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A350-1041

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    22/06/1999

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  1. A presepada da Boeing deve ser o erro corporativo mais caro da história. https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/11/18/desastre-do-boeing-737-max-pode-ser-o-erro-corporativo-mais-caro-que-ja-existiu
  2. Exatamente, a proposta da Azul Conecta não é apenas o ponto a ponto, é também prover conexões para os voos domésticos mais longos e para os internacionais, tem uma atratividade muito maior que o Voe Minas. Inclusive, olhando para MG, dificilmente um voo da Azul Conecta seria usado para ir de Barbacena a BH, que é feito em 2h de carro, já que, provavelmente, gastaria-se as mesmas 2h, mas sim para conectar em um outro voo da malha da Azul, trazendo muita praticidade, pois com o valor gasto com transporte/combustível até o aeroporto, mais as diárias de um estacionamento, seria melhor pegar um avi
  3. Incrível malha de verão da Azul. Se pensarmos bem, ainda é pouco perto do que pode expandir no futuro. Tomara que seja um sucesso e na próxima temporada essa operação seja ainda maior. Certamente, em algum ponto dos próximos anos (ou meses, já que a Conecta está avançando muito), a AD precisará ou de mais aviões ou de aviões maiores. O SkyCourier é uma boa opção, mas não sei se vendeu uma unidade sequer para operações de pax, talvez a Azul fosse a primeira, no entanto parece uma excelente aeronave que casa bem com as operações da regional. Outra coisa: eu creio que no futuro a Conecta va
  4. Humildemente, também duvido que a Boeing lançará um novo modelo nos próximos anos. Ainda mais se for baseado no 737 MAX 10, como fora ventilado. O "colocar a casa em ordem" para a Boeing é realmente colocar a casa toda em ordem, desde os problemas com a qualidade da produção, as presepadas da engenharia (aka 737 MAX), finanças capengando por causa da crise do MAX e da Covid, aeronaves que estão começando a encalhar (principalmente o caríssimo 777X) e o cancelamento em massa que o MAX, seu principal produto, sofreu em 2020. A grosso modo, a empresa inteira precisa se reinventar e ser refo
  5. Ainda há quem diga que a monarquia brasileira acabou em 1889...
  6. Eu quero muito que a ITA dê certo, mas sinceramente, não parece que vai dar. Eu acredito que vai decolar sim, mas não voa por muito tempo, o responsável pelo projeto me parece confuso e não conhece a realidade do mercado. Tomara que o time por trás da real operação da empresa tenha os pés no chão, se pensarem igual ao Piva, podemos sacramentar que é mais uma natimorta.
  7. A Boeing deveria focar em fazer uma aeronave para substituir o 737 e não para preencher a lacuna entre 737 e 787. Imagino isso por dois motivos: o 737 já perdeu o prazo de validade, a atual crise do 737 MAX é a maior prova disso, já são 20 meses de grounding, mesmo que o jato deslanche em vendas e seja, talvez, o avião mais seguro para se voar, os prejuízos gerados por uma falcatrua da Boeing dificilmente serão neutralizados, ou seja, já é mais que hora de a empresa parar de insistir em um modelo de narrow bastante limitado para a realidade atual, além disso, em termos estruturais, a lacuna en
  8. Lufthansa, Iberia e Virgin retiraram de operação todos os -600. Segundo o Planespotters, restarão apenas Mahan Air e Plus Ultra como operadores regulares. Além desses, a Azerbaijan Airlines segue operando um A340-600 VIP nas cores da empresa, a SkyPrime, da Arábia Saudita, também possui uma aeronave VIP, e a European Aviation Group oferece 16 aeronaves no mercado de leasing e ACMI, sendo que 2 estão na Plus Ultra, 4 na Maleth-Aero, empresa charteira de Malta, e 1 já está em nome da Azman Air, da Nigéria.
