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TheJoker

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About TheJoker

  • Birthday 01/06/1986

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  1. https://twitter.com/FAANews/status/1311366964158377984 Depois teve uma news conference https://twitter.com/FAANews/status/1311374588274638849
  2. Foi cadastrado no https://sistemas.anac.gov.br/aeronaves/cons_rab.asp pesquisa: modelo A321-232
  3. Aproveitando, o IL-114-300 iniciou testes. https://www.youtube.com/watch?v=RtoATzfj4SI&feature=emb_logo
  4. Segundo o https://caixapretadasolange.blogspot.com/2020/09/plantao-caixa-preta.html seriam os primeiros prefixos no RAB: PS-SPJ – Sidnei Piva de Jesus (Dono do grupo) dedução do Aeroin PS-TCS – Tiago da Cruz Senna (CEO da aérea) PS-AAF – A identificar
  5. Breeze Airways resets launch plans, again POSTED BY SETH MILLER ON 29 SEPTEMBER 2020 Launching an airline is far from easy. Doing so in the midst of a global health pandemic ups the challenge factor significantly. Breeze Airways is making significant progress in its planning, with additional funding secured and FAA milestones reached. It also has a new plan for what the operations will look like when they launch. Major money moves In May 2020 Breeze presented total assets of $18.7mm with plans to raise approximately $45mm more over the summer. The equity raise came a month later than previously thought, but at the end of August the company secured $83 million. The deal significantly diluted the ownership stake of founder David Neeleman, from 82% to 36%. A pair of new 10% owners are now in play. But Neeleman is very much still in charge of the operations (including 2 votes on the 7-member Board of Directors) and pushing forward with his ideas of what a new airline should look like. Along with the additional funding the company also secured “Gate 2” clearance from the FAA. The company commenced pilot and dispatcher training last week. In addition to the funding the company revised its forecast revenue plans for scaling up the operations. The first six months of operations will fly E190s in a 108 or 118 seat layout, leased from Azul or NAC as previously planned. With the revised schedule and route map (see below) in play, Breeze now anticipates significantly higher revenue per passenger in the first year of operations than the prior iterations suggested. Rough estimates based on the most recent DOT filing suggest a RASM in the 9 cents range from the start, with per-passenger revenue at $90ish per flight, assuming a 75-80% load factor. Some data on projected revenues from Breeze Airways Those numbers grow quickly, especially as the longer markets come online. By the end of the first year of operations Breeze forecasts $15 million in monthly revenue on 328 weekly flights operated by 22 airplanes. That pushes per passenger revenue above $140 per flight, though RASM holds relatively steady as stage length increases. Skipping charter service Launching the airline with charter services was supposed to help ease into the operations. Fewer flights and more flexibility in the offerings would be something of a soft launch before the real challenge of scheduled service hit. But the college sports world is not operating at nearly the same levels as in prior years. Those sports charters historically delivered a good chunk of business but without them the market is nonexistent. And so Breeze‘s charter offerings will also disappear. Instead, the company will launch straight into scheduled service in March 2021. A new route map What the route map will look like when service launches also shifted under the most recent plans. The latest iteration calls for launching in March 2021 with two southern hubs connecting to multiple destinations in the northeast, southeast and southern plains. These initial hubs will grow to include additional markets in the midwest and northeast. Additional airports in the southeast will be added as the company matures. By October 2021 the company anticipates five southern gateways connecting to more than a dozen airports with 60ish daily departures. While specific planned routes are redacted from the filing and there are some confusing claims with respects to airports served versus time zones route such as these could be in the offing. A theoretical route map that Breeze Airways could launch with Map generated by the Great Circle Mapper - copyright © Karl L. Swartz. The company still intends to grow into transcontinental routes as it takes delivery of its A220-300s, now slated for later in 2021. By the end of its first year in operation the company anticipates a trio of transcon markets (5.5-6 hours westbound) plus a mid-con or New England/Texas option (3:50 westbound). https://blog.wandr.me/2020/09/breeze-airways-resets-launch-plans-again/?utm_source=TW&utm_medium=WA-TW&utm_campaign=26998
  6. https://www.flightradar24.com/data/aircraft/pr-xme deve ser usado nos voos de re-certificação da ANAC.
