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  1. LATAM querendo se aproveitar desse momento pra definir algo permanente!BAIXOS!!!
  2. "Agora persiste a pergunta pq a Azul preferiu a Latam que a GOL" Mas a Gol queria?
  3. Abaixo estão as únicas duas frases, onde aparecem as palavras "recuperação judicial" no acordo da GOL, nada demais, to enviando o link caso tenha interesse! Parágrafo Sétimo: Fica ajustado que em caso de pedido de recuperação judicial, a Licença Não Remunerada Voluntária (LNRV) estará automaticamente revogada. Parágrafo Quarto: Fica ajustado que em caso de pedido de recuperação judicial, a Licença Não Remunerada Compulsória (LNRC) estará automaticamente revogada. https://www.aeronautas.org.br/images/2020.05.29_GOL_COPILOTOS_ACT_JORNADA_PARCIAL_V12.pdf
  4. Até em um tópico como este, tem essa guerra, provocações, ....um diz que cia tal foi boa pq fez acordo, outro vem e diz que dúvida que isso se sustente, outro vai e diz que cia tal vai quebrar, outro vai e diz que a proposta da Azul foi tranquila e assim vai, quando foi que este forúm mudou tanto assim pra pior hein?!
  5. Mercado vê crise pior na Azul e valor em bolsa encosta na Gol pela 1ª vez Com pandemia e balanço de empresa em fase de crescimento, Azul perdeu prêmio bilionário histórico sobre sua rival de capital aberto Por Graziella Valenti Publicado em: 20/05/2020 às 18h59 - Alterado em: 20/05/2020 às 19h57 Congonhas: aviões estacionados durante a pandemia (Germano Lüders/EXAME) Desde que a Azul fez sua estreia na B3, em abril de 2017, seu valor de mercado andou sempre alguns bilhões à frente da Gol. A pandemia da covid-19, porém, veio mesmo para quebrar paradigmas. Na semana passada, a Gol ultrapassou o valor da Azul pela primeira vez desde que ambas convivem na bolsa. Trocando em miúdos: o mercado entendeu que a situação da empresa criada por David Neeleman é mais delicada do que a da companhia da família Constantino. Logo na estreia, a pouco mais de 7 bilhões de reais, a Azul chegou valendo mais de 2 vezes a Gol. Essa diferença variou, se ampliou e atingiu um dos pontos mais altos entre fim de 2019 e começo deste ano. A Azul alcançou um valor superior a 21 bilhões de reais na B3, enquanto a Gol estava próxima de 12 bilhões de reais, de acordo com dados da Bloomberg. Na sexta-feira, a Gol encerrou o pregão em 3,9 bilhões de reais e a Azul, em 3,8 bilhões de reais. Foram apenas 100 milhões de reais de diferença e em um único dia. Mesmo assim, para investidores, o fato foi considerado importante. Desde então, a volatilidade nos preços das ações de ambas ficou ainda mais aguda, ao sabor das notícias sobre o pacote de suporte financeiro coordenado pelo BNDES. Subir ou cair mais 10% tornou-se rotina nos últimos dias para ambas as companhias. Hoje, com alta de 12,3% próximo ao fechamento, a Azul estava avaliada em 5,2 bilhões e a Gol, com ganho de 8,8%, caminhava para fechar o pregão em 4,5 bilhões de reais. A diferença histórica das empresas, de acordo com Renato Mimica, diretor da EXAME Research, vinha principalmente do fato de a Azul ser percebida como uma empresa em crescimento, enquanto a Gol, mais madura, era tida como um negócio cíclico. “Nesse setor, a companhia mais nova, sem legado de frota, é sempre a mais queridinha”, diz o gestor de um fundo. “A grande questão é que não dá para saber quando esse setor voltará a apresentar potencial de crescimento”, ressaltou Mimica. As companhias têm previsões diversas, mas são unânimes em esperar encolhimento. A Gol acredita que o setor sai da pandemia 30% menor. A Azul espera que o ano feche com 40% da demanda pré-pandemia e que a normalidade só retornará em 2022. Até a distante normalidade, porém, é a situação de caixa que será o foco principal. Ainda em fase de expansão, a Azul fechou março com 23 bilhões de reais em dívidas, sendo 16 bilhões de reais com lessores — os financiadores dos aviões. Do caixa de 3 bilhões de reais anunciado pela empresa, 1,5 bilhão de reais é o saldo efetivo em conta e, desse montante, menos de 700 milhões de reais estão liberados — pois a diferença está comprometida com contratos de hedge. Para a empresa, encolher a frota será mais difícil e custoso. No caso da Gol, as circunstâncias não planejadas em torno do atraso nas entregas do 737 Max, o modelo da Boeing que está parado por questões de segurança, deixaram a empresa em uma situação mais flexível. A companhia brasileira havia programado a renovação e expansão de sua frota sobre o modelo que entrou em crise. Para compensar os atrasos da fabricante, a Gol usou arrendamentos de