  9. Exato! Some a isso o fato de que a frota mundial de A330 é relativamente jovem, a maioria dos jatos em operação não passa de 15 anos, ou seja, ainda estão bem no meio de sua vida útil. Além disso, o 787 e o A350 são substitutos caros para o A330ceo, sobretudo quando são operados em rotas curtas e médias, nas longas a figura já muda. Nesse sentido, o A330neo é um sucessor ideal para o A330, pois tem custos equiparados ao 787, concorrente direto, mas é uma aeronave mais barata e sua operação não envolve muitos custos extras em relação à geração anterior, e, caso a empresa já opere o A350, o cust
  10. Se a ITA realmente for instalar um hub em VIX, vejo isso como um aspecto muito positivo, não só para a cia e para o aeroporto, mas para o cenário da aviação comercial no Brasil como um todo. Finalmente, depois de décadas de consolidação e crises sucessivas no setor, parece que as empresas estão aprendendo a diversificar suas operações e olhar para mercados menores e não atendidos ao invés de brigar por uma pequena fatia do bolo gigante de SP - melhor um bolo pequeno quase inteiro do que uma fatiazinha de um bolo enorme. Estamos vendo, pela primeira vez, uma diversidade de hubs domésticos e int
  11. A questão da Pampulha é que PLU tem pista, tem pátio mas não tem terminal. No tempo da Passaredo e Azul operando ATR, o saguão e as salas de embarque já ficavam bem cheios, não próximo dos limites, mas não sobrava muito espaço. Algumas operações simultâneas com aeronaves de 50-70 assentos são capazes de utilizar praticamente toda a capacidade útil do terminal, se essas operações fossem com 737 ou A320 as filas do check-in iriam até na calçada, como iam na época da transferência para CNF. Não precisa de muito para saturar o terminal, que é bem pequeno. O decreto atual de PLU é realmente ri
  12. O EWR-JNB vem mais pra suprir a falta da SAA no JNB-JFK do que para concorrer com a Delta, apesar de isso acabar acontecendo. A UA ultimamente tem surpreendido com novas rotas, principalmente em destinos menos tradicionais, o que nunca foi perfil da empresa, nos últimos anos ampliou sua presença no pacífico, em destinos secundários europeus e agora ataca na África. Que a próxima etapa seja na América Latina, temos aí diversas possíveis rotas a serem servidas, só no Brasil vejo grandes oportunidades em um SFO-GRU e em CNF, fora outros destinos importantes, como LIM e SCL.
  13. Pois na sua análise você aplicou justo o que eu havia dito: públicos diferentes, exigências diferentes, visões diferentes. Voltando ao mesmo ponto, o ranking do TripAdvisor é meramente sobre a satisfação do passageiro. Se a Azul se dispôs a oferecer um serviço domestico de 40 minutos e o fez com qualidade, excelente, ela cumpriu o que prometeu, da mesma forma que se a Qatar se propôs a levar um passageiro de Bangkok a Londres, via Doha, e o fez com qualidade, ela também cumpriu o que prometeu. Ainda que sejam serviços completamente distintos, ambas as empresas entregaram seu produto de maneira
  14. Galera, acho que muitos estão se atendo aos critérios de Skytrax, OAG, entre outras, para julgar o prêmio da Azul. O ranking do TripAdvisor é meramente um ranking de satisfação do passageiro, não de nível do serviço. Não é uma avaliação baseada em quão elaborado, refinado, inovador é o serviço da empresa, mas sim em como essa empresa atende às expectativas de seus passageiros em relação ao serviço que se dispõe a oferecer, mesmo que esse serviço seja simples. É óbvio que em questão do nível do serviço, dezenas de empresas estão à frente da Azul, prova é o ranking do Skytrax, no qual os serviço
  15. Muita gente está questionando o fato de a Azul ter figurado em primeiro lugar e não uma full service tradicional, como a SIA ou a EK, mas eu vejo o prêmio do TripAdvisor como um prêmio de satisfação do cliente e não um prêmio de requinte do serviço. A Azul venceu porque, segundo seus passageiros, é a que mais cumpre o que promete, tem o serviço mais honesto de acordo com aquilo que se dispõe a fazer. É lógico que snacks e tv ao vivo nem se comparam às refeições quentes, servidas com talheres de metal e bebidas variadas da Singapore, da Emirates ou da Qatar. Mas na simplicidade do serviço, a Az
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