  7. https://www.publico.pt/2020/09/29/economia/noticia/tap-adia-novas-compras-quer-vender-avioes-1933303 Por Luís Villalobos 29 de Setembro de 2020 A TAP está a reestruturar a dimensão da sua frota de aviões e já tem em curso “a possível venda de seis a oito aeronaves (seis A319 e dois A320). Além disso, está também a estudar “a devolução antecipada de aeronaves em regime de locação operacional e a potencial venda de aeronaves em regime de locação financeira”. “A evolução futura da frota será naturalmente um dos temas estruturantes do plano de reestruturação que se encontra em elaboração” e que tem de ser entregue em Bruxelas até ao dia 10 de Dezembro, diz o grupo no relatório referente às contas do primeiro semestre divulgado esta segunda-feira à noite na CMVM. Perante a necessidade de reduzir a estrutura da transportadora aérea devido aos efeitos que a pandemia de covid-19 está a provocar nas viagens, e de apresentar um plano de reestruturação em Bruxelas por causa das ajudas de Estado que podem chegar aos 1200 milhões de euros, o grupo diz que já negociou com a Airbus e outras entidades o adiamento da entrega de novas aeronaves. Esse acordo, diz o relatório, foi concluído e envolve a “renegociação de datas de entrega previstas para o período entre 2020 e 2022”, com “impacto ao nível do diferimento dos compromissos com o pagamento de pre-delivery payments à Airbus, bem como a obtenção de outras vantagens comerciais ao nível da protecção do preço das aeronaves”. De acordo com a TAP, ficou acordado o diferimento das datas de entrega de 13 aeronaves A320neo de 2012-2022 para 2025-2027, bem como de dois A330neo de 2022 para 2024, que podem ser trocados “por outros modelos, a avaliar em função da retoma de mercado e necessidades da TAP na altura”. Estas alterações nos prazos de entregas permitem ao grupo adiar um esforço financeiro ao reduzir o investimento previsto para 2020-22 em cerca de mil milhões de dólares (854 milhões de euros, ao câmbio actual). Segundo a apresentação de resultados divulgada esta terça-feira, e que contém informação complementar, vão chegar oito aviões A320 neo até 2022 em vez dos 21 previstos. Seguem-se mais quatro em 2023 e em 2024, a que somam agora mais seis em 2025, cinco em 2026 e seis em 2017. Conforme está descrito no relatório semestral agora divulgado, a TAP contratou com a Airbus a aquisição de 53 aviões (dos quais 39 A320neo e 14 A330neo) “a receber entre 2018 e 2025”. Em Junho, a frota da TAP, que ainda está em processo de renovação, era composta por 108 aviões, dos quais 102 estavam operacionais (no final do ano passado, a frota era composta por 105 aviões, contra os 75 que existiam no ano da privatização, em 2015). Olhando para o segundo semestre, a TAP afirma que vão entrar em operação quatro novas aeronaves, (dois A321neo LR, um A320neo e outro A321neo). 124 milhões em “rendas vencidas não-pagas” Ainda no que diz respeito à frota, as contas do primeiro semestre foram fechadas com 124 milhões de euros em “rendas vencidas não-pagas” a fornecedores de aviões em regime de leasing. De acordo com o relatório, a TAP “negociou com alguns dos seus fornecedores de serviços correntes planos de pagamentos até Dezembro de 2020 e o alargamento do prazo de pagamento, o que motivou o aumento das contas a pagar face a Dezembro de 2019”. No caso concreto dos contratos de leasing de aeronaves, o grupo diz que tem “vindo a desenvolver negociações com os lessors no sentido de reduzir o valor mensal das rendas dos equipamentos” e a “obter o consentimento para o não-pagamento de rendas e o alargamento dos prazos contratuais”, “mantendo presente nessas negociações”, explica, “a eventual futura necessidade de redução de frota decorrente do plano de reestruturação”. As negociações com estes fornecedores, diz a TAP, “estão a avançar a bom ritmo, sendo que, no final de Agosto, cerca de 60% da frota em regime de locação operacional já tinha a renegociação concluída ou com a discussão finalizada e em fase de formalização da respectiva documentação, não tendo ainda sido reconhecido no balanço de 30 de Junho de 2020 qualquer impacto”. 606 milhões de prejuízos e futuro turbulento Em termos de resultados financeiros, o grupo TAP registou um prejuízo de de 606 milhões de euros. A esmagadora maioria dos resultados negativos vieram da TAP SA, com a transportadora aérea a sofrer um prejuízo de 582 milhões de euros, cerca de cinco vezes acima do valor registado em idêntico período de 2019 (e que já foi um resultado negativo). Os outros 24 milhões de euros de prejuízos do grupo vieram das restantes actividades, como o catering, tratamento de bagagens (handling) ou a manutenção. Estes números são o resultado da paragem parcial de Março e quase total nos três meses seguintes, com a procura a cair a pique devido ao surto de covid-19. A actividade de transporte de carga e correio ajudou a conter as perdas, com uma descida de 19% para 53,2 milhões de euros, menos expressiva do que a de passagens aéreas (-57,2% para 545,4 milhões). Houve, inclusivamente, a conversão de dois A330neo em aviões de carga, através da remoção das cadeiras da classe económica. Os efeitos da pandemia, diz a TAP, “deverão continuar a ser significativos nos próximos trimestres”, o que pode ser agravado em caso de novos surtos significativos do vírus e da imposição de novas restrições à mobilidade (até que uma vacina ou um tratamento eficaz esteja disponível) ou simplesmente pela incapacidade das economias recuperarem significativa e rapidamente das condições económicas adversas causadas pela pandemia até ao momento, nomeadamente em termos de emprego, rendimento disponível e níveis de confiança do consumidor”. Esta terça-feira, a IATA, associação mundial das companhias aéreas, afirmou que a recuperação que se estava a sentir no sector parou em meados de Agosto, com o anúncio de novas restrições à circulação em vários mercados relevantes. Ao falar de um Agosto “desastroso”, inserido no “pior Verão de sempre” para a indústria, a IATA reviu as suas estimativas para o total do ano, prevendo agora uma queda de 66% mais profunda do que os anteriores 63%. Ajudas do Estado Só em Julho, a TAP já recebeu 474 milhões de euros do Estado (39,5% do máximo previsto), tendo sido depois transferidos mais 25 milhões no final de Agosto. De acordo com o calendário estabelecido, haverá mais quatro tranches a entregar pelo Estado no final de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro. A TAP recorreu logo desde Abril ao layoff simplificado, tendo depois, em Agosto, passado para o apoio à retoma de actividade, com redução do horário de trabalho (entre os 70% e os 20%) em vez da suspensão total. A empresa vai renovar esse apoio para o mês de Outubro, e já sinalizou que poderá fazer até ao final do ano. Além deste apoio, o grupo recorreu também aos regimes temporários ligados ao cumprimento de obrigações fiscais e contribuições sociais, à suspensão de prazos judiciais, administrativos e tributários, e à protecção dos créditos das empresas (as moratórias), criados no âmbito do combate aos efeitos da pandemia. Em curso está ainda o reforço do Estado no capital do grupo, passando de 50% para 72,5%, através da compra da posição de David Neeleman, faltando ainda a “luz verde” da Autoridade da Concorrência.
