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diasfly

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  1. Se não me engano o Neeleman ainda tem uma fortuna de mais de 50 bi de dólares não? Ao passo que ele aparenta ter muita confiança na empresa e na gestão dela, qual a possibilidade de ele literalmente recomprar uma fatia majoritária de ativos da empresa para injetar liquidez no caixa dela? Considerando que se caso a manobra desse certo, ele teria comprado ativos da Azul por 10 reais a unidade e esses mesmo ativos teriam potencial para no mínimo quintuplicar de valor num futuro de médio prazo. Ele sairia ganhando e a Azul mais ainda.
  2. O problema do assunto "Corona vírus" é que ele foi extremamente politizado e polarizado. Tem um monte de verdades que precisam ser ditas, mas muitos não aceitam algumas delas, vou dar alguns exemplos: O COVID19 é muito grave e precisa de medidas duras para ser combatido? SIM A imprensa mundial está se aproveitando disso para criar uma sensação de "apocalipse"? SIM O Brasil está demorando demais para tomar as medidas duras que são necessárias? SIM As medidas duras necessárias podem causar uma recessão? SIM Recessões podem matar tanto quanto ou mais gente que uma pandemia de COVID19? SIM O que foi dito acima está sendo deliberadamente ignorado pela imprensa brasileira? SIM E por aí vai...
  3. É natural que a Itália tente salvar a Alitália sendo que esta ainda é estatal. O problema é própria Itália quebrar, pos já não era um país que andava muito bem das pernas antes de beijar a lona para o COVID19. Edit: Lembrando também que a UE não parece ter plenas condições de bancar uma recuperação forçada da Itália assim como fizeram com a Grécia. Uma coisa é vc tirar um cachorro de um atoleiro, outra coisa é tirar um boi.
  4. 4.2 bilhões de liquidez é um senhor colete salva vidas para atravessar essa crise sem se afogar.
  5. A situação escalou para um patamar inimaginável nos ultimos 3 dias. Depois da pataquada do congresso ontem, se o BR estava se afogando, agora colocaram uma bola de ferro amarrada nas nossas pernas e estamos descendo rápido até o fundo. Infelizmente teremos tempos sombrios pela frente.
  6. Como sempre digo, no BR aquele velho e conhecido elefante na sala chamado "custo operacional insano" vai continuar espantando entrantes estrangeiras do nosso mercado doméstico. E na minha opinião, mesmo quando resolverem o custo operacional, vai ser difícil estrangeiras competirem com o know how de Gol, Azul e Latam acerca da realidade brasileira no doméstico. Se todas as três aprenderam a sobreviver tirando leite de pedra, na oportunidade de lidar com vacas gordas vai faltar balde... rs
  7. Ações da Azul em alta de mais de 11% neste momento, em evidente efeito chicote após o tombo mundial de ontem, mas, pode ser um sinal de que o pior já passou. Agora é torcer para que o covid não passe a um estágio de transmissão interna descontrolada dentro do Brasil para que a aviação brasileira, ao menos doméstica, possa começar a juntar os cacos e voltar à normalidade.
  8. Aquele péssimo hábito que as cias aéreas brasileiras pós anos 2000 tem de já nascerem quase mortas. Salvo uma única exceção.
  9. Simplificando bastante, o "canto do caixão" é uma situação que uma aeronave pode se encontrar onde ela estola tanto por excesso de velocidade quanto por velocidade insuficiente, ao mesmo tempo. À grosso modo, os aviões possuem sempre uma "janela" de velocidades onde conseguem se sustentar no ar, não apenas um limite mínimo, mas também um pouco conhecido limite máximo. Também explicando de maneira simplista, esse limite máximo aparece no momento em que o ar que passa no dorso das asas quebra a velocidade do som, isso provoca ondas de choque que descolam a camada limite da asa e provocam o estol por excesso de velocidade. Quanto mais você sobe na atmosfera com um avião, mais essa janela se encurta, pois o ar rarefeito exige uma velocidade mínima cada vez maior. O coffin corner é justamente o ponto onde essa velocidade mínima alcança a velocidade máxima, causando um estol irremediável sem que o avião perca altitude. Normalmente é isso que limita a altitude máxima de voo de um avião. Outro detalhe é que, naturalmente, quanto mais pesado estiver o avião, mais baixo será esse limite de altura.
  10. Tudo bem que o ventinho de popa ajudou, mas devemos ter mais respeito com a rainha cabeção rs
  11. Enquanto houver esse elefante enorme na sala, o tal custo operacional abusivo brasileiro, fica praticamente impossível sonhar com aéreas low cost modelo europeu operando voos domésticos no Brasil e dando certo. Lembro que à muitos meses atrás, quando surgiu a "grande notícia" de que o mercado aéreo brasileiro agora era 100% aberto a capital estrangeiro, vi muita gente falando de boca cheia que Gol, Latam e Azul iriam padecer frente à concorrência de empresas low cost "de verdade" vindas de fora. Naquela época eu dizia que só havia 3 cenários possíveis: 1) As "low cost / low fare verdadeiras" chegarem no Brasil querendo vender passagens mais baratas e alguns meses depois estarem vendendo ao mesmo preço que as "low cost / low fare falsas do Brasil". 2) As "low cost / low fare verdadeiras" chegarem no Brasil querendo vender passagens mais baratas e insistirem nisso mesmo resultando em prejuízo operacional, vindo a fechar as portas ou caírem fora depois de alguns meses. 3) As "low cost / low fare verdadeiras" chegarem no Brasil e já de cara copiarem o modelo operacional das "low cost / low fare falso do Brasil" para tentar competir tendo lucro, mas nesse caso não conseguindo abocanhar nenhuma fatia larga do mercado, por se tornarem mais do mesmo. No fim das contas, deu pra ver que a hipótese 2 veio a se tornar a realidade, e olha que nem se arriscaram a operar voos domésticos. Se tem uma verdade que poucos sabem enxergar no Brasil é que Azul, Gol e Latam operam nosso mercado aéreo tirando leite de pedra, sufocadas por uma carga tributária ridiculamente alta, e aprenderam a ter lucro mesmo assim. O Brasil simplesmente não é para amadores.
  12. Difícil julgar sendo que não projeto aviões comerciais, provavelmente não deve ser tarefa fácil. Mas erro de matemática causando incompatibilidade com motores não pega bem. Só resta esperar que não resolvam na base da gambiarra.
  13. É verdade, mas apesar de não conhecer à fundo a tecnologia por trás das pás dos A400M, sempre pensei que ao menos as pás dos ATR já possuíssem essa tecnologia. Mas posso estar enganado. Acredito que se existe um ponto que os turboélices podem ser aprimorados tanto quanto os turbofans é a razão de bypass, talvez com evoluções de compressor e turbina que permitam ao motor comprimir mais o ar e aumentar a eficiência da combustão, aumentando a potência gerada e permitindo esses motores girarem hélices maiores e mais eficientes gastando menos combustível.
  14. Motores turboélice não ganham um salto tecnológico faz bastante tempo, seria essencial para um novo projeto de turboélice que surgisse uma nova geração de motor mais eficiente, assim como aconteceu nos turbofans. Sem isso, qualquer melhora de desempenho estará limitada à refinamentos aerodinâmicos, o que condena a evolução a ser bem limitada ao meu ver.
  15. Se não tem Efromovich no meio, já desconfio menos dessa empresa. Mas mesmo assim ainda existe esse problema do custo operacional das aeronaves. Vão ter que ser bem criativos para conseguir competir no início e se estabelecer no mercado.
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