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PR-AIU

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  1. MAP explica poucos voos Jornal A Crítica, de Manaus -- versão impressa “Fomos obrigados a cancelar as operações por uma questão técnica”, afirma CEOdaVoepass/MAP, Eduardo Busch A MAP Linhas Aéreas está operando de forma reduzida no município de Parintins desde a última quarta-feira (25), por conta de instabilidade na operação da estação meteorológica do Aeroporto Regional Júlio Belém. Dos nove voos semanais, a empresa aérea está realizando apenas um voo diário. A empresa também suspendeu a venda de novos bilhetes para o município. De acordo com MAP, a atuação da empresa será restabelecida assim que os problemas técnicos do aeródromo forem solucionados. Em nota divulgada no último sábado (29), a Prefeitura de Parintins afirma que a nova gestão da MAP tem causado atrasos e cancelamentos de voos para todas as cidades do Amazonas. Ainda de acordo com a nota, a possível falha na emissão de alguma informação, entre as diversas emitidas pelo equipamento, não é motivo para cancelamentos de voos de nenhuma empresa aérea, haja vista que o aeroporto não opera em procedimentos IFR, ou seja, por instrumentos. Em resposta, o CEO da MAP, Eduardo Busch, disse que a nota da Prefeitura de Parintins tem causado uma desinformação. “A aeronave teria totais condições de operar voos se ela fosse uma linha privada, por exemplo. Como ela é uma linha aérea regular, o nível de segurança de voo é muito mais alto. Portanto, não temos esta autorização para operar”, explica. Segundo o CEO, as acusações contra a nova gestão são infundadas, uma vez que a empresa opera seguindo estritamente o regulamento aeronáutico. “Quando assumimos a MAP, encontramos centenas de multas que foram feitas por operações irregulares na gestão anterior. São situações que teriam passado despercebidas anteriormente, mas nosso compromisso número um é com a segurança de voo”, ressaltou. O gestor da MAP disse que entende que a falha na estação meteorológica pode acontecer em qualquer aeródromo. Porém, atualmente, tem acontecido apenas em Parintins. “A Prefeitura elegeu a MAP como causadora de tudo isso, jogando todo peso da falha da administração ou do equipamento em cima da empresa, isso não foi correto”, disse. SUSPENSÃO DE VOOS Adecisão da Voepass, que participa do controle da MAP Linhas Aéreas desde agosto de 2019, foi tomada com base no Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) número 121, da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que proíbe a operação aérea de linhas regulares em aeroportos sem as necessárias informações de meteorologia, que são de responsabilidade do administrador aeroportuário. O CEO da Voepass, Eduardo Busch justifica. “A estação meteorológica não estava emitindo as informações da operação. Por uma questão de regulamentos aeronáuticos, a Voepass/MAP não pode operar sem esses dados disponibilizados pelo aeroporto. Então, nós fomos obrigados a cancelar as operações por uma questão técnica da impossibilidade da empresa fazer as operações sem informação meteorológicas”. De acordo a MAP, o cancelamento é apenas temporário, até que o aeródromo se organize. “Nossa operação é um pouco diferente de operações particulares, ou mesmo de operações privadas e táxi aéreo, porque nós somos uma empresa regular. O nível de exigências para nossa operação é mais alto, por conta do nível elevado de segurança operacional”, informou Busch. EXPANSÃO A MAP informou que pretende dar continuidade ao seu plano de expansão na região Amazônica, junto ao Governo Federal. Atualmente, a empresa está presente em 14 destinos nos Estados do Amazonas e do Pará. São eles: Manaus, Belém, Porto Trombetas, Parintins, Santarém, Itaituba, Altamira, Lábrea,Carauari, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Tefé, Eirunepé e Coari. USUÁRIOS A operação entre Manaus e Parintins é feita pelo modelo ATR 42-500, com capacidade de 48 passageiros. Somente nesta rota, a empresa atende uma média de 800 passageiros por semana. Alex Cardoso, 30, é empresário morador da cidade de Parintins. Ele é um dos usuários que foram prejudicados com o cancelamento de voos da MAP. “É uma falta de respeito. Estamos indignados com esta empresa que brinca e abusa dos parintinenses”, diz.
