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ChicoZé

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  1. Muito emocinante o curta metragem! Parbéns Ozires! Um notável brasileiro, um visionário! Depois de ver o vídeo, dá até um alívio que parte da Embraer não foi vendida para a Boeing.
  2. Pelo que eu sei uma empresa recompra suas acoes quando: - quer remunerar indiretamente seus acionistas. Em vez de distribuir o lucro como forma de dividendos (que sao taxados nos EUA, por ex), a empresa usa o dinheiro para comprar suas proprias acoes e posteriormente cancelar as acoes compradas. Assim, o acionista que mantiver o mesmo numero de acoes, tem sua "%" na empresa aumentada e a acao tende a valorizar. - a empresa tem muito caixa e entende que a acao esta barata. É como se a empresa investisse nela propria. Mas no caso a Embraer nao se encaixa em nenhum desses dois cenár
  3. Uma nova asa, novo TDP, novos sistemas de controle de voo, ... ou seja: uma nova aeronave!
  4. Tenho uma certa má vontade com essas ideias futurista a la Jetsons. Para mim carro voador é ZERO inovação na logistica urbana: vamos mudar o congestinamento de lugar, do asfalto para os ceus.
  5. No cenário pré COVID já era muito difícil prever o mercado de aviacao civil. Imagina entao no pós COVID. Quanto mais opção de aeronaves a empresa tiver, maiores as chances de acertar a próxima tendência. O último upgrade de MTOW no A330-900 saiu por um custo pequeno se comparado com o preco do projeto como um todo. Entao acho que a Airbus esta certa. Provavelmente Boeing e Embraer vao fazer o mesmo, dar um "tapinha" nos avioes que ja existem. Se trata de um jeito de manter a mao de obra super qualificada e especifica em atividade e ajuda a empresa a atravessar os proximos 2 / 3 anos que serao
  6. Duvida simples: a Azul não vai receber mais nenhum E2 até 2024, é isso? Ou a cia tinha mais de 59 E2 para receber (ex 79 E2) e agora só vai receber 20 E2 até 2024?
  7. putz...que pensamento lamentável se fosse assim, nao teria Embraer, nao teria CTA, nao teria nada...penso que pensamentos medíocres como esse fazem com que o Brasil nao avance. Gente incapaz de olhar para frente e pensar no longo prazo...
  8. Prezado Bonz0, Pensa que podia ter sido pior. Poderia ser eu com prejuízo de 60% nas ações da EMBR3 no seu lugar. Agora o mesmo captalista que pensou em vender a Embraer para ganhar dinheiro vai ter que quebrar a cabeça para reerguer a empresa e recuperar o dinheiro investido.
  9. Essa entrevista só reforça o que eu já pensava sobre o interesse da Boeing na compra de parte da Embraer. Ao contrário do que aconteceu com Airbus/CSeries, o maior interesse da norte americana não é a família de jatos comerciais da Embraer. A Airbus fez uma jogada genial comprando o programa CSeries. Agora ela esta desenvolvendo uma versao espichada, o A220-500, para até 170 Pax, quase um A320, de modo que o A220 pegue o mercado de 120 - 170 pax. Provalmente o proximo narrowbody da europeia, será uma família de avioes entre 180-260 pax. Uma espécia de A319/320/321 só que aumentada em alguns pa
  10. União Europeia estabelece novo prazo para decidir sobre acordo Boeing-Embraer Uma decisão sobre a fusão das duas empresas pode ser tomada até 30 de abril. Além da aprovação dos reguladores europeus, acordo também depende do aval do Cade. Os reguladores de mercado da União Europeia estabeleceram novo prazo para decidir sobre acordo entre as fabricantes de aviões Boeing e Embraer. A análise estava suspensa até a última segunda-feira e, agora, uma decisão sobre fusão pode ser tomada até 30 de abril. No fim de dezembro, os reguladores europeus teriam solicitado mais de 1,5
  11. Pelo que eu pude ler sobre o fato, não se trata de uma parceria estratégica com a Boeing na aviação comercial. Na verdade a Boeing comprou algumas partes da Embraer, entre elas o negócio da aviação comercial, para usar na sua cadeia produtiva. Se trata de uma AQUISIÇÃO parcial da Embraer. Também foi adquirida pela norte americana a ELEB, parte da engenharia da Embraer, planta especializada em material composto em Portugal (Évora), patentes que pertenciam a Embraer entre outros. Por fim, a Embraer não terá quase nenhuma influencia na Boeing Brasil. Muito estranho a Embraer divulgar informa
  12. Entendo seu ponto de vista, mas discordo. O CSeries foi um projeto muito mal executado pela Bombardier. Ao longo dos anos, houve atrasos e estouros de orçamento, de modo que a BBD não aguentou mais levar o programa. A venda (por US$1) de 50% do programa para Airbus foi uma saída honrosa para os canadenses. Mas isso aconteceu em 2018. Até quase nao tinha venda de E2. Concordo que o mercado quer um avião maior. A parte da Embraer responsável por prever o mercado errou feio nessa, ou não soube vender o E2 para o mercado. Por isso, que penso que o grande interesse da Boeing é a engenharia e pr
  13. Como assim? A parte comercial da Embraer já foi vendida para a Boeing. Agora a Boeing Brasil vai ser usada para maximar os ganhos da Boeing "USA", a matriz. Até posso concordar que a gestão de desenvolvimento de aeronaves da Embraer seja reconhecida como a melhor que existe. Náo me lembro de um projeto que saiu no prazo e sem estouros de orcamento como o que aconteceu com o E2. Por outro lado, a parte da empresa que vende os aviões deve ser reconhecida mundialmente como uma chacota. Hoje as vendas de E2 beiram o rídiculo. Mais de uma ano que o E2 foi certificado e não deve ter 10 avioes en
  14. Agora ao invés de pagar US$9/hora para os indianos, vão pagar para os brasileiros da Embraer.
  15. Os E-Jets já são uma marca forte ... não duvido que a Boeing mantenha o nome da família (170/175/190/195 e 175E2/190E2/195E2).
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