  8. https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2020/09/renner-inaugura-loja-no-aeroporto-de-guarulhos-sp_176973.html
  9. Relatório e Contas do 1º sem. https://www.tapairportugal.com/pt/-/media/Institucional/PDFs/Investidores/Info-Financeira/RC_Consolidado-TAP-SA-1S20_PT.pdf?la=pt-PT&hash=2D597C3F164B18B931FAB6B4E5F1BA7D65CF1874
  10. Prejuízo de 582 milhões de euros no 1º semestre de 2020. https://www.tapairportugal.com/pt/-/media/Institucional/PDFs/Investidores/Comunicados/Comunicado-Resultados-1S20_PT_28set20.pdf?la=pt-PT&hash=7AE3C42BD1EF91D0230C5B121B8DBCFB82F34E68
  11. Finalmente começou a fazer voos cargueiros entre IST e KUL, vão ser pelo menos 3 voos segundo o https://aviacionline.com/2020/09/hifly-realiza-la-primera-operacion-de-carga-con-el-airbus-a380-convertido/ https://www.flightradar24.com/data/aircraft/9h-mip https://www.instagram.com/spotterofltba/ https://twitter.com/myplaneschaser
  12. https://aviationweek.com/air-transport/aircraft-propulsion/concerns-expressed-over-737-max-redundancy-manual-trim
  13. Os Efromovich têm...pelo menos em participar em processos de privatização.
  14. Europe regulator sees November lifting of Boeing 737 MAX flight ban SEPTEMBER 25, 2020 Boeing’s grounded 737 MAX could receive regulatory approval to resume flying in November and enter service by the end of the year, Europe’s chief aviation safety regulator said on Friday. “For the first time in a year and a half I can say there’s an end in sight to work on the MAX,” said Patrick Ky, executive director of the European Union Aviation Safety Agency (EASA). EASA expects to lift its technical ban “not long” after the U.S. Federal Aviation Administration (FAA), probably in November, but national operational clearances needed for individual airlines to resume flying in Europe could take longer, he said. “We are looking at November,” he said when asked when the technical ban would be lifted. China is expected to take longer to give its own approval, he said, without elaborating. Cologne-based EASA, which regulates air safety in 32 mainly European Union countries, has locked horns with the FAA and Boeing over the scope of an international review into 737 MAX systems following two fatal crashes in 2018 and 2019. All but one of the differences has been resolved, he said, with EASA, supported by some unions, calling for pilots to be able to manually cut power to a “stick shaker” alarm system suspected of distracting Lion Air and Ethiopian Airlines crew. The main focus of the review has surrounded black-box evidence that bad data from a single faulty flight-angle sensor triggered a cockpit software system that repeatedly pointed the aircraft’s nose down and overwhelmed the crew on both flights. Boeing has said inputs from both “angle of attack” sensors on the MAX will be used in the modified aircraft, instead of just one in the past, but EASA has called for a third “synthetic” sensor to provide independently computed data. Ky said Boeing had agreed to install the computerised third-sensor system on the next version of the plane, the 230-seat 737 MAX 10, followed by retrofits on the rest of the fleet later. Turning to Boeing’s next development, Ky said EASA would examine the 400-seat 777X development “much more closely” than it would have done if the MAX grounding had not happened and pay particularly close attention to flight control systems. Reporting by Laurence Frost, Tim Hepher; editing by Toby Chopra and Jason Neely https://www.reuters.com/article/us-boeing-737max-easa/europe-regulator-sees-november-lifting-of-boeing-737-max-flight-ban-idUSKCN26G1H8
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