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B737-8HX

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About B737-8HX

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  • Cidade/UF/País
    Campinas/SP/Brasil
  • Data de Nascimento
    07/03/1982

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  • Gender
    Male
  • Location
    Campinas/SP/Brasil
  • Interests
    Aviação Comercial/Segurança de Voo/Boeing 737NG

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  1. Pelo visto a turma lá tá jogando muito Airline Manager e The Sims...
  2. VIX possui uma posição geográfica que dá laços ao estado com o RJ, MG e especialmente com a BA. Se bem trabalhado, uma operação centralizada em Vitória pode funcionar muito bem se a empresa possui objetivo de escoar passageiros ao Nordeste e centro-sul. É uma ótima possibilidade.
  3. Parar as operações da empresa em GRU por 4 dias é o suficiente pra pica que o Jerome tem nas mãos entrar em outro lugar... Mas o movimento grevista precisa, como pontuou o colega MRN, ser muito organizado e homogêneo. Já tivemos experiências anteriores onde greves muito mais brandas fizeram executivos abrir as penas e dar passos atrás. O problema é que tem muito antigão do wide com pentelho da chefia nos dentes, e esses continuariam voando especialmente agora que tem 767/777/A350 voando em rotas domésticas tronco. É preciso que ninguém caia no jogo sujo da empresa. Assistindo à Live de ontem, pelo nível de maturidade nos comentários do chat, acho particularmente difícil que isso aconteça. No fim, quanto mais infantis os colaboradores demonstram ser, maior poder dão à empresa.
  4. Soube por uma fonte muito confiável e muito próxima à mim, na noite de ontem, que o primeiro dos dez A320 iniciais já está sendo preparado para vir à ITA. Deve ser trasladado ao Brasil nos próximos 40/50 dias, por tripulação estrangeira inicialmente. Nada muito diferente do que o próprio Senna disse, mas confio em quem me informou. A empresa está tomando boa forma e torço para vê-la voando em breve!
  5. O texto me parece honesto, assim como as intenções da empresa. Uma redução nessa porcentagem não me parece tão surreal e/ou absurda quanto à proposta inicial, antes do primeiro corte. Perguntas para alguém fazer à empresa, quando possível: 1) Se a redução proposta agora para a sobrevivência da empresa é menor do que a inicial, por qual razão bateram o pé naqueles valores absurdos de antes? 2) Se a empresa é dependente demais do internacional, por qual razão não redesenharam a malha doméstica a fim de possuir maior aproveitamento do mercado que maior entregará resultados ao longo dos próximos meses? Ainda que Gol e Azul não tenham os tentáculos em tantos lugares, conseguem conectividade e experimentam surfar na onda da retomada (que DE FATO está acontecendo). O que impediu a Latam de fazer isso?
  6. Uma pena o Teaching for Free apelando para o estilo João Kleber de programação...
  7. Grato pelo pronto esclarecimento! Apesar de não fazer parte da empresa, tirei um tempo para ler o documento e dois pontos específicos me chamaram a atenção na justificativa da empresa, que até mesmo ficam em conflito entre si: 1) Uso da quinta liberdade para voos internacionais; 2) Lenta retomada de voos nacionais e internacionais. A difícil retomada no internacional é bastante compreensível, mas a lentidão no mercado doméstico se dá por culpa da própria empresa. A morosidade demonstrada pela Latam no início da pandemia em redesenhar a sua malha, agilizar as negociações com a categoria e credores e continuar propiciando os serviços de maneira mais inteligente cobra o seu preço hoje. Enquanto as outras duas grandes empresas enxergam a demanda crescendo dia após dia, com constantes adições de voos para todas as regiões, a única empresa que vê a baixa ocupação das aeronaves (exceção ao feriado de 07/09) e a debandada de clientes é a Latam. Ontem a Gol estreou um banco de conexões em SSA com ocupações surpreendentes para um domingo, enquanto a Azul vem experimentando o mesmo efeito no hub de Viracopos. A retomada de destinos e o aumento de frequências nas duas empresas é constante. Ou seja: a retomada existe e, mesmo que seja lenta, a Latam não possui competência para surfar nessa onda. Em um momento difícil, mas especialmente oportuno para quem busca consolidar sua posição junto ao mercado e marcar território para o pós-pandemia, a Latam de fato comeu poeira ao demorar demais para definir uma estratégia -- o que, ao que me parece, ainda não aconteceu. A sensação para quem é aeronauta, especialmente de fora da empresa, é de assistir uma empresa bastante perdida e incerta em suas decisões, perdendo constantemente a credibilidade e o prestígio (que ainda restavam) junto aos passageiros frequentes e até mesmo aqueles que poderiam experimentar a empresa pela primeira vez e, especialmente, perdendo o resto de prestígio que existia entre os próprios colaboradores que ao longo das tratativas referentes à manutenção dos postos de trabalho vêm sofrendo pressões infames, sessões pesadas de desprezo e rejeição por parte da própria chefia e falsas demonstrações de carinho aos colaboradores demitidos por parte da empresa nas redes sociais, o que torna tudo ainda mais nojento. O caminho da Latam será muito difícil daqui para frente, e isso é bastante chato de se assistir. Todo esse desgaste poderia ter sido evitado se a postura da empresa tivesse acompanhado o que as suas concorrentes fizeram com agilidade ímpar. Colherão também os frutos de um grupo inteiro insatisfeito, o que é ainda mais prejudicial para a Latam. Funcionários motivados, ainda que ganhando menos temporariamente, são ativos valiosos que poucas corporações conseguem possuir. Torço para que a Latam consiga encontrar um ponto de convergência junto ao grupo de voo para que, o mais rapidamente possível, encontrem o caminho para a sustentabilidade das operações no Brasil. Para tanto, será necessária a total humildade da empresa na trato aos tripulantes e, especialmente, que a chefia de pilotos tenha decência, respeito e sabedoria nessas tratativas.
