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diasfly

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  1. Curioso a dona da maior frota regional do país não comparecer à essa audiência. Talvez por não mais fazer parte da ABEAR, mas mesmo assim é curioso.
  2. Se tratando de Itapemirim, não me assustaria se daqui 10 anos ainda estivesse voando exatamente desse jeito que estão agora sem eira nem beira. Mas eu chuto que de 2022 não passa, infelizmente. Torço para que as demais aéreas, que são sérias, cresçam logo o suficiente para dar as oportunidades de emprego e crescimento que este setor carece tanto à tanto tempo.
  3. Diante disso tudo, acho que uma simples carta VAC disponível para esse aeródromo, pontuando graficamente os obstáculos de relevo e estruturas do entorno do aeródromo e indicando desenhado o ponto correto de girar base ajudaria mais a evitar o acidente do que as bolas laranjas nos fios. E tem muitos aeroportos pelo Brasil afora que precisariam ter uma carta VAC publicada mas não tem nada além de notam's permanentes.
  4. Talvez ainda estejam à caminho de PFB. A equipe de vistoria da ANAC é conhecida por se deslocar até os locais à cavalo ou de bicicleta (às vezes de carrinho de rolimã como foi no caso da homologação da extensão de pista de CNF ).
  5. Excelente notícia todos estarem bem. Também lembro da polêmica dos repórteres se recusando à voar de R44, razão eles tinham e agora deu pra ver. E agora esse incidente vai aumentar mais ainda a insegurança deles. Falando sério mesmo pra mim a Globo já tá fazendo hora extra faz alguns anos depois que a torneirinha publicitária estatal secou.
  6. Se o circuito de tráfego for feito à altura padrão de 1000 pés sobre a altitude da pista, ao alongar a perna do vento a aeronave nem precisaria descer para colidir com os morros ao sul do aeroporto, pois os morros ali tem mais de 1000 pés de altura em relação à pista. Tem muitos aeroportos com essa característica de relevo, que impede finais longas ou aproximações diretas. Pará de Minas é um dos exemplos. O correto nesses casos seria realizar o circuito padrão mantendo contato visual com o relevo, e se necessário, descer com um ângulo mais íngreme para aumentar a separação com o terreno,
  7. Essa demonstração gráfica de como deveria ser uma aproximação visual padrão no local do acidente ficou perfeita.
  8. Um detalhe é que uma grande quantidade de raças de cachorro possuem uma má formação do focinho e duto nasal (os cães de cara achatada), essa má formação que por algum motivo humanos acham bonita, foi acentuada ao longo de muitos anos de seleção artificial e daí vem todas essas raças que tem uma dificuldade nata para respirar, o American Bully é uma delas. Dai você coloca o pobre animal que já respira com dificuldade ao nível do mar, no ambiente de um porão de aeronave, e ainda por cima dopado em alguns casos. É a receita pra ter muitos casos de asfixia. Mas é como foi dito, são situa
  9. É, provavelmente a Aerosul não curtiu essa notícia. Mas eu sinceramente acho até possível que ambas as empresas convivam bem fazendo rotas sobrepostas. Se por um lado a Azul não terá uma pressão por rentabilidade nestes trechos, por eles existirem atrelados aos incentivos fiscais, por outro lado, a Azul não costuma ser conhecida por ter passagens baratas ao mesmo tempo que a oferta de assentos dos Caravans é baixíssima, então pode ser que a Aerosul consiga manter tarifas rentáveis. Outro ponto positivo para a Aerosul é que o próprio marketing que a Azul vai fazer dos seus voos vai ac
  10. Sobre a retomada internacional, quais países relevantes ainda estão fechados para brasileiros? (Tenho estado um pouco por fora do assunto)
  11. Mas o problema do Brasil na minha opinião é justamente a legislação, e pela maneira que estou vendo a animação atual do congresso em progredir com reformas necessárias, vejo apenas ferrovias cargueiras aparecendo pelo país num futuro próximo, isso sendo otimista. Por outro lado, não vejo como um completo engano o Brasil priorizar a infraestrutura aeroportuária sobre a ferroviária. É minha opinião e posso estar enganado é claro, mas eu vejo o modal aéreo ser mais capaz de atenderplenamente a demanda nacional do que o ferroviário, com um custo de investimento muito menor. Isso só não se apl
  12. A "sorte" da aviação brasileira é que o Brasil dormiu no ponto por algumas décadas enquanto deveria estar investindo em infraestrutura ferroviária. Hoje, mesmo que a atenção tenha voltado a recair sobre o modal ferroviário, é muito difícil conseguir construir qualquer linha de trem de alta velocidade. O relevo não ajuda e o oceano de desapropriações que seriam necessárias hoje tornam esse modal uma realidade bem distante dos brasileiros.
  13. Entendi, obrigado por esclarecer e peço desculpas aos demais pelo engano.
  14. Foi postado anteriormente nesse mesmo tópico o relatório preliminar, pelo MarceloF. Presumi se tratar do acidente em discussão neste tópico.
  15. Na minha visão de entusiasta, uma pane de governador em um avião com "potencia de sobra voando mono" é mais perigosa que uma pane de motor propriamente dita. Na pane de motor, bastaria identificar o motor bom e embandeirar a hélice do motor ruim, e isso é uma situação que passa bem mais pela mente de um piloto na decolagem do que uma pane de governador, tornando essa segunda situação um pouco mais difícil de identificar e reagir sobre, e levando em consideração que um governador desgovernado poderia levar as pás para qualquer posição imaginável (incluindo reverso em aeronaves que tem essa
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