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Silentwatcher727

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  1. Ola FCRO eu entendi o raciocínio do Jambock. Teus numeros para a família Ejets estao corretos para a familia E1. No entanto o E175-E2 não tem tido tantas vendas assim. O raciocínio do Jambock seria fazer o 170-E2 para que o 170-E2 atenda o scope clauses nos Estados Unidos. Pois o E175-E2 não atende por estar com excesso de peso.
  2. Normalmente existe um prograna de manutenção aprovado onde estes intervalos estão identificados. Esta resposta pode nao ser a mesma: 1) para todas as aeronaves; 2) para todos os operadores;e 3) para todos os tipos de óleo utilizado em uma aeronave. Eu te responderia tua pergunto respondendo o intervalo é determinado de acordo com o programa de manutenção aprovado da aeronave. Um abraço.
  3. Alem de comprar + motores pode ser necessário implementar processos de logística para as equipes de manutenção removerem os motores com 24000FH ou mais de 8000 ciclos e instalarem motores com menos de 17000FH e 5500 ciclos. Trabalho extra que vai tornando os custos de operação maiores e provavelmente o bilhete mais caro. Um abraço.
  4. Rolls Royce tem histórico na aviação de desenvolver motores para aviação civil que dificultam a vida dos fabricantes e operadores das aeronaves. Senão me engano o L1011- Tristar, teve muitas dificuldades de venda por ter no inicio sido projetado para trabalhar com motores Rolls Royce e os motores terem apresentado problemas. Um abraço.
  5. Acredito que há um equívoco em apontar "erro" para os melhoramentos no projeto do 737 em vez de um novo projeto só para a Boeing. Acredito que o ultimo projeto que um fabricante apostou recursos próprios e construiu do zero foi o 747. Depois disto as linhas aéreas são sempre consultadas e o que elas querem é atendido pelos fabricantes. Querer um avião melhorado, mais eficiente é uma demanda das empresas aéreas! Não um desejo somente do fabricante. Há fortes evidências disto em artigos aeronáuticos e nas entrevistas nas feiras aeronáuticas. O próprio A320 NEO também seria o que muitos chamam "gambiarra" e também tem problemas com controle de angulo de ataque. Concordo com alguns posts anteriores, já tem muito tempo que o fator financeiro prevalece na hora da decisão se comprar uma aeronave. Estes dias o CEO da Emirates deu uma carraspana nos fabricantes de motores e nas novas aeronaves. Sobre as novas aeronaves e novos motores nao entregarem o que prometem. Para mim a declaração dele serviu apenas para mostrar o óbvio, as companhias aéreas não querem ter que arcar com o onus da vida inicial um projeto novo. Elas só querem operar a aeronave sem custo adicional nenhum. Logo acredito que apesar de a idéia de melhorias no projeto estar sendo condenada, agora, ela vai perdurar na industria da aviação por muito tempo. Um abraço.
  6. Em algum momento alguém pode ter confundido o 747-400 com o 747-8i e a confusão tomou forma.
  7. Concordo, porém acredito que o ajuste pode ser por um tempo maior e não vai afetar somente as empresas aéreas. Acredito que nos ultimos anos a aviação foi transformada numa grande bolha. Em que muitas empresas novas, LCC ou não, foram criadas e sustentaram muitas encomendas de aeronaves. Se nao me engano temos fabricante de aeronaves comerciais Japonês, Chinês, Brasileiro, Canadense, russo e as linhas de montagem de Airbus e Boeing despejando no mercado mais de 50 aviões narrow por mês. É muito avião. Vamos torcer para o ajuste na indústria da aviação ser suave.
  8. Acredito que depois do acidente da Swissair, em caso de pane elétrica, pousar deve ter precedência à alijar combustível.
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