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ChicoZé

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  1. Esses "market outlooks" sao muito mais marketing do que outra coisa. A verdade é que ninguem sabe direito como vai ser a aviação pós pandemia. Se no pré pandemia já era super dificil de conseguir prever algo, imagina agora.
  2. Perfeito! A321Neo ia dar uma surra no 757. O que custou muito caro a Boeing foram os atrasos no desenvolvimento do 787. Se o aviao tivesse saido no prazo, a Boeing poderia ter lancado antes de 2010 um substitudo do zero para o 737. Esse aviao seria pareo para o A321Neo e teria desempenho excelente. Mas a Boeing foi obrigada a dar uma nova sobrevida aos 737 com o MAX para evitar que a AA e outras cias trocassem os 737NG por A320Neo.
  3. A Embraer ja ia lancar de qqr forma o 190E2 e 195E2. Assim, imagino que colocar na familia um aviao a mais nao ia sair muito mais caro. Apesar de ter asas e motores diferentes, um monte de sistema é parecido, fuselagem com mesma cross section, etc ...o que deve reduzir os custos de desenvolvimento. Penso que o 175E2 foi uma especie de seguro que a Embraer escolheu pagar: se as scope clauses evoluissem, ela teria o aviao certo. Se as scopes nao evoluissem, a empresa tb teria o aviao certo (175E1). Um problema bom para a empresa!
  4. Lendo a noticia, lembrei quando a JetBlue comprou 100 EMB190 nos inicios dos anos 2000. Na época tinha uns 10 anos e fiquei maravilhado! kkk Parabens a Embraer; e especialmente aos funcionarios da Embraer aqui do forum!
  5. Olhando o FR24, vi que a Air Astana voltou a voar com os E2 faz uma semana. De qualquer forma, muito estranho que apenas a Astana tenha groundeado a frota, enquanto que cias como KLM, reconhecida por sua excelencia operacional e exigencia, voa os seus 4 195E2 normalmente. Cheirinho que a Astana aproveitou esses incidentes para transformar em uma questao comercial. Faz parte, nao é a primeira vez nem será a ultima....
  6. Ótima notícia. Entregas a partir do ano que vem. Parabens a todos da Embraer!
  7. Concordo que não é um problema exclusivo da Embraer. Mas não dá para negar que a situação é crítica. Como eu disse mais acima, ainda bem que as vendas na aviacao executiva e de defesa vão bem. Sem contar tambem com a área de suporte a frota que nos últimos anos, conforme os relatorios trimestrias da cia, aumentou bastante o faturamente e tem ótima margem de lucro.
  8. Backlog cada vez menor, chegando em números preocupantes. Dos 272 E-Jets (E1 e E2) a entregar tem alguns riscos: - 100 175E1 para a Republic: Venda feita há uns 2 ou 3 anos. Muito estranho uma encomenda ficar tanto tempo no backlog. Curiosidade: os outros 3 175E1 da Republic eram originalmente de uma encomenda da American. - 3 190E1 para CIAF: empresa de leasing do Egito (!). Nao achei nenhuma informacao se vao receber o aviao, nem se ja conseguiram passar o aviao para alguma cia - 2 190E2 e 23 195E2 para Air Castle: dessa encomenda, 15 195E2 vao para KLM. Os 2 190E2 e 8
  9. Muito emocinante o curta metragem! Parbéns Ozires! Um notável brasileiro, um visionário! Depois de ver o vídeo, dá até um alívio que parte da Embraer não foi vendida para a Boeing.
  10. Pelo que eu sei uma empresa recompra suas acoes quando: - quer remunerar indiretamente seus acionistas. Em vez de distribuir o lucro como forma de dividendos (que sao taxados nos EUA, por ex), a empresa usa o dinheiro para comprar suas proprias acoes e posteriormente cancelar as acoes compradas. Assim, o acionista que mantiver o mesmo numero de acoes, tem sua "%" na empresa aumentada e a acao tende a valorizar. - a empresa tem muito caixa e entende que a acao esta barata. É como se a empresa investisse nela propria. Mas no caso a Embraer nao se encaixa em nenhum desses dois cenár
  11. Uma nova asa, novo TDP, novos sistemas de controle de voo, ... ou seja: uma nova aeronave!
  12. Tenho uma certa má vontade com essas ideias futurista a la Jetsons. Para mim carro voador é ZERO inovação na logistica urbana: vamos mudar o congestinamento de lugar, do asfalto para os ceus.
  13. No cenário pré COVID já era muito difícil prever o mercado de aviacao civil. Imagina entao no pós COVID. Quanto mais opção de aeronaves a empresa tiver, maiores as chances de acertar a próxima tendência. O último upgrade de MTOW no A330-900 saiu por um custo pequeno se comparado com o preco do projeto como um todo. Entao acho que a Airbus esta certa. Provavelmente Boeing e Embraer vao fazer o mesmo, dar um "tapinha" nos avioes que ja existem. Se trata de um jeito de manter a mao de obra super qualificada e especifica em atividade e ajuda a empresa a atravessar os proximos 2 / 3 anos que serao
  14. Duvida simples: a Azul não vai receber mais nenhum E2 até 2024, é isso? Ou a cia tinha mais de 59 E2 para receber (ex 79 E2) e agora só vai receber 20 E2 até 2024?
  15. putz...que pensamento lamentável se fosse assim, nao teria Embraer, nao teria CTA, nao teria nada...penso que pensamentos medíocres como esse fazem com que o Brasil nao avance. Gente incapaz de olhar para frente e pensar no longo prazo...
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