  8. A respeito das bases que a Latam cita ao TST (POA e RIO), acerca do encerramento das mesmas, refere-se à base de tripulantes ou à existência dos voos nas duas cidades?
  9. Parabéns ao grupo de voo por conseguirem continuar operando. Com esse clima de merd@, a empresa se esquece que acidente custa mais caro do que a decência.
  10. Todos os atuais colaboradores do alto escalão da ITA — especialmente os da chefia de equipamentos e operações estavam muito bem empregados e na ativa. Azul e Latam, especialmente. Vários ex-Gol da ativa também foram.
  11. Na arte da bobagem, me desculpe, você anda se superando a cada post. Não existe essa divisão binária de pilotos com famílias/pilotos solteiros sustentados pelos pais. Isso é pensamento de quem vê uma empresa como se possuísse meia dúzia de aviadores no quadro de empregados. E se você de fato voa em algum lugar, deveria saber ou ao menos perceber isso. Se reunirmos todos os pilotos das três grandes empresas do Brasil, incluindo desempregados, veremos que há um universo de histórias, modelos de vida, escolhas pessoais, renúncias, decisões difíceis e construções familiares. Tem para todo mundo. Tem para o filho de pai rico que, ao tirar os seus R$8000 mensais, gasta com bobagens e não liga para dinheiro pois vive na barra da saia familiar. Tem para o ex-INVA de aeroclube que, de um salário muitas vezes de fome e após um bom tempo até mesmo pagando para trabalhar, considera os R$8000 o melhor dos mundos e se sente muito realizado com isso. Tem para o narcisista que não liga muito pro salário, mas turbina as redes sociais todos os dias com fotos e vídeos com os mais variados temas e edições criativas, além de selfies e mais selfies de uniforme. Tem para o cidadão comum que tirou suas carteiras, trabalhou em algum lugar ou voando para alguém, participou da seleção na companhia e agora só quer trabalhar e cumprir direitinho o seu ofício, sem grandes brilhos e sem grandes louros, mas contente com a chance e honesto consigo mesmo — esse grupo é a maioria. São incontáveis os perfis de funcionários. Como eu disse, tem pra todo mundo. E repito: enquanto não houver alguém que voe na ITA e diga as reais condições salariais da empresa, qualquer afirmação acerca do quanto ela vai pagar (ou deixar de pagar) é factoide do mais baixo nível.
  12. Faço coro com o colega Jet Age no post acima, juntando nisso tudo os vários outros textões que postei ao longo desse tópico. Discutirmos qual será o salário da ITA é semelhante à discussão sobre o sexo dos anjos: não tem fim e, nesse momento, não tem o MENOR fundamento. Vejam bem: estão sendo criadas as mais variadas suposições com base numa mensagem sem a menor credibilidade vinda de um piloto frustrado, num grupo de WhatsApp qualquer, sem que nenhuma fala OFICIAL da Itapemirim com valores reais tenha sido dada. Porr@, estão usando uma mensagem de WhatsApp para desmoralizar algo que ainda nem foi dito — e, ouso dizer, sequer batido o martelo dentro da estrutura organizacional da ITA. Ficar repetindo “a ITA vai pagar pouco” toda hora é tolice pura, já que só descobriremos quanto será o “faz-me rir” tão logo a empresa começar a voar. Tudo o que existir agora é mera especulação e torcida contrária indisfarçável. Se eu sou um desempregado com carteira A320 válida, TRI/TRE, com todos os requisitos da empresa e possibilidade de ir pra lá voar: why not? Devo recusar caso até lá saibamos o salário é ele seja no nível Azul? Que os que ganham melhor continuem ganhando melhor, mas depois dessa crise sem precedentes e pelos próximos anos: é melhor pingar do que secar. Não é nem de longe a realidade que queremos, imaginamos e víamos como a ideal. Mas é o que tem ou pra hoje, pegar ou largar. Alguns bondes não dá pra deixar passar...
  13. Eu prefiro um tripulante fazendo tchu-tchu e trabalhando com um clima minimamente decente (ainda que longe do ideal) e em uma empresa que dá alguma abertura para atitudes proativas e de certo modo inovadoras do que um que não faz tchu-tchu mas voa todos os dias num clima de merd@, em uma empresa cada vez mais degradada junto aos funcionários e junto à sociedade (como você disse anteriormente, “fascínora”), sob ameaça de demissão todos os dias, sendo xingado de/ visto como um problema pelo próprio CEO da empresa e, como se não bastasse, menosprezado indiretamente pelo próprio superior imediato quando não voa wide... Quero ver um(a) comissário(a)-chefe da Latam tomando a iniciativa de permitir uma vaquinha beneficente a bordo para ajudar uma pessoa necessitada. Aposto três jujubas que, antes do pouso, esse funcionário tá na rua por justa causa. A Azul pode ter diversos defeitos, como toda empresa tem. Nós sabemos quais são esses defeitos e eles são amplamente conhecidos dentro da comunidade aeronáutica. Mas nós precisamos convergir em um ponto: a abertura dada por eles aos funcionários e a possibilidade de iniciativas inovadoras é bastante valiosa. E um funcionário motivado, seja ele iludido (muitas vezes por própria culpa) ou não, é um ativo valioso em defesa da própria empresa, dentro ou fora dela. Em tempo: quanto à questão comportamental e alheia à vontade da empresa, a Azul tem milhares de pilotos e comissários. Não dá pra nivelar esse universo rotulando todos eles com base nas atitudes de alguns.
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