. Contudo, considera essa hipótese uma medida "conservadora", já que as suas concorrentes estão fazendo exatamente o contrário estender as vendas ao máximo de modo a dar liquidez para as operações atuais. Dessa forma, a hipótese mais forte é de que a matriz da Norwegian, que passa por uma série crise, esteja de fato cortando suas operações dentro da Argentina. A situação econômica local é grave. Além da recessão o país sofreu um choque cambial, e isso afeta diretamente as operações do setor aéreo, que é altamente dolarizado. Em abril o CEO do grupo Norwegian, Geir Karlsen, já havia demonstrado sua preocupação com as operações domésticas na Argentina, afirmando que "se os planos na Argentina não resultarem como o planejado, também estamos preparados para nos retirar [do mercado]." A Norwegian como um todo vem registrando financeiros negativos há anos, e de modo a se reestruturar vem tomando medidas austeras, abandonando rotas deficitárias e adiando o recebimento de aeronaves, de modo a se concentrar em mercados com margens maiores.
  12. LATAM diz estar avaliando voo entre São Paulo e Doha PonteAérea.net - disponível em https://ponteaerea.net/2019/11/18/latam-diz-estar-avaliando-voo-entre-sao-paulo-e-doha/ Em comunicado à imprensa na tarde de hoje (18), a LATAM informou que está avaliando a possibilidade de um voo direto ligando São Paulo (Guarulhos) a Doha, capital do Catar, no Oriente Médio. Além de ser a capital do país com o quinto maior PIB per capita do mundo, de acordo com dados do FMI, Doha é o hub da Qatar Airways, que possui 10% das ações do grupo LATAM. Apesar de não fornecer mais informações, a companhia afirma na nota que esse voo “complementaria o código compartilhado bilateral [codeshare] entre LATAM Airlines Brasil e Qatar Airways, implementado em outubro de 2019, e facilitaria mais e melhores opções de viagens no Oriente Médio, Ásia e África”. Atualmente a Qatar Airways voa diariamente entre Buenos Aires e Doha com uma escala em Guarulhos. Entretanto, devido à crise diplomática envolvendo o Catar e quatro países da região, atualmente o voo precisa fazer uma rota muito maior do que se pudesse sobrevoar a Arábia Saudita, o que implica em custos maiores para a companhia. Segundo a Airways Magazine, o voo ficou uma hora mais longo com a restrição. Caso a LATAM chegue a operar esse voo, poderá realizar a rota mais curta, já que as sanções, de acordo com a Al Jazeera, se aplicam apenas a aeronaves registradas no Catar. Já que, com o acordo de codeshare, tanto LATAM quanto a Qatar vendem assentos nessa rota, essa poderia ser uma forma da empresa nacional do Catar “driblar” o bloqueio imposto pelos países vizinhos.
  13. É bom demais estar de volta!! Parabéns a todos os envolvidos no esforço para recuperar o CR.
  14. Bah, vão detonar a conectividade em Lima. Será que a ideia a médio-longo prazo é concentrar tudo em Bogotá?
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