curto prazo. Quando a pandemia chegou, estava com 130 aeronaves. A empresa já organizou seu encolhimento para a nova realidade de mercado: entrega 18 aviões neste ano e pode devolver mais 30 entre 2021 e 2022. Nos três primeiros meses, já se desfez de sete. Para a Gol, basta deixar os contratos de aluguel vencerem. Além disso, a companhia fechou um acordo de compensação com a Boeing que trouxe 500 milhões de reais ao caixa em abril e que deve agregar ainda o equivalente a 1,9 bilhão de reais nos próximos anos — em condições sigilosas. Ao fim de março, a Gol tinha dívida bruta total de 16,9 bilhões de reais, sendo 7,4 bilhões de reais com os lessores de aviões — menos da metade dos compromissos que a Azul possui com esses financiadores. Da liquidez declarada pela empresa, de 4 bilhões de reais, 2,9 bilhões de reais eram o saldo em conta entre disponível e restrito. A pandemia deve promover grandes mudanças no setor no médio prazo, como consolidação de negócios, desaparecimento de empresas e o surgimento de novas. No curto prazo, porém, o horizonte tem apenas recuperações judiciais e renegociações de dívida. No Brasil, o pacote do BNDES pode definir os rumos. A dúvida é saber se ele vai mesmo sair do papel, uma vez que depende do apetite dos investidores de mercado para ocorrer. Após aguardarem a evolução da crise, as agências de classificação de risco de crédito, porém, já estão ajustando suas notas. A S&P Global Ratings rebaixou a nota da Azul em escala global de “B” para “CCC+” e a nota de crédito em escala nacional de “brA-” para “brBB-”. Hoje, a Fitch passou as três — Azul, Gol e Latam — para “B-”. E já avisou que tudo pode piorar, a depender do tempo que levar para se concretizar o pacote do resgate às companhias. No mercado de ações, é comum que a volatilidade aumente com a perspectiva de insolvência dos negócios. O sobe e desce, portanto, não é visto como um bom sinal. https://exame.com/exame-in/mercado-ve-crise-pior-na-azul-e-valor-em-bolsa-encosta-na-gol-pela-1a-vez/
  6. Eu só queria entender esse ódio da Gol, cara na Gol nem lembramos que a Azul existe, não falamos nada sobre a empresa, é Tipo aquele primo distante que só as vezes lembramos que existe. Obviamente tem um respeito, mas não vivemos em função da Azul cara , acorda pra Vida.
  7. Mas na Gol muda muito a aeronave, pra não atrasar um voo por ex. imagina o transtorno, a não ser que fiquem fixas no inter, ai pode até ser.
  8. A gol vai preferir mudar os assentos pro padrão normal, pra não mexer no sistema de marcação de assentos e ter que diferenciar só pra essas naves.
  9. Nossa mas todos aqui já voaram na India, só eu que nunca fui.
  10. Conhecendo a cia, eu penso que essa exec vai sumir e virar tudo econômica.
  11. 4 de abril de 2019 A GOL Linhas Aéreas é a única companhia aérea entre a seleta lista das 25 empresas que os brasileiros sonham em trabalhar e construir uma carreira. Realizado anualmente pelo LinkedIn, o ranking Top Companies 2019 reconhece as organizações mais desejadas do momento, em diversos segmentos. “Nosso Propósito é Ser a Primeira para Todos. E ser a primeira para todos é, principalmente, ser a primeira opção para trabalhar. Isso é o que nos move e que nos faz seguir trabalhando para propiciar cada vez mais um ambiente que promova capacitação, reconhecimento e orgulho de pertencer”, diz Jean Nogueira, diretor-executivo de Gente e Cultura da GOL. “Acredito que nosso diferencial competitivo está na nossa equipe, que chamamos, com muito orgulho, de Time de Águias”, completa o executivo. Líder em transporte de passageiros no país, a GOL possui uma equipe de cerca de 15 mil colaboradores no Brasil e exterior. E entre as áreas com mais contratações no último ano estão operações, administrativo e engenharia. Para elaborar o ranking, o LinkedIn analisou dados gerados pelos mais de 32 milhões de usuários da rede no Brasil. O levantamento é baseado em quatro pilares principais: interesse na empresa, interação com os funcionários, demanda por vaga e retenção. Este é o 4º ano que o LinkedIn divulga o ranking das empresas mais desejadas pelos brasileiros, e a primeira vez que a GOL aparece neste ranking. A metodologia foi criada para medir a capacidade das empresas em gerar interesse para os profissionais, assim como reter os seus empregados https://www.aeroflap.com.br/gol-e-a-unica-companhia-aerea-na-lista-das-empresas-que-os-brasileiros-sonham-em-trabalhar/?utm_campaign=aeroclipping_-_5_de_abril_de_2019&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
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