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B737-8HX

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About B737-8HX

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  • Cidade/UF/País
    Campinas/SP/Brasil
  • Data de Nascimento
    07/03/1982

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    Male
  • Location
    Campinas/SP/Brasil
  • Interests
    Aviação Comercial/Segurança de Voo/Boeing 737NG

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  1. Sugiro que você estude um pouquinho o conceito de “hub”...
  2. A Azul não criou nada. Fora do Brasil, duas faixas caracterizam a função de segundo oficial na maioria das empresas. O comissário, que agora usa uma faixa só, lá fora seria um "cadet pilot", para as empresas que possuem tal função. Apenas o conceito foi trazido pela Azul. Aí, no caso, não vejo motivo pra chacota -- embora a empresa tenha outros motivos que justifiquem...
  3. Bonotto, Me permita discordar do seu post e concordar com o Marcelo. O aprimoramento do CRM ao longo dos anos em suas aplicações e conceitos, especialmente dentro das últimas duas décadas, nos mostra claramente que os motivos de um comandante nem sempre são corretos e até mesmo adequados. Os eventos que culminaram em acidentes podem ser poucos mas, acredite em mim, são frutos de atitudes que ainda existem de maneira muito numerosa na aviação. Muitas vezes um acidente começa horas ou até mesmo dias antes do evento propriamente dito, naquele “power distance” criado entre figura que se julga como autoridade máxima e a outra, que se coloca como inferior e enxerga a outra da forma imposta. Atualmente, ao contrário do que ocorria na aviação vivida entre os anos 60 e 90, em uma tripulação todos possuem voz ativa na tomada de decisão. Se antes um comissário não poderia ousar contrariar uma atitude que eventualmente fosse contra a segurança do voo ou às normas de segurança, hoje em dia ele possui a obrigação de interferir e alertar. Ainda que eu seja comandante com pleno gozo das prerrogativas do cargo — legais e permitidas pela minha empresa — um copiloto pode me interpelar e até mesmo tomar os comandos da aeronave se ele julgar pertinente, sendo a minha ÚNICA obrigação, caso isso ocorra, ficar calado. Nos anos 1980 um copiloto da VASP tomou os comandos de um Boeing 727 durante uma aproximação não estabilizada. Como consequência, por ter contrariado o comandante do voo e agido de maneira proativa, foi formalmente advertido e suspenso da escala de voos por um curto período de dias. Esse mesmo copiloto, cerca de um ano depois do fato, faleceu estupidamente no acidente do voo 168, em Fortaleza, onde poderia ter tomado os comandos mas não o fez — pela figura de autoridade imposta pelo comandante do voo, pelo clima organizacional, pela suspensão anterior e pela inferioridade imposta ao cargo na época. Hoje em dia, o acidente do Varig 254 não aconteceria não só pela tecnologia embarcada, mas por pessoas como o Garcez serem freadas pelos próprios mecanismos de segurança criados pela necessidade da indústria ao longo dos anos — especialmente o citado CRM. Eu sou só um comandante. E, sem a minha equipe, eu não sou nada.
  4. Mas GRU é uma bela porcaria mesmo. É inconcebível DXB ter esse tipo de problema. No entanto, uma coisa é alagar em Dubai onde chove pouquíssimas vezes ao ano e a maior parte do período é de estiagem. Outra bem diferente é o teto do T3 de GRU verter cachoeira e as taxiways abrirem buraquinhos após chuvas torrenciais — sabendo que em determinadas épocas do ano, como a atual, as chuvas em São Paulo são torrenciais e praticamente diárias.
  5. Pra mim, até que se prove o contrário, foi abatido. Logo logo alguém assume a autoria...
  6. Pelo FCTM, não. Pelo visto os colegas da AR deram uma bela banana para isso. Fora o perigo de surge stall nessas condições de uso, que é maior nos motores com maiores taxas de by-pass.
  7. Surreal a irresponsabilidade do ato...
  8. Seria interessante mandar uma coroa de flores para o escritório do presidente da Azul com os dizeres: "seus pilotos é o c*!"
  9. Sugiro que leia o relatório final deste acidente, disponível em: http://sistema.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/relatorios/rf/pt/pt_mrk_31_10_96.pdf Caso encontre neste documento algum item que aponte deficiente manutenção da aeronave como fator contribuinte, por gentileza, acrescente ao tópico. Ou, caso discorde do RF em questão, nos brinde com sua visão acerca do evento.
  10. É intrínseco a um perfil mais jovem, obviamente que não de uma maneira generalizada, aceitar condições inferiores por conta de seus momentos de vida. Eu também já fui assim quando novo. É o que vimos linhas acima: “se eu ganhasse isso hoje, estaria feliz da vida”. Ok, hoje. E amanhã? Vejo um esquecimento, convertido em erro básico: ao contrário do que se pensa, o amanhã é muito mais importante do que o hoje. É pouquíssimo provável que as suas condições de vida sejam as mesmas em Dezembro de 2029. Uso o exemplo dos comissários de bordo que vejo ingressando na companhia recentemente: para os que entram hoje, muitos sem experiência prévia e até mesmo no primeiro emprego, um salário de R$4,5k a R$6k, dependendo da empresa, é muitíssimo interessante. Mas, e depois? Serão 20 anos voando, ganhando a mesma coisa (com suas devidas correções e ajustes) mantendo um mesmo padrão e estilo de vida? O problema é que, como muito bem colocado em posts anteriores, estes jovens se esquecem que o tempo passa e o padrão de vida muda. Hoje você pode ser um garotão/garotona de 22 anos, solteiro(a), sem filhos, com o privilégio de morar com os pais e ter despesas muito reduzidas. Aí, obviamente, os R$6,5k rendem muito bem. E, claro, a vida vai muito além da aviação. Vejo constantemente pilotos novos que vivem a companhia, o avião e a profissão 24h por dia, 7 dias por semana, Quando você coloca na conta um aluguel, uma prestação de carro (aos que ainda querem dirigir e ter seu próprio veículo), 20% do salário para aplicar em fundos de investimentos, vida social (qualquer saidinha pra jantar com a namorada/esposa hoje não sai por menos de R$250), consumo do dia a dia de supermercado e demais gastos essenciais, a conta fica pesada. Se nesse caminho ainda surgir um filho, a vida fica ainda mais dificultosa. Assunto para se pensar. Não existe estabilidade!
  11. Para fins de referência, próximo à localização do waypoint UTBUR.
  12. AIU, O que seria, no seu entendimento, voos que "realmente impulsionem o transporte aéreo dentro do estado" e, além disso, a política deveria ser revista para a alteração de quais pontos?
  13. E195 E2 possui restrição de pátio para CGH, de modo que só poderá operar nas posições remotas laterais.
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