  2. Pelo que disseram logo após a paralisação do Mercado LATAM, a ideia é fazer algo misto, mais ou menos igual à GOL; snacks e bebidas de graça, com algo mais elaborado vendido à parte. Entretanto, ainda não anunciaram nada oficialmente
  3. Há de se levar em consideração que a maioria dos voos internacionais, especialmente no caso da LATAM e da Azul, é bem mais longa em termos de distância, então é natural que os yields sejam menores
  4. SAA to scrap all domestic routes apart from Joburg, Cape Town Disponível em https://www.fin24.com/Companies/Industrial/saa-to-scrap-all-domestic-routes-apart-from-joburg-cape-town-20200206 SAA is cancelling all of its domestic routes apart from Johannesburg to Cape Town, the joint Business Rescue Practitioners (BRPs) of South African Airways (SAA) announced on Thursday. According to the BRPS Les Matuson and Siviwe Dongwana the latest initiatives are aimed at supporting SAA's transformation into a sustainable and profitable business and in line with the urgent action required to conserve cash. The BRPs also announced that they are exploring the sale of some of the embattled airline's assets, and confirmed that staff cuts would have to be made. On Wednesday the National Union of Metalworkers of South Africa (Numsa) warned that SAA intends to accelerate plans to reduce its wage bill. Just recently the state-owned Development Bank of Southern Africa had to come to the rescue of SAA with a R3.5 billion funding lifeline to avert its total collapse. In November last year, before SAA went into business rescue, the airline announced the intention of implementing restructuring which could have included more than 944 job cuts. Numsa expects it could now end up being even more than that. According to the latest announcement, all domestic destinations, including Durban, East London and Port Elizabeth, will cease to be operated by SAA on February 29, 2020. Domestic routes operated by Mango will, however, not be affected by the changes. "On the domestic route network, SAA will continue to serve Cape Town on a reduced basis." On February 29, 2020, SAA will also close the regional and international services from Johannesburg to Abidjan via Accra, Entebbe, Guangzhou, Hong Kong, Luanda, Munich, Ndola, and Sao Paulo. SAA will continue to operate all international services between Johannesburg and Frankfurt, London Heathrow, New York, Perth and Washington via Accra. Regional services to be retained include from Johannesburg to Blantyre, Dar es Salaam, Harare, Kinshasa, Lagos, Lilongwe, Lusaka, Maputo, Mauritius, Nairobi, Victoria Falls and Windhoek. "Following a careful analysis of SAA’s liquidity challenges and after consultations with all relevant stakeholders, the BRPs have identified which routes will be retained to drive the restructured national carrier towards profitability," according to a statement released on Thursday afternoon. "To improve the airline's liquidity, rationalisation programmes are under consideration for SAA’s subsidiaries, as well as the sale of selected assets. The BRPs will continue to explore viable investment opportunities with potential investors in respect of SAA." The BRPs indicated that they want to retain as many jobs as possible, but that "a reduction in the number of employees will unfortunately be necessary”. Cancelled flights All customers booked on any cancelled international and regional routes will receive a full refund. Customers booked on cancelled domestic flights will be re-accommodated on services operated by Mango. "SAA does not intend to make any further significant network changes. Passengers and travel agents can therefore feel confident about booking future travel with South African Airways," the BRPs said. The flight schedule for February remains unchanged. Matuson and Dongwana said they have worked closely with key stakeholders including industry specialists, government, creditors and executive management to develop a comprehensive restructuring programme. A final business rescue plan will be published in late February and subsequently presented to creditors for approval. Measures could include targeted changes to the route network, deployment of more fuel-efficient aircraft, optimisation of organisational structures and renegotiation of key contracts with suppliers. "The initiatives we are taking now will strengthen SAA’s business. We believe that this should provide reassurance to our loyal customers that SAA is moving in the right direction. We are focused on our mandate to restore SAA’s commercial health and create an airline that South Africans will be proud of," commented the BRPs.
  5. Quando da entrega do PJN, disseram que RBR viria com os E2. Então creio que vá depender do ritmo de entrega da Embraer
  6. A tendência da LATAM é a independência. Muito embora a Delta pertença à Skyteam, recentemente o Ed Bastian mencionou a sua insatisfação com as alianças globais.
  7. Colocando os horários certos, o voo poderá conectar com BSB, CNF, GRU e VCP
  8. A última informação -- corrijam-me se eu estiver errado -- é que o CGB-VVI agora depende apenas da infraestrutura em Cuiabá. O voo deverá ser realizado pelo E195
  9. VCP e CNF pode ser uma boa se a JV UA/CM/AV/AD realmente sair. Aliás, creio que Campinas seria interessante também para a Copa
  10. A United está passando por uma expansão internacional acima do que os analistas esperavam, e isso vem dando resultados. E isso inclui SFO; mês passado, aliás, anunciaram um SFO-DUB. Ainda assim, as US3 são extremamente cautelosas em relação ao Brasil. E a UA já vem ampliando a sua oferta para cá, com uma série de upgauges em seus voos desde o ano passado. Creio que um voo da UAL para um hub novo, competindo em grande parte com os seus outros voos, seria um passo na direção contrária a essa tendência cautelosa.
  11. A LATAM está estendendo a classe Premium Economy a todas as suas operações domésticas a partir do dia 16 de março. Será uma "eurobusiness". Até então nenhuma major sul-americana possuía esse produto em voos domésticos. Mais informações: https://www.latam.com/pt_br/experiencia/cabines/premium-economy/
  12. JFK e LGW, bem ousado! Comentou-se há algumas semanas que OPO e YYZ também estavam na mira. Mas a cada destino que inauguram no hemisfério norte, a tendência é que abram outro no hemisfério sul para impulsionar o hub, não? Aposto que GRU deve interessá-los bastante
  13. Se forem emular o que já ocorre nos EUA, não precisam nem comprar. Obviamente são cenários diferentes, mas creio que já bastaria o codeshare e, no máximo, uma alteração na identidade da VoePass (Gol Express/Gol Regional/etc). A Gol não seria irresponsável de adquirir a Passaredo
  14. Corrijam-me caso eu esteja errado: embora a conexão seja longa, vai conectar com os voos para os EUA, o que interessa ao tráfego de Oil&Gas, não?
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